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Referido princípio da Administração Pública objetiva a igualdade de tratamento que a mesma deve dispensar aos administrados que se encontrem em idêntica situação jurídica. Nesse ponto, representa uma faceta do princípio da isonomia. Por outro lado, deve a Administração voltar-se exclusivamente para o interesse público, e não para o privado, vedando-se, em consequência, que sejam favorecidos alguns indivíduos em detrimento de outros e prejudicados alguns para favorecimento de outros (CARVALHO FILHO, 2019).

O texto transcrito acima é fiel tradutor do princípio fundamental da

 

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A Lei n.º 1.361/2019 dispõe sobre a reformulação da estrutura orgânica da Administração Pública, princípios básicos e organização, no âmbito do Poder Executivo Municipal, e dá outras providências. O Município de Taiobeiras (MG) adota, no âmbito da centralização, modo de organização no qual órgãos são desmembrados para propiciar melhoria na sua organização estrutural, sem a criação de nova pessoa jurídica, como é o caso de unidades setoriais de determinada Secretaria do Município, cuja criação obedece ao disposto na lei relativa à estruturação do órgão ou entidade.

A esse modo de organizar, conforme a Lei em questão, confere-se o nome de

 

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O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Taiobeiras (Lei Complementar n.º 719/1993) apresenta-nos a figura do afastamento preventivo, por meio do qual a autoridade instauradora do processo disciplinar, como medida cautelar e buscando-se evitar que o funcionário venha a influir na apuração da irregularidade, pode determinar o seu afastamento de seu cargo, o que se dará:

 

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No que tange aos diversos tipos de vantagens ao servidor, em respeito ao que dispõe o Estatuto, marque a alternativa CORRETA.

 

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Texto 02

enunciado 1439416-1

Disponível em: <https:// www.google.com.br>. Acesso em: 5 out. 2019.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder às questão 20

Assinale a alternativa cuja interpretação extrapola o texto 02.

 

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Texto 01

O tempo é a vida

1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.

COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

Texto 02

enunciado 1439415-1

Disponível em: <https:// www.google.com.br>. Acesso em: 5 out. 2019.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder às questão 19

Assinale a passagem do texto 01 que melhor ratifica a ideia defendida no texto 02.

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Texto 01


O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

Considere o trecho: “As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso ‘não fazer nada’ (que virou ‘ócio criativo’ para ser admitido na vida adulta-capital).” (Linhas 18-20)

O termo “mas também” insere no trecho uma ideia de

 

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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Texto 01


O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

Considere os verbos destacados no trecho: “Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que seria uma boa educação para o sucesso.” (Linhas 21-22)

Os verbos que, se flexionados na 3.ª pessoa do plural, seguirão as mesmas regras dos verbos “dar” e “ter” acima são, respectivamente,

 

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O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

De acordo com as ideias defendidas no texto,

 

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O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

Assinale a alternativa CORRETA, tendo em vista a linguagem do texto.

 

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