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INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir, de um artigo de J. R. Guzzo, e responda a questão

É comum ouvir que as coisas vão mal num país quando você percebe que, para produzir alguma coisa,

tem de pedir autorização a quem não produz nada. É a situação de todos os dias no Brasil – e ela vai

ficando pior de governo a governo, com o aumento implacável na quantidade de cidadãos encarregados

de dar ou recusar as autorizações para fazer seja lá o que tem de ser feito. Reproduzem-se como coelhos;

são pagos com salários extravagantes para regular todos os aspectos possíveis da vida humana, das

licenças para cortar um galho de árvore à proibição da galinha de cabidela. Chamam a si próprios de

“Estado”, como os padres se chamavam de “clero” e os marqueses se chamavam de “nobreza”. São um

dos principais motivos pelos quais o Brasil continua sendo um país subdesenvolvido. Já é ruim o

suficiente, mas acaba de acontecer uma novidade para pior. Agora se pode dizer, além do que está dito

acima, que as coisas também vão muito mal num país quando se vê, como acontece no Brasil de hoje,

que cumprir a lei tornou-se um risco.

Os responsáveis pela criação dessa nova realidade são os juízes, procuradores e altos burocratas da

Justiça do Trabalho que não aprovaram a reforma da legislação trabalhista recentemente aprovada pelo

Congresso Nacional – e que passou a ser a lei em vigor na República Federativa do Brasil nas questões

relativas a trabalho. [...]

[...] Mas o que realmente importa é o seguinte: como é que ficam as coisas na vida real de todo mundo?

Se um juiz não estiver de acordo, por exemplo, com o fim do imposto sindical obrigatório, como

determina a nova lei, o que vai acontecer? O que acontece se o juiz não concordar que o empregado

reduza o seu horário de almoço para sair mais cedo? [...]

(Revista Veja, ed. 2.559. Adaptado.)

Sobre esse trecho do artigo, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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A coerência textual é responsável pela unidade de sentido, pois estabelece uma relação harmônica entre as partes do texto. A ambiguidade é um dos casos de falta de coerência. Em qual alternativa a ambiguidade NÃO foi desfeita?
 

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O compromisso do profissional se aplica sistemicamente. Em primeiro lugar, ele deve se comprometer com o próprio desenvolvimento contínuo e se comportar de maneira congruente com sua linha de pensamento, ou seja, agir para alcançar suas metas e objetivos, e o único caminho é a entrega dos resultados solicitados pela empresa. Em segundo lugar e não menos importante, ele deve estar comprometido com os colegas de trabalho, com os líderes e o público da marca. Ao desempenhar sua função com excelência, automaticamente estará contribuindo com o todo.
A respeito da construção argumentativa do trecho acima, analise as afirmativas. I - A posição de quem escreve sobre o assunto compromisso profissional torna-se clara somente na última frase do trecho. II - Dois argumentos sustentam a tese de que escreve: necessidade do compromisso pessoal do profissional e do compromisso com a empresa em que trabalha. III - A adjetivação presente no trecho, a exemplo de contínuo, congruente, único, fortalece os argumentos empregados. IV - Os operadores argumentativos Em primeiro lugar e Em segundo lugar fornecem ao leitor pistas sobre a sequência temporal dos argumentos.
Está correto o que se afirma em
 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho abaixo da obra O despertar da águia, de Leonardo Boff, e responda a questão.
O ser humano apresenta-se simultaneamente como um ser de necessidade e de criatividade. Dito de outra forma: como um ser que se autoafirma e ao mesmo tempo se conecta com outros. [...]
Antes de mais nada ele é um ser de necessidade. Tem necessidade de comer, de vestir-se, de abrigar-se, de reproduzir-se, de comunicar-se, de ser feliz e de imaginar um sentido último da vida e do universo. [...] Grande parte das pessoas emprega seu tempo na dura faina pela sobrevivência. Pois trata-se de necessidades que devem ser permanentemente atendidas. [...]
Para atender as suas necessidades, o ser humano se vê obrigado a abrir-se ao mundo. Cria a linguagem pela qual significa o mundo e inventa o instrumento pelo qual prolonga seus membros. Modifica o mundo, ao mesmo tempo em que é modificado por ele.[...]
O conjunto das modificações que faz no mundo e de si mesmo chama-se cultura.
Em inventa o instrumento pelo qual prolonga seus membros, a expressão grifada não foi empregada no sentido literal e sim ampliado e modificado, com objetivo de obter um efeito de sentido no contexto – sentido conotativo. Assinale a frase em que há presença de sentido conotativo.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir, de um artigo de J. R. Guzzo, e responda a questão

É comum ouvir que as coisas vão mal num país quando você percebe que, para produzir alguma coisa,

tem de pedir autorização a quem não produz nada. É a situação de todos os dias no Brasil – e ela vai

ficando pior de governo a governo, com o aumento implacável na quantidade de cidadãos encarregados

de dar ou recusar as autorizações para fazer seja lá o que tem de ser feito. Reproduzem-se como coelhos;

são pagos com salários extravagantes para regular todos os aspectos possíveis da vida humana, das

licenças para cortar um galho de árvore à proibição da galinha de cabidela. Chamam a si próprios de

“Estado”, como os padres se chamavam de “clero” e os marqueses se chamavam de “nobreza”. São um

dos principais motivos pelos quais o Brasil continua sendo um país subdesenvolvido. Já é ruim o

suficiente, mas acaba de acontecer uma novidade para pior. Agora se pode dizer, além do que está dito

acima, que as coisas também vão muito mal num país quando se vê, como acontece no Brasil de hoje,

que cumprir a lei tornou-se um risco.

Os responsáveis pela criação dessa nova realidade são os juízes, procuradores e altos burocratas da

Justiça do Trabalho que não aprovaram a reforma da legislação trabalhista recentemente aprovada pelo

Congresso Nacional – e que passou a ser a lei em vigor na República Federativa do Brasil nas questões

relativas a trabalho. [...]

[...] Mas o que realmente importa é o seguinte: como é que ficam as coisas na vida real de todo mundo?

Se um juiz não estiver de acordo, por exemplo, com o fim do imposto sindical obrigatório, como

determina a nova lei, o que vai acontecer? O que acontece se o juiz não concordar que o empregado

reduza o seu horário de almoço para sair mais cedo? [...]

(Revista Veja, ed. 2.559. Adaptado.)

Na primeira frase do texto, qual situação linguística explica o uso de vírgulas?
 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho abaixo da obra O despertar da águia, de Leonardo Boff, e responda a questão.
O ser humano apresenta-se simultaneamente como um ser de necessidade e de criatividade. Dito de outra forma: como um ser que se autoafirma e ao mesmo tempo se conecta com outros. [...]
Antes de mais nada ele é um ser de necessidade. Tem necessidade de comer, de vestir-se, de abrigar-se, de reproduzir-se, de comunicar-se, de ser feliz e de imaginar um sentido último da vida e do universo. [...] Grande parte das pessoas emprega seu tempo na dura faina pela sobrevivência. Pois trata-se de necessidades que devem ser permanentemente atendidas. [...]
Para atender as suas necessidades, o ser humano se vê obrigado a abrir-se ao mundo. Cria a linguagem pela qual significa o mundo e inventa o instrumento pelo qual prolonga seus membros. Modifica o mundo, ao mesmo tempo em que é modificado por ele.[...]
O conjunto das modificações que faz no mundo e de si mesmo chama-se cultura.
Na frase Grande parte das pessoas emprega seu tempo na dura faina pela sobrevivência, o verbo empregar está no singular porque a concordância foi feita com a expressão partitiva e não com o substantivo plural. Poderia também ir para o plural, fazendo a concordância com o substantivo pessoas. Assinale a frase em que a concordância NÃO é realizada em função dessa regra da escrita padrão.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho abaixo da obra O despertar da águia, de Leonardo Boff, e responda a questão.
O ser humano apresenta-se simultaneamente como um ser de necessidade e de criatividade. Dito de outra forma: como um ser que se autoafirma e ao mesmo tempo se conecta com outros. [...]
Antes de mais nada ele é um ser de necessidade. Tem necessidade de comer, de vestir-se, de abrigar-se, de reproduzir-se, de comunicar-se, de ser feliz e de imaginar um sentido último da vida e do universo. [...] Grande parte das pessoas emprega seu tempo na dura faina pela sobrevivência. Pois trata-se de necessidades que devem ser permanentemente atendidas. [...]
Para atender as suas necessidades, o ser humano se vê obrigado a abrir-se ao mundo. Cria a linguagem pela qual significa o mundo e inventa o instrumento pelo qual prolonga seus membros. Modifica o mundo, ao mesmo tempo em que é modificado por ele.[...]
O conjunto das modificações que faz no mundo e de si mesmo chama-se cultura.
Dependendo da situação linguística, o pronome relativo deve ser preposicionado, a exemplo de Cria a linguagem pela qual significa o mundo e inventa o instrumento pelo qual prolonga seus membros. Assinale a afirmativa em que o pronome relativo está INCORRETAMENTE preposicionado.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir, de um artigo de J. R. Guzzo, e responda a questão

É comum ouvir que as coisas vão mal num país quando você percebe que, para produzir alguma coisa,

tem de pedir autorização a quem não produz nada. É a situação de todos os dias no Brasil – e ela vai

ficando pior de governo a governo, com o aumento implacável na quantidade de cidadãos encarregados

de dar ou recusar as autorizações para fazer seja lá o que tem de ser feito. Reproduzem-se como coelhos;

são pagos com salários extravagantes para regular todos os aspectos possíveis da vida humana, das

licenças para cortar um galho de árvore à proibição da galinha de cabidela. Chamam a si próprios de

“Estado”, como os padres se chamavam de “clero” e os marqueses se chamavam de “nobreza”. São um

dos principais motivos pelos quais o Brasil continua sendo um país subdesenvolvido. Já é ruim o

suficiente, mas acaba de acontecer uma novidade para pior. Agora se pode dizer, além do que está dito

acima, que as coisas também vão muito mal num país quando se vê, como acontece no Brasil de hoje,

que cumprir a lei tornou-se um risco.

Os responsáveis pela criação dessa nova realidade são os juízes, procuradores e altos burocratas da

Justiça do Trabalho que não aprovaram a reforma da legislação trabalhista recentemente aprovada pelo

Congresso Nacional – e que passou a ser a lei em vigor na República Federativa do Brasil nas questões

relativas a trabalho. [...]

[...] Mas o que realmente importa é o seguinte: como é que ficam as coisas na vida real de todo mundo?

Se um juiz não estiver de acordo, por exemplo, com o fim do imposto sindical obrigatório, como

determina a nova lei, o que vai acontecer? O que acontece se o juiz não concordar que o empregado

reduza o seu horário de almoço para sair mais cedo? [...]

(Revista Veja, ed. 2.559. Adaptado.)

A conjunção como pode ter valor semântico de comparação e de conformidade, a depender do contexto em que aparece. Analise os seguintes trechos de texto: I - Chamam a si próprios de “Estado”, como os padres se chamavam de “clero” II - as coisas também vão muito mal num país quando se vê, como acontece no Brasil de hoje, que cumprir a lei tornou-se um risco.
Sobre a conjunção como nesses trechos, assinale a afirmativa correta.
 

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INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir, de um artigo de J. R. Guzzo, e responda a questão

É comum ouvir que as coisas vão mal num país quando você percebe que, para produzir alguma coisa,

tem de pedir autorização a quem não produz nada. É a situação de todos os dias no Brasil – e ela vai

ficando pior de governo a governo, com o aumento implacável na quantidade de cidadãos encarregados

de dar ou recusar as autorizações para fazer seja lá o que tem de ser feito. Reproduzem-se como coelhos;

são pagos com salários extravagantes para regular todos os aspectos possíveis da vida humana, das

licenças para cortar um galho de árvore à proibição da galinha de cabidela. Chamam a si próprios de

“Estado”, como os padres se chamavam de “clero” e os marqueses se chamavam de “nobreza”. São um

dos principais motivos pelos quais o Brasil continua sendo um país subdesenvolvido. Já é ruim o

suficiente, mas acaba de acontecer uma novidade para pior. Agora se pode dizer, além do que está dito

acima, que as coisas também vão muito mal num país quando se vê, como acontece no Brasil de hoje,

que cumprir a lei tornou-se um risco.

Os responsáveis pela criação dessa nova realidade são os juízes, procuradores e altos burocratas da

Justiça do Trabalho que não aprovaram a reforma da legislação trabalhista recentemente aprovada pelo

Congresso Nacional – e que passou a ser a lei em vigor na República Federativa do Brasil nas questões

relativas a trabalho. [...]

[...] Mas o que realmente importa é o seguinte: como é que ficam as coisas na vida real de todo mundo?

Se um juiz não estiver de acordo, por exemplo, com o fim do imposto sindical obrigatório, como

determina a nova lei, o que vai acontecer? O que acontece se o juiz não concordar que o empregado

reduza o seu horário de almoço para sair mais cedo? [...]

(Revista Veja, ed. 2.559. Adaptado.)

Os adjetivos extravagantes (linha 5) e principais (linha 8) são denominados uniformes, pois apresentam uma única forma para feminino e masculino. Assinale a alternativa em que todos os adjetivos têm essa característica.
 

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509574 Ano: 2018
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Várzea Grande-MT
Provas:
A NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos – estabelece que todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na borda do piso, em cor contrastante com a do acabamento, medindo entre 2 cm e 3 cm de largura, conforme imagem.

enunciado 509574-1
Qual a extensão mínima da sinalização restrita à projeção dos corrimãos laterais (X) ilustrada na imagem anterior?
Questão Anulada

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