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Foram encontradas 50 questões.

Compete ao município, no exercício de sua autonomia, prover a tudo quanto respeite ao interesse local, tendo como objetivo o pleno desenvolvimento de suas funções sociais e garantir o bem estar de seus habitantes, cabendo-lhe, privativamente entre outras, as seguintes atribuições:

I- criar, organizar e suprimir distritos, observada a legislação estadual.

II- zelar pela saúde, higiene e segurança pública.

III- estabelecer servidões administrativas necessárias aos seus serviços.

IV- estabelecer e impor penalidade por infração de suas leis e regulamentos.

V- dar assistência, proteção e garantir às pessoas portadoras de deficiência.

Estão corretos apenas os itens:

 

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Compete ao Município instituir os seguintes tributos:

I- imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.

II- imposto sobre a Transmissão "inter vivos", a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem como cessão de direitos à sua aquisição.

III- imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - não compreendidos no artigo 155, 11, da Constituição Federal -, definidos em lei federal complementar.

IV- taxas em razão do exercício do poder de polícia.

Após a análise dos itens, marque a alternativa correta:

 

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2239356 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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China's One Child Policy
One Child Policy in China Oesigned to Limit Population Growth
(http://geography.about.com/od/populationgeography/a/onechild.htm)
Sy Matt Rosenberg
China's one child policy was established by Chinese leader Oeng Xiaoping in 1979 to limit communist China's population growth. Although designated a "temporary measure," it continues a uarter-century after its establishment. The policy limits couples to one child. Fines, pressures to abort a pregnancy, and even forced sterilization accompanied second or subsequent pregnancies.
It is not an all-encompassing rule because it has always been restricted to ethnic Han Chinese living in urban areas.
Citizens living in rural areas and minorities living in China are not subject to the law. However, the rule has been estimated to have reduced population growth in the country of 1.3 billion by as much as 300 million people over its first twenty years.
This rule has caused a disdain for female infants; abortion, neglect, abandonment, and even infanticide have been known to occur to female infants. The result of such Oraconian family planning has resulted in the disparate ratio of 114 males for every 100 females among babies from birth through children four years of age. Normally, 105 males are naturally born for every 100 females.
Recent Effects ofthe One Child Law
Now that millions of sibling-Iess people in China are now young adults in or nearing their child-bearing years, a special provision allows millions of couples to have two children legally. If a couple is composed of two people without siblings, then they may have two children of their own, thus preventing too dramatic of a population decrease.
Although IUOs, sterilization, and abortion (legal in China) are China's most popular forms of birth control, over the past few years, China has provided more education and support for alternative birth control methods.
Statistically, China's total fertility rate (the number of births per woman) is 1.7, much higherthan slowly-declining Germanyat 1.4 but lower than the U.S. at 2.1 (2.1 births per woman is the replacement levei of fertility, representing a stable population, exclusive of migration).
In 2007, there were reports that in the southwestern Guangxi Autonomous Region of China, officials were forcing pregnant women without permission to give birth to have abortions and levying steep fines on families violating the law. As a result, riots broke out and some may have been killed, including population control officials.
The Future of China's One Child Law
Minister of the State Commission of Population and Family Planning Zhang Weiqing confirmed in early 2006 that China's one child policy is consistent with the nation's plan for population growth and would continue indefinitely. He denied rumors that the policy become less stringent to permit a second child to the general population.
A oração "China has provided more education and support for alternative birth control methods" encontra-se em qual tempo verbal?
 

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2239354 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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O palavra "Despite" em "Despite these efforts some scientists say there is a chance the virus will never go away" pode ser substituída, sem alterar o sentido da oração, por:
 

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O saneamento básico, conforme preceitua o art. 290, é dever do Município, implicando, o seu direito, a garantia inalienável de:

I- abastecimento de água, em quantidade suficiente para assegurar a adequada higiene e o conforto, e com qualidade compatível com os padrões de potabilidade.

II- coleta e disposição dos esgotos sanitários, dos resíduos sólidos e drenagem das águas pluviais, de forma a preservar o equilíbrio do ambiente e eliminar as ações danosas à saúde.

III- controle de vetores sob a óptica da proteção à saúde pública.

Está(ão) correto(s) apenas o(s) item(ns):

 

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2239335 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Podem ser considerados advérbios de intensidade ou quantidade, exceto:
 

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O art. 22 estabelece que o governo municipal será organizado em administração direta e indireta, que atendam aos seguintes princípios, exceto:
 

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"França bombardeia EI na Síria. Reação: Alvo foi o suposto quartel-general do grupo, 48 horas após ataques em Paris."
(Fonte: www.ormnews.com.br-Data:16.11.2015)
Sobre o assunto, apenas não se pode afirmar:
Questão Anulada e Desatualizada

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A Grande Heresia do Simples
Em seu livro Tristes Trópicos, Lévi-Strauss descreve os seus colegas brasileiros: "Qualquer que fosse o campo do saber, só a teoria mais recente merecia ser considerada. ( ... ) Nunca liam as obras originais e mostravam um entusiasmo permanente pelos novos pratos. ( ... ) Partilhar uma teoria conhecida era o mesmo que usar um vestido pela segunda vez, corria-se o risco de um vexame".
Cultivamos essa paixão pelas navegações intergalácticas e pelo modismo. Assim, acaba tudo muito complicado, inclusive na educação. Ouso arrostar a cultura nacional. Cometo a Grande Heresia do Simples: tento demonstrar que a educação brasileira precisa de um "feijão com arroz" benfeito, nada mirabolante, nada nos espaços siderais. Vejamos a receita que deu certo alhures.
A escola precisa de metas. E que sejam poucas, claras, estáveis e compartilhadas. Se cada um rema para o seu lado, o barco fica à deriva.
A escola tem a cara do diretor, o principal responsável pela criação de um ambiente estimulante e produtivo. Daí o extremo cuidado na sua escolha. Eleição por professores não será pior que indicação política? E, uma vez escolhido, o diretor precisa de autonomia, de par com cobrança firme do que for combinado.
Boa gestão é essencial. Nem empresas, nem paróquias, nem escolas se administram sem dominar os princípios e técnicas apropriados. Ademais, as secretarias não devem atrapalhar, criando burocracias infinitas.
O professor tem de dominar o assunto que vai ensinar e saber como dar aula. Infelizmente, as faculdades de educação acham isso irrelevante.
Prêmios e penalidades. De alguma forma, o bom desempenho do professor deve ser recompensado. E, se falhar, que venham os puxões de orelha. Por que a atividade mais crítica para o futuro do país é uma das poucas em que prevalece a impunidade.
Ensinou a teoria ou o princípio? Então, que sejam aplicados em problemas práticos e realistas. Diz a ciência cognitiva que sem aplicar não se aprende.
Nova idéia? Então mostre sua conexão com alguma coisa que o aluno já sabe. Isso se chama "contextualizar". Pelo menos, que não se ensine nada sem mostrar para que serve. Se o professor não sabe, como pode suceder na matemática, é melhor não ensinar. É preciso ensinar menos, para os alunos aprenderem mais. O tsunami curricular impede que se aprenda o que quer que seja. Ouve-se falar de tudo, mas não se domina nada. E como só gostamos do que entendemos, no ritmo vertiginoso em que disparam os assuntos, não é possível gostar e, portanto, aprender o que quer que seja.
Valores e cidadania se aprendem na escola, tanto quanto a matéria ensinada. Só que não no currículo ou em sermões, mas na forma pela qual a escola funciona. Escola tolerante e justa ensina essas virtudes. Aprende-se pelo exemplo da própria escola e dos professores. Tão simples quanto isso. Com bagunça na aula não se aprende. Foi o que disseram os próprios alunos, em uma pesquisa do Instituto Positivo (confirmada por outros estudos). A escola precisa enfrentar com firmeza a assombração da indisciplina.
Sem avaliação, a escola faz voo cego. Nossos sistemas de avaliação são excelentes. Mas ainda são pouco usados, seja pelos professores, pela escola ou pelas secretarias. É pena.
A tecnologia pode ajudar, não há boas razões para desdenhá-Ia. Mostra o Pisa: na mão dos alunos, produz bons resultados. Mas não é uma ferramenta para alavancar mudanças. Escola travada não vai mudar com computadores, tablets ou smartphones. Pior, dentro da escola, escoam-se décadas e ela continua um elefante branco, incapaz de promover avanços na qualidade. E aos pais cabe vigiar. Conforme o caso, apoiando ou cobrando.
O currículo é ler com fluência, entender o lido, escrever corretamente, usar regra de três, calcular áreas, volumes e um juro simples, ler gráficos e tabelas ... Só depois de dominado isso podemos ir para as guerras púnicas, derivadas e integrais, reis da França, afluentes do Amazonas e a infinidade de bichinhos do livro de biologia.
Onde está a complicação? Fazer bem o "feijão com arroz" seria uma revolução no nosso ensino. Mas, para muitos, o simples é a Grande Heresia.
(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Veja-21 de outubro 2015)
Assinale a alternativa em que o articulista optou pela norma informal ao empregar o elemento de coesão:
Questão Anulada e Desatualizada

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A Grande Heresia do Simples

Em seu livro Tristes Trópicos, Lévi-Strauss descreve os seus colegas brasileiros: "Qualquer que fosse o campo do saber, só a teoria mais recente merecia ser considerada. ( ... ) Nunca liam as obras originais e mostravam um entusiasmo permanente pelos novos pratos. ( ... ) Partilhar uma teoria conhecida era o mesmo que usar um vestido pela segunda vez, corria-se o risco de um vexame".

Cultivamos essa paixão pelas navegações intergalácticas e pelo modismo. Assim, acaba tudo muito complicado, inclusive na educação. Ouso arrostar a cultura nacional. Cometo a Grande Heresia do Simples: tento demonstrar que a educação brasileira precisa de um "feijão com arroz" benfeito, nada mirabolante, nada nos espaços siderais. Vejamos a receita que deu certo alhures.

A escola precisa de metas. E que sejam poucas, claras, estáveis e compartilhadas. Se cada um rema para o seu lado, o barco fica à deriva.

A escola tem a cara do diretor, o principal responsável pela criação de um ambiente estimulante e produtivo. Daí o extremo cuidado na sua escolha. Eleição por professores não será pior que indicação política? E, uma vez escolhido, o diretor precisa de autonomia, de par com cobrança firme do que for combinado.

Boa gestão é essencial. Nem empresas, nem paróquias, nem escolas se administram sem dominar os princípios e técnicas apropriados. Ademais, as secretarias não devem atrapalhar, criando burocracias infinitas.

O professor tem de dominar o assunto que vai ensinar e saber como dar aula. Infelizmente, as faculdades de educação acham isso irrelevante.

Prêmios e penalidades. De alguma forma, o bom desempenho do professor deve ser recompensado. E, se falhar, que venham os puxões de orelha. Por que a atividade mais crítica para o futuro do país é uma das poucas em que prevalece a impunidade.

Ensinou a teoria ou o princípio? Então, que sejam aplicados em problemas práticos e realistas. Diz a ciência cognitiva que sem aplicar não se aprende.

Nova idéia? Então mostre sua conexão com alguma coisa que o aluno já sabe. Isso se chama "contextualizar". Pelo menos, que não se ensine nada sem mostrar para que serve. Se o professor não sabe, como pode suceder na matemática, é melhor não ensinar. É preciso ensinar menos, para os alunos aprenderem mais. O tsunami curricular impede que se aprenda o que quer que seja. Ouve-se falar de tudo, mas não se domina nada. E como só gostamos do que entendemos, no ritmo vertiginoso em que disparam os assuntos, não é possível gostar e, portanto, aprender o que quer que seja.

Valores e cidadania se aprendem na escola, tanto quanto a matéria ensinada. Só que não no currículo ou em sermões, mas na forma pela qual a escola funciona. Escola tolerante e justa ensina essas virtudes. Aprende-se pelo exemplo da própria escola e dos professores. Tão simples quanto isso. Com bagunça na aula não se aprende. Foi o que disseram os próprios alunos, em uma pesquisa do Instituto Positivo (confirmada por outros estudos). A escola precisa enfrentar com firmeza a assombração da indisciplina.

Sem avaliação, a escola faz voo cego. Nossos sistemas de avaliação são excelentes. Mas ainda são pouco usados, seja pelos professores, pela escola ou pelas secretarias. É pena.

A tecnologia pode ajudar, não há boas razões para desdenhá-Ia. Mostra o Pisa: na mão dos alunos, produz bons resultados. Mas não é uma ferramenta para alavancar mudanças. Escola travada não vai mudar com computadores, tablets ou smartphones. Pior, dentro da escola, escoam-se décadas e ela continua um elefante branco, incapaz de promover avanços na qualidade. E aos pais cabe vigiar. Conforme o caso, apoiando ou cobrando.

O currículo é ler com fluência, entender o lido, escrever corretamente, usar regra de três, calcular áreas, volumes e um juro simples, ler gráficos e tabelas ... Só depois de dominado isso podemos ir para as guerras púnicas, derivadas e integrais, reis da França, afluentes do Amazonas e a infinidade de bichinhos do livro de biologia.

Onde está a complicação? Fazer bem o "feijão com arroz" seria uma revolução no nosso ensino. Mas, para muitos, o simples é a Grande Heresia.

(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Veja-21 de outubro 2015)

Em: "Só depois de dominado isso", a partícula só, presente no excerto, tem função adverbial, logo, invariável. Acrescentando "só· nas estruturas seguintes, ela variaria em:

Questão Anulada e Desatualizada

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