Foram encontradas 469 questões.
Leia trecho do conto “A condessa descalça” para responder
à questão.
A moça deixou o Brasil e hoje mora em Bruxelas, graças a uma bolsa de estudos. A moça vive modestamente na
pensão de uma grega chamada Papacapopoulos, ou coisa
parecida. Um dia a senhoria lhe disse que era um absurdo
ela estar na Europa e não viajar: não ter ainda conhecido
Londres, por exemplo, que era tão perto. Então a moça economizou um dinheirinho e comprou a passagem: a Papacapopoulos lhe recomendou a filha, que vivia lá.
E a moça foi a Londres, toda contente. Chegou à noite,
debaixo de chuva, depois de uma viagem de navio e outra de
trem. Molhou-se da estação até o táxi. Já no hotel, deixou os
sapatos encharcados junto do aquecedor, deitou-se e dormiu.
Pela manhã, verificou que os sapatos estavam secos,
mas estalando de tão secos: assados. Mal lhe entravam no
pé. Não tendo outros, calçou-se assim mesmo, depois de
muito esforço, e saiu pelas ruas, a perna dura, dando patadas no chão, à procura de uma sapataria. Encontrou uma,
explicou-se como pôde, mostrando nos pés os sapatos esturricados. O homem os olhava, assombrado. Quando se dispôs
a atendê-la verificou que não tinha o número que ela calçava:
33. Recomendou-lhe outra sapataria.
Esta outra também não tinha – e assim, sucessivamente,
ela foi a sete sapatarias londrinas, sem resultado. Já se
desesperava, reduzida à perspectiva de condessa descalça,
única coisa que Londres lhe poderia oferecer. Acabou voltando para o hotel. Tinha os pés empolados, cheios de bolhas
e de calos. Resolveu mergulhar os sapatos na banheira para
ver se, molhados, recuperavam sua condição anterior.
(Fernando Sabino.
A condessa descalça. https://cronicabrasileira.org.br. Adaptado)
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Leia trecho do conto “A condessa descalça” para responder
à questão.
A moça deixou o Brasil e hoje mora em Bruxelas, graças a uma bolsa de estudos. A moça vive modestamente na
pensão de uma grega chamada Papacapopoulos, ou coisa
parecida. Um dia a senhoria lhe disse que era um absurdo
ela estar na Europa e não viajar: não ter ainda conhecido
Londres, por exemplo, que era tão perto. Então a moça economizou um dinheirinho e comprou a passagem: a Papacapopoulos lhe recomendou a filha, que vivia lá.
E a moça foi a Londres, toda contente. Chegou à noite,
debaixo de chuva, depois de uma viagem de navio e outra de
trem. Molhou-se da estação até o táxi. Já no hotel, deixou os
sapatos encharcados junto do aquecedor, deitou-se e dormiu.
Pela manhã, verificou que os sapatos estavam secos,
mas estalando de tão secos: assados. Mal lhe entravam no
pé. Não tendo outros, calçou-se assim mesmo, depois de
muito esforço, e saiu pelas ruas, a perna dura, dando patadas no chão, à procura de uma sapataria. Encontrou uma,
explicou-se como pôde, mostrando nos pés os sapatos esturricados. O homem os olhava, assombrado. Quando se dispôs
a atendê-la verificou que não tinha o número que ela calçava:
33. Recomendou-lhe outra sapataria.
Esta outra também não tinha – e assim, sucessivamente,
ela foi a sete sapatarias londrinas, sem resultado. Já se
desesperava, reduzida à perspectiva de condessa descalça,
única coisa que Londres lhe poderia oferecer. Acabou voltando para o hotel. Tinha os pés empolados, cheios de bolhas
e de calos. Resolveu mergulhar os sapatos na banheira para
ver se, molhados, recuperavam sua condição anterior.
(Fernando Sabino.
A condessa descalça. https://cronicabrasileira.org.br. Adaptado)
• Molhou-se da estação até o táxi. (2° parágrafo)
• Resolveu mergulhar os sapatos na banheira para ver se, molhados, recuperavam sua condição anterior. (4° parágrafo)
Os vocábulos em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de sentido de
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à questão.
A moça deixou o Brasil e hoje mora em Bruxelas, graças a uma bolsa de estudos. A moça vive modestamente na
pensão de uma grega chamada Papacapopoulos, ou coisa
parecida. Um dia a senhoria lhe disse que era um absurdo
ela estar na Europa e não viajar: não ter ainda conhecido
Londres, por exemplo, que era tão perto. Então a moça economizou um dinheirinho e comprou a passagem: a Papacapopoulos lhe recomendou a filha, que vivia lá.
E a moça foi a Londres, toda contente. Chegou à noite,
debaixo de chuva, depois de uma viagem de navio e outra de
trem. Molhou-se da estação até o táxi. Já no hotel, deixou os
sapatos encharcados junto do aquecedor, deitou-se e dormiu.
Pela manhã, verificou que os sapatos estavam secos,
mas estalando de tão secos: assados. Mal lhe entravam no
pé. Não tendo outros, calçou-se assim mesmo, depois de
muito esforço, e saiu pelas ruas, a perna dura, dando patadas no chão, à procura de uma sapataria. Encontrou uma,
explicou-se como pôde, mostrando nos pés os sapatos esturricados. O homem os olhava, assombrado. Quando se dispôs
a atendê-la verificou que não tinha o número que ela calçava:
33. Recomendou-lhe outra sapataria.
Esta outra também não tinha – e assim, sucessivamente,
ela foi a sete sapatarias londrinas, sem resultado. Já se
desesperava, reduzida à perspectiva de condessa descalça,
única coisa que Londres lhe poderia oferecer. Acabou voltando para o hotel. Tinha os pés empolados, cheios de bolhas
e de calos. Resolveu mergulhar os sapatos na banheira para
ver se, molhados, recuperavam sua condição anterior.
(Fernando Sabino.
A condessa descalça. https://cronicabrasileira.org.br. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer,
uma tendência histórica é que cada nova geração é mais
inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno
de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador
neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual
(QI) ao longo do século 20.
Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se
reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira
vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou
o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.
As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado
para uma queda generalizada na capacidade humana de
concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso
tem sido ligado à forma como consumimos informação.
Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por
fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso
cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.
A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista
como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais
poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar
respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.
No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão
liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem
criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades
que definem a inteligência humana avançada e são mais
difíceis de automatizar.
O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre
humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas
de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para
substituir o pensamento.
(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão
ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência.
www.estadao.com.br, 19.03.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer,
uma tendência histórica é que cada nova geração é mais
inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno
de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador
neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual
(QI) ao longo do século 20.
Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se
reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira
vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou
o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.
As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado
para uma queda generalizada na capacidade humana de
concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso
tem sido ligado à forma como consumimos informação.
Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por
fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso
cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.
A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista
como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais
poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar
respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.
No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão
liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem
criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades
que definem a inteligência humana avançada e são mais
difíceis de automatizar.
O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre
humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas
de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para
substituir o pensamento.
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Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer,
uma tendência histórica é que cada nova geração é mais
inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno
de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador
neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual
(QI) ao longo do século 20.
Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se
reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira
vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou
o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.
As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado
para uma queda generalizada na capacidade humana de
concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso
tem sido ligado à forma como consumimos informação.
Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por
fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso
cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.
A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista
como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais
poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar
respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.
No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão
liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem
criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades
que definem a inteligência humana avançada e são mais
difíceis de automatizar.
O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre
humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas
de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para
substituir o pensamento.
(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão
ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência.
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Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer,
uma tendência histórica é que cada nova geração é mais
inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno
de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador
neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual
(QI) ao longo do século 20.
Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se
reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira
vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou
o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.
As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado
para uma queda generalizada na capacidade humana de
concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso
tem sido ligado à forma como consumimos informação.
Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por
fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso
cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.
A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista
como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais
poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar
respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.
No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão
liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem
criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades
que definem a inteligência humana avançada e são mais
difíceis de automatizar.
O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre
humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas
de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para
substituir o pensamento.
(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão
ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência.
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Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer,
uma tendência histórica é que cada nova geração é mais
inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno
de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador
neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual
(QI) ao longo do século 20.
Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se
reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira
vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou
o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.
As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado
para uma queda generalizada na capacidade humana de
concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso
tem sido ligado à forma como consumimos informação.
Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por
fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso
cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.
A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista
como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais
poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar
respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.
No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão
liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem
criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades
que definem a inteligência humana avançada e são mais
difíceis de automatizar.
O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre
humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas
de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para
substituir o pensamento.
(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão
ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência.
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Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer,
uma tendência histórica é que cada nova geração é mais
inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno
de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador
neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual
(QI) ao longo do século 20.
Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se
reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira
vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou
o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.
As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado
para uma queda generalizada na capacidade humana de
concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso
tem sido ligado à forma como consumimos informação.
Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por
fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso
cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.
A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista
como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais
poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar
respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.
No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão
liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem
criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades
que definem a inteligência humana avançada e são mais
difíceis de automatizar.
O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre
humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas
de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para
substituir o pensamento.
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A criação dos conselhos de controle social representa um
avanço conquistado, especialmente pelo seu caráter deliberativo, definido por suas competências legais na aprovação de planos, orçamentos, prioridades e distribuição
dos recursos públicos. De acordo com o art. 18 (inciso
IX) da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), compete ao Conselho Nacional de Assistência Social aprovar
critérios de transferência de recursos para os Estados,
Municípios e Distrito Federal, considerando, para tanto,
indicadores que informem sua regionalização mais equitativa, além de disciplinar os procedimentos de repasse
de recursos para
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