Foram encontradas 205 questões.
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
Em "...deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, CREDITANDO-lhes a nossa própria personalidade", a forma verbal "CREDITANDO" é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade (Regência Verbal) como sendo:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
No período "MAS , ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos", a conjunção "MAS" expressa uma ideia de:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
Observe o emprego do termo sublinhado na frase "- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés? ". Sabendo-se que o termo em negrito acima tem quatro formas distintas de grafia, pode-se afirmar que há incorreção na frase:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Velhas Roseiras
Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."
Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
No trecho "De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos QUE SE SAÚDAM DE PASSAGEM e que se respeitam", o termo "QUE SE SAÚDAM DE PASSAGEM" está exercendo função sintática de:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoSubjuntivo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Velhas Roseiras
Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."
Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
Observe os seguintes trechos do texto:
Eu já TIVE milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, FIZ centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades DURARAM.
Em que tempo verbal estão conjugadas as formas verbais destacadas nos trechos:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Velhas Roseiras
Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."
Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
A próclise foi corretamente empregada em "Ou foi a vida que nos mudou a todos?" porque quando o verbo estiver precedido de palavras atrativas o pronome deve vir para antes do verbo.
Todas as alternativas apresentam exemplos de palavras que atraem o pronome para antes do verbo, EXCETO:
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemComparação (Figura de Linguagem)
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetáfora
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemMetonímia
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemOximoro
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Velhas Roseiras
Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."
Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
Também conhecidas como figuras de linguagem, as figuras de estilo são recursos estilísticos bastante utilizados na linguagem literária, na música, na publicidade e também na linguagem oral. São empregues com o objetivo de dar ênfase à comunicação, tornando-a mais expressiva e nobre.
Assinale a figura de linguagem presente no trecho "Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias."
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Velhas Roseiras
Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."
Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
No fragmento "Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado" as orações relacionam-se sintaticamente através do processo de:
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Velhas Roseiras
Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."
Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
A palavra QUE no trecho "Restam algumas amizades fiéis QUE resistem a tudo", no contexto em que foi empregada, é classificada gramaticalmente como:
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- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAposto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adverbial
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesVocativo
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Velhas Roseiras
Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...
De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.
Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.
De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."
Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
Observe o trecho:
"Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"
A vírgula foi empregada para:
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