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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela, o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que poderia substituir, respectivamente, as palavras “percepção” e “produtivas” sem alterar o sentido do texto.
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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela, o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que indica a palavra com significado similar ao de “impulso”.
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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele [I] continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela [II], o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela [III] foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela [III] comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las [IV] de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. No segundo parágrafo, o referente do vocábulo ele é o termo “educador”, localizado anteriormente no mesmo parágrafo.
II. No terceiro parágrafo, o referente do vocábulo ela é a palavra “ferramenta”, localizada anteriormente no mesmo parágrafo.
III. No quarto parágrafo, o vocábulo ela se refere à educadora Tainá Gomes. Já no quinto parágrafo, o vocábulo ela se refere à educadora Karen Carvalho.
IV. No último parágrafo, o termo -las, presente na expressão “usá-las”, tem como referente a expressão “plataformas digitais”, localizada anteriormente no mesmo parágrafo.
Quais estão corretas?
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Compartilhar práticas é uma maneira de fortalecer comunidades de educadores
Por Ruam Oliveira
As certificações são fatores importantes na vida de um docente. No meio de toda a correria para preparar aulas e pensar em planos e estratégias para a própria prática, ter um tempo para dedicar à formação é importante. E nada mais justo do que provar que tais habilidades foram conquistadas.
É como subir uma escada. Cada certificado e “selo” que o educador recebe serve como mecanismo de impulso para ele continuar se aprimorando e mostrando seu olhar em busca de aperfeiçoamento. O MIEE (Microsoft Innovative Educator Expert) é um bom exemplo. Trata-se de uma certificação feita pela Microsoft Education concedida aos educadores que utilizam a plataforma Educator Center. Antes de ser um “Expert”, professores e professoras precisam acumular ao menos duas horas em cursos na plataforma e, então, se inscrever para a certificação.
A professora Karen Carvalho, MIE Expert e professora no curso técnico integrado ao ensino médio em Desenvolvimento de Sistemas, no SENAI de Jaraguá do Sul (SC), conta que ingressou no programa em 2018 e de lá para cá ampliou a maneira como trabalha com tecnologias. Uma percepção que a educadora tem é de que os próprios estudantes sentem quando determinada ferramenta é utilizada de um jeito diferente. Para ela, o período de pandemia foi bastante significativo para a forma como os alunos se relacionam com a tecnologia digital em sala de aula.
Neste processo, também há um espaço para multiplicar os conteúdos que os educadores têm contato. Karen criou, em 2020, um perfil no Instagram para compartilhar essas práticas. Intitulado “TE na Prática”, além de dividir experiências, ela também incentiva educadores do Brasil a se engajar nesta comunidade. “Eu acredito muito nesse senso de comunidade onde um professor não pode ver o outro como um concorrente, mas sim como um colega”, comenta Karen. Ela foca na importância de uma linguagem acessível para que as práticas cheguem ao maior número de pessoas possível. Além disso, ao compartilhar práticas, os educadores acabam tendo a chance de descobrir coisas novas.
Buscar certificações é também uma maneira que educadores encontram de se atualizar. Tainá Gomes, fundadora da Blue Edu, comenta que encontrar essas formações faz com que o professor se aproxime do aluno e consiga melhores resultados. Ela comenta que, ao compartilhar essas práticas, os educadores podem encontrar formas até mesmo mais produtivas no jeito de dar aulas.
Contudo, mesmo com todas as facilidades encontradas nas plataformas digitais, nem todos os professores se animam em usá-las de maneira sistemática em sala de aula. Sobre isso, Tainá comenta que, ao compartilhar práticas e jeitos de usar as ferramentas, já obteve bons resultados com quem não tinha tanta vontade de usar tecnologia na aula.
(Disponível em: https://porvir.org/compartilhar-praticas-e-uma-maneira-de-fortalecer-comunidades-de-educadores/ – texto adaptado).
Considerando o exposto no texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O MIEE é a certificação realizada pela Microsoft Education destinada a todos os professores.
( ) Nem todos os professores gostam de utilizar as plataformas digitais da Microsoft em sala de aula.
( ) A professora Karen Carvalho ingressou na certificação MIEE após a pandemia de Covid-19.
( ) Segundo o texto, é fundamental que os docentes tenham um tempo para se dedicar à formação.
( ) Para ser um Expert na certificação MIEE, é necessário apenas que o professor se inscreva no processo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem ... ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial ... continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada ... um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas no texto.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Tendo em vista a seguinte frase adaptada do texto “A educação inclusiva exerce um papel fundamental no ambiente escolar”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O sujeito da oração organizada em torno do verbo “exerce” é classificado como simples.
( ) O fragmento apresenta adjunto adnominal e adjunto adverbial.
( ) O verbo “exerce” é um Verbo Transitivo Indireto (VTI).
( ) A expressão “um papel importante” é classificada como Objeto Indireto (OI).
( ) O fragmento apresenta predicativo do sujeito.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Analise o trecho abaixo a respeito do fragmento adaptado “A educação inclusiva é um paradigma educacional”:
O sujeito da oração é classificado como sujeito . Além disso, o verbo “é” representa um verbo . Por esse motivo, o fragmento apresenta .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
No trecho “A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, vi ando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito e tendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas sur idas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas no texto.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa com a palavra que apresenta ditongo decrescente.
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