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Foram encontradas 205 questões.

2763919 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Medidas para sapato

Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.

Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.

Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.

Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.

- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?

Cheng respondeu:

- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.

Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.

Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.

Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.

Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php

Em "...deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, CREDITANDO-lhes a nossa própria personalidade", a forma verbal "CREDITANDO" é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade (Regência Verbal) como sendo:

 

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2763918 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Medidas para sapato

Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.

Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.

Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.

Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.

- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?

Cheng respondeu:

- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.

Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.

Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.

Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.

Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php

No período "MAS , ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos", a conjunção "MAS" expressa uma ideia de:

 

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2763917 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Medidas para sapato

Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.

Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.

Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.

Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.

- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?

Cheng respondeu:

- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.

Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.

Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.

Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.

Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php

Observe o emprego do termo sublinhado na frase "- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés? ". Sabendo-se que o termo em negrito acima tem quatro formas distintas de grafia, pode-se afirmar que há incorreção na frase:

 

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2763916 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Velhas Roseiras

Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...

De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.

Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.

De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

No trecho "De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos QUE SE SAÚDAM DE PASSAGEM e que se respeitam", o termo "QUE SE SAÚDAM DE PASSAGEM" está exercendo função sintática de:

 

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2763915 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Velhas Roseiras

Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...

De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.

Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.

De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

Observe os seguintes trechos do texto:

Eu já TIVE milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, FIZ centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades DURARAM.

Em que tempo verbal estão conjugadas as formas verbais destacadas nos trechos:

 

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2763914 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Velhas Roseiras

Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...

De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.

Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.

De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

A próclise foi corretamente empregada em "Ou foi a vida que nos mudou a todos?" porque quando o verbo estiver precedido de palavras atrativas o pronome deve vir para antes do verbo.

Todas as alternativas apresentam exemplos de palavras que atraem o pronome para antes do verbo, EXCETO:

 

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2763913 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Velhas Roseiras

Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...

De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.

Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.

De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

Também conhecidas como figuras de linguagem, as figuras de estilo são recursos estilísticos bastante utilizados na linguagem literária, na música, na publicidade e também na linguagem oral. São empregues com o objetivo de dar ênfase à comunicação, tornando-a mais expressiva e nobre.

Assinale a figura de linguagem presente no trecho "Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias."

 

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2763912 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Velhas Roseiras

Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...

De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.

Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.

De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

No fragmento "Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado" as orações relacionam-se sintaticamente através do processo de:

 

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2763911 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Velhas Roseiras

Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...

De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.

Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.

De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

A palavra QUE no trecho "Restam algumas amizades fiéis QUE resistem a tudo", no contexto em que foi empregada, é classificada gramaticalmente como:

 

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2763910 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Tunápolis-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Velhas Roseiras

Eu já tive milhares de companheiros e colegas. Dentre eles, fiz centenas de bons amigos. Mas nem todas as amizades duraram. Algumas eram sólidas como rochas, mas não resistiram aos tempos e às circunstâncias. Assim, sobraram poucos amigos de infância, pouquíssimos amigos de escola, poucos amigos de adolescência, poucos amigos de juventude. E pensar que a gente brincava todos os dias, via-se todos os dias e não saía da casa um do outro...

De repente, outros afetos, outros amigos, outros interesses, outro tipo de vida, longos anos de distância e mil preocupações da vida nos afastaram totalmente. Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"... Mas nada acontece. A gente se respeita e se admira, mas a amizade de infância, de juventude não volta.

Mudaram eles ou mudei eu? Ou foi a vida que nos mudou a todos? Restam algumas amizades fiéis que resistem a tudo... Sei apenas que fiz muitos amigos e que não conservei aquelas amizades.

De bons amigos que éramos, somos hoje bons conhecidos que se saúdam de passagem e que se respeitam. Às vezes nem isso. Crescemos e nossa amizade ficou lá no passado. E eu digo a mim mesmo: "Feliz o homem que sabe cultivar sua roseira! Talvez não seja tarde... Roseiras velhas também produzem rosas lindas e viçosas. Basta recultivá-las..."

Padre Zezinho. Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

Observe o trecho:

"Agora já adulto, não sei onde andam e os que vejo aqui e acolá são amigos de "Bom-dia"

A vírgula foi empregada para:

 

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