Foram encontradas 84 questões.
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal.
O processo legislativo municipal prevê a sanção, o veto e a
promulgação como etapas de controle entre os Poderes. A Lei
Orgânica de Treviso/SC define prazos e procedimentos
específicos para essas fases. Complete corretamente as lacunas
de acordo com o Art. 33º da Lei Orgânica:
“O projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal será enviado ao Prefeito, que, aquiescendo, o sancionará. Caso o considere, no todo ou em parte, inconstitucional ou contrário ao interesse público, deverá vetá-lo, total ou parcialmente, no prazo de ______ dias úteis, comunicando ao Presidente da Câmara, em até ______ horas, os motivos do veto. Decorrido esse prazo sem manifestação, o silêncio do Prefeito importará em ______. Se a lei não for promulgada dentro de ______ horas pelo Prefeito, caberá ao Presidente da Câmara fazê-lo e, em sua omissão, ao ______.”
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A questão se refere à Lei Orgânica Municipal.
A Lei Orgânica do Município de Treviso/SC estabelece
diretrizes abrangentes para a proteção ambiental, fixando
atribuições que envolvem desde a recuperação de áreas
degradadas até a promoção da educação ecológica e o controle de
atividades potencialmente poluidoras. Com base no Art. 79,
assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o texto legal.Provas
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A questão se refere à Lei Orgânica Municipal.
O processo legislativo municipal envolve a participação de
diferentes legitimados, observando, contudo, hipóteses de
iniciativa privativa do Prefeito Municipal, especialmente quando
se trata de matérias relacionadas à estrutura e ao funcionamento
da Administração. Com base no Art. 29º da Lei Orgânica de
Treviso/SC, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmativas
a seguir:
( ) A iniciativa das leis complementares e ordinárias pode ser exercida por qualquer Vereador, Comissão Permanente da Câmara, Prefeito Municipal e também pelos cidadãos, nos casos previstos em lei.
( ) É de iniciativa privativa do Prefeito Municipal a lei que disponha sobre criação, estruturação e atribuições das Secretarias Municipais.
( ) As leis que tratem da remuneração e regime jurídico dos servidores do Poder Executivo são de iniciativa concorrente entre a Câmara Municipal e o Prefeito.
( ) Compete ao Prefeito a iniciativa de lei que fixe ou modifique o efetivo da Guarda Municipal.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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A questão se refere à Lei Orgânica Municipal.
A Lei Orgânica do Município de Treviso/SC, como norma
fundamental do ente local, somente pode ser modificada
mediante procedimento solene, que assegura estabilidade
institucional e respeito à soberania popular. Com base no Art. 28º
da referida Lei, assinale a alternativa correta sobre o processo de
emenda à Lei Orgânica.Provas
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O lucro mensal L(x) de uma pequena fábrica de móveis é
dado pela função L(x) = 40x − 8.000, em que x representa o
número de móveis produzidos e vendidos no mês, e L(x) é o
lucro em reais. Com base nessa função, analise as afirmativas:
I. O valor 40 representa o lucro obtido por unidade vendida.
II. O valor − 8.000 representa o custo fixo mensal da fábrica.
III. O ponto de equilíbrio (lucro zero) ocorre quando são vendidos 300 móveis.
Das afirmativas, está(ão) correta(s):
I. O valor 40 representa o lucro obtido por unidade vendida.
II. O valor − 8.000 representa o custo fixo mensal da fábrica.
III. O ponto de equilíbrio (lucro zero) ocorre quando são vendidos 300 móveis.
Das afirmativas, está(ão) correta(s):
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Uma empresa de transporte urbano cobra uma tarifa fixa
de manutenção e um valor variável por quilômetro rodado. Em
determinado mês, o gasto total para uma van que percorreu
120 km foi de R$ 870,00, enquanto o gasto total para outra van,
que percorreu 180 km, foi de R$ 1.170,00. Sabendo que o custo
total (C) pode ser expresso por uma equação do 1º grau na
forma
C = a ⋅ x + b
onde a representa o valor por quilômetro rodado e b a taxa fixa de manutenção, qual é o valor de a (em reais por quilômetro) e o valor de b (em reais)?
C = a ⋅ x + b
onde a representa o valor por quilômetro rodado e b a taxa fixa de manutenção, qual é o valor de a (em reais por quilômetro) e o valor de b (em reais)?
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Um tanque retangular será construído em uma escola para
armazenar água da chuva. Suas medidas internas serão de 2
metros de comprimento, 1 metro de largura e 0,5 metro de
altura. Com base no Sistema Métrico Decimal, qual é o volume
total do tanque em metros cúbicos e sua capacidade em litros?
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No laboratório de Matemática, a professora Lia apresentou
três expressões numéricas para que a turma classificasse
corretamente os resultados quanto aos conjuntos numéricos.
Considere os números abaixo e analise a qual conjunto
numérico cada um pertence:
Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta.
Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta.
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Uma empresa aplicou R$ 50.000,00 em um investimento
com juros compostos de 1,8% ao mês durante os primeiros 6
meses. A partir do 7º mês até completar 12 meses, a taxa
passou a ser de 3% ao mês, mantendo a capitalização mensal.
Qual alternativa apresenta o montante total ao final de 12
meses, considerando a capitalização composta em cada etapa
no período correspondente?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A covardia do cotidiano: Como deixamos de viver por tão pouco
Tem gente que nunca vai mergulhar na cachoeira porque a água é gelada. E é engraçado como essa pequena covardia cotidiana se replica em escala industrial na vida: quem não se lança na correnteza, também não se lança no amor, no risco, naquilo que verdadeiramente move a alma. Preferem a segurança de uma toalha seca ao perigo de um arrepio.
O filósofo dinamarquês S⌀ren Kierkegaard, em O Conceito de Angústia, ressaltava que a angústia é a vertigem da liberdade: “A angústia é a possibilidade da liberdade” (KIERKEGAARD, 1844, p. 61).
O sujeito que evita a cachoeira, na verdade, não foge da água, mas da liberdade que ela representa. Porque, convenhamos, quem tem medo de água fria, também tem medo de qualquer calor que queime por dentro.
Tem gente que nunca vai ver o sol nascer porque não quer acordar cedo. Como se o espetáculo cósmico dependesse do nosso humor ou da função soneca do celular. Esses, quando morrem, descobrem que perderam os bilhetes mais baratos do teatro da existência: as manhãs.
O escritor uruguaio Eduardo Galeano, em O Livro dos Abraços, escreveu: “Os cientistas dizem que estamos feitos de átomos, mas a mim um passarinho contou que estamos feitos de histórias” (GALEANO, 1989, p. 13).
Quem não vê o sol nascer, perde justamente isso: a história acontecendo diante dos olhos, gratuita, democrática, mas recusada como se fosse spam da vida.
Tem gente que nunca vai se aventurar sozinho, porque teme a solitude. Acharam que solitude é sinônimo de abandono, quando na verdade é o laboratório do espírito.
Nietzsche, em Assim Falou Zaratustra, falava que “a solidão é para o espírito o que a dieta é para o corpo” (NIETZSCHE, 1883, p. 46). Mas preferem a mesa cheia de vozes vazias do que a companhia honesta do próprio silêncio.
Tem gente que nunca vai fazer trilha, porque tem medo de bicho. Como se a vida fosse um zoológico higienizado com trilhasde concreto e placas explicativas.
Esquecem que os “bichos” que mais devoram o ser humano não vivem no mato, mas no sofá da sala: preguiça, covardia e conformismo.
O escritor argentino Ernesto Sabato, em Sobre Heróis e Tumbas, dizia: “A pior forma de solidão não é estar só, mas estar rodeado por pessoas que fazem você se sentir só” (SABATO, 1961, p. 212). Trocam o medo da onça pelo convívio manso das hienas sociais.
Tem gente que nunca vai amar de novo, por medo de se machucar. Esses são os que transformam o coração em museu: um lugar bonito, cheio de lembranças, mas sem vida pulsando.
O escritor tcheco Milan Kundera, em A Insustentável Leveza do Ser, lembrava: “O amor começa naquele ponto em que o ser humano começa a se esquecer de si mesmo” (KUNDERA, 1984, p. 58). Quem foge do amor, foge de si, mas acha que está se preservando.
O medo, esse tirano delicado, governa mais vidas que qualquer ditadura militar ou Estado policial. Ele não precisa de censura, porque a própria vítima se censura. Não precisa de prisão, porque cada um constrói sua própria cela com tijolos de desculpas.
E assim seguimos: homens e mulheres que se orgulham de “nunca terem sofrido muito”, como se isso fosse medalha. Gente que sobreviveu ilesa porque nunca ousou viver.
No fim, a maioria vai morrer sem cicatrizes. Vão ser enterrados com a pele lisa, sem marcas, sem arranhões, sem nada que comprove que estiveram vivos. Terão a biografia imaculada de quem nunca ousou.
A vida, essa senhora debochada, olha para eles e gargalha: “Você gastou tanto tempo tentando não se machucar que acabou não vivendo nada”.
E é aí que mora a tragédia: não é o medo que mata.
O que mata é o tédio disfarçado de prudência.
Autor: Felipe Daroit (adaptado).
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