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A corrupção que assolou o Brasil, especialmente o Estado do Rio, nos últimos anos provocou imenso prejuízo aos cofres públicos. Uma das consequências mais perversas deste assalto aos contribuintes é o sucateamento de serviços básicos à população. Sem exagero, pode-se dizer que a corrução entre nós deixou de ser epenas um caso de polícia para transforma-se também em um atentado aos direitos humanos.
Uma das competências do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos (CEDDH) previstas em lei é apurar as denúncias de violações ocorridas no Rio de Janeiro. Muita gente acredita que esta definição limita-se a casos de agressões por parte de bandidos ou autoridades policiais. Mas basta circularmos pelas cidades do nosso estado para percebermos que, atualmente, o cidadão fluminense tem seus direitos humanos violados desde o momento que sai pela manhã até a hora em que volta para casa.
Exemplos não faltam.
Ao tentar pegar uma condução para o trabalho, ele percebe que não há linhas suficientes para atendê-lo. Quando o veículo finalmente chega, está superlotado, sem ar-condicionado e em péssimo estado. O trajeto diário do trabalhador nos ônibus do Rio é hoje um flagrante caso de desrespeito aos direitos humanos.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,08/03/2019)
No trecho “... ele percebe que não há linhas suficientes para atendê-lo (...)”, a expressão “linhas suficientes” classifica-se sintaticamente como:
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A corrupção que assolou o Brasil, especialmente o Estado do Rio, nos últimos anos provocou imenso prejuízo aos cofres públicos. Uma das consequências mais perversas deste assalto aos contribuintes é o sucateamento de serviços básicos à população. Sem exagero, pode-se dizer que a corrução entre nós deixou de ser epenas um caso de polícia para transforma-se também em um atentado aos direitos humanos.
Uma das competências do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos (CEDDH) previstas em lei é apurar as denúncias de violações ocorridas no Rio de Janeiro. Muita gente acredita que esta definição limita-se a casos de agressões por parte de bandidos ou autoridades policiais. Mas basta circularmos pelas cidades do nosso estado para percebermos que, atualmente, o cidadão fluminense tem seus direitos humanos violados desde o momento que sai pela manhã até a hora em que volta para casa.
Exemplos não faltam.
Ao tentar pegar uma condução para o trabalho, ele percebe que não há linhas suficientes para atendê-lo. Quando o veículo finalmente chega, está superlotado, sem ar-condicionado e em péssimo estado. O trajeto diário do trabalhador nos ônibus do Rio é hoje um flagrante caso de desrespeito aos direitos humanos.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,08/03/2019)
“... tem seus direitos humanos violados desde o momento que sai pela manhã até a hora em que volta para casa.”. Sobre a oração sublinhada acima, é CORRETO afirmar que:
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A corrupção que assolou o Brasil, especialmente o Estado do Rio, nos últimos anos provocou imenso prejuízo aos cofres públicos. Uma das consequências mais perversas deste assalto aos contribuintes é o sucateamento de serviços básicos à população. Sem exagero, pode-se dizer que a corrução entre nós deixou de ser epenas um caso de polícia para transforma-se também em um atentado aos direitos humanos.
Uma das competências do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos (CEDDH) previstas em lei é apurar as denúncias de violações ocorridas no Rio de Janeiro. Muita gente acredita que esta definição limita-se a casos de agressões por parte de bandidos ou autoridades policiais. Mas basta circularmos pelas cidades do nosso estado para percebermos que, atualmente, o cidadão fluminense tem seus direitos humanos violados desde o momento que sai pela manhã até a hora em que volta para casa.
Exemplos não faltam.
Ao tentar pegar uma condução para o trabalho, ele percebe que não há linhas suficientes para atendê-lo. Quando o veículo finalmente chega, está superlotado, sem ar-condicionado e em péssimo estado. O trajeto diário do trabalhador nos ônibus do Rio é hoje um flagrante caso de desrespeito aos direitos humanos.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,08/03/2019)
Considere as passagens:
- “A corrupção que assolou o Brasil, especialmente o Estado do Rio (...)”
- “O trajeto diário do trabalhador nos ônibus do Rio é hoje um flagrante caso de desrespeito aos direitos humanos.”
No contexto em que ocorrem, as expressões em destaque significam, CORRETA e respectivamente:
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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.(a)
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso,(b) mas resultados da elevada efetividade(c) de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de(d) desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
Através do uso dos sinais de pontuação, o autor pode marcar na escrita uma enumeração ou explicação relacionada à ideia principal.
Assinale a alternativa em que esse recurso foi utilizado no texto pelo autor:
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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
“Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade (...)”. Analisando sintaticamente o período acima, pode-se afirmar que o sujeito do verbo “sabe” é:
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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
Analise a palavra sublinhada no seguinte trecho: “... de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades (...)”. Sobre o acento existente, é CORRETO afirmar que:
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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha(a) e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas(b) acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade,(c) é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível(d) de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
Sabe-se que, no texto, há um caso em que a crase deveria ter sido utilizada e não o foi, ocasionando erro gramatical. Para corrigi-lo, é necessário efetuar a seguinte alteração:
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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
A forma verbal no trecho “... quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis (...)” encontra-se transformada para a voz passiva na seguinte alternativa:
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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
“Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário (...)”.
No trecho acima, há um verbo conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, o qual é empregado para:
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Analisando-se o trecho destacado abaixo do texto e seu contexto, é CORRETO concluir que:
“A proposta de reforma da Seguridade Social ora empauta bate sistematicamente na tecla de que vem parapôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.”(linhas 1 a 5)
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