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3075889 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere a crônica, abaixo, de Rubem Braga.

[Estar em casa]

Vem uma pessoa de minha cidade natal e diz que ainda continua reservado para mim aquele pedaço de terra, em cima das pedras, entre duas prainhas. Ali um dia este escritor, o velho Braga, juntando os tostões que puder ganhar batendo em sua máquina de escrever, levantará a sua casa perante o mar da infância. Ali plantará árvores e armará sua rede e meditará talvez com tédio e melancolia na vida que passou.

Como será a casa? Ah, amigos arquitetos, vocês me façam uma coisa tão simples e tão natural que, entrando na casa, morando na casa, a gente nunca tenha a impressão de que antes de fazê-la foi preciso traçar um plano; e a que ninguém sequer ocorra que ela foi construída, mas existe naturalmente, desde sempre e para sempre, tranquila, boa e simples. Uma casa em que não se tenha, de vez em quando, a consciência desse estar em uma determinada casa, mas apenas de estar em casa.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 155-156)

Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:

 

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3075888 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere a crônica, abaixo, de Rubem Braga.

[Estar em casa]

Vem uma pessoa de minha cidade natal e diz que ainda continua reservado para mim aquele pedaço de terra, em cima das pedras, entre duas prainhas. Ali um dia este escritor, o velho Braga, juntando os tostões que puder ganhar batendo em sua máquina de escrever, levantará a sua casa perante o mar da infância. Ali plantará árvores e armará sua rede e meditará talvez com tédio e melancolia na vida que passou.

Como será a casa? Ah, amigos arquitetos, vocês me façam uma coisa tão simples e tão natural que, entrando na casa, morando na casa, a gente nunca tenha a impressão de que antes de fazê-la foi preciso traçar um plano; e a que ninguém sequer ocorra que ela foi construída, mas existe naturalmente, desde sempre e para sempre, tranquila, boa e simples. Uma casa em que não se tenha, de vez em quando, a consciência desse estar em uma determinada casa, mas apenas de estar em casa.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 155-156)

Está inteiramente adequado o emprego da forma verbal sublinhada na frase:

 

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3075887 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere a crônica, abaixo, de Rubem Braga.

[Estar em casa]

Vem uma pessoa de minha cidade natal e diz que ainda continua reservado para mim aquele pedaço de terra, em cima das pedras, entre duas prainhas. Ali um dia este escritor, o velho Braga, juntando os tostões que puder ganhar batendo em sua máquina de escrever, levantará a sua casa perante o mar da infância. Ali plantará árvores e armará sua rede e meditará talvez com tédio e melancolia na vida que passou.

Como será a casa? Ah, amigos arquitetos, vocês me façam uma coisa tão simples e tão natural que, entrando na casa, morando na casa, a gente nunca tenha a impressão de que antes de fazê-la foi preciso traçar um plano; e a que ninguém sequer ocorra que ela foi construída, mas existe naturalmente, desde sempre e para sempre, tranquila, boa e simples. Uma casa em que não se tenha, de vez em quando, a consciência desse estar em uma determinada casa, mas apenas de estar em casa.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 155-156)

O emprego e a grafia de todas as palavras estão plenamente adequados na seguinte frase:

 

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3075886 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere a crônica, abaixo, de Rubem Braga.

[Estar em casa]

Vem uma pessoa de minha cidade natal e diz que ainda continua reservado para mim aquele pedaço de terra, em cima das pedras, entre duas prainhas. Ali um dia este escritor, o velho Braga, juntando os tostões que puder ganhar batendo em sua máquina de escrever, levantará a sua casa perante o mar da infância. Ali plantará árvores e armará sua rede e meditará talvez com tédio e melancolia na vida que passou.

Como será a casa? Ah, amigos arquitetos, vocês me façam uma coisa tão simples e tão natural que, entrando na casa, morando na casa, a gente nunca tenha a impressão de que antes de fazê-la foi preciso traçar um plano; e a que ninguém sequer ocorra que ela foi construída, mas existe naturalmente, desde sempre e para sempre, tranquila, boa e simples. Uma casa em que não se tenha, de vez em quando, a consciência desse estar em uma determinada casa, mas apenas de estar em casa.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 155-156)

Atente para as seguintes afirmações:

I. O cronista se refere a si mesmo como o velho Braga, e imagina a casa que deseja mandar construir e habitar com simplicidade em sua velhice possivelmente melancólica.

II. Ao se valer das expressões estar em uma determinada casa e estar em casa, o cronista está se valendo de formas diferentes para um mesmo significado.

III. Ao dizer a que ninguém sequer ocorra que ela foi construída, o cronista está admitindo que sua casa é apenas imaginária.

Em relação ao texto, é adequado APENAS o que se afirma em

 

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3075885 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere a crônica, abaixo, de Rubem Braga.

[Estar em casa]

Vem uma pessoa de minha cidade natal e diz que ainda continua reservado para mim aquele pedaço de terra, em cima das pedras, entre duas prainhas. Ali um dia este escritor, o velho Braga, juntando os tostões que puder ganhar batendo em sua máquina de escrever, levantará a sua casa perante o mar da infância. Ali plantará árvores e armará sua rede e meditará talvez com tédio e melancolia na vida que passou.

Como será a casa? Ah, amigos arquitetos, vocês me façam uma coisa tão simples e tão natural que, entrando na casa, morando na casa, a gente nunca tenha a impressão de que antes de fazê-la foi preciso traçar um plano; e a que ninguém sequer ocorra que ela foi construída, mas existe naturalmente, desde sempre e para sempre, tranquila, boa e simples. Uma casa em que não se tenha, de vez em quando, a consciência desse estar em uma determinada casa, mas apenas de estar em casa.

(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 155-156)

Ao idealizar uma futura casa sua, o cronista deseja que ela seja

 

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3075884 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

“Galeria de Arte do Inconsciente”

O Parque Estação da Cidadania, recentemente entregue aos teresinenses, conta com uma Galeria de Arte do Inconsciente. Esse espaço de arte se abre para exposições dos resultados obtidos por usuários da Rede de Atenção Psicossocial do município, que se aplicaram em exercícios cotidianos de produção artística. “Lá estão peças desenvolvidas por eles durante oficinas promovidas por artesãos e outros profissionais. É muito importante a atividade artística para pessoas com algum tipo de sofrimento psíquico, elas passam a expressar seu talento na liberdade dos processos de criação”, enfatiza Marina Leite, gerente de Atenção Psicossocial da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Nas peças expostas na Galeria do Inconsciente são utilizadas diversas linguagens artísticas, pinturas, desenhos, aquarelas, colagens, cerâmicas e objetos desenvolvidos pelos usuários do serviço de atenção psicossocial. “Acredito que este espaço é uma oportunidade importante para apresentar não apenas os trabalhos produzidos, mas sobretudo para desmistificar e reduzir o imaginário da “loucura” que assombra a sociedade, segundo o qual os usuários com transtornos mentais seriam pessoas perigosas, incapazes desprovidas de habilidades. A galeria é uma forma de retratar as potencialidades abstraídas dessas pessoas que carregam consigo não apenas um nome e um código funcional, mas admiráveis possibilidades de realização”, finaliza Marina Leite.

(Adaptado de: www.teresina.pi.gov.br)

Quanto à pontuação e à ortografia, está plenamente correta a frase:

 

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3075883 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

“Galeria de Arte do Inconsciente”

O Parque Estação da Cidadania, recentemente entregue aos teresinenses, conta com uma Galeria de Arte do Inconsciente. Esse espaço de arte se abre para exposições dos resultados obtidos por usuários da Rede de Atenção Psicossocial do município, que se aplicaram em exercícios cotidianos de produção artística. “Lá estão peças desenvolvidas por eles durante oficinas promovidas por artesãos e outros profissionais. É muito importante a atividade artística para pessoas com algum tipo de sofrimento psíquico, elas passam a expressar seu talento na liberdade dos processos de criação”, enfatiza Marina Leite, gerente de Atenção Psicossocial da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Nas peças expostas na Galeria do Inconsciente são utilizadas diversas linguagens artísticas, pinturas, desenhos, aquarelas, colagens, cerâmicas e objetos desenvolvidos pelos usuários do serviço de atenção psicossocial. “Acredito que este espaço é uma oportunidade importante para apresentar não apenas os trabalhos produzidos, mas sobretudo para desmistificar e reduzir o imaginário da “loucura” que assombra a sociedade, segundo o qual os usuários com transtornos mentais seriam pessoas perigosas, incapazes desprovidas de habilidades. A galeria é uma forma de retratar as potencialidades abstraídas dessas pessoas que carregam consigo não apenas um nome e um código funcional, mas admiráveis possibilidades de realização”, finaliza Marina Leite.

(Adaptado de: www.teresina.pi.gov.br)

Considerando-se o contexto, o segmento sublinhado pode ser substituído pelo indicado entre colchetes, sem prejuízo para a correção e o sentido, no seguinte caso:

 

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3075882 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

“Galeria de Arte do Inconsciente”

O Parque Estação da Cidadania, recentemente entregue aos teresinenses, conta com uma Galeria de Arte do Inconsciente. Esse espaço de arte se abre para exposições dos resultados obtidos por usuários da Rede de Atenção Psicossocial do município, que se aplicaram em exercícios cotidianos de produção artística. “Lá estão peças desenvolvidas por eles durante oficinas promovidas por artesãos e outros profissionais. É muito importante a atividade artística para pessoas com algum tipo de sofrimento psíquico, elas passam a expressar seu talento na liberdade dos processos de criação”, enfatiza Marina Leite, gerente de Atenção Psicossocial da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Nas peças expostas na Galeria do Inconsciente são utilizadas diversas linguagens artísticas, pinturas, desenhos, aquarelas, colagens, cerâmicas e objetos desenvolvidos pelos usuários do serviço de atenção psicossocial. “Acredito que este espaço é uma oportunidade importante para apresentar não apenas os trabalhos produzidos, mas sobretudo para desmistificar e reduzir o imaginário da “loucura” que assombra a sociedade, segundo o qual os usuários com transtornos mentais seriam pessoas perigosas, incapazes desprovidas de habilidades. A galeria é uma forma de retratar as potencialidades abstraídas dessas pessoas que carregam consigo não apenas um nome e um código funcional, mas admiráveis possibilidades de realização”, finaliza Marina Leite.

(Adaptado de: www.teresina.pi.gov.br)

Está correto o emprego de ambos os segmentos sublinhados em:

 

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3075881 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

“Galeria de Arte do Inconsciente”

O Parque Estação da Cidadania, recentemente entregue aos teresinenses, conta com uma Galeria de Arte do Inconsciente. Esse espaço de arte se abre para exposições dos resultados obtidos por usuários da Rede de Atenção Psicossocial do município, que se aplicaram em exercícios cotidianos de produção artística. “Lá estão peças desenvolvidas por eles durante oficinas promovidas por artesãos e outros profissionais. É muito importante a atividade artística para pessoas com algum tipo de sofrimento psíquico, elas passam a expressar seu talento na liberdade dos processos de criação”, enfatiza Marina Leite, gerente de Atenção Psicossocial da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Nas peças expostas na Galeria do Inconsciente são utilizadas diversas linguagens artísticas, pinturas, desenhos, aquarelas, colagens, cerâmicas e objetos desenvolvidos pelos usuários do serviço de atenção psicossocial. “Acredito que este espaço é uma oportunidade importante para apresentar não apenas os trabalhos produzidos, mas sobretudo para desmistificar e reduzir o imaginário da “loucura” que assombra a sociedade, segundo o qual os usuários com transtornos mentais seriam pessoas perigosas, incapazes desprovidas de habilidades. A galeria é uma forma de retratar as potencialidades abstraídas dessas pessoas que carregam consigo não apenas um nome e um código funcional, mas admiráveis possibilidades de realização”, finaliza Marina Leite.

(Adaptado de: www.teresina.pi.gov.br)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

 

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3075880 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Teresina-PI

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

“Galeria de Arte do Inconsciente”

O Parque Estação da Cidadania, recentemente entregue aos teresinenses, conta com uma Galeria de Arte do Inconsciente. Esse espaço de arte se abre para exposições dos resultados obtidos por usuários da Rede de Atenção Psicossocial do município, que se aplicaram em exercícios cotidianos de produção artística. “Lá estão peças desenvolvidas por eles durante oficinas promovidas por artesãos e outros profissionais. É muito importante a atividade artística para pessoas com algum tipo de sofrimento psíquico, elas passam a expressar seu talento na liberdade dos processos de criação”, enfatiza Marina Leite, gerente de Atenção Psicossocial da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Nas peças expostas na Galeria do Inconsciente são utilizadas diversas linguagens artísticas, pinturas, desenhos, aquarelas, colagens, cerâmicas e objetos desenvolvidos pelos usuários do serviço de atenção psicossocial. “Acredito que este espaço é uma oportunidade importante para apresentar não apenas os trabalhos produzidos, mas sobretudo para desmistificar e reduzir o imaginário da “loucura” que assombra a sociedade, segundo o qual os usuários com transtornos mentais seriam pessoas perigosas, incapazes desprovidas de habilidades. A galeria é uma forma de retratar as potencialidades abstraídas dessas pessoas que carregam consigo não apenas um nome e um código funcional, mas admiráveis possibilidades de realização”, finaliza Marina Leite.

(Adaptado de: www.teresina.pi.gov.br)

As exposições planejadas pela Galeria de Arte do Inconsciente decorrem de atividades previamente programadas, tal como indica o segmento

 

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