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COMO VOCÊ ESTÁ?

Provavelmente tendo um início de infarto, se estiver olhando para a fatura do cartão de crédito.

A essa altura da vida, talvez você já tenha reparado que algumas aquisições trazem arrependimentos profundos e outras nem tanto. Por exemplo, o tempo que você gasta em uma viagem logo vai parar na caixa de memórias do cérebro, fazendo parte do passado. Enquanto isso, a vida útil de um celular que custa três vezes o seu salário pode durar mais do que uma lembrança. Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação, mas isso não tem a ver com a duração de cada um.

Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

Assinale a alternativa em que os termos em destaque estabelecem concordância de gênero.

 

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COMO VOCÊ ESTÁ?

Provavelmente tendo um início de infarto, se estiver olhando para a fatura do cartão de crédito.

A essa altura da vida, talvez você já tenha reparado que algumas aquisições trazem arrependimentos profundos e outras nem tanto. Por exemplo, o tempo que você gasta em uma viagem logo vai parar na caixa de memórias do cérebro, fazendo parte do passado. Enquanto isso, a vida útil de um celular que custa três vezes o seu salário pode durar mais do que uma lembrança. Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação, mas isso não tem a ver com a duração de cada um.

Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

Sobre o termo destacado em “A essa altura da vida [...]” e a palavra “estatura”, assinale a alternativa correta.

 

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COMO VOCÊ ESTÁ?

Provavelmente tendo um início de infarto, se estiver olhando para a fatura do cartão de crédito.

A essa altura da vida, talvez você já tenha reparado que algumas aquisições trazem arrependimentos profundos e outras nem tanto. Por exemplo, o tempo que você gasta em uma viagem logo vai parar na caixa de memórias do cérebro, fazendo parte do passado. Enquanto isso, a vida útil de um celular que custa três vezes o seu salário pode durar mais do que uma lembrança. Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação, mas isso não tem a ver com a duração de cada um.

Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

Sobre o termo destacado em “Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características [...]”, assinale a alternativa correta.

 

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COMO VOCÊ ESTÁ?

Provavelmente tendo um início de infarto, se estiver olhando para a fatura do cartão de crédito.

A essa altura da vida, talvez você já tenha reparado que algumas aquisições trazem arrependimentos profundos e outras nem tanto. Por exemplo, o tempo que você gasta em uma viagem logo vai parar na caixa de memórias do cérebro, fazendo parte do passado. Enquanto isso, a vida útil de um celular que custa três vezes o seu salário pode durar mais do que uma lembrança. Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação, mas isso não tem a ver com a duração de cada um.

Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque modaliza o discurso expressando uma ideia de certeza.

 

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Provavelmente tendo um início de infarto, se estiver olhando para a fatura do cartão de crédito.

A essa altura da vida, talvez você já tenha reparado que algumas aquisições trazem arrependimentos profundos e outras nem tanto. Por exemplo, o tempo que você gasta em uma viagem logo vai parar na caixa de memórias do cérebro, fazendo parte do passado. Enquanto isso, a vida útil de um celular que custa três vezes o seu salário pode durar mais do que uma lembrança. Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação, mas isso não tem a ver com a duração de cada um.

Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam encontros consonantais.

 

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Provavelmente tendo um início de infarto, se estiver olhando para a fatura do cartão de crédito.

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Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque NÃO veicula um sentido de contraposição.

 

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Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

No excerto “Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação [...]”, o termo em destaque retoma os referentes

 

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A essa altura da vida, talvez você já tenha reparado que algumas aquisições trazem arrependimentos profundos e outras nem tanto. Por exemplo, o tempo que você gasta em uma viagem logo vai parar na caixa de memórias do cérebro, fazendo parte do passado. Enquanto isso, a vida útil de um celular que custa três vezes o seu salário pode durar mais do que uma lembrança. Não há dúvida de que ambos possam trazer alguma gratificação, mas isso não tem a ver com a duração de cada um.

Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

As palavras “sessões”, como em “[...] jantares, sessões de cinema e shows [...]”, “seções” e “cessões” possuem

 

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Um objeto de desejo, seja ele um tablet ou uma joia, pode levar muito tempo para ser descartado. Mas como procura demonstrar uma série de estudos do psicólogo Thomas Gilovich, da Universidade Cornell, a permanência da nossa felicidade em relação a esse objeto costuma ser inversamente proporcional à sua duração. Já quando falamos de experiências, tais como jantares, sessões de cinema e shows, o quadro é o oposto. "Experiências nos conectam com outras pessoas de maneira mais intensa do que bens materiais, elas tendem a constituir uma parte maior das nossas identidades e a ser avaliadas dentro de seus próprios termos”, diz Gilovich à GALILEU.

Isso se deveria, principalmente, a uma de nossas características mais pungentes: a de nos adaptar a tudo. Um célebre estudo da Universidade de Yale, publicado em 1971, por Philip Brickman e Donald Campbell, indica que a nossa capacidade de se acostumar às circunstâncias é enorme: tendemos a voltar rapidamente ao estado anterior de felicidade depois de um evento positivo ou negativo. Isso é ótimo quando precisamos lidar com a perda de alguma pessoa ou quando sofremos um trauma, por exemplo. Mas aplicada ao consumo, a pesquisa de Brickman e Campbell sugere que, assim que adquirimos um novo bem, logo o objeto se banaliza, passando a fazer parte do contexto das coisas que já possuímos e perdendo a importância.

(Adaptado de: FREIRES, Luan Flávio. Felicidade no crédito. Revista Galileu. Dez. 2015.)

A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.

 

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TÉDIO: A MISSÃO

Se você está lendo essa revista agora é só porque seus antepassados sentiram medo, muito medo. Não fosse por isso, a espécie humana já teria desaparecido da face da Terra há muito tempo. É o medo, dizem os cientistas, que nos coloca em estado de alerta e nos prepara para lutar ou fugir diante de uma ameaça, seja ela real ou imaginária. Mas e o tédio? Para que serve? Onde vive? Do que se alimenta? “Se o medo nos ajuda a evitar o perigo, o tédio nos encoraja a explorar novos territórios”, explica a psicóloga britânica Sandi Mann, da Universidade de Lancashire, no Reino Unido, uma das poucas cientistas especialistas no assunto: “Se nossos antepassados não tivessem sentido tédio, a humanidade não teria realizado inúmeras façanhas”.

Sandi prova o que diz no estudo Being Bored at Work Can Make Us More Creative (Sentir-se Entediado no Trabalho Pode nos Tornar Mais Criativos, livre tradução), publicado na revista British Psychological Society. Primeiro, ela submeteu um grupo de 40 voluntários a uma atividade para lá de maçante: copiar, por 15 minutos, uma extensa lista de números telefônicos. Um segundo grupo, com a mesma quantidade de participantes, foi poupado dessa tarefa inglória. Depois, Sandi solicitou às duas turmas que bolassem o maior número possível de usos para dois prosaicos copos plásticos.

Resultado: o grupo submetido à tarefa enfadonha saiu-se melhor no teste. “O tédio é um excelente aliado da criatividade”, assegura.

Mas turbinar a criatividade não é a única vantagem do tédio. O neurocientista canadense James Danckert, da Universidade de Waterloo, aponta outra: a necessidade de mudança.

Segundo ele, permanecer muito tempo parado em um mesmo lugar, por exemplo, pode ser prejudicial à sobrevivência de uma espécie, pois torna o animal mais vulnerável à ação de predadores. “Quando queimamos o dedo, a dor nos avisa que precisamos retirá-lo o mais depressa possível de perto do fogo. Quando sentimos um gosto ruim na boca, o nojo nos alerta que aquela comida pode estar estragada. Exatamente o mesmo processo acontece quando sentimos tedio. Ele é uma espécie de alarme que dispara sempre que algo precisa ser mudado em nossa vida”, compara.

(Adaptado de: BERNARDO, André. Tédio: a missão. Revista Galileu. Mar. 2016.)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque NÃO é um objeto do verbo.

 

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