Foram encontradas 100 questões.

> Há cinco reloginhos, que marcam de milhares até décimos de metros cúbicos de água. O ponteiro maior, que ocupa todo o hidrômetro marca centésimos e milésimos de metros cúbicos. Cada relógio marca um algarismo do número final.
> Leia os relógios da esquerda para a direita. O mais importante é o da esquerda, o número 1, que deve ser multiplicado por 1.000. E assim sucessivamente: multiplique por 100, por 10, por 1 e por 0,1.
> A leitura para estabelecer o consumo é feita, em cada relógio, considerando o número inteiro que está na direção do ponteiro ou antes dele. Por exemplo, a ilustração acima marca 1.485 metros cúbicos, mais 55 litros de água.
Considere o hidrômetro mostrado na figura acima, bem como as informações que a seguem, e julgue os itens subsequentes.
O hidrômetro indica que foram gastos 148.555 litros de água.
Provas

> Há cinco reloginhos, que marcam de milhares até décimos de metros cúbicos de água. O ponteiro maior, que ocupa todo o hidrômetro marca centésimos e milésimos de metros cúbicos. Cada relógio marca um algarismo do número final.
> Leia os relógios da esquerda para a direita. O mais importante é o da esquerda, o número 1, que deve ser multiplicado por 1.000. E assim sucessivamente: multiplique por 100, por 10, por 1 e por 0,1.
> A leitura para estabelecer o consumo é feita, em cada relógio, considerando o número inteiro que está na direção do ponteiro ou antes dele. Por exemplo, a ilustração acima marca 1.485 metros cúbicos, mais 55 litros de água.
Considere o hidrômetro mostrado na figura acima, bem como as informações que a seguem, e julgue os itens subsequentes.
O ponteiro do relógio número 4 marca 50 litros.
Provas

> Há cinco reloginhos, que marcam de milhares até décimos de metros cúbicos de água. O ponteiro maior, que ocupa todo o hidrômetro marca centésimos e milésimos de metros cúbicos. Cada relógio marca um algarismo do número final.
> Leia os relógios da esquerda para a direita. O mais importante é o da esquerda, o número 1, que deve ser multiplicado por 1.000. E assim sucessivamente: multiplique por 100, por 10, por 1 e por 0,1.
> A leitura para estabelecer o consumo é feita, em cada relógio, considerando o número inteiro que está na direção do ponteiro ou antes dele. Por exemplo, a ilustração acima marca 1.485 metros cúbicos, mais 55 litros de água.
Considere o hidrômetro mostrado na figura acima, bem como as informações que a seguem, e julgue os itens subsequentes.
O ponteiro do relógio número 3, que está no centro superior do hidrômetro, marca 80 decímetros cúbicos.
Provas

> Há cinco reloginhos, que marcam de milhares até décimos de metros cúbicos de água. O ponteiro maior, que ocupa todo o hidrômetro marca centésimos e milésimos de metros cúbicos. Cada relógio marca um algarismo do número final.
> Leia os relógios da esquerda para a direita. O mais importante é o da esquerda, o número 1, que deve ser multiplicado por 1.000. E assim sucessivamente: multiplique por 100, por 10, por 1 e por 0,1.
> A leitura para estabelecer o consumo é feita, em cada relógio, considerando o número inteiro que está na direção do ponteiro ou antes dele. Por exemplo, a ilustração acima marca 1.485 metros cúbicos, mais 55 litros de água.
Considere o hidrômetro mostrado na figura acima, bem como as informações que a seguem, e julgue os itens subsequentes.
O ponteiro, no relógio número 2, marca 4 × 105 litros.
Provas

> Há cinco reloginhos, que marcam de milhares até décimos de metros cúbicos de água. O ponteiro maior, que ocupa todo o hidrômetro marca centésimos e milésimos de metros cúbicos. Cada relógio marca um algarismo do número final.
> Leia os relógios da esquerda para a direita. O mais importante é o da esquerda, o número 1, que deve ser multiplicado por 1.000. E assim sucessivamente: multiplique por 100, por 10, por 1 e por 0,1.
> A leitura para estabelecer o consumo é feita, em cada relógio, considerando o número inteiro que está na direção do ponteiro ou antes dele. Por exemplo, a ilustração acima marca 1.485 metros cúbicos, mais 55 litros de água.
Considere o hidrômetro mostrado na figura acima, bem como as informações que a seguem, e julgue os itens subsequentes.
No relógio número 1, o ponteiro registra 1 m³.
Provas
Água de beber
1 Água de beber, água de beber camará
Eu sempre tive uma certeza
Que só me deu desilusão,
4 É que o amor é uma tristeza
Muita mágoa demais para um coração.
Água de beber, água de beber camará
7 Eu quis amar, mas tive medo
E quis salvar meu coração,
Mas o amor sabe um segredo:
10 O medo pode matar o teu coração.
Água de beber, água de beber camará
Eu nunca fiz coisa tão certa,
13 Entrei pra escola do perdão.
A minha casa vive aberta,
Abre todas as portas, meu coração.
Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim.
A partir das ideias e do sentido das palavras do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Nos dois últimos versos do texto, as palavras “casa” e “portas” estão empregadas em sentido conotativo.
Provas
Água de beber
1 Água de beber, água de beber camará
Eu sempre tive uma certeza
Que só me deu desilusão,
4 É que o amor é uma tristeza
Muita mágoa demais para um coração.
Água de beber, água de beber camará
7 Eu quis amar, mas tive medo
E quis salvar meu coração,
Mas o amor sabe um segredo:
10 O medo pode matar o teu coração.
Água de beber, água de beber camará
Eu nunca fiz coisa tão certa,
13 Entrei pra escola do perdão.
A minha casa vive aberta,
Abre todas as portas, meu coração.
Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim.
A partir das ideias e do sentido das palavras do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Com “Eu nunca fiz coisa tão certa, / Entrei pra escola do perdão” (v.12-13), o poeta declara que é importante aprender a perdoar as falhas humanas.
Provas
Água de beber
1 Água de beber, água de beber camará
Eu sempre tive uma certeza
Que só me deu desilusão,
4 É que o amor é uma tristeza
Muita mágoa demais para um coração.
Água de beber, água de beber camará
7 Eu quis amar, mas tive medo
E quis salvar meu coração,
Mas o amor sabe um segredo:
10 O medo pode matar o teu coração.
Água de beber, água de beber camará
Eu nunca fiz coisa tão certa,
13 Entrei pra escola do perdão.
A minha casa vive aberta,
Abre todas as portas, meu coração.
Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim.
A partir das ideias e do sentido das palavras do texto acima, julgue os itens que se seguem.
No verso 4, a “tristeza” deve-se à constatação do poeta de que os cidadãos brasileiros estão perdendo as reservas hídricas que existem na natureza.
Provas
Água de beber
1 Água de beber, água de beber camará
Eu sempre tive uma certeza
Que só me deu desilusão,
4 É que o amor é uma tristeza
Muita mágoa demais para um coração.
Água de beber, água de beber camará
7 Eu quis amar, mas tive medo
E quis salvar meu coração,
Mas o amor sabe um segredo:
10 O medo pode matar o teu coração.
Água de beber, água de beber camará
Eu nunca fiz coisa tão certa,
13 Entrei pra escola do perdão.
A minha casa vive aberta,
Abre todas as portas, meu coração.
Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim.
A partir das ideias e do sentido das palavras do texto acima, julgue os itens que se seguem.
O advérbio “camará”, no primeiro verso de cada estrofe, é uma forma abreviada de camarada.
Provas
Água de beber
1 Água de beber, água de beber camará
Eu sempre tive uma certeza
Que só me deu desilusão,
4 É que o amor é uma tristeza
Muita mágoa demais para um coração.
Água de beber, água de beber camará
7 Eu quis amar, mas tive medo
E quis salvar meu coração,
Mas o amor sabe um segredo:
10 O medo pode matar o teu coração.
Água de beber, água de beber camará
Eu nunca fiz coisa tão certa,
13 Entrei pra escola do perdão.
A minha casa vive aberta,
Abre todas as portas, meu coração.
Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim.
A partir das ideias e do sentido das palavras do texto acima, julgue os itens que se seguem.
O poema propõe-se a despertar no leitor a consciência ecológica, alertando que é extremamente necessária a preservação da “água de beber”.
Provas
Caderno Container