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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Viçosa-RN
De acordo com o Art. 26, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB Nº 9394/96), “os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.” Analise as afirmações abaixo em relação ao que determina alguns dos parágrafos deste artigo e, em seguida, assinale qual(is) a(s) CORRETA(S):
I- Os currículos a que se refere o caput devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.
II- O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório da educação básica.
III- O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígenas e africanas. Excetuando a matriz europeia. IV- No currículo do ensino fundamental, a partir do sexto ano, será ofertada a língua inglesa.
A alternativa que responde CORRETAMENTE é:
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Em seus estudos, Piaget (1974) distinguiu quatro grandes períodos no desenvolvimento das estruturas cognitivas, intimamente relacionados ao desenvolvimento da afetividade e da socialização da criança: estágio da inteligência sensório-motora (até, aproximadamente, os 2 anos); estágio da inteligência simbólica ou pré-operatória (2 a 7-8 anos); estágio da inteligência operatória concreta (7-8 a 11-12 anos); e estágio da inteligência formal (a partir, aproximadamente, dos 12 anos). Associe as duas colunas, relacionando cada um desses estágios de desenvolvimento às suas características básicas.
1. Estágio da inteligência sensório - motora
2. Estágio da inteligência simbólica ou pré-operatória
3. Estágio da inteligência operatória concreta
4. Estágio da inteligência formal
( ) A criança não pensa, no sentido estrito desse termo, mas ela vê mentalmente o que evoca. Seu raciocínio procede por analogias, uma vez que lhe falta a generalidade de um verdadeiro raciocínio lógico.
( ) O equilíbrio das trocas cognitivas entre a criança e a realidade, característico das estruturas operatórias, é muito mais rico e variado, mais estável, mais sólido e mais aberto quanto ao seu alcance do que o equilíbrio próprio às estruturas da inteligência sensório -motora
( ) A criança consegue agrupar representações de estruturas equilibradas e tem acesso a um raciocínio hipotético -dedutivo. Agora, poderá chegar a conclusões a partir de hipóteses, sem ter necessidade de observação e manipulação reais.
( ) Estágio esse que o instrumento principal de apoio e de constituição de si mesma e do mundo é a percepção, pela qual a criança estabelece relações diretamente com o mundo exterior. A partir deste estádio essas relações com o mundo serão mediadas pela função simbólica, no plano das representações.
A sequência CORRETA dessa associação é:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Viçosa-RN
Em relação à educação especial, o Artigo 3º da Resolução CNE/CEB Nº 2, de 11 de setembro de 2001 especifica que: Por educação especial, modalidade da educação escolar, entende-se um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais e especiais, organizados institucionalmente para apoiar, , suplementar e, em alguns casos, os serviços educacionais comuns, de modo a a educação escolar e o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentem necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica (BRASIL- MEC/SEESP, 2001, p. 1)
Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:
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Huizinga (1938, apud FRIEDMANN, 1996, p. 22) afirma que: “O jogo é uma atividade livre, conscientemente tomada como não-séria e exterior à vida habitual, mas ao mesmo tempo capaz de absorver o jogador de maneira intensa e total.” Levando em consideração o pensamento de Huizinga, isso significa que:
I- O jogo é realizado com intencionalidade e relaciona-se como uma atividade pedagógica no contexto escolar. A ludicidade deve ser vivenciada fora da escola.
II- O jogo pode prender a atenção das crianças quando consegue concentrar e internalizar as normas e regras para cobrá-las dos colegas e dos adultos.
III- Jogando, mesmo livremente, as crianças socializam-se, interagem com os pares, desenvolvem a imaginação e são capazes de construir sua realidade, agindo sobre ela e transformando-a.
É CORRETO o que se afirma em:
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Abordando a origem etimológica da palavra cuidar, Tiriba (2005) afirma que ela possui a mesma raiz latina da palavra pensar, pois ambas vêm de cogitare. Em português, cogitar seria a versão erudita e cuidar a versão popular do termo, que possui os significados de solicitude para com o outro e de pensamento, reflexão. Com o passar do tempo, o uso do termo no sentido de pensar foi sendo substituído pelo próprio termo pensar. Assim, cogitare passou a assumir apenas o sentido de cuidar. O termo educar, por sua vez, é originário do termo latino educare, que foi assumindo diversos significados ao longo dos tempos e em diferentes espaços geográficos e contextos sociais e históricos. Possui o significado de instruir, ensinar, promover a educação de um indivíduo ou conjunto de indivíduos, proporcionar o desenvolvimento humano, levar o indivíduo a construir conhecimentos, a desenvolver competências e habilidades. Levando em consideração o significado das palavras “cuidar” e “educar”, é FALSA a afirmação de que
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Segue abaixo um fragmento textual, extraído da entrevista “Ainda podemos evitar que ocorra o pior” (Veja, 18/09/19).
“É ilusão pensar que o ser humano evolui sempre rumo à razão? ”
Não existe uma lei capaz de garantir que o processo histórico leve sempre ao progresso. A revolução da agricultura, por exemplo, produziu grandes avanços na vida de reis e aristocratas, mas, a princípio, a vida das pessoas em geral piorou. Os primeiros agricultores tinham de trabalhar mais duro que seus antepassados caçadores-coletores, comiam pior do que eles e sofriam mais doenças infecciosas, com a maior iniquidade social e repressão política. Para a maioria das pessoas, a invenção da agricultura não foi um momento que trouxe progresso. Da mesma forma, nas próximas décadas nós desenvolveremos novas tecnologias poderosas, como a inteligência artificial. Mas, se não formos cuidadosos, essa força poderá beneficiar somente uma pequena elite, em detrimento da maioria das pessoas. A inteligência artificial deverá ceifar o emprego de centenas de milhões e dar origem a uma nova classe de 'inúteis'. Muita gente provavelmente perderá a sua utilidade econômica e sua força política. Ao mesmo tempo, inéditas ferramentas de vigilância poderão nos levar a uma era de ditaduras digitais, em que os governos monitorarão a todos o tempo todo”. (Veja, 23/09/2019).
Da resposta do entrevistado, o filósofo e historiador Yuval Noah Harari, depreende-se que ele se mostra.
I- Contrário à evolução tecnológica, pois destaca os aspectos negativos seja na referência ao passado, tratando das mudanças ocorridas quando da revolução na agricultura, seja na referência à possibilidade de muita gente ficar desempregada com a inserção da inteligência artificial, nas próximas décadas.
II- Cauteloso em relação à aceitação das novas tecnologias, pois as inovações podem favorecer uma minoria, daí a necessidade de buscar meios de garantir que as mudanças contribuam para o progresso da humanidade.
III- Favorável às mudanças, sem se deixar iludir em relação a propósitos obscuros, já que as inovações podem ser usadas para beneficiar as pessoas, mas também podem ter implicações negativas.
IV- Descrente quanto ao progresso, uma vez que os avanços beneficiam uma pequena elite, como demonstrado em relação aos avanços na agricultura em tempos remotos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Alguns itens gramaticais servem de guia para a compreensão das relações de sentido expressas entre as orações que compõem um texto. Logo, constituem importante recurso de coesão. Leia, com atenção, o trecho de entrevista abaixo exposto, em que os conectores estão ausentes, e empregue-os, de modo a dar-lhe sentido.
FILOSOFIA: O que dizer sobre o futuro próximo (e o não tão próximo) das profissões?
JOÃO TEIXEIRA: Não acredito que o trabalho vai acabar. ______ ele passará por uma reconfiguração social e tecnologia drástica nas próximas décadas. [...] O trabalho está cada vez mais precarizado ou “uberizado” [...] Tudo dependerá de um cálculo de custos e benefícios. a automação ainda for mais cara do que a mão de obra, ela não será implementada. Um efeito interessante da automatização será uma modificação grande na nossa cultura do trabalho. [...] Com a precarização do trabalho e a dissolução da ideia de carreira as pessoas podem enfrentar, em um futuro próximo, uma espécie de crise de identidade. sempre é possível nos definirmos pelo trabalho ou pelo emprego que temos. As pessoas dizem “sou professor” ou “sou jornalista”, , no futuro, elas não poderão mais fazer isso, pois mudarão de atividade várias vezes durante a vida [...]”.
(Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br)
Os elementos conjuntivos que preenchem adequadamente as lacunas são:
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisClassificação de Sistemas Operacionais
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisIntrodução a Sistemas Operacionais
Sobre sistemas operacionais, assinale a alternativa CORRETA.
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Abaixo estão relacionados os termos técnicos seguidos do significado. Assinale a alternativa que NÃO apresenta a devida correspondência entre o termo e o conceito.
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Feita a leitura dos fragmentos textuais e (I) (II) abaixo expostos, extraídos da reportagem “CORTAR, CORTAR E CORTAR (Veja, 18/09/19), responda à questão, respectivamente.
Fragmento I
“O descalabro das contas públicas, devido a uma máquina inchada e cara, que falha em entregar serviços adequados para a população em áreas cruciais, exige que o país faça com urgência uma reforma administrativa. E um dos caminhos é reduzir drasticamente os gastos com pessoal, que consomem mais de 13% do PIB anualmente e custará cerca de 325 bilhões de reais neste ano. Torna-se urgente modificar as regras do funcionalismo, a fim de impedir que o colapso fiscal mantenha a escalada de crescimento.
Essa pauta incontornável está na mira do congresso. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já diagnosticou que, sem a mudança das regras para o funcionalismo, de nada adiantará se empenhar numa reforma que mexe nos tributos. Sem diminuir o tamanho do Estado, acredita Maia, não se reduz a carga tributária. No momento, a equipe econômica trabalha nos bastidores em uma proposta [...]”
Fragmento II
“Para chegar a um modelo eficaz, o Executivo estuda sistemas adotados em países desenvolvidos, como o da Holanda, onde o servidor pode ser demitido em caso de performance abaixo do esperado1, ou o da Inglaterra, país que pune afastamentos médicos frequentes2. Além de experiências estrangeiras, o governo avalia estudos do setor privado e de organizações civis que têm se mobilizado para combater os gastos, que crescem acima da inflação, e a escalada de contratações”.
Analise as estruturas em destaque em (1) e (2) abaixo, e responda ao que se pede:
1. “.... sistemas como o da Holanda, onde o servidor pode ser demitido em caso de performance abaixo do esperado,...”
2. “....ou o da Inglaterra, país que pune afastamentos médicos frequentes.”
Assinale a alternativa que apresenta, na sequência, a classificação CORRETA.
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