Foram encontradas 280 questões.
O município de Vitória conta com a Política de Educação
Especial para orientar o processo de inclusão nas ações
cotidianas planejadas e desenvolvidas nos Centros
Municipais de Educação Infantil (CMEI) e nas Escolas
Municipais de Ensino Fundamental (EMEF).
O público a que se destinam as ações da Política de
Educação Especial de Vitória é formado por estudantes:
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Para elaborar políticas públicas voltadas a garantir o
acesso e a permanência de todos os estudantes na
Educação Básica é fundamental o reconhecimento da
diversidade.
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O artigo 3º da Lei de Diretrizes e Bases trata dos princípios
da Educação Nacional. De acordo com esse artigo, o ensino
será ministrado com base em alguns princípios.
Considere os princípios a seguir:
I – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. II – existência somente de instituições públicas de ensino fundamental. III – desvalorização da experiência extraescolar. IV – consideração com a diversidade étnico-racial.
Estão de acordo com a LDB os seguintes princípios:
I – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. II – existência somente de instituições públicas de ensino fundamental. III – desvalorização da experiência extraescolar. IV – consideração com a diversidade étnico-racial.
Estão de acordo com a LDB os seguintes princípios:
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A Lei nº 9394/96, que fixa as Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, apresenta incumbências da União, dos
Estados, dos Municípios, dos estabelecimentos de ensino e
dos docentes.
Considere as afirmações sobre as incumbências dos
estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas
comuns e as do seu sistema de ensino.
I – Elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. II – Elaborar e executar sua proposta pedagógica. III – Assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal. IV – Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola. V – Promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), no âmbito das escolas.
Estão de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, os seguintes itens:
I – Elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. II – Elaborar e executar sua proposta pedagógica. III – Assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal. IV – Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola. V – Promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), no âmbito das escolas.
Estão de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, os seguintes itens:
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A educação foi abordada, direta ou indiretamente, em
todas as constituições brasileiras. A Lei nº 9394/1996,
conhecida como LDB (Lei de Diretrizes e Bases)
regulamenta o sistema educacional brasileiro. Além dessa
lei, há outras legislações vigentes.
O artigo 34 da LDB trata da jornada escolar no ensino
fundamental. De acordo com essa lei, pode-se afirmar que
o período de permanência do estudante na escola será:
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Leia abaixo parte do discurso de Benjamim Constant no
Parlamento francês no século XIX:
“(...)não podemos mais gozar a liberdade dos antigos, que era composta pela participação ativa e constante no poder coletivo. A nossa liberdade, deve ser composta pelo gozo pacífico da independência privada. A parte que na antiguidade cada um tomava à soberania nacional não era, como nos nossos dias, uma suposição abstrata. A vontade de cada um tinha uma influência real: o exercício desta vontade era um prazer vivo e repetido. Em consequência, os antigos estavam dispostos a fazer muitos sacrifícios pela conservação de seus direitos políticos e de sua parte na administração do Estado. (...). Esta recompensa não existe mais para nós. Perdido na multidão, o indivíduo não percebe quase nunca a influência que ele exerce. Jamais sua vontade se imprime sobre o conjunto, nada dá a ver aos seus próprios olhos a sua cooperação. O exercício dos direitos políticos não nos oferece, portanto, mais que uma parte dos benefícios que os antigos encontravam nele, e ao mesmo tempo o progresso da civilização, a tendência comercial da época, a comunicação dos povos entre si, multiplicaram e diversificaram ao infinito os meios para o bem-estar particular”. (Liberdade dos Antigos comparada à liberdade dos modernos, 1819). No discurso, o autor se refere a dois sistemas políticos diferentes, são eles:
“(...)não podemos mais gozar a liberdade dos antigos, que era composta pela participação ativa e constante no poder coletivo. A nossa liberdade, deve ser composta pelo gozo pacífico da independência privada. A parte que na antiguidade cada um tomava à soberania nacional não era, como nos nossos dias, uma suposição abstrata. A vontade de cada um tinha uma influência real: o exercício desta vontade era um prazer vivo e repetido. Em consequência, os antigos estavam dispostos a fazer muitos sacrifícios pela conservação de seus direitos políticos e de sua parte na administração do Estado. (...). Esta recompensa não existe mais para nós. Perdido na multidão, o indivíduo não percebe quase nunca a influência que ele exerce. Jamais sua vontade se imprime sobre o conjunto, nada dá a ver aos seus próprios olhos a sua cooperação. O exercício dos direitos políticos não nos oferece, portanto, mais que uma parte dos benefícios que os antigos encontravam nele, e ao mesmo tempo o progresso da civilização, a tendência comercial da época, a comunicação dos povos entre si, multiplicaram e diversificaram ao infinito os meios para o bem-estar particular”. (Liberdade dos Antigos comparada à liberdade dos modernos, 1819). No discurso, o autor se refere a dois sistemas políticos diferentes, são eles:
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When focusing on critical multi-literacies, the relation textcontext becomes central because:
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Read this excerpt from one of the previous texts:
There must be training sites where teachers have the opportunity to express those concerns while also learning to come up with ways to approach the multicultural classroom and curriculum.”
The phrasal verb highlighted above means:
There must be training sites where teachers have the opportunity to express those concerns while also learning to come up with ways to approach the multicultural classroom and curriculum.”
The phrasal verb highlighted above means:
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Embracing Change
I have taught brilliant students of color, many of them seniors, who have skillfully managed never to speak in classroom settings. Some express the feeling that they are less likely to suffer any kind of assault if they simply do not assert their subjectivity. They have told me that many professors never showed any interest in hearing their voices. Accepting the decentering of the West globally, embracing multiculturalism, compels educators to focus attention on the issue of voice. Who speaks? Who listens? And why? Caring about whether all students fulfill their responsibility to contribute to learning in the classroom is not a common approach in what Freire has called the “banking system of education” where students are regarded merely as passive consumers. Since so many professors teach from that standpoint, it is difficult to create the kind of learning community that can fully embrace multiculturalism. Students are much more willing to surrender their dependency on the banking system of education than are their teachers. They are also much more willing to face the challenge of multiculturalism. Multiculturalism compels educators to recognize the narrow boundaries that have shaped the way knowledge is shared in the classroom. It forces us all to recognize our complicity in accepting and perpetuating biases of any kind. Students are eager to break through barriers to knowing. They are willing to surrender to the wonder of relearning and learning ways of knowing that go against the grain. When we, as educators, allow our pedagogy to be radically changed by our recognition of a multicultural world, we can give students the education they desire and deserve. We can teach in ways that transform consciousness, creating a climate of free expression that is the essence of education.
Adapted from hooks, b. Teaching to Transgress: A Education as a Practice of Freedom. London/New York: Routledge, 1994.
Read the highlighted sentence in the text above. The cohesive device “since” can be substituted for:
I have taught brilliant students of color, many of them seniors, who have skillfully managed never to speak in classroom settings. Some express the feeling that they are less likely to suffer any kind of assault if they simply do not assert their subjectivity. They have told me that many professors never showed any interest in hearing their voices. Accepting the decentering of the West globally, embracing multiculturalism, compels educators to focus attention on the issue of voice. Who speaks? Who listens? And why? Caring about whether all students fulfill their responsibility to contribute to learning in the classroom is not a common approach in what Freire has called the “banking system of education” where students are regarded merely as passive consumers. Since so many professors teach from that standpoint, it is difficult to create the kind of learning community that can fully embrace multiculturalism. Students are much more willing to surrender their dependency on the banking system of education than are their teachers. They are also much more willing to face the challenge of multiculturalism. Multiculturalism compels educators to recognize the narrow boundaries that have shaped the way knowledge is shared in the classroom. It forces us all to recognize our complicity in accepting and perpetuating biases of any kind. Students are eager to break through barriers to knowing. They are willing to surrender to the wonder of relearning and learning ways of knowing that go against the grain. When we, as educators, allow our pedagogy to be radically changed by our recognition of a multicultural world, we can give students the education they desire and deserve. We can teach in ways that transform consciousness, creating a climate of free expression that is the essence of education.
Adapted from hooks, b. Teaching to Transgress: A Education as a Practice of Freedom. London/New York: Routledge, 1994.
Read the highlighted sentence in the text above. The cohesive device “since” can be substituted for:
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Read this excerpt from one of the previous texts:
“Multiculturalism compels educators to recognize the narrow boundaries that have shaped the way knowledge is shared in the classroom. It forces us all to recognize our complicity in accepting and perpetuating biases of any kind. Students are eager to break through barriers to knowing. They are willing to surrender to the wonder of relearning and learning ways of knowing that go against the grain. When we, as educators, allow our pedagogy to be radically changed by our recognition of a multicultural world, we can give students the education they desire and deserve. We can teach in ways that transform consciousness, creating a climate of free expression that is the essence of education.”
About the expression “break through barriers” and the expression “go against the grain”, it is correct to say that:
“Multiculturalism compels educators to recognize the narrow boundaries that have shaped the way knowledge is shared in the classroom. It forces us all to recognize our complicity in accepting and perpetuating biases of any kind. Students are eager to break through barriers to knowing. They are willing to surrender to the wonder of relearning and learning ways of knowing that go against the grain. When we, as educators, allow our pedagogy to be radically changed by our recognition of a multicultural world, we can give students the education they desire and deserve. We can teach in ways that transform consciousness, creating a climate of free expression that is the essence of education.”
About the expression “break through barriers” and the expression “go against the grain”, it is correct to say that:
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