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Considerando a figura acima, que ilustra parte da janela do navegador Internet Explorer 6 (IE6), em que se mostra uma página web da Prefeitura Municipal de Vila Velha sendo acessada por meio de uma conexão ADSL, julgue o próximo item.
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.
No trecho “de que me adiantava isso”, o pronome “isso” complementa a forma verbal “adiantava”.
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.
No trecho “de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas”, a vírgula é empregada para separar termos que exercem a mesma função sintática.
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.
A oração “que um bem é fundamental” exerce a mesma função sintática que “todas as outras liberdades”
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.
A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos se o trecho “Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade” fosse substituído por Eu sabia agora que meu sonho de consumo era a liberdade.
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.
A correção gramatical do texto seria mantida se fosse inserida uma vírgula após o termo “entrevista”
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
O sentido do texto seria mantido se o vocábulo “convicções” fosse substituído por crenças.
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
No trecho “quando deixa de possuí-lo”, o pronome clítico refere-se ao termo “um bem”.
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
Infere-se do texto que, no “porão”, o estilo do autor era “hiperbólico”, “cheio de conjunções”.
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Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.
“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.
“Acreditar em Deus”, eu disse.
“Isto mudaria alguma coisa?”
“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)
Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.
O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.
Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?
Rubem Fonseca. Vastas
emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).
Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
O autor do texto defende a idéia de que a crença em Deus torna o ser humano capaz de avaliar a importância dos bens que possui.
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