Foram encontradas 50 questões.
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e ColetivosRemédios ConstitucionaisHabeas Data
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e ColetivosRemédios ConstitucionaisMandado de Segurança
- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos e Deveres Individuais e ColetivosRemédios ConstitucionaisMandado de Injunção
Serafina, na defesa de seus direitos, procura uma repartição pública e solicita uma certidão sobre dados pessoais, a
qual lhe foi negada sem qualquer fundamento, embora fizesse jus à sua obtenção. Em seguida, Washington procurou
a referida repartição, buscando, por outro lado, acesso a informações de interesse coletivo, geral, também não
obtendo êxito em seu pleito. Com por base no exposto, e valendo-se das disposições acerca dos remédios
constitucionais, assinale a alternativa correta.
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O município de Pontal d'Areia, após o devido procedimento licitatório, realiza contrato de concessão comum com a
empresa Acme Corporation para a prestação de serviços públicos. Acerca de tal contrato, é correto afirmar que
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Determinado município autorizou a criação, através de lei ordinária específica, de uma empresa pública para
exploração da atividade econômica, promovendo a inscrição de seus atos constitutivos no registro de pessoas
jurídicas. Sobre esta pessoa jurídica, é correto afirmar que
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Anúbis, prefeito municipal de Alexandria, decide exonerar Ísis, servidora ocupante de cargo em comissão, fundamentando o ato exoneratório na necessidade de redução de despesas com folha de pagamento. Ocorre que, uma semana depois, Ísis descobre que Osíris fora nomeado para o mesmo cargo e já se encontrava desempenhando as mesmas funções que exercias, inclusive com a percepção dos mesmos rendimentos. Acerca do aludido ato exoneratório, é correto afirmar que
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Tomando por base a Lei nº 8.666/93, os bens imóveis da Administração Pública, cuja aquisição haja derivado de
procedimentos judiciais ou de dação em pagamento, poderão ser alienados por ato da autoridade competente, com a
adoção da modalidade licitatória denominada
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Arlindo, na reforma de sua fazenda, aproveitando-se das facilidades de seu cargo, utilizou máquinas, equipamentos e materiais de propriedade do município de Sucupira, no qual atua como Fiscal de Obras, valendo-se, ainda, do trabalho de servidores públicos do mencionado ente federativo. Em relação ao caso apresentado, com base na Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), assinale a afirmativa correta.
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De acordo com a Lei Orgânica do município de Vilhena/RO, que dispõe sobre os servidores públicos, é INCORRETO
afirmar que
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A administração pública municipal é composta por vários órgãos, cargos e funções com competências, deveres e
vedações delineados pela Lei Orgânica Municipal. Acerca do assunto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Menos Estado, mais inclusão
A questão da participação do Estado na economia brasileira causa grandes emoções e forte polarização ideológica.
O argumento mais usado para justificar o continuado aumento da participação estatal na economia é a grande desigualdade no país e a necessidade de o Estado atuar como distribuidor de renda e promotor de igualdade.
É um argumento que merece análise séria.
O governo Lula é exemplo sempre citado de aumento bem-sucedido de intervenção estatal na eliminação da
desigualdade. Existiu, de fato, ampla inclusão social no período, propiciada por dois grandes fatores – o Bolsa Família e a
geração de emprego. Nenhum deles dependeu necessariamente do aumento do Estado.
O Bolsa Família representa só cerca de 0,5% do PIB numa arrecadação total acima de 35%. Ele pode ser facilmente
financiado com parcela pequena da arrecadação maior de impostos oriunda do crescimento econômico, sem elevar a
participação estatal na economia. Já a grande geração de emprego se deveu principalmente à estabilização econômica,
baseada no controle da inflação e dos gastos públicos.
A hiperinflação e as crises periódicas eram resultado direto do descontrole financeiro do Estado e de gastos
excessivos, financiados em boa parte por expansão monetária.
A Lei de Responsabilidade Fiscal e a implantação do sistema de metas de inflação, superávits primários e câmbio
flutuante, na década de 1990, modernizaram a estrutura institucional. Na década seguinte, o governo Lula promoveu a
histórica estabilização da economia.
A forte contenção de gastos instituída já nos seus primeiros anos, aliada a uma política monetária austera em todo
o período, com inflação controlada, redução de dívida pública e acumulação de reservas, foram fundamentais para a
estabilização. A confiança e o horizonte de planejamento das famílias e das empresas aumentaram, puxando crédito,
investimentos e produção, que resultaram na criação impressionante de empregos.
Foi essa geração de empregos a maior promotora da redução da desigualdade, com integração de dezenas de
milhões de pessoas à classe média e encolhimento da classe E. Já o aumento do Estado, com redução das taxas de
crescimento, gera menos empregos e também menos recursos excedentes aos programas sociais.
Portanto, temos que nos libertar da confusão recorrente entre uma administração pública que promove redução
da desigualdade e inclusão social de uma administração estatizante que diminui a capacidade produtiva da economia e
compromete esses benefícios, como mostra a experiência mundial.
(Henrique Meirelles. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/henriquemeire....)
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Menos Estado, mais inclusão
A questão da participação do Estado na economia brasileira causa grandes emoções e forte polarização ideológica.
O argumento mais usado para justificar o continuado aumento da participação estatal na economia é a grande desigualdade no país e a necessidade de o Estado atuar como distribuidor de renda e promotor de igualdade.
É um argumento que merece análise séria.
O governo Lula é exemplo sempre citado de aumento bem-sucedido de intervenção estatal na eliminação da
desigualdade. Existiu, de fato, ampla inclusão social no período, propiciada por dois grandes fatores – o Bolsa Família e a
geração de emprego. Nenhum deles dependeu necessariamente do aumento do Estado.
O Bolsa Família representa só cerca de 0,5% do PIB numa arrecadação total acima de 35%. Ele pode ser facilmente
financiado com parcela pequena da arrecadação maior de impostos oriunda do crescimento econômico, sem elevar a
participação estatal na economia. Já a grande geração de emprego se deveu principalmente à estabilização econômica,
baseada no controle da inflação e dos gastos públicos.
A hiperinflação e as crises periódicas eram resultado direto do descontrole financeiro do Estado e de gastos
excessivos, financiados em boa parte por expansão monetária.
A Lei de Responsabilidade Fiscal e a implantação do sistema de metas de inflação, superávits primários e câmbio
flutuante, na década de 1990, modernizaram a estrutura institucional. Na década seguinte, o governo Lula promoveu a
histórica estabilização da economia.
A forte contenção de gastos instituída já nos seus primeiros anos, aliada a uma política monetária austera em todo
o período, com inflação controlada, redução de dívida pública e acumulação de reservas, foram fundamentais para a
estabilização. A confiança e o horizonte de planejamento das famílias e das empresas aumentaram, puxando crédito,
investimentos e produção, que resultaram na criação impressionante de empregos.
Foi essa geração de empregos a maior promotora da redução da desigualdade, com integração de dezenas de
milhões de pessoas à classe média e encolhimento da classe E. Já o aumento do Estado, com redução das taxas de
crescimento, gera menos empregos e também menos recursos excedentes aos programas sociais.
Portanto, temos que nos libertar da confusão recorrente entre uma administração pública que promove redução
da desigualdade e inclusão social de uma administração estatizante que diminui a capacidade produtiva da economia e
compromete esses benefícios, como mostra a experiência mundial.
(Henrique Meirelles. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/henriquemeire....)
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