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Foram encontradas 563 questões.

3953183 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Leia a tira para responder a questão:

Enunciado 4959481-1

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 25.08.2027. Adaptado)

No que tange às dificuldades ortográficas irregulares, Morais (2009) observa que “o uso de uma letra (ou dígrafo) é justificado apenas pela tradição de uso ou pela origem (etimologia) da palavra”. Esse tipo de dificuldade exige a memorização da forma correta pelos alunos, como é o caso, na fala dos personagens, do emprego da letra
 

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3953182 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Leia a tira para responder a questão:

Enunciado 4959475-1

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 25.08.2027. Adaptado)

De acordo com Martins (2008), o diminutivo “Está na fala de todos, cultos ou ignorantes, e só não aparece com um tom afetivo nos textos escritos que têm por meta a objetividade e, portanto, só admitem o diminutivo nocional, exprimindo a ideia de tamanho pequeno.” Com base nessas considerações da autora, conclui-se corretamente que, na frase do 3° quadrinho “... disse a criancinha hiperativa e reclamona.”, o diminutivo no termo destacado expressa ideia de
 

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3953181 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Leia a tira para responder a questão:

Enunciado 4959459-1

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 25.08.2027. Adaptado)

De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual. 2011), na frase do 2° quadro “Tudo incomoda!”, o termo destacado funciona na progressão textual como um
 

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3953180 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Leia o texto para responder a questão:

Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.

Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.

(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

Considere as passagens:
Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta... (1° parágrafo)
• Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. (2° parágrafo)
• ... o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata [...] e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória. (2° parágrafo)
De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011), as expressões destacadas são responsáveis pela coesão
 

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3953179 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Leia o texto para responder a questão:

Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.

Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.

(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

De acordo com Kleiman (2017), “Embora nem todas as relações entre uma palavra e seu contexto linguístico sejam passíveis de descrição e classificação, muitas delas são predizíveis, especialmente quando levamos em conta questões sobre gênero textual. [...] Muitas vezes, continuar lendo após o aparecimento da palavra desconhecida irá deixar claro o significado dessa palavra, pois a definição vem em seguida.” A explicação da autora é comprovada com a passagem do texto:
 

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3953178 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP

Leia o texto para responder a questão:

Quando se pede para alguém apanhar um lápis com a mão esquerda e nomear o objeto em voz alta, ocorre uma troca de informações entre os dois hemisférios cerebrais. Uma área responsável pela sensibilidade tátil da mão esquerda, situada no hemisfério direito, transmite sinais para outra, no hemisfério esquerdo, que processa a fala. Há tempos se sabe que o que torna possível essa comunicação é uma estrutura chamada corpo caloso, um feixe robusto formado por dezenas de milhões de fibras da substância branca – os axônios, prolongamentos de neurônios (células executivas do sistema nervoso). Ele funciona como uma ponte, permitindo o intercâmbio de informações entre as diferentes regiões dos dois hemisférios. No ser humano, o corpo caloso chega a ter 10 centímetros (cm) de comprimento e quase 2 cm de espessura.

Um estudo publicado em agosto na revista Cerebral Cortex por pesquisadores brasileiros, porém, indica que o corpo caloso não é a única via de comunicação entre o lado direito e o esquerdo do cérebro. Há outras, mais sutis, que permaneciam ocultas e foram descritas e, mais recentemente, mapeadas por eles. São as comissuras talâmicas, feixes mais delgados de substância branca que atravessam uma estrutura cerebral situada logo abaixo do corpo caloso: o tálamo. Com cerca de 4 cm de comprimento e forma ovalada, o tálamo é uma estrutura que existe em duplicata (há um em cada hemisfério) e processa e retransmite informações sensoriais para áreas que controlam o movimento, além de regular a consciência, o sono, a atenção e a memória.

(Sophia La Banca, “Neurocientistas brasileiros mapeiam conexões ocultas do cérebro. https://revistapesquisa.fapesp.br/, 11.10.2025. Adaptado)

Com base no conceito de conhecimento textual exposto por Kleiman (2008), quando se desenvolve atividade de leitura em sala de aula com o texto apresentado, há que se reconhecer que nele se identifica a estrutura
 

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3953177 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Ao analisar a repetição como estratégia de construção do texto falado, Koch (2007) explica que “... podem-se, com relação ao português brasileiro, características peculiares, talvez comuns a algumas outras línguas, mas, certamente, não à maioria delas.” Entre essas peculiaridades, uma de ordem sintática, com redundância de informação, ocorre em:
 

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3953176 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:
        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:
        — A gente combinamos de não morrer!
        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”
        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:
        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!
(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Em relação à frase do 2° parágrafo “— A gente combinamos de não morrer!”, são análises coerentes com o exposto por Bechara (2015), Bagno (2003) e Martins (2008), correta e respectivamente:
 

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3953175 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:
        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:
        — A gente combinamos de não morrer!
        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”
        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:
        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!
(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
Considerando a estrutura do período simples e dos grupos oracionais, conforme o conceitua Evanildo Bechara (2015), o período do último parágrafo “— Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!” admite a seguinte reescrita e análise, em conformidade com a norma-padrão:
 

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3953174 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Leia o excerto do conto de Conceição Evaristo para responder a questão:
        A morte brinca com balas nos dedos gatilhos dos meninos. Dorvi se lembrou do combinado, o juramento feito em voz uníssona, gritado sob o pipocar dos tiros:
        — A gente combinamos de não morrer!
        Limpou os olhos. Lágrimas apontavam diversos sentimentos. A fumaça que subia do monturo de lixo ao lado justificava qualquer gota ou rio-mar que surgisse e rolasse pela face abaixo. Era a fumaça, desculpou-se consigo mesmo e cantarolou mordiscando a dor, a canção do Seixas: “Quem não tem colírio usa óculos escuros.”
        A morte incendeia a vida, como se essa estopa fosse. Molambos erigem fumaça no ar. Na lixeira, corpos são incinerados. A vida é capim, mato, lixo, é pele e cabelo. É e não é. Na televisão deu:
        — Mataram a mulher, puseram o corpo na lixeira e atearam fogo!
(Conceição Evaristo, “A gente combinamos de não morrer”. Olhos d’água, 2016)
A habilidade BNCC EF67LP38 prevê “Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como comparação, metáfora, metonímia, personificação, hipérbole, dentre outras.” No caso do conto lido, identifica-se uma metáfora na passagem
 

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