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De acordo com a Lei Orgânica de Tunápolis/SC, o prazo de validade do concurso público será de:
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O Art. 83 da Lei Orgânica de Tunápolis/SC diz que "o Município instituirá conselho de política de administração de pessoal, integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes" e, de acordo com o seu parágrafo 1º "a fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará:
I.Natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componente de cada carreira.
II.Os requisitos para a investidura.
III.O grau de ligação com o Poder Executivo Municipal.
IV.As peculiaridades dos cargos.
Qual dos itens acima NÃO condiz com o que determina este artigo?
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De acordo com a Lei Orgânica de Tunápolis/SC, os cargos em comissão e funções de confiança na administração pública serão exercidos, preferencialmente:
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Considere as afirmativas relacionadas ao Código Tributário Municipal de Tunápolis, em relação ao imposto sobre vendas a varejo de combustíveis líquidos e gasosos. Registre V, para verdadeira, ou F, para falsa:
(__)Considera-se estabelecimento, o local onde o contribuinte exerce sua atividade em caráter permanente ou temporário, de comercialização a varejo de combustíveis sujeitos ao imposto.
(__)Para efeito de cumprimento da obrigação, será considerado autônomo cada um dos estabelecimentos, permanentes ou temporários, inclusive os veículos utilizados no comércio ambulante.
(__)São sujeitos ativos por substituição o produtor, o distribuidor ou o atacadista de produtos combustíveis relativamente ao imposto devido pela venda a varejo promovida por contribuinte, por micro empresa ou contribuinte isento.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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Com base no Plano Nacional de Educação - PNE, Lei nº 13.005/14, assinale a alternativa CORRETA em relação à META 1.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
Em relação às regras de acentuação gráfica, assinale a alternativa que a justificativa entre parênteses está INCORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
No trecho "Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências", a vírgula foi empregada para:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
- Interpretação de TextosAnálise de Estruturas Linguísticas
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
Observe o trecho:
Ao ver a decepção do homem, um transeunte INQUIRIU o que havia sucedido e ele EXPLICOU.
O autor usou as formas verbais "INQUIRIU" e "EXPLICOU", que pertencem ao pretérito perfeito do indicativo, porque esse tempo verbal lhe permitiu apresentar, na narrativa, fatos:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
Acerca dos mecanismos de coesão utilizado no trecho "ESSA situação tem acontecido muito nos dias atuais" é INCORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Medidas para sapato
Um filósofo chinês, Hanfeitse, escreveu a parábola Medida para Sapatos que expressa muito bem o que vem predominando hoje em dia, a falta de confiança em si mesmo.
Certo homem de Cheng ia comprar um novo par de sapato. Primeiro tomou as medidas dos pés, e deixou-as na cadeira.
Quando foi para a rua, esqueceu-se de levá-las, e depois de entrar numa sapataria, disse consigo mesmo: Oh, esqueci-me de trazer as medidas e tenho de voltar para buscá-las. E assim o fez. Mas, ao regressar, a loja já estava fechada e ele deixou de comprar os sapatos.
Ao ver a decepção do homem, um transeunte inquiriu o que havia sucedido e ele explicou.
- Por que não fizeste provar os sapatos mesmos nos pés?
Cheng respondeu:
- Eu confiava mais nas medidas que em mim mesmo.
Essa situação tem acontecido muito nos dias atuais. Muitos de nós perdemos a originalidade e até a essência por confiar mais no gosto alheio. Deixamos de ser nós mesmos para ser igual a fulano ou beltrano, deixamos de lado tantas coisas só para não demonstrar que somos assim ou assado e passamos imitar os outros, creditando-lhes a nossa própria personalidade.
Gente, cada um é único e traz consigo uma bagagem de vivências, que torna singular e por mais que haja dissimulação no sentido de copiar os outros, de tentar passar uma realidade camuflada que não é a nossa, jamais deixaremos de ser quem somos e nossa marca registrada deve ser coerente conosco.
Lembremo-nos sempre de que nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo.
Autor Cris Lacerda. Adaptado. Fonte: https://www.contandohistorias.com.br /historias/2006286.php
No trecho "Lembremo-nos sempre de QUE nossas sombras são projetadas e elas são fiéis ao nosso corpo" a palavra "QUE", no contexto em que foi empregada pertence a seguinte classe gramatical:
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