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No que tange aos aspectos culturais do município de Tailândia, apenas não se pode afirmar:

 

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1286774 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Durante a realização de alguns exames e/ou de tratamentos, o e podem ser colocado em uma determinada posição para realização do procedimento. A posição Litotômica é para qual tipo de procedimentos? paciente melhor indicada

 

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1286771 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Assinale a alternativa correta sobre a propriocepção em pacientes submetidos a Artroplastla Total de Joelho (ATJ):

 

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1286769 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Somos Todos Estrangeiros.

Estrangeiro é o bairro em que moramos, estrangeira é a mulher que encoxamos no elevador, estrangeiros são nossos pais, nossos filhos. Nunca me senti em casa no Brasil, ninguém está em casa no Brasil: todo mundo foi até a esquina, todo mundo foi tomar um cafezinho. Achava que, de uma maneira ou de outra, eu estava embromando ou sendo embromado por alguém. Que viver não era nada daquilo, que eu não tinha nada com o peixe, que os verdadeiros brasileiros estavam misteriosamente ocupados com seus sofrimentos, ou então atarefados criando um Brasil melhor: gente andando rapidamente nas ruas da cidade, ou cavando uma terra dura e ingrata. Os brasileiros eram abstratos, distantes, mais calados do que comumente se supõe. Conheço algumas vozes brasileiras: gostaria de saber escrever na tonalidade do Jorge Veiga, ou do Moreira da Silva, misturada a uma retórica aborrecida e às avessas semelhante à de Ruy Barbosa - como o Hino à Bandeira acompanhado de caixinha de fósforos. Os sambinhas, claro, eram brasileiros, o pessoal que sentava ao meu lado no Maracanã era brasileiro, as piadas de papagaio eram brasileiras. Mas tudo era de mentirinha, beirando sempre o pitoresco ou se precipitando na tragédia policial ou no editorial dos jornais. A vida a sério, os seis quarteirões em que me locomovia, as seis pessoas com quem convivia não eram, digamos assim, bem brasileiros - assim como eu, tinham máquina fotográfica a tiracolo e camisas com palmeiras.

Em tudo que eu engolia ficava uma ponta de tradução atravessada em minha garganta: os filmes com legendas em português, as histórias em quadrinhos, os livros, as notícias; os foxes. Éramos uma versão pobre do que a vida deveria ser - e a vida vinha sempre em inglês, em francês, em alemão. Mesmo quando dizia "eu te amo", ou "não me chateia", eu me sentia vagamente ridículo, apropriador - feito um homem de série da televisão mal dublado: minha boca fechada e as palavras ainda saindo, um ventríloquo com descontroIe psicomotor.

Reconheci, pelo paladar, pelos olhos, certos molhos, certas bossas tipicamente brasileiras (o problema é que eram típicos): feijoada, dendê, folha seca de Didi, Noel Rosa, escola de samba. Mas a essência, a parte que tratava de mim (nos meus seis quarteirões, na cidade no sul do país) e de minha relação com os severinos todos, essa parte era sempre tratada em outra língua; eu pertencia aos estrangeiros, foram eles que me disseram como vim a fazer parte ou como nunca fiz parte. Eu era, como todo brasileiro, um improvisador, um adaptador, um tradutor, consequentemente um traidor - porque eu olhava para a cara de meu semelhante e não sabia como poderíamos nos entender, o que ele tinha a me dizer, o que eu poderia lhe dizer, como juntos conseguiríamos nos salvar. No entanto, o tempo todo, eu era, eu sou, apenas mais um João, só que em russo.

Não consegui, como tanta gente de minha geração ou mais moça do que eu, me interessar pelo folclore caboclo. A própria palavra folclore já leva embutido um desaforo urbano. No entanto, achava que o setor, devidamente estudado por profissionais competentes, me seria útil, me forneceria, por exemplo, dados para escrever com justeza para um público moço que vive de cinema, disco e que sabe, curiosamente, que há uma tremenda safadeza, uma violência no ar. Não lia, portanto, O Negrinho do Pastoreio - o que já preparava o terreno até para eu deixar de ler Machado de Assis ou Dalton Trevisan. Comprava pocketbooks, que eram mais baratos, mais engraçados, e, de certa forma, sobre mim, a meu respeito. Preocupado comigo mesmo, com esse "meu respeito", descobri-me sozinho no melo da avenida repetindo eu ... eu ... eu ... como um pronome enguiçado que não consegue engatar a segunda e a terceira do singular. Perdi os joões, os josés, os severinos, vim para o original, o estrangeiro, dando início a uma certa paz, tranquilidade, a noção de ordem: as legendas acabaram, sou finalmente, completamente, um estrangeiro. Posso agora conjugar-me no plural, dizer nós. Somos todos estrangeiros, sois todos estrangeiros, são todos estrangeiros. Não há nada a fazer a não ser descobrir esse estrangeiro que há na gente. Daí então a gente começa a falar brasileiro, coça o saco, conta como é que é. Daí então o papo, aquele papo, pode começar. Só que agora pra valer.

Londres, 7 de setembro, 1910. (LESSA. Nan. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. p. 227/229)

O excerto exemplifica metalinguagem em texto modernista:

 

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1286746 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Na representação geral, os documentos cartográficos elaborados estão subdivldidos em modalidades. Assinale a alternativa a todas as assertivas corretas:

I- Na cadastraI, a representação é em escala grande (até 1: 25.000) e normalmente é utilizada para representar cidades e regiões metro arruamento é polltanas, nas quais a densidade de edificações e grande.

II- Na topográfica, a carta é elaborada a partir de levantamentos aerofotogramétrico e geodésico original ou compilada de outras cartas em escalas menores (de 1 :25.000 até 1 :250.000).

III- Na topográfica, os acidentes naturais e artificiaIs, em que os elementos planimétricos ( sistema viário, obras etc.) e altimétricos (relevo através de curvas de nível, pontos cotados etc.) são geometricamente bem representados.

IV- Na geográfica, os detalhes detalhes planimétricos e altimétricos generalizados,os quais oferecem uma precisão de acordo com a escala de publicação (1:1.000.000 e menores).

 

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1286739 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Consiste num modo de se obter a cooperação do avaliado. bem e entender como cada um dos envolvidos elabora a a da avaliação, e, com isso, podem administrar uma variáveis intervenientes que podem prejudicar todo o o. Por seu intermédio, faz-se mais facilmente o exame do das queixas, o levantamento da história de vida da criança que dá sentido para a maioria das informações dos métodos testes e métodos utilizados para a avaliação. Tal ideia refere-se a:

 

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No que tange aos aspectos culturais do município de Tailândia, avalie as afirmações seguintes em Verdadeira (V) ou Falsa (F) e marque a alternativa com a sequência correta:

I- O Padroeiro de Tailândia é Santo Antônio.

II - A Festa do Caju é uma das manifestações da cultura popular de Tailândia.

III - Há ainda a cultura do rodela e da cavalgada no município de Tailândia.

l-V; lI-F; III-V.

 

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Um técnico administrativo digitou alguns números em células de uma planilha do MS-Excel 2007 (configuração padrão), de acordo com a figura seguinte:

Enunciado 1286690-1

Se ele digitar a fórmula =SE(MÉDIA(A!: 'A4)>B4;D3+D4;B2*C4) | na célula E5, o resultado será:

 

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Com base na planilha representada a seguir, que utiliza MS Excel 2007, em sua configuração padrão, marque a alternativa que apresenta o resultado da fórmula =MÉDIA(A1:C3)+ POTÊNClA(A3;A2), digitada na célula D4

Enunciado 1286684-1

 

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1286652 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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"A reconstrução do passado exige, também, que os historiadores organizem-no por meio da algumas características peculiares ao próprio tempo, ou seja, pelas noções temporais: sucessão. duração, simultaneidade, mudanças e permanências· (SCHMIDT, CAINElLl, 2010, p. 99). Considerando as noções de temporalidade e seu papel estratégico no ensino de História, analise os Itens, numerados de I a IV a, em seguida, assinale a alternativa correta.

I - De acordo com as teorizações de Femand Braudel (1984) acerca da percepção temporal e cronológica da história, a história estrutural pressupõe uma história de média duração, com ·ondas relativamente curtas·, como a história da vida social.

II- O trabalho com as nações temporais contribui para desenvolver no aluno a compreendo de causalidade histórica, Isto é, das relações entre uma época histórica e outra.

III - A noção de temporalidade é uma Ideia estritamente relacionada ao tempo físico da natureza.

IV- A renovação historiográfica contemporânea Indicou a importância de os historiadores compreenderem o passado como uma reconstrução feita à luz de questões que eles próprios levantam com base em seu presente.

 

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