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Por que e como utilizar narrativas indígenas na alfabetização? 
Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças
    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.
    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 
     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena
    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.
    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”
Desafios para preservar a língua materna
    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.
    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´
    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.
 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
A palavra “estereótipo” é formada por dois radicais gregos que significam, respectivamente:
 

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    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.
    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 
     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena
    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.
    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”
Desafios para preservar a língua materna
    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.
    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´
    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.
 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
No período a palavra “A escrita das línguas indígenas veio com a catequização, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”, é correto afirmar sobre a palavra “que”:
 

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    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.
    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 
     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena
    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.
    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”
Desafios para preservar a língua materna
    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.
    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´
    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.
 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
No contexto do texto, a palavra “intercultural” desempenha qual papel e qual é sua classe de palavras?
 

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    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.
    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 
     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena
    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.
    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”
Desafios para preservar a língua materna
    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.
    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´
    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.
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A palavra “indígenas” no texto esta corretamente acentuada. Considerando as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, por que a palavra “indígenas” recebe acento?
 

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    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.
    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 
     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena
    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.
    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”
Desafios para preservar a língua materna
    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.
    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´
    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.
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No segmento “dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),” a ortografia das palavras está de acordo com as normas oficiais da língua portuguesa?
 

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    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.
    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 
     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena
    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.
    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”
Desafios para preservar a língua materna
    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.
    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´
    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.
 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
Analise a coesão e coerência no trecho: “o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país.” Como os elementos coesivos contribuem para a unidade temática do texto?
 

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    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.
    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 
     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena
    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.
    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”
Desafios para preservar a língua materna
    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.
    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´
    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.
 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
No trecho “Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas,” a concordância verbal está correta?
 

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Por que e como utilizar narrativas indigenas na alfabetização?

Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças 

Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem à sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito às suas línguas, inclusive no âmbito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministério da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indigena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.

O referencial assegurou a chamada alfabetização intercultural, isto é, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as préticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memorias histéricas e reafirmar suas identidades.

“A lingua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takud, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequização, com os jesuitas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”

Panorama da alfabetização indígena 


Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondônia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Então, geralmente, no 1° ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2° ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.

A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na região onde atua, na Terra Indígena Rio Negro  Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alterndncia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e têm dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”

Desafios para preservar a língua materna 


Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena está diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler o mundo que nos rodeia”, conta.


Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Então, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia.


Outra questão são os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocéntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatório o estudo da histéria e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteúdos ainda trazem estereótipos de uma concepção única do que é ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC é uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não é na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.


© Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ihttps://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povosindigenas-alfabetizacaog,

Qual é o principal argumento do texto em relação ao uso de línguas indígenas na educação?
 

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3868767 Ano: 2024
Disciplina: Farmácia
Banca: URCA
Orgão: Pref. Várzea Alegre-CE
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Os estudos de farmacoeconomia fornecem resultados importantes que auxiliam a gestão de qualquer instituição de saúde, seja no aspecto econômico ou na própria gestão clínica. Considerando os estudos de farmacoeconomia, analise as seguintes afirmativas:
I. A análise de minimização de custo (AMC) é útil na comparação de doses e vias de administração diferentes do equivalente genérico, para os quais os efeitos são absolutamente semelhantes, selecionando-se o de menor custo

II. A análise de custo-benefício (ACB) é amplamente utilizada no setor público como estratégia de avaliação de viabilidade econômica de projetos sociais, quando comparados em unidades monetárias

III. A análise custo-efetividade (ACE) avalia o impacto de distintas alternativas de intervenção à saúde, permitindo melhorar os efeitos do tratamento em troca da aplicação de recursos adicionais

Marque a alternativa que indica corretamente quais afirmativas descrevem os tipos de análise farmacoeconômica:
Questão Anulada

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3868766 Ano: 2024
Disciplina: Farmácia
Banca: URCA
Orgão: Pref. Várzea Alegre-CE
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Luciana, uma farmacêutica em um hospital universitário, está realizando um estudo quantitativo sobre o uso de anti-hipertensivos utilizando o sistema Anatomical Therapeutic Chemical (ATC) e a Dose Diária Definida (DDD). Qual das seguintes afirmações descreve corretamente a aplicação da DDD neste contexto?
Questão Anulada

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