Foram encontradas 563 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há
35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor
por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema
foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade
e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele
abrange desde o atendimento básico até procedimentos de
alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em
que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de
transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo
em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença
com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O
levantamento considerou recomendações de profissionais
de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora
dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante
a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos
da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema
primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi
elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos
de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como
entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário
– voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do
ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo
dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca
de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos
públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do
Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política.
É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e
colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do
SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,
19.09.2025. Adaptado.)
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Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há
35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor
por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema
foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade
e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele
abrange desde o atendimento básico até procedimentos de
alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em
que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de
transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo
em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença
com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O
levantamento considerou recomendações de profissionais
de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora
dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante
a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos
da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema
primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi
elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos
de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como
entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário
– voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do
ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo
dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca
de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos
públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do
Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política.
É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e
colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do
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(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,
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Espírito original do SUS é vital para o país
O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há
35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor
por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema
foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade
e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.
Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele
abrange desde o atendimento básico até procedimentos de
alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em
que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de
transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.
Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo
em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença
com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O
levantamento considerou recomendações de profissionais
de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora
dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.
Vale destacar também o protagonismo do SUS durante
a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos
da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema
primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi
elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos
de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como
entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário
– voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do
ponto de vista da saúde pública.
Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo
dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca
de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos
públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.
Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do
Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política.
É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e
colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do
SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,
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Homem de 78 anos com histórico de hipertensão arterial,
diabetes tipo 2, osteoartrite e insônia, é atendido em consulta de rotina. Refere tonturas recentes e um episódio
de quase-síncope. A sua lista de medicação atual inclui:
AAS infantil, lisinopril, metformina, gliclazida, rosuvastatina, hidroclorotiazida, ibuprofeno (tomado conforme
necessário para dor no joelho) e zolpidem (prescrito há
três meses para dormir). Menciona que o seu sono não
melhorou significativamente e que as tonturas são mais
pronunciadas pela manhã.
Considerando a apresentação do paciente, qual o próximo passo mais apropriado na gestão do seu cuidado?
Considerando a apresentação do paciente, qual o próximo passo mais apropriado na gestão do seu cuidado?
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Homem de 72 anos é avaliado em consulta anual de
rotina. Ele sente-se bem, caminha 2 a 3 quilômetros
diariamente. O histórico é marcado por hiperlipidemia e
diabetes mellitus, em uso de metformina (2 g/dia) e atorvastatina (20 mg/dia). Na revisão do prontuário, há a descrição de que uma ultrassonografia abdominal realizada
recentemente mostrou a presença de um aneurisma da
aorta abdominal de 4,7 cm assintomático, descoberto de
forma incidental. Ao exame físico: frequência cardíaca:
72 bpm; pressão arterial: 118 x 68 mmHg; uma massa
pulsátil é notável, aproximadamente, logo abaixo da cicatriz umbilical.
Qual é o próximo passo de maior relevância?
Qual é o próximo passo de maior relevância?
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Homem de 64 anos apresenta hematêmese iniciada há
4 horas. Ele tem antecedentes de doença hepática crônica, hipertensão arterial, hiperlipidemia e um episódio
de pancreatite grave por cálculo biliar há 5 anos. Após
receber ressuscitação volêmica, seu quadro se estabiliza. Uma endoscopia digestiva alta é realizada e mostra: grandes varizes fúndicas gástricas com sinais vermelhos e sangue alterado no estômago; não há varizes
esofágicas.
Qual é o próximo passo mais apropriado?
Qual é o próximo passo mais apropriado?
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Mulher de 45 anos relata que acordou ontem com uma
vertigem rotatória (sensação de que o ambiente girava)
de início súbito e muito forte, que se mantém contínua
desde então. O sintoma piora drasticamente com qualquer movimento da cabeça, forçando-a a permanecer
deitada e imóvel. O quadro veio acompanhado de náuseas intensas, vômitos e um desequilíbrio acentuado,
sendo incapaz de andar sem ajuda. Nega perda de audição, zumbido, dor de cabeça, febre ou qualquer outro
sintoma neurológico. Refere um episódio de resfriado
há duas semanas. Ao exame físico: prefere manter os
olhos fechados, mas há nistagmo espontâneo horizontal
batendo para a direita; teste de Romberg positivo (queda
para a esquerda); marcha impossível de ser realizada
sem apoio; pares cranianos, força e sensibilidade normais; otoscopia sem alteração.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
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Amigdalite associada a uma membrana cinzenta que
cobre a superfície da amígdala, mas que pode ser removida sem sangramento, está frequentemente associada a
qual etiologia?
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Um estudo sobre a eficácia de um novo medicamento
oral para o tratamento da obesidade grau III revela que
a diferença nos resultados de grupo tratado com o novo
remédio e o grupo de tratamento padrão é estatisticamente significativa (o valor de p é 0,002).
Com esses dados e considerando os princípios da medicina baseada em evidências, é correto afirmar:
Com esses dados e considerando os princípios da medicina baseada em evidências, é correto afirmar:
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Mulher de 36 anos com obesidade apresenta três a quatro episódios ao mês de dor de cabeça intensa e debilitante nos últimos dois anos. A cefaleia dura de um a
dois dias. O episódio álgico costuma ocorrer na têmpora
direita, na região frontal direita e atrás do olho direito,
embora às vezes, ela se localize em região bifrontal. Frequentemente, há rinorreia e congestão associadas às
dores de cabeça. Ela nega qualquer aura ou características neurológicas. A dor é geralmente profunda, mas latejante quando intensa. Algumas vezes, relata presença de
náuseas, mas sem vômitos e diz que precisa usar óculos
escuros e ir para uma sala silenciosa porque “não consegue funcionar”.
Em relação à competência baseada em sinais e sintomas, na paciente descrita, o diagnóstico mais provável é:
Em relação à competência baseada em sinais e sintomas, na paciente descrita, o diagnóstico mais provável é:
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