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Dentro da economia capitalista, cada indivíduo é avaliado pelo número que representa sua renda e na mente de todos existe, reforçando-se cada vez mais, a noção de que todas as coisas têm um valor, que tal valor é sempre o mesmo e pode ser “medido” pelo preço de compra ou venda do objeto.
A produção em massa de notícias, objetos e divertimentos, logo consumidos por grande número de pessoas, tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais, de modo de ser e de pensar, que o indivíduo tende a perder-se totalmente, quer aos olhos dos outros, quer aos seus próprios olhos.
(GAIARSA, J. A. A engrenagem e a flor. São Paulo: Ícone, 1992)
“[...] tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais [...]”. O verbo em destaque se refere a:
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Dentro da economia capitalista, cada indivíduo é avaliado pelo número que representa sua renda e na mente de todos existe, reforçando-se cada vez mais, a noção de que todas as coisas têm um valor, que tal valor é sempre o mesmo e pode ser “medido” pelo preço de compra ou venda do objeto.
A produção em massa de notícias, objetos e divertimentos, logo consumidos por grande número de pessoas, tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais, de modo de ser e de pensar, que o indivíduo tende a perder-se totalmente, quer aos olhos dos outros, quer aos seus próprios olhos.
(GAIARSA, J. A. A engrenagem e a flor. São Paulo: Ícone, 1992)
Pela leitura do texto, pode-se dizer que uma das consequências do consumo é:
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Dentro da economia capitalista, cada indivíduo é avaliado pelo número que representa sua renda e na mente de todos existe, reforçando-se cada vez mais, a noção de que todas as coisas têm um valor, que tal valor é sempre o mesmo e pode ser “medido” pelo preço de compra ou venda do objeto.
A produção em massa de notícias, objetos e divertimentos, logo consumidos por grande número de pessoas, tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais, de modo de ser e de pensar, que o indivíduo tende a perder-se totalmente, quer aos olhos dos outros, quer aos seus próprios olhos.
(GAIARSA, J. A. A engrenagem e a flor. São Paulo: Ícone, 1992)
Para o autor, o indivíduo, na sociedade capitalista, é descrito, principalmente, como:
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É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa, e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988)
Na oração “Não distingue entre gente e bicho”, temos um sujeito:
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É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa, e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988)
A palavra “jubiloso” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa, e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988)
“É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso.” A expressão em destaque introduz uma ideia, em relação à primeira oração, de:
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É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa, e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988)
A palavra “cardume” é classificada, na gramática do português, como:
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É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa, e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988)
Para o narrador, sua amiga:
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Impedir, perturbar ou fraudar a realização de qualquer ato de procedimento licitatório tem pena de:
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De acordo com lei 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos) tem como característica a inversão das fases do procedimento licitatório:
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