Foram encontradas 70 questões.
Guilherme é funcionário de uma empresa em que uma de suas funções é realizar a contagem do estoque e preencher manualmente a lista de inventário. Considere a movimentação a seguir e assinale a alternativa correta.
19/10 - Entrada de 200 unidades do produto A no valor unitário de R$ 7,80.
21/10 – Entrada de 50 unidades do produto B no valor unitário de R$ 3,50 e saída de 80 unidades do produto A.
25/10 - Saída de 15 unidades do produto B.
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Uma estante possui quatro gavetas, sendo que em cada gaveta estão guardadas quatro caixas e em cada caixa estão guardados quatro pares de brincos.
Quantos pares de brinco ao todo estão guardados nessa estante?
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A cada trinta segundos, uma máquina de envase engarrafa um litro do produto produzido por determinada fábrica.
Quantos litros desse produto serão engarrafados se essa máquina operar por seis horas sem parar?
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Dois quintos da idade de José equivalem à idade de seu irmão. Se um terço da idade do irmão de José é igual a quatro, então qual é a idade de José?
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TRABALHAR ATÉ TARDE FAZ MAL À SAÚDE
Risco de AVC e cardiopatias é maior entre os adeptos da hora extra
Pesquisadores da Universidade College London publicaram na revista especializada Lancet os resultados de um levantamento feito com trabalhadores de três continentes para descobrir se o excesso de trabalho pode de fato ser prejudicial à saúde. Os dados mostraram que as pessoas que trabalham mais de 55 horas por semana têm 33% mais chance de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e 13% mais chance de desenvolver uma cardiopatia coronariana (condição que pode levar ao infarto) do que aquelas que trabalham entre 35 e 40 horas. “A morte súbita por excesso de trabalho é muitas vezes causada por AVC e acredita-se que ela seja resultado do acionamento repetitivo de mecanismos de resposta ao estresse”, explicaram os cientistas responsáveis pelo estudo.
(Fonte: Revista Galileu. Out. 2015.)
As aspas presentes no texto
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TRABALHAR ATÉ TARDE FAZ MAL À SAÚDE
Risco de AVC e cardiopatias é maior entre os adeptos da hora extra
Pesquisadores da Universidade College London publicaram na revista especializada Lancet os resultados de um levantamento feito com trabalhadores de três continentes para descobrir se o excesso de trabalho pode de fato ser prejudicial à saúde. Os dados mostraram que as pessoas que trabalham mais de 55 horas por semana têm 33% mais chance de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e 13% mais chance de desenvolver uma cardiopatia coronariana (condição que pode levar ao infarto) do que aquelas que trabalham entre 35 e 40 horas. “A morte súbita por excesso de trabalho é muitas vezes causada por AVC e acredita-se que ela seja resultado do acionamento repetitivo de mecanismos de resposta ao estresse”, explicaram os cientistas responsáveis pelo estudo.
(Fonte: Revista Galileu. Out. 2015.)
Em “[...] o excesso de trabalho pode de fato ser prejudicial à saúde.”, o termo destacado poderia ser substituído por qual palavra sem que isso alterasse o sentido do excerto?
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TRABALHAR ATÉ TARDE FAZ MAL À SAÚDE
Risco de AVC e cardiopatias é maior entre os adeptos da hora extra
Pesquisadores da Universidade College London publicaram na revista especializada Lancet os resultados de um levantamento feito com trabalhadores de três continentes para descobrir se o excesso de trabalho pode de fato ser prejudicial à saúde. Os dados mostraram que as pessoas que trabalham mais de 55 horas por semana têm 33% mais chance de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e 13% mais chance de desenvolver uma cardiopatia coronariana (condição que pode levar ao infarto) do que aquelas que trabalham entre 35 e 40 horas. “A morte súbita por excesso de trabalho é muitas vezes causada por AVC e acredita-se que ela seja resultado do acionamento repetitivo de mecanismos de resposta ao estresse”, explicaram os cientistas responsáveis pelo estudo.
(Fonte: Revista Galileu. Out. 2015.)
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque é acentuada pelo mesmo motivo que o verbo “ter” em “[...] as pessoas [...] têm 33% mais chance [...]”.
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TRABALHAR ATÉ TARDE FAZ MAL À SAÚDE
Risco de AVC e cardiopatias é maior entre os adeptos da hora extra
Pesquisadores da Universidade College London publicaram na revista especializada Lancet os resultados de um levantamento feito com trabalhadores de três continentes para descobrir se o excesso de trabalho pode de fato ser prejudicial à saúde. Os dados mostraram que as pessoas que trabalham mais de 55 horas por semana têm 33% mais chance de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e 13% mais chance de desenvolver uma cardiopatia coronariana (condição que pode levar ao infarto) do que aquelas que trabalham entre 35 e 40 horas. “A morte súbita por excesso de trabalho é muitas vezes causada por AVC e acredita-se que ela seja resultado do acionamento repetitivo de mecanismos de resposta ao estresse”, explicaram os cientistas responsáveis pelo estudo.
(Fonte: Revista Galileu. Out. 2015.)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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TRABALHAR ATÉ TARDE FAZ MAL À SAÚDE
Risco de AVC e cardiopatias é maior entre os adeptos da hora extra
Pesquisadores da Universidade College London publicaram na revista especializada Lancet os resultados de um levantamento feito com trabalhadores de três continentes para descobrir se o excesso de trabalho pode de fato ser prejudicial à saúde. Os dados mostraram que as pessoas que trabalham mais de 55 horas por semana têm 33% mais chance de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e 13% mais chance de desenvolver uma cardiopatia coronariana (condição que pode levar ao infarto) do que aquelas que trabalham entre 35 e 40 horas. “A morte súbita por excesso de trabalho é muitas vezes causada por AVC e acredita-se que ela seja resultado do acionamento repetitivo de mecanismos de resposta ao estresse”, explicaram os cientistas responsáveis pelo estudo.
(Fonte: Revista Galileu. Out. 2015.)
Sobre o termo destacado em “Trabalhar até tarde faz mal à saúde”, assinale a alternativa correta.
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COMO VOCÊ ESTÁ?
Provavelmente tendo um início de infarto, se estiver olhando para a fatura do cartão de crédito.
A essa altura da vida, talvez você já tenha reparado que algumas aquisições trazem arrependimentos profundos e outras nem tanto. Por exemplo, o tempo que você gasta em uma viagem logo vai parar na caixa de memórias do cérebro, fazendo parte do passado. Enquanto isso, a vida útil de um celular que custa três vezes o seu salário pode durar mais do que uma lembrança. Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação, mas isso não tem a ver com a duração de cada um.
Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.
Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.
(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)
Sobre o termo destacado em “[...] inversamente proporcional à sua duração.”, assinale a alternativa correta.
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