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Foram encontradas 925 questões.

2676589 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Laura resolveu fazer um churrasco. Foi ao açougue e escolheu três peças de picanha. O vendedor foi colocando uma peça após a outra na balança. Ao colocar a primeira peça, a balança marcou 2,75 kg. Ainda com a primeira na balança, ele colocou a segunda peça e a balança passou a marcar 5,4 kg. Ao colocar a terceira peça, marcou 8,75 kg. Quanto pesa a 2ª peça de picanha colocada na balança?

 

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2676588 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto II para as questões de 22 a 29.


A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

As mudanças feitas no trecho “Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos...” (4°§) ocasionaram ERRO de regência verbal em

 

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2676587 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto II para as questões de 22 a 29.


A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

Em “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse...” (5°§), ao substituir a forma verbal “ficaria” por “ficará”, ter-se-à

 

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2676586 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto II para as questões de 22 a 29.


A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

A expressão que exerce função sintática DIFERENTE das demais se encontra na alternativa

 

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2676585 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto II para as questões de 22 a 29.


A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

Em “mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados” (4°§), é correto afirmar que ocorre alteração de sentido caso o termo destacado seja substituído por

 

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2676584 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto II para as questões de 22 a 29.


A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

Com relação à pontuação encontrada no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em “... sobre os bastidores da Apple, que revolucionou...” (2°§) é facultativo o uso da vírgula depois do termo “Apple”, não ocorrendo erro ou alteração do sentido caso ocorra a sua supressão.

( ) A eliminação das vírgulas do 3°§ causaria alteração do sentido do trecho.

( ) A inserção de vírgula depois do termo “revelam” em “... revelam que agora há quase 6 bilhões...” (1°§) é correta.

( ) Em “A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente...” (2°§), a inserção de uma vírgula depois de “gadgets” e de outra depois de “maravilham” não provoca alteração do sentido do trecho.

A sequência está correta em

 

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2676583 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto II para as questões de 22 a 29.


A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

Acerca dos processos coesivos do texto, analise.

I. A expressão “sua receita” se refere ao termo “Exxon” (1°§).

II. Em “que revolucionou”, o termo destacado refere-se a “New York Times” (2°§).

III. Em “que nos maravilham”, o termo destacado se refere a “gadgets” (2°§).

IV. A expressão “dessa força de trabalho” (4°§) promove a coesão textual, uma vez que se refere a termos antecedentes.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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2676582 Ano: 2012
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Orgão: Pref. Uberlândia-MG

Texto II para as questões de 22 a 29.


A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

Com base nas ideias do texto, analise.

I. A expressão “... numa cama de pregos...” (2°§) foi utilizada com sentido figurado e significa que a base, na qual está apoiada a sofisticação tecnológica, não é boa.

II. Desde que os lucros correspondam às expectativas, a Apple não se importa com as precárias condições de trabalho a que são submetidos os empregados nas fábricas.

III. A Apple tem tentado melhorar as condições de trabalho dos empregados das fábricas através de auditorias, todavia ainda há desrespeito aos direitos trabalhistas.

IV. As condições de trabalho nas fábricas, onde é feito o serviço terceirizado, são visivelmente subumanas.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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A indústria de tecnologia parece hoje ter o toque de Midas. Na semana passada, a Apple novamente chegou a passar a Exxon como empresa mais valiosa do mundo, ostentando ativos de US$418,8 bilhões (sua receita em 2011 foi de US$46,33 bilhões). A venda de tablets de todos os “sabores” cresceu 260% no ano, chegando a 66,9 milhões de unidades (incluindo 26,8 milhões de tablets Android e 15,43 milhões de iPads no último trimestre), segundo a Strategy Analytics. E até os PC’s continuaram vendendo bem: foram 352,4 milhões de computadores pessoais vendidos em 2011 contra 346,8 em 2010, apontou o IDC. Finalmente, dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) revelam que agora há quase 6 bilhões de celulares no mundo – uma penetração de 87% na população global.

Até aí, tudo bem. A questão é: se vivemos mergulhados numa moderníssima “iEconomia” – termo cunhado pelo “New York Times” em recente série de reportagens sobre os bastidores da Apple, que revolucionou o mundo techie com o trio iPad, iPhone e iPod – por outro lado toda a sofisticação parece se apoiar numa cama de pregos. A maioria dos gadgets que nos maravilham diariamente é montada na China e arredores, em fábricas com condições de trabalho tirânicas.

Só a taiwanesa Foxconn, que acaba de ser habilitada pelo governo brasileiro e terá incentivos fiscais para fabricar o iPad no país, responde por 40% da montagem de eletroeletrônicos de consumo do mundo inteiro.

A Foxconn tem um exército de 920 mil empregados, boa parte ganhando menos de US$17 por dia, segundo dados do “NYT”. Muito dessa força de trabalho dorme em alojamentos dentro das sedes da Foxconn, ficando disponível 24 horas por dia – são 210 mil só em Shenzhen. Entre outros gadgets, a companhia monta o iPad e o iPhone, da Apple; o console de games Xbox 360, da Microsoft; o e-reader Kindle, da Amazon; o console Wii, da Nintendo; e o PlayStation 3, da Sony. Sem falar de placas de vídeo da Nvidia e placas-mãe de computadores com modelos para processadores Intel e AMD. Ainda segundo o “NYT”, outras integradoras asiáticas terceirizadas por HP, IBM, Lenovo, Nokia, Motorola e Toshiba também apresentam condições subumanas de trabalho. A Apple faz entre 200 e 300 auditorias por ano nas fábricas chinesas, mas os direitos trabalhistas continuam sendo violados.

“Tentamos melhorar as coisas”, disse ao jornal americano um ex-executivo da Apple. “Mas muita gente ainda ficaria perturbada se visse de onde seu iPhone vem.”

(< http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/30/ieconomia-x-insustentabilidade/. >. Acesso em 8/2/12 – com adaptações)

Com relação aos aspectos semânticos e às estruturas linguísticas do primeiro e segundo parágrafos do texto, analise as afirmativas.

I. A expressão “... toque de Midas...” foi usada com sentido denotativo.

II. A expressão “... ostentando...” pode, sem causar alteração de sentido, ser substituída por “cobrando”.

III. Em “... há quase 6 bilhões...” o termo sublinhado pode, sem comprometer a norma culta, ser substituído por “existe”.

IV. Os termos “cunhado” e “tirânicas” significam, respectivamente, “criado” e “cruéis”.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

 

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2676580 Ano: 2012
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Considerando o conteúdo e a correta elaboração do relatório administrativo, analise.

I. É uma exposição circunstanciada de fatos ou ocorrências de ordem administrativa.

II. Sua estrutura compreende abertura, fecho, introdução, desenvolvimento, conclusão e recomendações de providência ou medidas cabíveis.

III. Possui características, predominantemente, de um texto dissertativo-argumentativo, tendo em vista sua estrutura e recursos utilizados.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

 

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