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678432 Ano: 2007
Disciplina: Informática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Enunciado 3332635-1

Considerando a figura acima, que ilustra parte da janela do navegador Internet Explorer 6 (IE6), em que se mostra uma página web da Prefeitura Municipal de Vila Velha sendo acessada por meio de uma conexão ADSL, julgue o próximo item.

Caso haja processo de download em execução no acesso acima referido, o uso do botão Enunciado 3332635-2 permite que esse processo seja interrompido.

 

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678430 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

No trecho “de que me adiantava isso”, o pronome “isso” complementa a forma verbal “adiantava”.

 

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678426 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

No trecho “de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas”, a vírgula é empregada para separar termos que exercem a mesma função sintática.

 

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678425 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

A oração “que um bem é fundamental” exerce a mesma função sintática que “todas as outras liberdades”

 

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454231 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos se o trecho “Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade” fosse substituído por Eu sabia agora que meu sonho de consumo era a liberdade.

 

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454214 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

A correção gramatical do texto seria mantida se fosse inserida uma vírgula após o termo “entrevista”

 

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422375 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O sentido do texto seria mantido se o vocábulo “convicções” fosse substituído por crenças.

 

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422112 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

No trecho “quando deixa de possuí-lo”, o pronome clítico refere-se ao termo “um bem”.

 

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421830 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

Infere-se do texto que, no “porão”, o estilo do autor era “hiperbólico”, “cheio de conjunções”.

 

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421452 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O autor do texto defende a idéia de que a crença em Deus torna o ser humano capaz de avaliar a importância dos bens que possui.

 

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