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Foram encontradas 50 questões.

3877862 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Considere a seguinte frase: Os estudiosos de literatura portuguesa _____________ os poemas de Fernando Pessoa com atenção detalhada. Considerando os aspectos relacionados à flexão verbal, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna com o verbo analisar no pretérito perfeito do indicativo.
 

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3877861 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Leia a seguinte frase: O interesse acadêmico pelos escritos de Fernando Pessoa permanece elevado, especialmente no que diz respeito à análise de seus textos fragmentários e inéditos. Considerando aspectos relacionados à acentuação gráfica das palavras, assinale a alternativa correta.
 

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3877860 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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A crase é o fenômeno que ocorre na fusão da preposição ‘a’ com o artigo definido feminino ‘a’, sendo indicada pelo acento grave (à). Considerando as regras da norma padrão da língua portuguesa, leia as sentenças abaixo e identifique aquela em que o uso da crase NÃO é correto.
 

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3877859 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Analise o uso das vírgulas na frase: Fernando Pessoa, renomado poeta e escritor português, é amplamente reconhecido por sua heteronímia. Pode-se afirmar que as vírgulas cumprem a função de:
 

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3877858 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Responda à questão com base no seguinte poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
              Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990). 
Nos versos Não há mais sossego, nem menos sossego sequer / Para o meu esperar, o vocábulo esperar apresenta uma particularidade morfossintática relevante para a interpretação do texto. Considerando o contexto e a estrutura da língua portuguesa, é correto afirmar que:
 

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3877857 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Responda à questão com base no seguinte poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
              Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990). 
Considerando o uso e a significação de determinados vocábulos no poema, julgue as assertivas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A palavra rumor é empregada no poema como sinônimo de fofoca ou comentário indiscreto.
( ) O termo bulício refere-se ao movimento e ao ruído intensos, associados à vida urbana ou a fluxos naturais, como o do rio mencionado.
( ) O termo Algures significa “em algum lugar ou tempo não especificado”, projetando uma ideia de indefinição espacial ou temporal.
Preenche, corretamente, os parênteses:
 

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3877856 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Responda à questão com base no seguinte poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
              Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990). 
No verso A pálida luz da manhã de inverno, o poeta conjuga adjetivação e referência temporal. Considerando o efeito dessa construção, é correto afirmar que:
 

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3877855 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Responda à questão com base no seguinte poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
              Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990). 
No poema, o eu-lírico afirma: O que tem que ser / Será, quer eu queira que seja ou que não. Considerando o contexto do texto e a postura do eu lírico, essa afirmação expressa, principalmente:
 

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3877854 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Responda à questão com base no seguinte poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
              Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990). 
No poema, observa-se a presença de imagens sensoriais e reflexões existenciais que revelam tanto a percepção do ambiente quanto a postura do eu lírico diante do destino. Considerando esses elementos, analise as afirmativas a seguir:
I. O verso No rumor do cais, no bulício do rio apresenta um recurso de linguagem que evoca a sensação auditiva, criando uma espécie de sinestesia com o movimento.
II. No poema, a alternância entre O que tem que ser e O que tem que não ser pode ser interpretada como uma oposição entre fatalismo e liberdade de escolha.
Pode-se afirmar que:
 

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3877853 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Responda à questão com base no seguinte poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
              Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990). 
Com base no texto, analise as assertivas a seguir sobre as ideias centrais do poema:
I. A paisagem descrita no poema transmite vitalidade e otimismo, refletindo a alegria do eu-lírico.
II. O poema reflete sobre a inevitabilidade do destino, sugerindo que certas coisas “têm que ser” independentemente da vontade do eu-lírico.
III. O poema sugere que sonhar e imaginar o futuro é mais importante do que aceitar a realidade do destino inevitável.
Pode-se afirmar que:
 

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