Foram encontradas 110 questões.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
Na frase “As fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação.”, o período pode ser classificado como:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
Dentre as alternativas abaixo, a que apresenta um par de parônimos é:
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Julia é dona de uma loja de doces que vende bolos e biscoitos. A loja funciona de segunda a sábado e fecha aos domingos. Nas segundas, terças e quintas ela abre a loja apenas na parte da manhã. Nas quartas, sextas e sábados ela abre apenas na parte da tarde.
A produção dos doces ocorre apenas nos dias em que a loja está aberta. Os bolos são produzidos dois dias por semana, mas nunca em dias consecutivos e nem nos dias em que os biscoitos são produzidos. E os biscoitos são produzidos nas segundas e outros dois dias por semana, mas nunca em dias consecutivos nem dias de produção de bolos.
Se os bolos são produzidos em dias em que a loja abre a tarde, pode-se afirmar que:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
Considerando os verbos em destaque no trecho “A personagem manteve o firme propósito de caminhar a pé. Se ela mantiver a intenção, alcançará seu objetivo.”, indique a alternativa em que houve ERRO na flexão das formas verbais destacadas.
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A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
No parágrafo 3, o trecho “...um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho...” as vírgulas têm a função de separar:
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A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
Na frase “O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha.”, tem-se o período:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
O texto apresentado pertence ao seguinte gênero textual:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IBADE
Orgão: SAAE Linhares
O auxiliar de serviços gerais quando executar serviços de roçada e capina das instalações prediais da autarquia, bem como das ETA e ETE, e estiver utilizando roçadeiras e redes, deverá usar, obrigatoriamente, além de outros EPIs
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Tem presente de montão
no estoque do nosso coração
e não custa um tostão!
A hora é agora!
Enfeite seu interior!
Sejas diferente!
Sejas reluzente!
Cora Coralina
No trecho “...no estoque do nosso coração...”, a palavra grifada faz o plural da mesma forma que a palavra:
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A liderança é necessária em todos os tipos de organização humana, principalmente nas empresas e em cada um de seus departamentos. Ela é igualmente essencial em todas as demais funções da administração: o administrador precisa reconhecer a motivação humana e saber conduzir as pessoas, isto é, liderar. Pode-se entender “liderança” como:
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