Foram encontradas 40 questões.
Deve-se considerar como plano terapêutico para bursite trocanteriana, EXCETO:
Provas
Fibromialgia é uma condição crônica que causa dores intensas por todo o corpo – bem como a rigidez e a tensão nos músculos, tendões e articulações. É mais comum em mulheres com idades entre 35 e 55 anos. Embora seja um dos problemas musculares mais comuns, a causa é um mistério, afirmam os pesquisadores de fibromialgia. Não há nenhum dano ou inflamação articular, como ocorre com a artrite, por exemplo. Não há nenhum dano aos órgãos internos do corpo, como acontece com o lúpus. A fibromialgia na verdade é uma síndrome, ou seja, a doença é diagnosticada pelo aparecimento de um conjunto de sinais e sintomas e uma disfunção no processamento da dor central que amplia as sensações. São sintomas relatados por uma paciente com diagnóstico de fibromialgia
Provas
A Escala de Lawton, comumente usada em idosos, serve para
Provas
R.A. é um homem de 60 anos com uma história de alcoolismo durante 40 anos. Seu diagnóstico é polineuropatia periférica progressiva, secundária ao alcoolismo e deficiência nutricional com comprometimento vascular concomitante. Em sua avaliação apresenta fraqueza de membros inferiores bilateralmente, grau 3 em 5 de força nos músculos do compartimento posterior e 2+ em 5 no compartimento anterior e lateral. Sua sensibilidade superficial e diminuída com comprometimento moderado ao toque, dor e temperatura e, profunda com comprometimento leve da pressão profunda, vibração e propriocepção. Apresenta ainda contratura em flexão nos dois joelhos (grau 5), marcha de leve ataxia com elevação excessiva das pernas e ulceração na pele sobre o dorso do pé direito e rouquidão constante. Ao tratar este paciente neurológico, é correto afirmar que
Provas
A partir da manovacuometria, é considerada fraqueza muscular
Provas
Assinale a alternativa que apresenta um músculo que tem inserção na face lateral, anterior e posterior do terço superior do rádio.
Provas
O teste de Phalen é utilizado para
Provas
Texto
Proteção, sim; violação de privacidade, não. Esse é o desejo dos consumidores brasileiros que navegam na Internet. E esse é o mote – mais que o mote, o alerta – que orienta a campanha lançada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) na última terça-feira, contra o Projeto de Lei 84/99, que trata de crimes cibernéticos.
A campanha “Consumidores contra o PL Azeredo” pretende chamar a atenção da sociedade para a ameaça que o PL 84 representa ao direito à privacidade e liberdade na rede, aos direitos dos consumidores no acesso aos produtos e serviços e no direito fundamental de acesso à cultura, à informação e à comunicação.
No Congresso desde 1999, o PL 84/99 segue na Câmara dos Deputados nos termos do texto substitutivo proposto pelo deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG). O PL Azeredo tramita em caráter de urgência na Casa e está prestes a ser votado no início de agosto, quando termina o recesso parlamentar. Se aprovado, desviando-se de sua pretensa função de combater os crimes na Internet, o projeto vai instaurar um cenário de vigilância e monitoramento na rede, restringindo sensivelmente os direitos e liberdades e criminalizando condutas que são cotidianas dos cidadãos no mundo virtual.
Para os consumidores, a aprovação do projeto traz consequências drásticas, especialmente se considerarmos que a Internet é inteiramente permeada por relações de consumo. Desde a conexão até o acesso a conteúdos em sites, produtos e serviços via comércio eletrônico, passando pela utilização de e-mails, plataformas colaborativas e redes sociais, em menor ou maior grau, tudo é relação de consumo e deve ser entendido na lógica da defesa dos direitos consagrados pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).
Há 20 anos, esse mesmo CDC tenta fazer valer um de seus princípios básicos: a boa-fé. Pressupõe-se que todos são legítimos titulares de direitos e praticam seus atos cotidianos com base na legalidade, na confiança e no respeito. Por óbvio, essa premissa é válida também para a Internet. O que o PL Azeredo faz, no entanto, é inverter essa lógica. No lugar da presunção da boa-fé, instaura-se a constante suspeita. No lugar do respeito à privacidade dos dados e informações dos usuários, o projeto determina a sua vigilância constante, como se a qualquer momento fossem praticar um crime, um ato de vandalismo, uma atitude ilícita. Para o PL Azeredo, como norma penal que é, na Internet todos passam a ser suspeitos até que se prove o contrário.
(Guilherme Varella, Carta Capital. 28/07/11)
Assinale a alternativa que apresenta a classificação do “que” DIFERENTE dos demais.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas
Caderno Container