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Assinale a alternativa correta em relação à concordância, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Um mundo sem culpa
O cristianismo é um legado indissociável da nossa cultura cotidiana e medeia nossos atos e valorações de forma explícita e implícita. Ainda que nossa moral - normalmente frouxa - não seja capaz de dar consistência absoluta a esse legado, o crente, o ateu, o agnóstico e o singular cristão não praticante fazem uso dessa herança quando lhes convém. Não há quem desconheça a oração Pai Nosso, texto seminal da cultura cristã.
O texto sagrado sugere que devamos perdoar os nossos ofensores para que sejamos igualmente perdoados por Deus. Não nos prendemos a essa disposição do texto, fixamos mais na ideia de que Deus, por conta da sua magnânima bondade, perdoará a todos, apesar da não equivalência de compaixão. Suprimos da consciência o conectivo de comparação “assim como” e esperamos que Deus se atenha só ao dito e ao escrito e que distraído não vasculhe os meandros de nossas intenções e de nossos lapsos de memória.
Reparem que (certos do perdão divino, motivado pelo arrependimento e pela confissão mediada por padre, pastor ou em linha direta com Deus) pedimos desculpa com a convicção absoluta de nossa absolvição. Não é raro que fiquemos incomodados e avexados quando alguém nos surpreende com a possibilidade de não nos tirar a culpa. Se Deus nos perdoará, por que essezinho não o fará?
A consciência, dedurada somente aos atentos, é sempre arejada pelos artifícios da linguagem e das associações feitas. Quando não nos desculpam, criamos a própria desculpa, transferindo a outros a culpa que seria nossa. “Desculpe-me pelo atraso, o trânsito desta cidade é uma loucura”; “Desculpa, era só uma brincadeira, não fiz por mal”; “Foi mal, estava distraído”.
Às vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela. “A prova estava impossível, o professor surtou”; “Não dá para entender o que o professor explica”; “Como cheguei correndo, não consegui pegar o livro”. Assim, a falha que é nossa é transferida a um outro culpado. Criamos, assim, um perdão “expresso”, sem a intermediação de líderes religiosos e sem conversar com o “Homem lá de cima”. E o pobre destinatário da culpa transferida que busque forma de encontrar também o seu perdão. (...)
Adaptado de https://revistaeducacao.com.br/2019/07/14/mundo-semculpa- cristianismo/
Leia o trecho abaixo, retirado do texto.
“As vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela”.
É correto afirmar que corresponde a um sinônimo da palavra em destaque no trecho acima:
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Um mundo sem culpa
O cristianismo é um legado indissociável da nossa cultura cotidiana e medeia nossos atos e valorações de forma explícita e implícita. Ainda que nossa moral - normalmente frouxa - não seja capaz de dar consistência absoluta a esse legado, o crente, o ateu, o agnóstico e o singular cristão não praticante fazem uso dessa herança quando lhes convém. Não há quem desconheça a oração Pai Nosso, texto seminal da cultura cristã.
O texto sagrado sugere que devamos perdoar os nossos ofensores para que sejamos igualmente perdoados por Deus. Não nos prendemos a essa disposição do texto, fixamos mais na ideia de que Deus, por conta da sua magnânima bondade, perdoará a todos, apesar da não equivalência de compaixão. Suprimos da consciência o conectivo de comparação “assim como” e esperamos que Deus se atenha só ao dito e ao escrito e que distraído não vasculhe os meandros de nossas intenções e de nossos lapsos de memória.
Reparem que (certos do perdão divino, motivado pelo arrependimento e pela confissão mediada por padre, pastor ou em linha direta com Deus) pedimos desculpa com a convicção absoluta de nossa absolvição. Não é raro que fiquemos incomodados e avexados quando alguém nos surpreende com a possibilidade de não nos tirar a culpa. Se Deus nos perdoará, por que essezinho não o fará?
A consciência, dedurada somente aos atentos, é sempre arejada pelos artifícios da linguagem e das associações feitas. Quando não nos desculpam, criamos a própria desculpa, transferindo a outros a culpa que seria nossa. “Desculpe-me pelo atraso, o trânsito desta cidade é uma loucura”; “Desculpa, era só uma brincadeira, não fiz por mal”; “Foi mal, estava distraído”.
Às vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela. “A prova estava impossível, o professor surtou”; “Não dá para entender o que o professor explica”; “Como cheguei correndo, não consegui pegar o livro”. Assim, a falha que é nossa é transferida a um outro culpado. Criamos, assim, um perdão “expresso”, sem a intermediação de líderes religiosos e sem conversar com o “Homem lá de cima”. E o pobre destinatário da culpa transferida que busque forma de encontrar também o seu perdão. (...)
Adaptado de https://revistaeducacao.com.br/2019/07/14/mundo-semculpa- cristianismo/
Assinale a alternativa cuja pontuação alterada NÃO causou prejuízo gramatical ou de sentido à sentença retirada do texto.
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Um mundo sem culpa
O cristianismo é um legado indissociável da nossa cultura cotidiana e medeia nossos atos e valorações de forma explícita e implícita. Ainda que nossa moral - normalmente frouxa - não seja capaz de dar consistência absoluta a esse legado, o crente, o ateu, o agnóstico e o singular cristão não praticante fazem uso dessa herança quando lhes convém. Não há quem desconheça a oração Pai Nosso, texto seminal da cultura cristã.
O texto sagrado sugere que devamos perdoar os nossos ofensores para que sejamos igualmente perdoados por Deus. Não nos prendemos a essa disposição do texto, fixamos mais na ideia de que Deus, por conta da sua magnânima bondade, perdoará a todos, apesar da não equivalência de compaixão. Suprimos da consciência o conectivo de comparação “assim como” e esperamos que Deus se atenha só ao dito e ao escrito e que distraído não vasculhe os meandros de nossas intenções e de nossos lapsos de memória.
Reparem que (certos do perdão divino, motivado pelo arrependimento e pela confissão mediada por padre, pastor ou em linha direta com Deus) pedimos desculpa com a convicção absoluta de nossa absolvição. Não é raro que fiquemos incomodados e avexados quando alguém nos surpreende com a possibilidade de não nos tirar a culpa. Se Deus nos perdoará, por que essezinho não o fará?
A consciência, dedurada somente aos atentos, é sempre arejada pelos artifícios da linguagem e das associações feitas. Quando não nos desculpam, criamos a própria desculpa, transferindo a outros a culpa que seria nossa. “Desculpe-me pelo atraso, o trânsito desta cidade é uma loucura”; “Desculpa, era só uma brincadeira, não fiz por mal”; “Foi mal, estava distraído”.
Às vezes, escamoteamos a palavra “desculpa” no discurso, mas vislumbramos a possibilidade de entendimento dela. “A prova estava impossível, o professor surtou”; “Não dá para entender o que o professor explica”; “Como cheguei correndo, não consegui pegar o livro”. Assim, a falha que é nossa é transferida a um outro culpado. Criamos, assim, um perdão “expresso”, sem a intermediação de líderes religiosos e sem conversar com o “Homem lá de cima”. E o pobre destinatário da culpa transferida que busque forma de encontrar também o seu perdão. (...)
Adaptado de https://revistaeducacao.com.br/2019/07/14/mundo-semculpa- cristianismo/
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Conforme os Cademos HumanizaSUS, pode ser considerada a principal diretriz a ser praticada pelos NASFs. Ela pode ser compreendida em três sentidos: (a) a abordagem integral do indivíduo levando em consideração seu contexto social, familiar e cultural e com garantia de cuidado longitudinal; (b) as práticas de saúde organizadas a partir da integração das ações de promoção, prevenção, reabilitação e cura, além de (c) a organização do sistema de saúde de forma a garantir o acesso as redes de atenção, conforme as necessidades de sua população. Trata-se da
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Conforme o Caderno HumanizaSUS, voltado à Atenção Básica, caracteriza-se como uma estratégia de fortalecimento do Sistema Público de Saúde, criada pelo Ministério da Saúde com o propósito de ser uma oferta de mudança, com potência de transformar o SUS e de aproximá-lo, enquanto prática social, a suas exigências discursivas. A descrição acima refere-se à(ao)
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Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Suzano-SP
Conforme a Lei Complementar Municipal nº 39/97, que institui o Código Tributário do Município de Suzano e dá outras providências, o Sistema Tributário do Município é composto de Taxas:
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Na condição de princípio fundamental do sistema tributário, este princípio constrange o legislador infraconstitucional a eleger apenas manifestações de força econômica para compor a hipótese de incidência das normas tributárias, considerando também caracteristicas pessoais do contribuinte na conformação da base de cálculo. Diante do exposto, é correto afirmar que o enunciado descreve o(a) princípio da
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Conforme a Lei nº 5.172/66, que dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados e Municípios, no âmbito da competência tributária:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Nosso Rumo
Orgão: Pref. Suzano-SP
Conforme a Constituição Federal, constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, EXCETO:
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