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Foram encontradas 50 questões.

1705415 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Uma instalação elétrica monofásica consome potência total de 200 [W] com fator de potência igual a 0,5. Selecione alternativa que apresenta o valor da capacitância necessária para um banco de capacitores a ser instalado de forma a tornar o fator de potência unitário. Admita que a frequência seja dada por !$ f= \dfrac {100} {2 \pi} [Hz] !$ e a tensão por !$ V= 10.^4 \sqrt {3} [V]. !$
 

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1689566 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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sistema de potência mostrado na figura é constituído por uma fonte trifásica, simétrica e equilibrada de sequência positiva, na configuração “estrela isolada”, uma linha de transmissão curta e uma carga trifásica, simétrica e equilibrada na configuração “delta”. São dados o fasor da tensão VAB na fonte em [kV] e as impedâncias da linha e da carga em !$ [\Omega] !$. O módulo e fase da corrente !$ \dot {I}_C !$ na convenção mostrada na figura é:
Enunciado 1689566-1
 

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1666024 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Dadas as afirmativas.
I. O fator de depreciação empregado no cálculo de luminotécnica leva em consideração o tempo médio de manutenção do sistema de iluminação para garantir um nível de iluminamento que atende a norma.
II. O método dos lúmens utilizado no cálculo de luminotécnica é o mais indicado para recintos fechados.
III. O método dos lúmens, utilizado no cálculo de luminotécnica, consiste no cálculo do nível de iluminamento, considerando todas as fontes de luz simultaneamente.
No que se refere ao cálculo de luminotécnica, assinale a alternativa correta.
 

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1665985 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Um engenheiro especialista em proteção de sistemas elétricos foi contratado para efetuar os estudos de seletividade e coordenação de uma planta industrial. Nessa planta, há um motor elétrico caríssimo (que deve ser protegido a qualquer custo), protegido por um disjuntor, que é alimentado por um circuito de distribuição. Esse conjunto, por sua vez, é protegido por outro disjuntor instalado no quadro de distribuição.
Após a análise da instalação, o engenheiro de proteção elaborou um diagrama com as curvas tempo vs. corrente coordenadas para os dispositivos, entretanto, ele se esqueceu de indicar nas curvas os quatro elementos em questão. Assinale a alternativa que apresenta os quatro elementos devidamente coordenados.
enunciado 2907900-1
 

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1665473 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Uma dada carga trifásica, simétrica e equilibrada é alimentada por uma fonte trifásica, simétrica e equilibrada. Na carga, foram medidos !$ \dot {V}_{AB} = 100 < 30^\circ [V] \mbox{ e } \dot {I}_C = 10 < 90^\circ !$Nesses termos, o valor das potências ativa, reativa e aparente trifásicas é, respectivamente:
 

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1657354 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Durante a resolução de um problema de fluxo de potência, o engenheiro percebeu que em determinada barra ‘A’ do sistema eram conhecidas a potência ativa líquida injetada nessa barra e sua tensão. Já numa barra ‘B’, eram conhecidas as potências ativa e reativa líquidas injetadas. Sabendo disso, as barras ‘A’ e ‘B’ são, respectivamente,
 

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1654709 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Um sistema trifásico é composto por uma fonte trifásica em Y (estrela) ligada diretamente a uma carga em !$ \Delta !$ (delta). As tensões da fonte trifásica são:
Enunciado 1654709-1
A matriz de admitâncias nodais pode ser representada da seguinte forma:
Enunciado 1654709-2
Para o sistema em questão, considere que não existem indutâncias mútuas entre as linhas e que as impedâncias próprias dessas são desprezíveis. Sabendo-se que as admitâncias nodais são y11 = 0,35 [p.u.], y22 = 0,30 [p.u.] e y33 = 0,45 [p.u.], as impedâncias da carga em !$ \Delta !$ (delta) entre as fases !$ ( \overline {z}_{12}) !$, B e C e !$ (\overline {z}_{23}) !$ C e A !$ (\overline {z}_{31}) !$ em [p.u.] são, respectivamente:
 

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1645146 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Pode-se concluir, de acordo com o texto, que

 

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1629058 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal das frases.

 

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1621345 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Um determinado sistema apresenta consumo médio de 10,0 [A] e deve ser projetado para suportar uma corrente de curto-circuito máxima de 20,0 [A]. Para efetuar a Manobra e Proteção desse circuito, deve-se instalar na sua entrada
 

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