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Uma doceria recebe uma encomenda de bombons e a razão entre o número de bombons de chocolate branco e o número de bombons de chocolate meio amargo é de 3/5. Sabendo que o pedido total foi de 200 bombons, a quantidade de bombons de chocolate branco que foram encomendados, foi de:
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Dadas a matriz !$ A = \begin{bmatrix} 0&1&-1\\2&3&-1 \end{bmatrix} !$ e a matriz !$ B = \begin{bmatrix} 1&-1&-1\\3&-2&0 \end{bmatrix} !$ assinale a alternativa que apresenta a matriz C que representa a subtração da matriz B e A, ou seja, C = B - A:
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Se considerarmos todos os divisores positivos do numero 40, a probabilidade de escolhermos ao acaso entre eles, um número impar é de: a) 0,125%.
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Considere a sequência de números naturais 0, 5, 10, 15, 20, 25,… . A diferença entre os números que ocupam as 30ª e a 22ª posições respectivamente, é
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Poema da necessidade
Carlos Drummond de Andrade
É preciso casar João,
é preciso suportar Antônio,
é preciso odiar Melquíades,
é preciso substituir nós todos.
É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana [...].
O eu lírico:
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Poema da necessidade
Carlos Drummond de Andrade
É preciso casar João,
é preciso suportar Antônio,
é preciso odiar Melquíades,
é preciso substituir nós todos.
É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana [...].
O título do poema se justifica:
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Dentro da economia capitalista, cada indivíduo é avaliado pelo número que representa sua renda e na mente de todos existe, reforçando-se cada vez mais, a noção de que todas as coisas têm um valor, que tal valor é sempre o mesmo e pode ser “medido” pelo preço de compra ou venda do objeto.
A produção em massa de notícias, objetos e divertimentos, logo consumidos por grande número de pessoas, tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais, de modo de ser e de pensar, que o indivíduo tende a perder-se totalmente, quer aos olhos dos outros, quer aos seus próprios olhos.
(GAIARSA, J. A. A engrenagem e a flor. São Paulo: Ícone, 1992)
“[...] tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais [...]”. O verbo em destaque se refere a:
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Dentro da economia capitalista, cada indivíduo é avaliado pelo número que representa sua renda e na mente de todos existe, reforçando-se cada vez mais, a noção de que todas as coisas têm um valor, que tal valor é sempre o mesmo e pode ser “medido” pelo preço de compra ou venda do objeto.
A produção em massa de notícias, objetos e divertimentos, logo consumidos por grande número de pessoas, tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais, de modo de ser e de pensar, que o indivíduo tende a perder-se totalmente, quer aos olhos dos outros, quer aos seus próprios olhos.
(GAIARSA, J. A. A engrenagem e a flor. São Paulo: Ícone, 1992)
Pela leitura do texto, pode-se dizer que uma das consequências do consumo é:
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Dentro da economia capitalista, cada indivíduo é avaliado pelo número que representa sua renda e na mente de todos existe, reforçando-se cada vez mais, a noção de que todas as coisas têm um valor, que tal valor é sempre o mesmo e pode ser “medido” pelo preço de compra ou venda do objeto.
A produção em massa de notícias, objetos e divertimentos, logo consumidos por grande número de pessoas, tende a criar nessa massa humana tal uniformidade em matéria de uso e consumo de bens materiais, de modo de ser e de pensar, que o indivíduo tende a perder-se totalmente, quer aos olhos dos outros, quer aos seus próprios olhos.
(GAIARSA, J. A. A engrenagem e a flor. São Paulo: Ícone, 1992)
Para o autor, o indivíduo, na sociedade capitalista, é descrito, principalmente, como:
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É sina de minha amiga penar pela sorte do próximo, se bem que seja um penar jubiloso. Explico-me. Todo sofrimento alheio a preocupa, e acende nela o facho da ação, que a torna feliz. Não distingue entre gente e bicho, quando tem de agir, mas, como há inúmeras sociedades (com verbas) para o bem dos homens, e uma só, sem recurso, para o bem dos animais, é nesta última que gosta de militar. Os problemas aparecem-lhe em cardume, e parece que a escolhem de preferência a outras criaturas de menor sensibilidade e iniciativa.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Fala, amendoeira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988)
Na oração “Não distingue entre gente e bicho”, temos um sujeito:
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