Foram encontradas 50 questões.
Considere a seguinte frase: Os estudiosos de
literatura portuguesa _____________ os poemas de
Fernando Pessoa com atenção detalhada.
Considerando os aspectos relacionados à flexão verbal,
assinale a alternativa que preenche corretamente a
lacuna com o verbo analisar no pretérito perfeito do
indicativo.
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Leia a seguinte frase: O interesse acadêmico pelos
escritos de Fernando Pessoa permanece elevado,
especialmente no que diz respeito à análise de seus
textos fragmentários e inéditos. Considerando
aspectos relacionados à acentuação gráfica das
palavras, assinale a alternativa correta.
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A crase é o fenômeno que ocorre na fusão da
preposição ‘a’ com o artigo definido feminino ‘a’, sendo
indicada pelo acento grave (à). Considerando as regras
da norma padrão da língua portuguesa, leia as
sentenças abaixo e identifique aquela em que o uso da
crase NÃO é correto.
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Analise o uso das vírgulas na frase: Fernando Pessoa,
renomado poeta e escritor português, é
amplamente reconhecido por sua heteronímia.
Pode-se afirmar que as vírgulas cumprem a função de:
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Responda à questão com base no seguinte
poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.
No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990).
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Responda à questão com base no seguinte
poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.
No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990).
( ) A palavra rumor é empregada no poema como sinônimo de fofoca ou comentário indiscreto.
( ) O termo bulício refere-se ao movimento e ao ruído intensos, associados à vida urbana ou a fluxos naturais, como o do rio mencionado.
( ) O termo Algures significa “em algum lugar ou tempo não especificado”, projetando uma ideia de indefinição espacial ou temporal.
Preenche, corretamente, os parênteses:
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Responda à questão com base no seguinte
poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.
No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990).
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Responda à questão com base no seguinte
poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.
No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990).
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Responda à questão com base no seguinte
poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.
No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990).
I. O verso No rumor do cais, no bulício do rio apresenta um recurso de linguagem que evoca a sensação auditiva, criando uma espécie de sinestesia com o movimento.
II. No poema, a alternância entre O que tem que ser e O que tem que não ser pode ser interpretada como uma oposição entre fatalismo e liberdade de escolha.
Pode-se afirmar que:
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Responda à questão com base no seguinte
poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.
No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990).
I. A paisagem descrita no poema transmite vitalidade e otimismo, refletindo a alegria do eu-lírico.
II. O poema reflete sobre a inevitabilidade do destino, sugerindo que certas coisas “têm que ser” independentemente da vontade do eu-lírico.
III. O poema sugere que sonhar e imaginar o futuro é mais importante do que aceitar a realidade do destino inevitável.
Pode-se afirmar que:
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