Foram encontradas 125 questões.
Carlos trabalha como técnico em manutenção e recebe
um valor fixo mensal acrescido de um adicional por
serviço realizado. Em certo mês, ele recebeu
R$1.980,00, sabendo-se que o adicional por serviço foi
de R$45,00 para cada atendimento realizado. Nesse
período, Carlos efetuou 12 atendimentos. Considerando
apenas essas informações, determine o valor do salário
fixo mensal de Carlos.
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Uma escola recebeu uma remessa de 350 livros
didáticos para distribuição entre seus alunos. Desse
total, 128 livros foram destinados ao ensino fundamental
e 94 ao ensino médio. Posteriormente, a escola adquiriu
mais 3 caixas com 24 livros cada para complementar o
acervo. Após essa nova aquisição, quantos livros ficaram
disponíveis?
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Uma empresa de logística analisou o consumo mensal
de combustível de sua frota. Em um determinado mês,
foram utilizados 3.450 litros. No mês seguinte, o
consumo aumentou em 275 litros devido à ampliação
das rotas, mas no terceiro mês houve uma redução de
430 litros em relação ao mês anterior.
Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)O consumo no segundo mês foi de 3.725 litros.
(__)O consumo no terceiro mês foi de 3.295 litros.
(__)A diferença entre o primeiro e o terceiro mês foi de 175 litros.
(__)O consumo total dos três meses somou 10.560 litros.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Analise as assertivas e classifique como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__)O consumo no segundo mês foi de 3.725 litros.
(__)O consumo no terceiro mês foi de 3.295 litros.
(__)A diferença entre o primeiro e o terceiro mês foi de 175 litros.
(__)O consumo total dos três meses somou 10.560 litros.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Em um centro de distribuição de cestas básicas, sabe-se
que 8 funcionários, trabalhando no mesmo ritmo,
conseguem montar 1.200 cestas em 5 horas de atividade
contínua. Em um determinado dia, apenas 5 funcionários
estavam disponíveis para o serviço, mantendo-se a
mesma produtividade individual. Nessas condições,
quantas cestas foram montadas ao final de um turno de
6 horas?
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Durante a organização de um evento esportivo, uma
equipe comprou 18 caixas de água mineral, cada uma
contendo 12 garrafas. No dia do evento, foram
consumidas 137 garrafas ao longo do período da manhã.
À tarde, chegaram mais 5 caixas iguais às anteriores
para reposição. Considerando todas essas
movimentações, quantas garrafas restaram após o
consumo total descrito?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem
ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até
que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as
oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e
a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O
homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia.
A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em
terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino
que, no meio do caminho, achou um velho cabo de
vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de
Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de
outra colhedeira − um garoto que se exibia com um
escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve
junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela.
Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas
meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a
conversar, embora um e outro continuassem na sua.
Logo esse já sabia o nome daquele: o menino
recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
−
Só se você me emprestar sua espada, respondeu
Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a
felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso.
Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move
o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a
contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o
dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela
toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e
cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num
jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo
entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de
Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em:
https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s
onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem
ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até
que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as
oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e
a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O
homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia.
A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em
terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino
que, no meio do caminho, achou um velho cabo de
vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de
Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de
outra colhedeira − um garoto que se exibia com um
escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve
junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela.
Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas
meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a
conversar, embora um e outro continuassem na sua.
Logo esse já sabia o nome daquele: o menino
recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
−
Só se você me emprestar sua espada, respondeu
Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a
felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso.
Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move
o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a
contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o
dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela
toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e
cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num
jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo
entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de
Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em:
https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s
onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem
ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até
que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as
oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e
a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O
homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia.
A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em
terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino
que, no meio do caminho, achou um velho cabo de
vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de
Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de
outra colhedeira − um garoto que se exibia com um
escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve
junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela.
Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas
meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a
conversar, embora um e outro continuassem na sua.
Logo esse já sabia o nome daquele: o menino
recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
−
Só se você me emprestar sua espada, respondeu
Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a
felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso.
Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move
o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a
contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o
dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela
toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e
cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num
jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo
entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de
Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em:
https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s
onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem
ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até
que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as
oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e
a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O
homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia.
A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em
terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino
que, no meio do caminho, achou um velho cabo de
vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de
Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de
outra colhedeira − um garoto que se exibia com um
escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve
junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela.
Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas
meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a
conversar, embora um e outro continuassem na sua.
Logo esse já sabia o nome daquele: o menino
recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
−
Só se você me emprestar sua espada, respondeu
Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a
felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso.
Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move
o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a
contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o
dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela
toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e
cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num
jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo
entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de
Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em:
https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s
onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
"Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes."
"Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho."
Considerando o uso dos dois-pontos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
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Moinho de Sonhos
A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem
ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até
que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as
oliveiras vicejavam.
Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e
a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O
homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia.
A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em
terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino
que, no meio do caminho, achou um velho cabo de
vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de
Rocinante.
Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de
outra colhedeira − um garoto que se exibia com um
escudo e uma espada de pau.
Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve
junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela.
Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas
meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.
De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a
conversar, embora um e outro continuassem na sua.
Logo esse já sabia o nome daquele: o menino
recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.
Começaram a se misturar:
− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho.
−
Só se você me emprestar sua espada, respondeu
Alonso.
Iam se entendendo, apesar de assustados com a
felicidade da nova companhia.
Avançaram na entrega:
− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso.
Meu pai sozinho é que faz ele girar.
− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.
− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move
o moinho com um sopro.
Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a
contar:
− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o
dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela
toda.
− E se a gente esticasse o céu como uma lona e
cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.
− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.
− Temos de crescer primeiro.
− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num
jeito de subir até o céu! − disse Alonso.
− Vamos! − concordou Sancho.
Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo
entre os dois. Um sopro de vento passou por eles.
Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.
CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de
Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em:
https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s
onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
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