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Foram encontradas 110 questões.

2116857 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.


Na dúvida, não compartilhe


Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.

Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.

As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.


Manuela Aquino

Na frase “As fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação.”, o período pode ser classificado como:

 

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2116856 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.


Na dúvida, não compartilhe


Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.

Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.

As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.


Manuela Aquino

Dentre as alternativas abaixo, a que apresenta um par de parônimos é:

 

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2116855 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares

Julia é dona de uma loja de doces que vende bolos e biscoitos. A loja funciona de segunda a sábado e fecha aos domingos. Nas segundas, terças e quintas ela abre a loja apenas na parte da manhã. Nas quartas, sextas e sábados ela abre apenas na parte da tarde.

A produção dos doces ocorre apenas nos dias em que a loja está aberta. Os bolos são produzidos dois dias por semana, mas nunca em dias consecutivos e nem nos dias em que os biscoitos são produzidos. E os biscoitos são produzidos nas segundas e outros dois dias por semana, mas nunca em dias consecutivos nem dias de produção de bolos.

Se os bolos são produzidos em dias em que a loja abre a tarde, pode-se afirmar que:

 

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2116854 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

A música da chuva


Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...

Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.

As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.

Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.

Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.

Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.

Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.


Gabriela Aguerre

Considerando os verbos em destaque no trecho “A personagem manteve o firme propósito de caminhar a pé. Se ela mantiver a intenção, alcançará seu objetivo.”, indique a alternativa em que houve ERRO na flexão das formas verbais destacadas.

 

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2116853 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

A música da chuva


Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...

Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.

As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.

Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.

Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.

Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.

Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.


Gabriela Aguerre

No parágrafo 3, o trecho “...um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho...” as vírgulas têm a função de separar:

 

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2116852 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

A música da chuva


Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...

Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.

As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.

Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.

Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.

Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.

Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.


Gabriela Aguerre

Na frase “O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha.”, tem-se o período:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2116851 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

A música da chuva


Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...

Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.

As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.

Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.

Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.

Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.

Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.


Gabriela Aguerre

O texto apresentado pertence ao seguinte gênero textual:

 

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2091352 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares
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O auxiliar de serviços gerais quando executar serviços de roçada e capina das instalações prediais da autarquia, bem como das ETA e ETE, e estiver utilizando roçadeiras e redes, deverá usar, obrigatoriamente, além de outros EPIs

 

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2091351 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares
Provas:

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.


Tem presente de montão

no estoque do nosso coração

e não custa um tostão!


A hora é agora!

Enfeite seu interior!

Sejas diferente!

Sejas reluzente!


Cora Coralina

No trecho “...no estoque do nosso coração...”, a palavra grifada faz o plural da mesma forma que a palavra:

 

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2091350 Ano: 2021
Disciplina: Administração Geral
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares
Provas:

A liderança é necessária em todos os tipos de organização humana, principalmente nas empresas e em cada um de seus departamentos. Ela é igualmente essencial em todas as demais funções da administração: o administrador precisa reconhecer a motivação humana e saber conduzir as pessoas, isto é, liderar. Pode-se entender “liderança” como:

 

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