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Foram encontradas 40 questões.

Relacione os instrumentos de defesa ambiental com suas respectivas conceituações.
1. COP.
2. IPCC.
3. Protocolo de Kyoto.
4. MDL.
( ) Compromisso de redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.
( ) Mecanismo de desenvolvimento limpo através dos créditos de carbono e investimentos ambientais.
( ) Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática realizada em cada edição numa localidade distinta.
( ) Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas.
A sequência está correta em
 

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A desertificação é um problema que vem gerando pesquisas e muita preocupação às autoridades internacionais preocupadas com o clima no planeta. A Conferência das Nações Unidas de Luta Contra a Desertificação realizada no Quênia, em 1977, é considerada o primeiro grande esforço internacional para tratar da contenção deste fenômeno e ocorreu em decorrência da
 

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Texto

As lições do capitão

Normalmente, um naufrágio de grandes proporções mobiliza a atenção do público em função das mortes que provoca e dos mistérios que cercam o ocorrido. Com o naufrágio do navio italiano Costa Concórdia foi diferente: mesmo tendo causado um número pequeno de vítimas fatais, o acidente não sai do noticiário. O motivo é a incrível performance do capitão Schettino, que abandonou o navio antes dos passageiros e dos tripulantes, para a estupefação geral.

Não deixa de ser uma boa notícia: por remeter a questões relacionadas à honra, bravura, solidariedade e outras qualidades escassas, tal interesse pode ser interpretado como um impulso moral coletivo, coisa alentadora nestes tempos marcados, simultaneamente, por uma grande interconectividade e por um individualismo exacerbado. E no qual os discursos de uma ética global, financeira, ambiental ou política perdem-se na retórica e na queda de braço entre a sociedade civil, o Estado e as corporações: ninguém quer largar o osso, mas, na hora do naufrágio, todo mundo quer pular primeiro.

Uma coisa é pedir arrego na iminência de um ataque pirata no século XVI. O barbudo capitão agarra-se a um barril, e, caso sobreviva, abriga-se numa ilhota caribenha, onde terá tempo e paz para repensar seus atos ou, simplesmente, dar graças aos céus, no gozo da condição de covarde consumado. Outra coisa é pular do navio a poucas braçadas da costa, deixando centenas de semelhantes à própria sorte.

O dever, imputado a um capitão, de ser o último a deixar o navio, é velho, remonta às navegações da antiguidade clássica, mas é até hoje usado, não apenas nas leis de navegação, mas como metáfora na análise de atitudes várias nas relações sociais. No âmbito das empresas, por exemplo: o gerente recém-empossado que, diante da crise de seu departamento, ou de sua própria inépcia, deixa seus comandados na mão e corre para a primeira oferta de emprego, é hoje figurinha fácil, sobretudo nos meios de experimentação tecnológica. Faz-nos pensar, também, no quanto o ensimesmamento psicológico, em paradoxal anteposição à eclosão geométrica de redes sociais, se torna a regra de ouro numa era que se quer avançada e inventiva.

(Arnaldo Bloch. Jornal O Globo, 21.01.12 / adaptado)

Na expressão “largar o osso” utilizada no texto, observa-se o uso da conotação. Assinale a alternativa em que esse recurso também é utilizado.

 

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Texto

As lições do capitão

Normalmente, um naufrágio de grandes proporções mobiliza a atenção do público em função das mortes que provoca e dos mistérios que cercam o ocorrido. Com o naufrágio do navio italiano Costa Concórdia foi diferente: mesmo tendo causado um número pequeno de vítimas fatais, o acidente não sai do noticiário. O motivo é a incrível performance do capitão Schettino, que abandonou o navio antes dos passageiros e dos tripulantes, para a estupefação geral.

Não deixa de ser uma boa notícia: por remeter a questões relacionadas à honra, bravura, solidariedade e outras qualidades escassas, tal interesse pode ser interpretado como um impulso moral coletivo, coisa alentadora nestes tempos marcados, simultaneamente, por uma grande interconectividade e por um individualismo exacerbado. E no qual os discursos de uma ética global, financeira, ambiental ou política perdem-se na retórica e na queda de braço entre a sociedade civil, o Estado e as corporações: ninguém quer largar o osso, mas, na hora do naufrágio, todo mundo quer pular primeiro.

Uma coisa é pedir arrego na iminência de um ataque pirata no século XVI. O barbudo capitão agarra-se a um barril, e, caso sobreviva, abriga-se numa ilhota caribenha, onde terá tempo e paz para repensar seus atos ou, simplesmente, dar graças aos céus, no gozo da condição de covarde consumado. Outra coisa é pular do navio a poucas braçadas da costa, deixando centenas de semelhantes à própria sorte.

O dever, imputado a um capitão, de ser o último a deixar o navio, é velho, remonta às navegações da antiguidade clássica, mas é até hoje usado, não apenas nas leis de navegação, mas como metáfora na análise de atitudes várias nas relações sociais. No âmbito das empresas, por exemplo: o gerente recém-empossado que, diante da crise de seu departamento, ou de sua própria inépcia, deixa seus comandados na mão e corre para a primeira oferta de emprego, é hoje figurinha fácil, sobretudo nos meios de experimentação tecnológica. Faz-nos pensar, também, no quanto o ensimesmamento psicológico, em paradoxal anteposição à eclosão geométrica de redes sociais, se torna a regra de ouro numa era que se quer avançada e inventiva.

(Arnaldo Bloch. Jornal O Globo, 21.01.12 / adaptado)

A metáfora é uma figura de linguagem citada no texto. Assinale a alternativa que apresenta uma característica da referida figura.

 

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As lições do capitão

Normalmente, um naufrágio de grandes proporções mobiliza a atenção do público em função das mortes que provoca e dos mistérios que cercam o ocorrido. Com o naufrágio do navio italiano Costa Concórdia foi diferente: mesmo tendo causado um número pequeno de vítimas fatais, o acidente não sai do noticiário. O motivo é a incrível performance do capitão Schettino, que abandonou o navio antes dos passageiros e dos tripulantes, para a estupefação geral.

Não deixa de ser uma boa notícia: por remeter a questões relacionadas à honra, bravura, solidariedade e outras qualidades escassas, tal interesse pode ser interpretado como um impulso moral coletivo, coisa alentadora nestes tempos marcados, simultaneamente, por uma grande interconectividade e por um individualismo exacerbado. E no qual os discursos de uma ética global, financeira, ambiental ou política perdem-se na retórica e na queda de braço entre a sociedade civil, o Estado e as corporações: ninguém quer largar o osso, mas, na hora do naufrágio, todo mundo quer pular primeiro.

Uma coisa é pedir arrego na iminência de um ataque pirata no século XVI. O barbudo capitão agarra-se a um barril, e, caso sobreviva, abriga-se numa ilhota caribenha, onde terá tempo e paz para repensar seus atos ou, simplesmente, dar graças aos céus, no gozo da condição de covarde consumado. Outra coisa é pular do navio a poucas braçadas da costa, deixando centenas de semelhantes à própria sorte.

O dever, imputado a um capitão, de ser o último a deixar o navio, é velho, remonta às navegações da antiguidade clássica, mas é até hoje usado, não apenas nas leis de navegação, mas como metáfora na análise de atitudes várias nas relações sociais. No âmbito das empresas, por exemplo: o gerente recém-empossado que, diante da crise de seu departamento, ou de sua própria inépcia, deixa seus comandados na mão e corre para a primeira oferta de emprego, é hoje figurinha fácil, sobretudo nos meios de experimentação tecnológica. Faz-nos pensar, também, no quanto o ensimesmamento psicológico, em paradoxal anteposição à eclosão geométrica de redes sociais, se torna a regra de ouro numa era que se quer avançada e inventiva.

(Arnaldo Bloch. Jornal O Globo, 21.01.12 / adaptado)

O objetivo comunicativo do texto é enfatizar o(a)

 

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Analise o gráfico sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países do planeta.
Enunciado 2909390-1
Sobre as regiões mais escuras do gráfico, que representam os países com alto IDH, é INCORRETO afirmar que
 

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Em 2010, o chinês Liu Xiaobo ganhou o Prêmio Nobel da Paz por sua luta pacífica pela democracia na China, mas não pôde receber a honraria, pois se encontrava preso em seu país de origem. Além das ações atuais, o ativista se destacou num marcante acontecimento conhecido internacionalmente por Massacre da Paz Celestial, ocorrido em 1989, quando
 

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Envolvidos em graves conflitos internacionais a várias décadas, os vizinhos Irã e Iraque, que, inclusive, já guerrearam entre si, foram berços na antiguidade de duas grandes civilizações, que são
 

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“Causando grande constrangimento às relações internacionais de várias nações, o site , idealizado pelo australiano , divulgou diversas informações secretas de várias embaixadas e consulados norte-americanos revelando os bastidores da política externa dos EUA.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
 

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A Europa viveu grandes transformações no final do século XX, que englobam não só o fortalecimento da União Europeia, envolvendo grande parte dos países do continente, mas também uma grande reorganização política e geográfica, onde nações foram extintas, novos países surgiram, ocorrendo inclusive uma reunificação. Considerando o período final do século XX, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma nação que reunificou e outra que se dividiu em duas no continente europeu.
 

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