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Texto I

Biblioteca na palma da mão: a Amazon lança revolução no mercado editorial

A Amazon lança o Kindle, o leitor digital que recebe livros pela onda do celular.

Os primeiros livros feitos com tipos móveis renováveis, predecessores das publicações atuais, surgiram no século XV e semearam uma revolução. Transformaram a leitura em algo popular. Estaremos assistindo a uma nova revolução no conceito de livro? Na semana passada, a Amazon, a maior entre as livrarias on-line, lançou o Kindle, aparelho para ser usado na leitura de textos em formato digital. Não é o primeiro desse tipo de produto, chamado genericamente de e-reader. Mas tem um encanto especial: a conexão direta com a Amazon sem a intermediação de um computador. A livraria oferece 88.000 títulos para download. Há também uma seleção de jornais americanos e europeus, 250 blogs e a Wikipedia, a enciclopédia da web. Nenhum concorrente chega perto em número de publicações.

O conteúdo é baixado para o Kindle por telefonia celular, sem custo para o usuário. Já os livros e jornais precisam ser pagos. Um título recém-lançado sai por 9,99 dólares. Obras de catálogo são vendidas por menos de 1 dólar. Seja qual for o número de páginas da obra, o tempo de download não chega a ser um problema. O aparelho armazena em torno de 200 livros. O teclado permite consulta a textos arquivados e à Wikipedia. "O Kindle pode não substituir os livros, mas faz coisas que eles não fazem", disse Jeff Bezos, dono da Amazon, no lançamento do produto. O Kindle não é barato – custa 399 dólares, o preço de um iPhone. Pesa 300 gramas. É ligeiramente mais grosso que um lápis e tem o formato aproximado de um livro-padrão. Ou seja, pode ser carregado numa pasta sem causar incômodo. O visor, com 15 centímetros na diagonal, usa tecnologia criada pela E-Ink, empresa que nasceu no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A tela é constituída por cápsulas microscópicas, preenchidas por pigmentos pretos e brancos. Estes são ativados por uma corrente elétrica, formando as letras. Ao contrário dos computadores e dos celulares, quanto mais claro o ambiente, mais nítida fica a tela.

Os e-readers surgiram no fim dos anos 90. Nenhum deles emplacou. Pioneiros como o SoftBook e o Rocket e Book eram caros (500 dólares), pesados (1,5 quilo) e tímidos em termos tecnológicos (nem sonhavam com downloads por rede sem fio). A Sony produziu duas versões de livros digitais entre 2004 e 2006: o Librié e o Reader. O primeiro naufragou. O segundo tem vendas modestas. Tornou-se um produto de nicho. Em 2006, surgiu o iLiad, da iRex Technologies. Era mais leve que os primogênitos, mas ainda assim pesado: quase 400 gramas. A oferta de amplo conteúdo permite à dupla Kindle-Amazon um sonho mais ambicioso: representar para o mercado editorial o que outra dupla, a Apple-iPod, significou para a indústria fonográfica – uma reviravolta monumental.

(Folha de São Paulo, 22/11/2007 – Carlos Rydlewski)

O principal objetivo desse texto é

 

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Numa geladeira há 9 garrafas de água mineral, sendo 4 com gás e 5 sem gás. Retirando-se ao acaso 2 garrafas, a probabilidade de que ambas sejam de água mineral com gás é
 

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Biblioteca na palma da mão: a Amazon lança revolução no mercado editorial

A Amazon lança o Kindle, o leitor digital que recebe livros pela onda do celular.

Os primeiros livros feitos com tipos móveis renováveis, predecessores das publicações atuais, surgiram no século XV e semearam uma revolução. Transformaram a leitura em algo popular. Estaremos assistindo a uma nova revolução no conceito de livro? Na semana passada, a Amazon, a maior entre as livrarias on-line, lançou o Kindle, aparelho para ser usado na leitura de textos em formato digital. Não é o primeiro desse tipo de produto, chamado genericamente de e-reader. Mas tem um encanto especial: a conexão direta com a Amazon sem a intermediação de um computador. A livraria oferece 88.000 títulos para download. Há também uma seleção de jornais americanos e europeus, 250 blogs e a Wikipedia, a enciclopédia da web. Nenhum concorrente chega perto em número de publicações.

O conteúdo é baixado para o Kindle por telefonia celular, sem custo para o usuário. Já os livros e jornais precisam ser pagos. Um título recém-lançado sai por 9,99 dólares. Obras de catálogo são vendidas por menos de 1 dólar. Seja qual for o número de páginas da obra, o tempo de download não chega a ser um problema. O aparelho armazena em torno de 200 livros. O teclado permite consulta a textos arquivados e à Wikipedia. "O Kindle pode não substituir os livros, mas faz coisas que eles não fazem", disse Jeff Bezos, dono da Amazon, no lançamento do produto. O Kindle não é barato – custa 399 dólares, o preço de um iPhone. Pesa 300 gramas. É ligeiramente mais grosso que um lápis e tem o formato aproximado de um livro-padrão. Ou seja, pode ser carregado numa pasta sem causar incômodo. O visor, com 15 centímetros na diagonal, usa tecnologia criada pela E-Ink, empresa que nasceu no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A tela é constituída por cápsulas microscópicas, preenchidas por pigmentos pretos e brancos. Estes são ativados por uma corrente elétrica, formando as letras. Ao contrário dos computadores e dos celulares, quanto mais claro o ambiente, mais nítida fica a tela.

Os e-readers surgiram no fim dos anos 90. Nenhum deles emplacou. Pioneiros como o SoftBook e o Rocket e Book eram caros (500 dólares), pesados (1,5 quilo) e tímidos em termos tecnológicos (nem sonhavam com downloads por rede sem fio). A Sony produziu duas versões de livros digitais entre 2004 e 2006: o Librié e o Reader. O primeiro naufragou. O segundo tem vendas modestas. Tornou-se um produto de nicho. Em 2006, surgiu o iLiad, da iRex Technologies. Era mais leve que os primogênitos, mas ainda assim pesado: quase 400 gramas. A oferta de amplo conteúdo permite à dupla Kindle-Amazon um sonho mais ambicioso: representar para o mercado editorial o que outra dupla, a Apple-iPod, significou para a indústria fonográfica – uma reviravolta monumental.

(Folha de São Paulo, 22/11/2007 – Carlos Rydlewski)

Assinale a afirmativa que NÃO utilizou a concordância gramatical ou lógica.

 

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Analise o gráfico sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países do planeta.
Enunciado 2909390-1
Sobre as regiões mais escuras do gráfico, que representam os países com alto IDH, é INCORRETO afirmar que
 

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Em 2010, o chinês Liu Xiaobo ganhou o Prêmio Nobel da Paz por sua luta pacífica pela democracia na China, mas não pôde receber a honraria, pois se encontrava preso em seu país de origem. Além das ações atuais, o ativista se destacou num marcante acontecimento conhecido internacionalmente por Massacre da Paz Celestial, ocorrido em 1989, quando
 

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Três veículos A, B e C percorrem, respectivamente, as distâncias de 2 km, 1 km e 1,5 km. Se o veículo A gastou o dobro do tempo do veículo C e o veículo B a metade do tempo do veículo A, então, comparando suas
velocidades tem-se que
 

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Numa livraria estão disponíveis para venda 8 dicionários diferentes, sendo 5 deles de língua portuguesa e os demais de língua inglesa. De quantas maneiras pode-se comprar 3 dicionários diferentes nessa livraria, sendo pelo menos 1 deles de língua portuguesa?
 

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Envolvidos em graves conflitos internacionais a várias décadas, os vizinhos Irã e Iraque, que, inclusive, já guerrearam entre si, foram berços na antiguidade de duas grandes civilizações, que são
 

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Enunciado 2838894-1
A área em negrito no interior do quadrado é igual a 108 cm 2; então, o lado desse quadrado mede
 

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“Causando grande constrangimento às relações internacionais de várias nações, o site , idealizado pelo australiano , divulgou diversas informações secretas de várias embaixadas e consulados norte-americanos revelando os bastidores da política externa dos EUA.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
 

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