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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que poderia substituir, sem prejudicar o sentido do texto, as palavras “fundamental” e “preocupação”.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que indica palavra de significado diferente ao de “peculiaridades”.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las [I] no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento [II], um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema [III] precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que [IV] é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Tendo em vista o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. Na primeira linha do texto, o referente do pronome oblíquo “-las”, em “reuni-las”, é a expressão “educação inclusiva”, presente na mesma linha.
II. O vocábulo “documento”, no segundo parágrafo, refere-se à Constituição Federal, mencionada no início do parágrafo.
III. A expressão “esse tema” refere-se ao fato de que não há formação específica para professores em educação inclusiva.
IV. No quinto parágrafo, o referente do pronome relativo “que” é a expressão “educação especial”, localizada na mesma linha.
Quais estão INCORRETAS?
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:
I. Segundo o autor, a abordagem da educação inclusiva é uma prática recorrente na formação inicial e continuada dos professores.
II. De acordo com o autor, a educação inclusiva tem relação com todos.
III. Pesquisa realizada pela OCDE mostrou que mais de 50% dos professores se preocupam com a inclusão de estudantes com deficiência nas aulas.
IV. Conforme José Eduardo Lanuti, há uma formação específica para quem deseja trabalhar na educação especial.
Quais estão corretas?
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WhatsApp, Instagram e TikTok são as redes sociais preferidas de crianças e adolescentes
Por Ana Luísa D'Maschio
Em 2021, 22,3 milhões de crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, estavam conectados à internet, o que corresponde a 93% do público desta faixa etária em todo o Brasil. Desse total, 78% usaram redes sociais e aqui estamos falando de (muito) WhatsApp, além de Instagram e TikTok (ambos em alta). Esses são os principais achados da pesquisa TIC Kids Online, lançada em 16 de agosto de 2022. A pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foi um dos destaques do 7º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet.
“Não basta a visão dicotômica de acesso, de sim ou não. Temos de investigar os fenômenos. Afinal, esse uso não é igual entre os 93%”, afirmou Luísa Adib, do Cetic.br|NIC.br, na mesa de apresentação da pesquisa, intitulada “Caminhos para uma conectividade significativa: como novas dinâmicas de acesso à internet impactam as práticas online e o bem-estar de crianças e adolescentes?”.
“Nem cabe mais perguntar quantas vezes acessamos a internet por semana. Mas sabemos que esse acesso não é igual em qualidade de conexão, tipos de dispositivo, ambiente familiar ou na escola. São muitas as dimensões que devem ser levadas em conta”, concordou Drica Guzzi, da Zeitgeist – Pesquisa, Tecnologias e Educação, que também participou do debate. “É preciso, também, olhar para os 7% restantes, que somam quase 2 milhões de crianças e adolescentes que ainda não utilizam a internet”, reforçou Luísa.
No que se refere à variedade dos dispositivos, o celular lidera a lista dos suportes utilizados para conexão à internet (93%), seguido pela televisão (58%), computador (44%) e videogame (19%). Para 53% das crianças e dos jovens, o celular foi o único dispositivo usado, realidade que se verificou mais presente nas classes D e E (78%) e C (52%) do que nas classes A e B (18%).
O acesso, predominante nos próprios domicílios (97%) e na casa de outra pessoa (82%), também aconteceu em centros de acesso pago (42%) e na escola (39%). Assistir vídeos, programas, filmes ou séries (84%) e ouvir música (80%) foram as atividades mais realizadas pela população analisada. Ademais, pela primeira vez, a pesquisa investigou dados do TikTok: 58% dos jovens ouvidos pelo levantamento contam com perfil na rede, sendo a maioria dos acessos feita pelos adolescentes entre 11 e 12 anos (48%). Prevalecem as classes A e B (79%) na comparação com as classes C (57%) e D e E (53%).
Por fim, em relação ao levantamento de 2018, as contas no Instagram aumentaram consideravelmente de 45% para 62%. Já o Facebook registrou queda no mesmo período comparativo: de 66% para 51%. Contudo, o WhatsApp concentra o maior número de usuários: 80%, 10% a mais em relação à pesquisa anterior.
(Disponível em: https://porvir.org/whatsapp-instagram-e-tiktok-sao-as-redes-sociais-preferidas-de-criancas-e-adolescentes/– texto adaptado).
O vocábulo “ou” é classificado como conjunção. Em vista disso, assinale a alternativa que indica o sentido dessa palavra.
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WhatsApp, Instagram e TikTok são as redes sociais preferidas de crianças e adolescentes
Por Ana Luísa D'Maschio
Em 2021, 22,3 milhões de crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, estavam conectados à internet, o que corresponde a 93% do público desta faixa etária em todo o Brasil. Desse total, 78% usaram redes sociais e aqui estamos falando de (muito) WhatsApp, além de Instagram e TikTok (ambos em alta). Esses são os principais achados da pesquisa TIC Kids Online, lançada em 16 de agosto de 2022. A pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foi um dos destaques do 7º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet.
“Não basta a visão dicotômica de acesso, de sim ou não. Temos de investigar os fenômenos. Afinal, esse uso não é igual entre os 93%”, afirmou Luísa Adib, do Cetic.br|NIC.br, na mesa de apresentação da pesquisa, intitulada “Caminhos para uma conectividade significativa: como novas dinâmicas de acesso à internet impactam as práticas online e o bem-estar de crianças e adolescentes?”.
“Nem cabe mais perguntar quantas vezes acessamos a internet por semana. Mas sabemos que esse acesso não é igual em qualidade de conexão, tipos de dispositivo, ambiente familiar ou na escola. São muitas as dimensões que devem ser levadas em conta”, concordou Drica Guzzi, da Zeitgeist – Pesquisa, Tecnologias e Educação, que também participou do debate. “É preciso, também, olhar para os 7% restantes, que somam quase 2 milhões de crianças e adolescentes que ainda não utilizam a internet”, reforçou Luísa.
No que se refere à variedade dos dispositivos, o celular lidera a lista dos suportes utilizados para conexão à internet (93%), seguido pela televisão (58%), computador (44%) e videogame (19%). Para 53% das crianças e dos jovens, o celular foi o único dispositivo usado, realidade que se verificou mais presente nas classes D e E (78%) e C (52%) do que nas classes A e B (18%).
O acesso, predominante nos próprios domicílios (97%) e na casa de outra pessoa (82%), também aconteceu em centros de acesso pago (42%) e na escola (39%). Assistir vídeos, programas, filmes ou séries (84%) e ouvir música (80%) foram as atividades mais realizadas pela população analisada. Ademais, pela primeira vez, a pesquisa investigou dados do TikTok: 58% dos jovens ouvidos pelo levantamento contam com perfil na rede, sendo a maioria dos acessos feita pelos adolescentes entre 11 e 12 anos (48%). Prevalecem as classes A e B (79%) na comparação com as classes C (57%) e D e E (53%).
Por fim, em relação ao levantamento de 2018, as contas no Instagram aumentaram consideravelmente de 45% para 62%. Já o Facebook registrou queda no mesmo período comparativo: de 66% para 51%. Contudo, o WhatsApp concentra o maior número de usuários: 80%, 10% a mais em relação à pesquisa anterior.
(Disponível em: https://porvir.org/whatsapp-instagram-e-tiktok-sao-as-redes-sociais-preferidas-de-criancas-e-adolescentes/– texto adaptado).
Analise o trecho abaixo:
O vocábulo “Contudo”, localizado no último parágrafo, é classificado como e expressa sentido de . Logo, esse termo pode ser substituído, sem alteração de sentido na frase, por .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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WhatsApp, Instagram e TikTok são as redes sociais preferidas de crianças e adolescentes
Por Ana Luísa D'Maschio
Em 2021, 22,3 milhões de crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, estavam conectados à internet, o que corresponde a 93% do público desta faixa etária em todo o Brasil. Desse total, 78% usaram redes sociais e aqui estamos falando de (muito) WhatsApp, além de Instagram e TikTok (ambos em alta). Esses são os principais achados da pesquisa TIC Kids Online, lançada em 16 de agosto de 2022. A pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foi um dos destaques do 7º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet.
“Não basta a visão dicotômica de acesso, de sim ou não. Temos de investigar os fenômenos. Afinal, esse uso não é igual entre os 93%”, afirmou Luísa Adib, do Cetic.br|NIC.br, na mesa de apresentação da pesquisa, intitulada “Caminhos para uma conectividade significativa: como novas dinâmicas de acesso à internet impactam as práticas online e o bem-estar de crianças e adolescentes?”.
“Nem cabe mais perguntar quantas vezes acessamos a internet por semana. Mas sabemos que esse acesso não é igual em qualidade de conexão, tipos de dispositivo, ambiente familiar ou na escola. São muitas as dimensões que devem ser levadas em conta”, concordou Drica Guzzi, da Zeitgeist – Pesquisa, Tecnologias e Educação, que também participou do debate. “É preciso, também, olhar para os 7% restantes, que somam quase 2 milhões de crianças e adolescentes que ainda não utilizam a internet”, reforçou Luísa.
No que se refere à variedade dos dispositivos, o celular lidera a lista dos suportes utilizados para conexão à internet (93%), seguido pela televisão (58%), computador (44%) e videogame (19%). Para 53% das crianças e dos jovens, o celular foi o único dispositivo usado, realidade que se verificou mais presente nas classes D e E (78%) e C (52%) do que nas classes A e B (18%).
O acesso, predominante nos próprios domicílios (97%) e na casa de outra pessoa (82%), também aconteceu em centros de acesso pago (42%) e na escola (39%). Assistir vídeos, programas, filmes ou séries (84%) e ouvir música (80%) foram as atividades mais realizadas pela população analisada. Ademais, pela primeira vez, a pesquisa investigou dados do TikTok: 58% dos jovens ouvidos pelo levantamento contam com perfil na rede, sendo a maioria dos acessos feita pelos adolescentes entre 11 e 12 anos (48%). Prevalecem as classes A e B (79%) na comparação com as classes C (57%) e D e E (53%).
Por fim, em relação ao levantamento de 2018, as contas no Instagram aumentaram consideravelmente de 45% para 62%. Já o Facebook registrou queda no mesmo período comparativo: de 66% para 51%. Contudo, o WhatsApp concentra o maior número de usuários: 80%, 10% a mais em relação à pesquisa anterior.
(Disponível em: https://porvir.org/whatsapp-instagram-e-tiktok-sao-as-redes-sociais-preferidas-de-criancas-e-adolescentes/– texto adaptado).
Considerando o seguinte trecho adaptado do texto “O celular foi o único dispositivo usado”, ao substituir as palavras sublinhadas por suas formas no plural, quantas outras alterações seriam necessárias para garantir a correta concordância verbo-nominal?
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WhatsApp, Instagram e TikTok são as redes sociais preferidas de crianças e adolescentes
Por Ana Luísa D'Maschio
Em 2021, 22,3 milhões de crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, estavam conectados à internet, o que corresponde a 93% do público desta faixa etária em todo o Brasil. Desse total, 78% usaram redes sociais e aqui estamos falando de (muito) WhatsApp, além de Instagram e TikTok (ambos em alta). Esses são os principais achados da pesquisa TIC Kids Online, lançada em 16 de agosto de 2022. A pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foi um dos destaques do 7º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet.
“Não basta a visão dicotômica de acesso, de sim ou não. Temos de investigar os fenômenos. Afinal, esse uso não é igual entre os 93%”, afirmou Luísa Adib, do Cetic.br|NIC.br, na mesa de apresentação da pesquisa, intitulada “Caminhos para uma conectividade significativa: como novas dinâmicas de acesso à internet impactam as práticas online e o bem-estar de crianças e adolescentes?”.
“Nem cabe mais perguntar quantas vezes acessamos a internet por semana. Mas sabemos que esse acesso não é igual em qualidade de conexão, tipos de dispositivo, ambiente familiar ou na escola. São muitas as dimensões que devem ser levadas em conta”, concordou Drica Guzzi, da Zeitgeist – Pesquisa, Tecnologias e Educação, que também participou do debate. “É preciso, também, olhar para os 7% restantes, que somam quase 2 milhões de crianças e adolescentes que ainda não utilizam a internet”, reforçou Luísa.
No que se refere à variedade dos dispositivos, o celular lidera a lista dos suportes utilizados para conexão à internet (93%), seguido pela televisão (58%), computador (44%) e videogame (19%). Para 53% das crianças e dos jovens, o celular foi o único dispositivo usado, realidade que se verificou mais presente nas classes D e E (78%) e C (52%) do que nas classes A e B (18%).
O acesso, predominante nos próprios domicílios (97%) e na casa de outra pessoa (82%), também aconteceu em centros de acesso pago (42%) e na escola (39%). Assistir vídeos, programas, filmes ou séries (84%) e ouvir música (80%) foram as atividades mais realizadas pela população analisada. Ademais, pela primeira vez, a pesquisa investigou dados do TikTok: 58% dos jovens ouvidos pelo levantamento contam com perfil na rede, sendo a maioria dos acessos feita pelos adolescentes entre 11 e 12 anos (48%). Prevalecem as classes A e B (79%) na comparação com as classes C (57%) e D e E (53%).
Por fim, em relação ao levantamento de 2018, as contas no Instagram aumentaram consideravelmente de 45% para 62%. Já o Facebook registrou queda no mesmo período comparativo: de 66% para 51%. Contudo, o WhatsApp concentra o maior número de usuários: 80%, 10% a mais em relação à pesquisa anterior.
(Disponível em: https://porvir.org/whatsapp-instagram-e-tiktok-sao-as-redes-sociais-preferidas-de-criancas-e-adolescentes/– texto adaptado).
Em relação ao fragmento adaptado “A pesquisa investigou dados do TikTok”, assinale a alternativa correta.
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WhatsApp, Instagram e TikTok são as redes sociais preferidas de crianças e adolescentes
Por Ana Luísa D'Maschio
Em 2021, 22,3 milhões de crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, estavam conectados à internet, o que corresponde a 93% do público desta faixa etária em todo o Brasil. Desse total, 78% usaram redes sociais e aqui estamos falando de (muito) WhatsApp, além de Instagram e TikTok (ambos em alta). Esses são os principais achados da pesquisa TIC Kids Online, lançada em 16 de agosto de 2022. A pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foi um dos destaques do 7º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet.
“Não basta a visão dicotômica de acesso, de sim ou não. Temos de investigar os fenômenos. Afinal, esse uso não é igual entre os 93%”, afirmou Luísa Adib, do Cetic.br|NIC.br, na mesa de apresentação da pesquisa, intitulada “Caminhos para uma conectividade significativa: como novas dinâmicas de acesso à internet impactam as práticas online e o bem-estar de crianças e adolescentes?”.
“Nem cabe mais perguntar quantas vezes acessamos a internet por semana. Mas sabemos que esse acesso não é igual em qualidade de conexão, tipos de dispositivo, ambiente familiar ou na escola. São muitas as dimensões que devem ser levadas em conta”, concordou Drica Guzzi, da Zeitgeist – Pesquisa, Tecnologias e Educação, que também participou do debate. “É preciso, também, olhar para os 7% restantes, que somam quase 2 milhões de crianças e adolescentes que ainda não utilizam a internet”, reforçou Luísa.
No que se refere à variedade dos dispositivos, o celular lidera a lista dos suportes utilizados para conexão à internet (93%), seguido pela televisão (58%), computador (44%) e videogame (19%). Para 53% das crianças e dos jovens, o celular foi o único dispositivo usado, realidade que se verificou mais presente nas classes D e E (78%) e C (52%) do que nas classes A e B (18%).
O acesso, predominante nos próprios domicílios (97%) e na casa de outra pessoa (82%), também aconteceu em centros de acesso pago (42%) e na escola (39%). Assistir vídeos, programas, filmes ou séries (84%) e ouvir música (80%) foram as atividades mais realizadas pela população analisada. Ademais, pela primeira vez, a pesquisa investigou dados do TikTok: 58% dos jovens ouvidos pelo levantamento contam com perfil na rede, sendo a maioria dos acessos feita pelos adolescentes entre 11 e 12 anos (48%). Prevalecem as classes A e B (79%) na comparação com as classes C (57%) e D e E (53%).
Por fim, em relação ao levantamento de 2018, as contas no Instagram aumentaram consideravelmente de 45% para 62%. Já o Facebook registrou queda no mesmo período comparativo: de 66% para 51%. Contudo, o WhatsApp concentra o maior número de usuários: 80%, 10% a mais em relação à pesquisa anterior.
(Disponível em: https://porvir.org/whatsapp-instagram-e-tiktok-sao-as-redes-sociais-preferidas-de-criancas-e-adolescentes/– texto adaptado).
Sobre o fragmento adaptado “A pesquisa foi destaque no simpósio”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O sujeito da oração organizada em torno do verbo “foi” é classificado como simples.
( ) No fragmento, o núcleo do sujeito é o vocábulo “A”.
( ) O predicado da oração é classificado como verbal.
( ) O trecho apresenta adjunto adverbial.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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WhatsApp, Instagram e TikTok são as redes sociais preferidas de crianças e adolescentes
Por Ana Luísa D'Maschio
Em 2021, 22,3 milhões de crianças e adolescentes, entre 9 e 17 anos, estavam conectados à internet, o que corresponde a 93% do público desta faixa etária em todo o Brasil. Desse total, 78% usaram redes sociais e aqui estamos falando de (muito) WhatsApp, além de Instagram e TikTok (ambos em alta). Esses são os principais achados da pesquisa TIC Kids Online, lançada em 16 de agosto de 2022. A pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foi um dos destaques do 7º Simpósio Crianças e Adolescentes na Internet.
“Não basta a visão dicotômica de acesso, de sim ou não. Temos de investigar os fenômenos. Afinal, esse uso não é igual entre os 93%”, afirmou Luísa Adib, do Cetic.br|NIC.br, na mesa de apresentação da pesquisa, intitulada “Caminhos para uma conectividade significativa: como novas dinâmicas de acesso à internet impactam as práticas online e o bem-estar de crianças e adolescentes?”.
“Nem cabe mais perguntar quantas vezes acessamos a internet por semana. Mas sabemos que esse acesso não é igual em qualidade de conexão, tipos de dispositivo, ambiente familiar ou na escola. São muitas as dimensões que devem ser levadas em conta”, concordou Drica Guzzi, da Zeitgeist – Pesquisa, Tecnologias e Educação, que também participou do debate. “É preciso, também, olhar para os 7% restantes, que somam quase 2 milhões de crianças e adolescentes que ainda não utilizam a internet”, reforçou Luísa.
No que se refere à variedade dos dispositivos, o celular lidera a lista dos suportes utilizados para conexão à internet (93%), seguido pela televisão (58%), computador (44%) e videogame (19%). Para 53% das crianças e dos jovens, o celular foi o único dispositivo usado, realidade que se verificou mais presente nas classes D e E (78%) e C (52%) do que nas classes A e B (18%).
O acesso
predominante nos próprios domicílios (97%) e na casa de outra pessoa (82%), também aconteceu em centros de acesso pago (42%) e na escola (39%). Assistir vídeos, programas, filmes ou séries (84%) e ouvir música (80%) foram as atividades mais realizadas pela população analisada. Ademais, pela primeira vez, a pesquisa investigou dados do TikTok: 58% dos jovens ouvidos pelo levantamento contam com perfil na rede, sendo a maioria dos acessos feita pelos adolescentes entre 11 e 12 anos (48%). Prevalecem as classes A e B (79%) na comparação com as classes C (57%) e D e E (53%).
Por fim, em relação ao levantamento de 2018, as contas no Instagram aumentaram consideravelmente de 45% para 62%. Já o Facebook registrou queda no mesmo período comparativo: de 66% para 51%. Contudo, o WhatsApp concentra o maior número de usuários: 80%, 10% a mais em relação à pesquisa anterior.
(Disponível em: https://porvir.org/whatsapp-instagram-e-tiktok-sao-as-redes-sociais-preferidas-de-criancas-e-adolescentes/– texto adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta a correta opção de pontuação que substitui a figura no penúltimo parágrafo do texto.
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