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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.
A oração “Administrar essa cota de água doce” exerce função sintática de sujeito.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidas se o trecho “o que levou à redução da quantidade de água” fosse substituído por a qual levou à redução da quantidade de água.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.
Nos trechos “calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050” e “a demanda por água se multiplicou por oito”, o pronome “se” expressa a indeterminação do sujeito.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.
As palavras “água”, “renovável” e “distribuído”, utilizadas no texto, recebem acento gráfico pela mesma razão.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.
Nos trechos “atender às suas necessidades” , “levou à redução da quantidade de água” e “O restante corresponde à água salgada dos mares", o emprego de crase é obrigatório
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.
Na primeira linha do texto, os termos “azul”, “dramático” qualificam, respectivamente, os substantivos “planeta” e “paradoxo”.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Com relação às idéias e características do texto acima, julgue o item a seguir.
O emprego de dados estatísticos e exemplos, com o intuito de despertar a curiosidade do leitor e favorecer a argumentação, caracteriza o texto como narrativo.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Com relação às idéias e características do texto acima, julgue o item a seguir.
Ao caracterizar o tema tratado no texto como um paradoxo, o autor refere-se à aparente contradição entre a existência de água e sua escassez para um grande número de pessoas.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Com relação às idéias e características do texto acima, julgue o item a seguir.
Infere-se da leitura do texto que a renovação natural dos recursos hídricos depende do tratamento da água do mar.
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O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.
Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.
Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).
Com relação às idéias e características do texto acima, julgue o item a seguir.
Em 2050, de acordo com o texto, se não houver alteração no padrão de consumo de água, o número de pessoas sem acesso a água para atender as suas necessidades básicas será duplicado.
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