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Foram encontradas 280 questões.

3958166 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Roberto começou a monitorar a quantidade de cursos vendidos mensalmente em sua empresa em determinado ano. Em janeiro, foram vendidos 20 cursos e, no mês seguinte, a quantidade de cursos vendidos triplicou. Supondo que o número de vendas mensais nesse ano seguiu uma progressão aritmética, quantos cursos foram vendidos somente no mês de junho?
 

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3958165 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Durante uma campanha de vacinação, foram aplicadas 81 doses, sendo algumas em idosos e outras em crianças. Sabe-se que, se fossem aplicadas mais três doses em crianças, a quantidade total de doses aplicadas em crianças seria igual ao dobro da quantidade aplicada em idosos. Quantas doses foram aplicadas em crianças?
 

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3958164 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Durante um levantamento feito com 120 servidores públicos sobre áreas de interesse em capacitação profissional, verificou-se que:

• Todos os que têm interesse em licitações também têm interesse em gestão de projetos;
• Nenhum dos que têm interesse em direito administrativo têm interesse em licitações;
• 80 servidores têm interesse em gestão de projetos; • 50 servidores têm interesse em direito administrativo; e
• 28 servidores têm interesse somente em gestão de projetos. T

endo em vista que todos os servidores demonstraram interesse em pelo menos uma dessas áreas, quantos têm interesse em licitações?
 

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3958163 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Determinada ONG decidiu distribuir uma doação recebida em cestas básicas para três comunidades – A, B e C – em quanti dades diretamente proporcionais ao número de famílias de cada comunidade, que são, respectivamente: 2, 4 e 6 famílias cadastradas. Após essa distribuição proporcional, restará uma cesta básica no depósito. Qual dos valores a seguir relacionados NÃO pode representar a quantidade total de cestas básicas recebidas pela ONG?
 

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3958162 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Em determinada livraria, os exemplares recém-adquiridos foram marcados com identificações numéricas de 1 a 91, todas distintas. Cada identificação pertence a um único exemplar. Qual é a menor quantidade de exemplares que precisa ser esco lhida para assegurar que, entre eles, pelo menos dois possuam números sucessivos?
 

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3958161 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Quatro caixas coloridas (vermelha, azul, verde e amarela) estão dispostas sobre uma mesa. Quatro livros diferentes devem ser guardados nessas caixas. De quantas maneiras distintas isso pode ser feito, de forma que nenhuma caixa contenha todos os livros?
 

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3958160 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Para visitar uma cliente, Larissa pode escolher entre dois trajetos: o caminho pela Avenida Norte e o caminho pela Via Expressa. A Via Expressa tem um percurso 10% mais longo do que a Avenida Norte. No entanto, nela é possível manter uma velocidade média 25% maior do que na Avenida Norte. Se Larissa optar pela Via Expressa, em comparação com a Avenida Norte, o tempo de viagem será reduzido em:
 

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3958159 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Durante uma vistoria nos estoques de livros de uma biblioteca pública, verificou-se que:

• 25% dos livros estão desgastados e serão descartados;
• Metade dos livros está em bom estado de uso; e
• 1/4 dos livros restantes acabaram de ser doados e ainda não foram catalogados.

Os livros que não se enquadram em nenhuma dessas três categorias estão atualmente emprestados aos usuários. Conside rando que o total de livros da biblioteca é de 960 unidades, quantos estão emprestados?
 

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3958158 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
O que é mesmo a língua brasileira?
        Nos últimos tempos, voltou ao debate a ideia de que o português do Brasil deve ser tratado como uma língua distinta daquela falada em Portugal. Os defensores dessa proposta, no entanto, não parecem assumir uma perspectiva nacionalista, como se poderia imaginar à primeira vista. Não é essa a questão, nem de longe. O que parece alimentar a tese da língua brasi leira hoje, no século 21, é a valorização da oralidade, naturalmente suscetível a grande variação tanto regional como diastrática. Enfatizam-se as diferenças colhidas no registro distenso da língua a pretexto de valorizar a diversidade, agora mais relevante que a unidade. A diversidade seria “real” e a unidade seria “fictícia”.
     Com base nesse olhar, atento mais às mudanças que às permanências, propõe-se uma atualização do cânone da língua padrão, que estaria ultrapassado. Assim, as obras literárias consagradas deixariam de ser o modelo de correção gramatical, papel que passaria a ser desempenhado pelo texto jornalístico e pela produção acadêmica. Em tese, a mudança de corpus não deveria fazer grande diferença, pois tanto jornalistas como graduandos, mestrandos, doutorandos e professores universitários fazem uso da norma padrão sistematizada nas gramáticas. Ou não?
     Sim e, às vezes, não. Grandes jornais costumam ter manuais de orientação editorial, que, baseados nas gramáticas, servem para tirar dúvidas de quem escreve contra o relógio no dia a dia. Há muito tempo, porém, dispensaram a figura do revisor (ou do “copidesque”), atividade que já foi exercida – em tempos ainda mais distantes – por gente do quilate de Graciliano Ramos, José Saramago e Machado de Assis, entre outros que conhecemos pelo brilho de suas obras literárias.
     O fato é que, sem o revisor, a tendência é haver menos rigor no uso da norma padrão. Há, sem dúvida, jornalistas que se revelam exímios escritores (não faltam exemplos), mas outros ainda estão ganhando experiência. Claro está que todos, indistin tamente, participariam desse novo cânone. Na prática, o que eram “erros gramaticais”, às vezes mero fruto de lapso, ganharia status de modelo de correção. Não é demasiado lembrar que a atividade do jornalista não se resume a escrever, o que, de saída, o distingue de escritores propriamente ditos. Estes últimos é que se ocupam de fato de burilar a linguagem, explorando a pleni tude de seus recursos. Sempre foi assim.
     Os textos produzidos por estudantes universitários, por vezes, refletem falhas da formação escolar anterior – e quem o diz são os próprios professores que leem os trabalhos deles. Alguns orientadores sugerem a alunos que submetam seus trabalhos à revisão profissional, mas muitos outros não o fazem. Além disso, frequentemente esses trabalhos são revisados por outros estudantes, em busca de um “bico” para arredondar o orçamento. O resultado é novamente a irregularidade.
     O novo cânone seria, então, muito abrangente. Naturalmente, para ser “novo”, teria de assegurar a pureza do corpus, liberto da interferência de algum tacanho revisor de texto. Não por acaso, os revisores vêm sendo tachados de “elitistas” e até de “reacionários”. Seriam, no plano específico de sua atividade, defensores da “unidade fictícia” em detrimento da “diversidade real” e, no plano geral, defensores de uma tradição que, por muitos motivos, deveria ser questionada.
     Em outras palavras, a posição “progressista” no debate é a que introduz como modelo de correção gramatical os textos jornalísticos e universitários em “estado puro”, que, afinal, sem a interferência fantasmagórica do revisor, seriam a expressão “real” da língua da camada culta da população. Com esse modelo, por certo, não nos livramos do “elitismo”, mas, talvez, apenas dos revisores.
      Não vamos negar que haja revisores de mão pesada, pouco sensíveis ao estilo de algum escritor, mas é falso tomá-los como padrão da profissão. O revisor não é um mero “caçador de erros”, muito menos alguém que decore meia dúzia de regras gramaticais e se gabe de suposta sapiência para diminuir o valor alheio. Existe gente séria fazendo trabalho sério nessa área, gente que estuda, pesquisa, consulta, confere, mas atua longe dos holofotes, como o simpático personagem da “História do Cerco de Lisboa”, de José Saramago.
     Ao defender, na sua atividade, o conhecimento consolidado nas gramáticas, o revisor usa como modelo não o seu estilo pessoal (como parece fazer quem advoga em causa própria), mas um patrimônio coletivo constituído pela tradição cultural. Demonizar esse profissional, sob o duvidoso pretexto de “democratizar” a língua, é perda de tempo. Ao que tudo indica, esse “novo cânone”, se sair do discurso fácil de ser “curtido” nas redes sociais, vai enfrentar grandes dificuldades técnicas, se não a total impossibilidade de concretização. Com objetivos pouco claros, pode ser apenas uma batalha fadada a ser inglória.
  (Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: julho de 2025.) 
Acerca das ideias veiculadas no texto, analise as assertivas a seguir.

I. Com ou sem o trabalho do revisor, o elitismo na linguagem continuará existindo.
II. É intrínseco ao ofício de revisor não só proceder às correções gramaticais como também intervir no estilo pessoal dos escritores.
III. A revisão de textos deve ser encarada como um trabalho de refinamento e de busca da precisão, e não como um instru mento de opressão.
IV. O tradicional modelo de correção gramatical – as obras literárias clássicas – será substituído pelo novo cânone da norma culta escrita – os textos jornalísticos e acadêmicos.

Está correto o que se afirma apenas em
 

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3958157 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
O que é mesmo a língua brasileira?
        Nos últimos tempos, voltou ao debate a ideia de que o português do Brasil deve ser tratado como uma língua distinta daquela falada em Portugal. Os defensores dessa proposta, no entanto, não parecem assumir uma perspectiva nacionalista, como se poderia imaginar à primeira vista. Não é essa a questão, nem de longe. O que parece alimentar a tese da língua brasi leira hoje, no século 21, é a valorização da oralidade, naturalmente suscetível a grande variação tanto regional como diastrática. Enfatizam-se as diferenças colhidas no registro distenso da língua a pretexto de valorizar a diversidade, agora mais relevante que a unidade. A diversidade seria “real” e a unidade seria “fictícia”.
     Com base nesse olhar, atento mais às mudanças que às permanências, propõe-se uma atualização do cânone da língua padrão, que estaria ultrapassado. Assim, as obras literárias consagradas deixariam de ser o modelo de correção gramatical, papel que passaria a ser desempenhado pelo texto jornalístico e pela produção acadêmica. Em tese, a mudança de corpus não deveria fazer grande diferença, pois tanto jornalistas como graduandos, mestrandos, doutorandos e professores universitários fazem uso da norma padrão sistematizada nas gramáticas. Ou não?
     Sim e, às vezes, não. Grandes jornais costumam ter manuais de orientação editorial, que, baseados nas gramáticas, servem para tirar dúvidas de quem escreve contra o relógio no dia a dia. Há muito tempo, porém, dispensaram a figura do revisor (ou do “copidesque”), atividade que já foi exercida – em tempos ainda mais distantes – por gente do quilate de Graciliano Ramos, José Saramago e Machado de Assis, entre outros que conhecemos pelo brilho de suas obras literárias.
     O fato é que, sem o revisor, a tendência é haver menos rigor no uso da norma padrão. Há, sem dúvida, jornalistas que se revelam exímios escritores (não faltam exemplos), mas outros ainda estão ganhando experiência. Claro está que todos, indistin tamente, participariam desse novo cânone. Na prática, o que eram “erros gramaticais”, às vezes mero fruto de lapso, ganharia status de modelo de correção. Não é demasiado lembrar que a atividade do jornalista não se resume a escrever, o que, de saída, o distingue de escritores propriamente ditos. Estes últimos é que se ocupam de fato de burilar a linguagem, explorando a pleni tude de seus recursos. Sempre foi assim.
     Os textos produzidos por estudantes universitários, por vezes, refletem falhas da formação escolar anterior – e quem o diz são os próprios professores que leem os trabalhos deles. Alguns orientadores sugerem a alunos que submetam seus trabalhos à revisão profissional, mas muitos outros não o fazem. Além disso, frequentemente esses trabalhos são revisados por outros estudantes, em busca de um “bico” para arredondar o orçamento. O resultado é novamente a irregularidade.
     O novo cânone seria, então, muito abrangente. Naturalmente, para ser “novo”, teria de assegurar a pureza do corpus, liberto da interferência de algum tacanho revisor de texto. Não por acaso, os revisores vêm sendo tachados de “elitistas” e até de “reacionários”. Seriam, no plano específico de sua atividade, defensores da “unidade fictícia” em detrimento da “diversidade real” e, no plano geral, defensores de uma tradição que, por muitos motivos, deveria ser questionada.
     Em outras palavras, a posição “progressista” no debate é a que introduz como modelo de correção gramatical os textos jornalísticos e universitários em “estado puro”, que, afinal, sem a interferência fantasmagórica do revisor, seriam a expressão “real” da língua da camada culta da população. Com esse modelo, por certo, não nos livramos do “elitismo”, mas, talvez, apenas dos revisores.
      Não vamos negar que haja revisores de mão pesada, pouco sensíveis ao estilo de algum escritor, mas é falso tomá-los como padrão da profissão. O revisor não é um mero “caçador de erros”, muito menos alguém que decore meia dúzia de regras gramaticais e se gabe de suposta sapiência para diminuir o valor alheio. Existe gente séria fazendo trabalho sério nessa área, gente que estuda, pesquisa, consulta, confere, mas atua longe dos holofotes, como o simpático personagem da “História do Cerco de Lisboa”, de José Saramago.
     Ao defender, na sua atividade, o conhecimento consolidado nas gramáticas, o revisor usa como modelo não o seu estilo pessoal (como parece fazer quem advoga em causa própria), mas um patrimônio coletivo constituído pela tradição cultural. Demonizar esse profissional, sob o duvidoso pretexto de “democratizar” a língua, é perda de tempo. Ao que tudo indica, esse “novo cânone”, se sair do discurso fácil de ser “curtido” nas redes sociais, vai enfrentar grandes dificuldades técnicas, se não a total impossibilidade de concretização. Com objetivos pouco claros, pode ser apenas uma batalha fadada a ser inglória.
  (Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: julho de 2025.) 
Para a articulista, o maior impacto causado pela dispensa do trabalho do copidesque será:
 

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