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3480721 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias. Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

O termo “dualidade” decorre do processo de formação de palavras denominado derivação sufixal, sendo que o seu sufixo é:

 

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3480720 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias. Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

Na frase Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso (...)”, a locução conjuntiva sublinhada expressa ideia de:

 

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3480719 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias.(c) Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos,(b) raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental(a) legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental.(a) Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.(a)

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade,(d) violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra extraída do texto que contém um dígrafo que representa vogal nasal.

 

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3480718 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias. Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer,(I) pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida,(II) ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos,(III) aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

Observe as seguintes frases constituídas por período composto.

I. “(...) muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer (...)”

II. “Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida (...)”

III. “A vida tem altos e baixos (...)”

Está correto o que se afirma apenas em

 

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3480717 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias. Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

Levando-se em consideração somente o que é expresso pelo texto, é correto afirmar que:

 

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3480716 Ano: 2019
Disciplina: Português
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias. Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

Da oração “Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado.”, o sujeito é:

 

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Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

No excerto “É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade (...)”, o vocábulo sublinhado poderia ser substituído por seu sinônimo:

 

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Orgão: PREVIFOR-MG
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias. Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

Na frase “Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso.”, se o termo “excesso” fosse flexionado no plural, quantas palavras ao todo, excetuando-se da contagem o termo a ser flexionado por determinação do enunciado, precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?

 

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3480713 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
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Você já foi criticado alguma vez por reclamar de algo? Tem ganhado espaço na sociedade uma censura à reclamação. É como se pessoas devessem banir todo e qualquer sentimento que não seja ligado a uma ideia um pouco mítica do que seria felicidade – como se felicidade devesse ser somente os sentimentos e as vivências positivas, prazerosas e satisfatórias. Essa, porém, não é a realidade, quando a gente pensa no sentido de uma saúde mental e do que é natureza da vida mental.

Por mais que seja normal ter pensamentos negativos, raiva, irritação e verbalizar por meio da reclamação, muita gente despreza tudo isso e diz que temos apenas que agradecer, pensar positivo e não reclamar, em todas as situações da vida. Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar, pois a pessoa acaba sufocando o que não está lhe fazendo bem. Quando algo nos incomoda e falamos sobre isso, essa reclamação se torna um desabafo, e são coisas normais que devemos aprender a aceitar. Ao reclamar, fazemos uma função psicológica muito importante que é a catarse, quando purificamos nossos sentimentos liberando os sentimentos que nos afligem. Colocar essa energia para fora torna a reclamação algo positivo.

Estar em acordo com a experiência mental legítima daquilo que a gente vive em relação aos sentimentos, acontecimentos e experiências com o outro é fundamental, e reclamar é uma parte disso. Poder expressar o que sente é o que vai determinar uma maturidade mental. Reclamar é poder estar em sintonia com a realidade psíquica, pois demonstra autenticidade e legitimidade com aquilo que se é, independentemente de qual é a natureza do afeto implicado. Manter somente atitudes positivas, de acordo com os especialistas, é um erro. Ter pensamentos e emoções consideradas negativas é natural e todos temos. Além disso, represar a reclamação e os sentimentos ligados a ela acaba criando sintomas prejudiciais à saúde mental.

Quando a pessoa não exprime sua insatisfação, não reclama ou desabafa, isso pode desencadear, por exemplo, uma situação na qual a pessoa acumula episódios contínuos de não ser ela mesma, não expressar o que ela sente, não ser autêntica consigo mesma. Isso gera um represamento de emoções e em algum momento essa pessoa pode não suportar mais. Por isso, vemos muitas vezes situações extremistas, de agressividade, violência aparentemente sem um sentido, mas que são frutos de um contínuo processo de substituição de sentimentos legítimos de insatisfação e frustração.

Se o excesso de positividade é prejudicial, o oposto também é danoso. Ninguém gosta de ficar perto de um reclamador inveterado. Qual é então o limite saudável de reclamações? Depende do quanto ela se repete e quais aspectos que ela toma da sua vida, ou seja, se é muito frequente e se atrapalha nas suas tarefas diárias. Nos últimos tempos, a tendência é banir os chamados aspectos negativos, como pensamentos, reclamações e sentimentos equivalentes, mas eles são necessários, pois são responsáveis pelo equilíbrio da vida mental.

Abafar esses sentimentos ditos negativos acaba criando sintomas de doenças. O que aparentemente seria para melhorar a sociedade torna-se uma doença social, que inicialmente é uma doença de cada pessoa que tenta cumprir esse lugar de ter que ser feliz a qualquer preço, quando, na verdade, é a tentativa de se aproximar de padrões que não condizem com a realidade da saúde mental humana.

Por isso é preciso diferenciar uma reclamação associada à expressão de uma frustração, medo ou decepção por algo ou alguém. Muita gente pensa que a depressão vai aparecer de uma forma muito característica, caricata, em que a pessoa vai ficar triste, se fechar no quarto, não vai falar com os outros. Essa é uma das formas de depressão, mas existem outras, e muitas vezes a irritação permanente, a reclamação contínua e uma insatisfação com tudo podem estar comunicando algo sobre essa pessoa.

Para uma boa saúde mental, manter o equilíbrio é fundamental. A vida tem altos e baixos, aceitar isso é uma atitude madura. Se não houver momentos ruins, não saberemos dar valor aos bons momentos. Essa dualidade nos ensina a ser críticos, a saber a diferença do que é bom e do que é ruim. Quando nivelamos tudo, deixamos passar momentos bons por não sabermos o quanto eles nos são bons, assim como não valorizamos os aprendizados dos momentos ruins.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/

2020/02/22/ recla mar-e-importante-para-desabafar-frustracoes-veja-quando-viraexagero. htm. Acesso em: 27/02/ 2020.)

Na frase “Agir assim, no entanto, não resolve o problema e pode até piorar (...)”, as vírgulas foram utilizadas para separar:

 

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3480712 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

Setecentos anos

Uma das maiores formas de ignorância é a ideia de que os ancestrais e os idosos não servem para nada. A boçalidade ganhou ares de suposta sabedoria em meio a um mundo que se degrada, até mesmo pelas mãos daqueles que se dizem defensores de uma atitude progressista.

Vou contar uma pequena história que pode nos ajudar a sair dessa ignorância. Certa vez, uma mulher brasileira apaixonada por jardins, viajando pelo interior da Inglaterra, passou de carro por uma pequena cidade do interior e estacionou diante de um belíssimo jardim. Encantada com o que viu, e querendo saber o modo como a dona daquela casa teria sido capaz de criar tamanha beleza em seu jardim, parou o carro e correu até a casa, batendo à porta com o coração em salto.

Uma pequena senhora abriu a porta sorridente. Nossa brasileira falava inglês perfeitamente. Ela tinha muitas perguntas para aquela pequena senhora, mas a primeira resposta já impactou nossa conterrânea cultivadora de jardins no Jardim Europa.

“Há quanto tempo a senhora cultiva esse jardim para que ele seja tão belo?” Nossa pequena senhora respondeu, de modo direto e simples: “Setecentos anos”.

Qual a moral dessa história? A vida de uma pessoa, de uma sociedade, de uma cultura, é como um jardim. Setecentos anos são necessários para você ver e cultivar a beleza, que aqui não representa apenas a beleza puramente estética, mas, acima de tudo, a harmonia das formas, construídas pelo silêncio de quem dedica o cotidiano à beleza e à moral que tornam a vida algo de valor.

A verdade é que a beleza e a harmonia na vida (uma vida moral) nunca têm nada de original, ao contrário do que pensam os idiotas, que são fruto de rupturas trazidas por recém-nascidos ou adolescentes raivosos.

A beleza, assim como a vida moral, nunca teve nada de original. A obsessão pela originalidade é uma forma de pobreza de espírito típica da vida moderna. Mede-se a estupidez de uma cultura pela desvalorização do conhecimento dos idosos, dos ancestrais e dos mortos.

Uma das razões da bestialidade que assola nosso mundo é a crença infantil de que devemos dar todo o poder aos que acabaram de chegar ao mundo.

Mesmo que o capitalismo, na sua fúria pelo fetiche da inovação, nos enfie essa falácia goela abaixo, o futuro depende muito mais dos mais velhos do que dos mais jovens.

Isso em nada significa a adesão cega a formas de preconceito ou superstições como pensam os inteligeninhos.

Esse tipo de capacidade e permanência tem mais a ver com a habilidade de quem treinou tanto piano ao longo da vida que, ao ouvir as primeiras notas do “Noturno” de Chopin, é capaz de continuar a tocar a música sem ler nenhuma partitura. A vida é uma arte prática e não teórica.

A vida é como uma sinfonia na qual entramos depois que muitos já a tocaram e nos ensinaram a tocar com seus gestos delicados e discretos. A discrição é uma virtude dos que sabem ouvir e não dos que gritam com aí suas pequenas crenças em hashtags.

A burguesia, como classe social histórica, é presa natural dessa forma de estupidez: acreditar no novo como resposta é sempre uma forma gourmet de ignorância. É confundir uma nova geração de iPhones com o modo como se educa os mais jovens ou se conduz o cotidiano.

A ignorância da burguesia caminha passo a passo com o seu sucesso estrondoso. Toda forma de prosperidade carrega em si um risco de estupidez.

Os mais velhos, em meio a sua dor, seus fracassos, suas doenças e seus medos, sabem muito mais sobre a vida do que os jovens barulhentos que confundem tecnologia com conhecimento. E a educação, na medida em que faz workshops de algoritmos, anuncia a cegueira que caracteriza o mundo moderno acerca de si mesmo.

Quem ainda não entendeu que o futuro é dos mais velhos, não entendeu que “a sociedade é uma comunidade de almas que reúne os mortos, os vivos e os que ainda não nasceram”, como diria Edmundo Burke.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde

/ 2020/02/setec entos-anos.shtml. Luiz Felipe Pondé.)

“[...] mas a primeira resposta já impactou nossa conterrânea cultivadora de jardins no Jardim Europa.”.

A conjunção destacada estabelece em relação a informação apresentada anteriormente um(a):

 

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