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O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
“[...] Ainda faltam horas para o destino, (1) e a mente e o corpo imploram por atividade, (2) mas o que fazer nesse espaço apertado? [...]” (1º parágrafo).
Observe as vírgulas empregadas nas duas situações apontadas no segmento acima. Sobre o uso da pontuação, é CORRETO afirmar que:
 

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O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Considerando os aspectos gerais do texto, analisar os itens.
I. De acordo com as ideias do texto, o tédio e a negatividade são os principais causadores de problemas em viagens.
II. Distrair-se com música, leituras e afins tem finalidade para manter a mente alerta.
III. Formigamentos e dormência têm maior valor de relevância e preocupação, se comparados a desconfortos no pescoço ou na lombar.
Está CORRETO o que se afirma:
 

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O que fazer em viagens longas?
    As redes sociais não entregam mais nada interessante, as paisagens ficaram ___________ e o sono não vem. Ainda faltam horas para o destino, e a mente e o corpo imploram por atividade, mas o que fazer nesse espaço apertado? Como lidar com os pensamentos que insistem em correr?
Segundo a psicóloga e professora Júlia Murta, o desafio começa porque nos desacostumamos a lidar com o tempo livre. “A rotina atual exige produtividade constante. Quando o tempo se alonga, como em uma viagem, somos convidados a encarar um tipo de silêncio interno e externo que normalmente abafamos”, explica.
Júlia destaca que a associação entre tédio e negatividade é fruto de um mal-estar contemporâneo: “O tédio pode ser um sintoma da dependência de produtividade para nos sentirmos válidos. Ele incomoda, mas também pode ser revelador”. 
Para ela, o tédio não surge da falta de estímulos, mas do enfrentamento do vazio — e viajar também é autodescoberta. Encarar o tempo livre como autocuidado, porém, requer processo.
“Leituras leves, anotações pessoais, escutar músicas ou podcasts com temas subjetivos podem ajudar a atravessar o tempo sem cair na aceleração compulsiva da mente. Não se trata de preencher, mas de sustentar a presença”.  
Além do cuidado com a mente, o corpo também precisa de atenção: passar horas na mesma posição é prejudicial em qualquer lugar, especialmente em viagens, quando o espaço é limitado.
A especialista também diferencia as dores comuns das que são um alerta — de acordo com ela, desconfortos no pescoço, na lombar e nas pernas são normais, afinal, a coluna é sobrecarregada ao se posicionar sentado.  
No entanto, dores musculares e articulares, formigamentos e dormência são indícios de risco para o corpo. 
                                                                                                                                          Fonte: Revista Bom Voyage. Adaptado. 
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna no texto CORRETAMENTE.
 

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3966758 Ano: 2025
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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Considerando -se as maneiras de administrar bem o estoque de material, analisar os itens.
I. Realizar inventários periódicos para confirmar se a quantidade de produtos registrada no sistema coincide com o estoque.
II. Contar com um processo de recebimento no qual se checa se o pedido foi entregue ou se falta algum item.
III. Evitar a verificação do estoque por amostragem, pois atrapalha o fluxo de trabalho e não auxilia no controle do estoque.
Está CORRETO o que se afirma:
 

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3966757 Ano: 2025
Disciplina: Arquivologia
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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Entre os conceitos básicos de arquivologia, assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o nome atribuído à técnica de seleção em que, de um dado conjunto de documentos, elege -se um subconjunto representativo do todo.
 

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3966756 Ano: 2025
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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Sobre a comunicação durante o atendimento ao público, assinalar a alternativa INCORRETA.
 

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3966755 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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A tradição da língua portuguesa utiliza a segunda pessoa do plural de forma indireta nos pronomes de tratamento para mostrar respeito. Na redação oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes em alguns momentos distintos. No caso das autoridades, é CORRETO afirmar que:
 

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3966754 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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O ato administrativo é praticado, produz efeitos e desaparece. Seu ciclo vital encerra-se de diversas maneiras, conhecidas como formas de extinção do ato administrativo. Em relação à revogação, é CORRETO afirmar que:
 

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3966753 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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O poder hierárquico tem dois institutos. Sobre eles, analisar a sentença.
A delegação concentra a competência de maneira centrípeta (1ª parte). A avocação distribui temporariamente a competência, representando um movimento centrífugo (2ª parte).
A sentença está:
 

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3966752 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vista Alegre Prata-RS
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A respeito das responsabilidades do Estado, analisar a sentença.
A responsabilidade do Estado por condutas comissivas é objetiva, não dependendo da comprovação de culpa ou dolo (1ª parte). Nos danos por omissão, o dever de indenizar condiciona-se à demonstração de culpa ou dolo, submetendo-se à teoria subjetiva (2ª parte).
A sentença está:
 

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