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Foram encontradas 80 questões.

1032473 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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João da Silva é servidor público efetivo do Município de Suzano e aposentou-se por invalidez. Não obstante, aos 70 anos de idade, obteve laudo de perícia da Previdência Social por meio do qual foram declarados insubsistentes os motivos da sua aposentadoria. Nessa situação, conforme o disposto no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Suzano (Lei Complementar n° 190/10), é correto afirmar que João
 

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1032472 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Assinale a alternativa que está em conformidade com a Lei Complementar no 25/96, que trata do uso, da ocupação e do parcelamento do solo no Município de Suzano.
 

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1032467 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Assinale a alternativa que contempla corretamente duas infrações político-administrativas dos Prefeitos Municipais sujeitas ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação do mandato.
 

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1032381 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Complexo de vira-lata 2.0

Nelson Rodrigues chamou de complexo de vira-lata a inferioridade que o brasileiro voluntariamente se impõe perante o resto do mundo. Para o cronista, esse complexo teria sido superado com o título mundial de 1958. Isso ao menos entre as quatro linhas, onde construímos um futebol único e nos tornamos os maiores e os melhores.

Tínhamos o patrimônio do futebol-arte, remédio para qualquer problema de autoestima. Mas sofremos um duro golpe narcísico com uma nova derrota em casa na última Copa. O “futebol-totem”, a verdade em torno da qual nos aglutinávamos reforçando uma identidade nacional, ruiu. Ainda somos os melhores?

É como se andássemos carregando uma coroa oxidada. No íntimo ferido, a necessidade da autoafirmação, “somos os melhores”. Ao mesmo tempo, na superfície, a mágoa e o rancor ao nos afirmarmos profundamente inferiores.

Aprisionados nessa conflituosa ambiguidade, inferiorizar o futebol brasileiro parece ser o mote das críticas e cobranças de boa parte da mídia. Carecendo de novas verdades, “profetas” anunciam caminhos, vendem verdades que pouco servem à evolução de nosso futebol. Aplaudem mais as medidas e o futebol de outros países, como se o autoelogio ou o reconhecimento do Brasil fosse uma espécie de tabu.

É verdade que a globalização misturou estilos e fez o futebol crescer pelo mundo. Devemos ver o que de bom é produzido lá fora e descobrir como podemos aproveitar. Mas o aplauso ao outro, por vezes, não soa simplesmente como a admiração ao belo e ao sublime produzido no futebol. No fundo, para o narciso ferido, aponta para uma falta, como se a afirmação do outro fosse a sua própria negação. Retomamos, então, o “Narciso às avessas” de Nelson, que cospe na própria imagem, afirmando que aqui nada presta e que o que é produzido lá fora é o ideal.

Falamos da ativação de um complexo que acaba por desvalorizar elementos tradicionalmente brasileiros, favorecendo uma paulatina descaracterização de nosso futebol. É de se perguntar: se Garrincha fizesse seu drible hoje, quão execrado pela mídia ele poderia ser pela falta de objetividade e menosprezo ao adversário? Críticas como essas possuem suas raízes em um modo europeu de se analisar o futebol. Estranhamos essas críticas — desrespeitosas, por sinal — a uma geração de jogadores brasileiros que fazem parte da maioria estrangeira no campeonato de clubes mais valorizados.

(Walter Feldman; Rogério Caboclo. www.folha.uol.com.br/ opiniao/2015/09/1683161-

complexo-de-vira-lata-20.shtml. Adaptado)

Considerando o emprego contextualizado da forma verbal Aplaudem, em destaque no quarto parágrafo, afirma-se corretamente que estabelece relação de antonímia com:
 

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1032358 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Leia o poema e responda à questão.

O sentido normal das palavras não faz bem ao poema.

Há que se dar um gosto incasto aos termos.

Haver com eles um relacionamento voluptuoso.

Talvez corrompê-los até a quimera.

Escurecer as relações entre os termos em vez de aclará-los.

Não existir mais rei nem regências.

Uma certa liberdade com a luxúria convém.

(Manoel de Barros. Retrato quase apagado em que se pode ver perfeitamente

nada, VII, Poesia completa. São Paulo, Leya, 2010, p. 265)

Para o poeta, a


 

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1032353 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Complexo de vira-lata 2.0

Nelson Rodrigues chamou de complexo de vira-lata a inferioridade que o brasileiro voluntariamente se impõe perante o resto do mundo. Para o cronista, esse complexo teria sido superado com o título mundial de 1958. Isso ao menos entre as quatro linhas, onde construímos um futebol único e nos tornamos os maiores e os melhores.

Tínhamos o patrimônio do futebol-arte, remédio para qualquer problema de autoestima. Mas sofremos um duro golpe narcísico com uma nova derrota em casa na última Copa. O “futebol-totem”, a verdade em torno da qual nos aglutinávamos reforçando uma identidade nacional, ruiu. Ainda somos os melhores?

É como se andássemos carregando uma coroa oxidada. No íntimo ferido, a necessidade da autoafirmação, “somos os melhores”. Ao mesmo tempo, na superfície, a mágoa e o rancor ao nos afirmarmos profundamente inferiores.

Aprisionados nessa conflituosa ambiguidade, inferiorizar o futebol brasileiro parece ser o mote das críticas e cobranças de boa parte da mídia. Carecendo de novas verdades, “profetas” anunciam caminhos, vendem verdades que pouco servem à evolução de nosso futebol. Aplaudem mais as medidas e o futebol de outros países, como se o autoelogio ou o reconhecimento do Brasil fosse uma espécie de tabu.

É verdade que a globalização misturou estilos e fez o futebol crescer pelo mundo. Devemos ver o que de bom é produzido lá fora e descobrir como podemos aproveitar. Mas o aplauso ao outro, por vezes, não soa simplesmente como a admiração ao belo e ao sublime produzido no futebol. No fundo, para o narciso ferido, aponta para uma falta, como se a afirmação do outro fosse a sua própria negação. Retomamos, então, o “Narciso às avessas” de Nelson, que cospe na própria imagem, afirmando que aqui nada presta e que o que é produzido lá fora é o ideal.

Falamos da ativação de um complexo que acaba por desvalorizar elementos tradicionalmente brasileiros, favorecendo uma paulatina descaracterização de nosso futebol. É de se perguntar: se Garrincha fizesse seu drible hoje, quão execrado pela mídia ele poderia ser pela falta de objetividade e menosprezo ao adversário? Críticas como essas possuem suas raízes em um modo europeu de se analisar o futebol. Estranhamos essas críticas — desrespeitosas, por sinal — a uma geração de jogadores brasileiros que fazem parte da maioria estrangeira no campeonato de clubes mais valorizados.

(Walter Feldman; Rogério Caboclo. www.folha.uol.com.br/ opiniao/2015/09/1683161-

complexo-de-vira-lata-20.shtml. Adaptado)

De acordo com os autores,
 

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1032338 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Complexo de vira-lata 2.0

Nelson Rodrigues chamou de complexo de vira-lata a inferioridade que o brasileiro voluntariamente se impõe perante o resto do mundo. Para o cronista, esse complexo teria sido superado com o título mundial de 1958. Isso ao menos entre as quatro linhas, onde construímos um futebol único e nos tornamos os maiores e os melhores.

Tínhamos o patrimônio do futebol-arte, remédio para qualquer problema de autoestima. Mas sofremos um duro golpe narcísico com uma nova derrota em casa na última Copa. O “futebol-totem”, a verdade em torno da qual nos aglutinávamos reforçando uma identidade nacional, ruiu. Ainda somos os melhores?

É como se andássemos carregando uma coroa oxidada. No íntimo ferido, a necessidade da autoafirmação, “somos os melhores”. Ao mesmo tempo, na superfície, a mágoa e o rancor ao nos afirmarmos profundamente inferiores.

Aprisionados nessa conflituosa ambiguidade, inferiorizar o futebol brasileiro parece ser o mote das críticas e cobranças de boa parte da mídia. Carecendo de novas verdades, “profetas” anunciam caminhos, vendem verdades que pouco servem à evolução de nosso futebol. Aplaudem mais as medidas e o futebol de outros países, como se o autoelogio ou o reconhecimento do Brasil fosse uma espécie de tabu.

É verdade que a globalização misturou estilos e fez o futebol crescer pelo mundo. Devemos ver o que de bom é produzido lá fora e descobrir como podemos aproveitar. Mas o aplauso ao outro, por vezes, não soa simplesmente como a admiração ao belo e ao sublime produzido no futebol. No fundo, para o narciso ferido, aponta para uma falta, como se a afirmação do outro fosse a sua própria negação. Retomamos, então, o “Narciso às avessas” de Nelson, que cospe na própria imagem, afirmando que aqui nada presta e que o que é produzido lá fora é o ideal.

Falamos da ativação de um complexo que acaba por desvalorizar elementos tradicionalmente brasileiros, favorecendo uma paulatina descaracterização de nosso futebol. É de se perguntar: se Garrincha fizesse seu drible hoje, quão execrado pela mídia ele poderia ser pela falta de objetividade e menosprezo ao adversário? Críticas como essas possuem suas raízes em um modo europeu de se analisar o futebol. Estranhamos essas críticas — desrespeitosas, por sinal — a uma geração de jogadores brasileiros que fazem parte da maioria estrangeira no campeonato de clubes mais valorizados.

(Walter Feldman; Rogério Caboclo. www.folha.uol.com.br/ opiniao/2015/09/1683161-

complexo-de-vira-lata-20.shtml. Adaptado)

A colocação pronominal está correta, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
 

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1032334 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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A frase em que todas as formas verbais estão empregadas de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa é:
 

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1032316 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Leia o trecho seguinte.

O advogado indispensável à administração da Justiça é defensor do Estado democrático de direito da cidadania da moralidade pública da Justiça e da paz social subordinando a atividade do seu Ministério Privado à elevada função pública que exerce.

(Código de ética e disciplina da OAB, Cap. I, Art. 2°,

www.oab.org.br/arquivos/pdf/LegislacaoOab/codigodeetica.pdf. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o texto apresentado está corretamente pontuado.

 

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1032315 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Suzano-SP
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Complexo de vira-lata 2.0

Nelson Rodrigues chamou de complexo de vira-lata a inferioridade que o brasileiro voluntariamente se impõe perante o resto do mundo. Para o cronista, esse complexo teria sido superado com o título mundial de 1958. Isso ao menos entre as quatro linhas, onde construímos um futebol único e nos tornamos os maiores e os melhores.

Tínhamos o patrimônio do futebol-arte, remédio para qualquer problema de autoestima. Mas sofremos um duro golpe narcísico com uma nova derrota em casa na última Copa. O “futebol-totem”, a verdade em torno da qual nos aglutinávamos reforçando uma identidade nacional, ruiu. Ainda somos os melhores?

É como se andássemos carregando uma coroa oxidada. No íntimo ferido, a necessidade da autoafirmação, “somos os melhores”. Ao mesmo tempo, na superfície, a mágoa e o rancor ao nos afirmarmos profundamente inferiores.

Aprisionados nessa conflituosa ambiguidade, inferiorizar o futebol brasileiro parece ser o mote das críticas e cobranças de boa parte da mídia. Carecendo de novas verdades, “profetas” anunciam caminhos, vendem verdades que pouco servem à evolução de nosso futebol. Aplaudem mais as medidas e o futebol de outros países, como se o autoelogio ou o reconhecimento do Brasil fosse uma espécie de tabu.

É verdade que a globalização misturou estilos e fez o futebol crescer pelo mundo. Devemos ver o que de bom é produzido lá fora e descobrir como podemos aproveitar. Mas o aplauso ao outro, por vezes, não soa simplesmente como a admiração ao belo e ao sublime produzido no futebol. No fundo, para o narciso ferido, aponta para uma falta, como se a afirmação do outro fosse a sua própria negação. Retomamos, então, o “Narciso às avessas” de Nelson, que cospe na própria imagem, afirmando que aqui nada presta e que o que é produzido lá fora é o ideal.

Falamos da ativação de um complexo que acaba por desvalorizar elementos tradicionalmente brasileiros, favorecendo uma paulatina descaracterização de nosso futebol. É de se perguntar: se Garrincha fizesse seu drible hoje, quão execrado pela mídia ele poderia ser pela falta de objetividade e menosprezo ao adversário? Críticas como essas possuem suas raízes em um modo europeu de se analisar o futebol. Estranhamos essas críticas — desrespeitosas, por sinal — a uma geração de jogadores brasileiros que fazem parte da maioria estrangeira no campeonato de clubes mais valorizados.

(Walter Feldman; Rogério Caboclo. www.folha.uol.com.br/ opiniao/2015/09/1683161-

complexo-de-vira-lata-20.shtml. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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