Magna Concursos

Foram encontradas 185 questões.

Um usuário, após selecionar os dados, poderá criar um gráfico dinâmico no Microsoft Excel 2019, em português, para analisar as vendas mensais de uma organização a partir da guia

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Sabe-se que exatamente 15 sacos de um lote de 50 sacos de frutas pesam, cada um, 12 kg. Sabe-se ainda que o peso médio de todos os sacos desse lote é 9,2 kg. O peso médio dos 35 sacos restantes é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

No lançamento de dois dados, pode-se calcular a soma e o produto dos números de pontos obtidos nas faces voltadas para cima. A probabilidade de a soma ser maior ou igual ao produto é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Uma dívida deverá ser paga trimestralmente, e o valor de cada pagamento será calculado, no final de cada trimestre, como 20% do saldo devedor naquele momento.

Completado um ano, o saldo devedor corresponderá a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Seis livros devem ser arrumados em uma prateleira, de forma que três deles permaneçam sempre juntos. O número de maneiras possíveis para essa arrumação é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Os amigos André, Bernardo e Caio foram ao clube para correr, nadar ou remar. Cada um escolheu uma modalidade de esporte e eles podiam ser identificados pela cor única da camiseta que vestiam: branca, azul ou cinza.

O portador da camiseta branca afirmou: "Não vou correr nem remar."

O portador da camiseta azul afirmou: "Meu nome não é Bernardo nem Caio."

O portador da camiseta cinza afirmou: "Nem eu nem Bernardo vamos correr."

Diante dessas afirmações, pode-se concluir que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Atenção: Leia o trecho inicial do conto "O escrivão Coimbra", de Machado de Assis, para responder a questão.

Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, - ou depois, - um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.

Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome: mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.

Não deixou logo a irmandade: a esposa pôde contê-lo no exercício do cargo de mesário e levava-o às festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá.

Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religião. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.

Aos sessenta anos, já não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a princípio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.

Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas já aparecia alguém que o convidava a ficar com um bom número, comprava o número e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS. Machado de. Contos: uma antologia. volume II. São Paulo: Companhia das Letras. 1998)

Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.

Nesse trecho, o narrador relata uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está indicado pela seguinte forma verbal sublinhada no texto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Atenção: Leia o trecho inicial do conto "O escrivão Coimbra", de Machado de Assis, para responder a questão.

Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, - ou depois, - um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.

Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome: mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.

Não deixou logo a irmandade: a esposa pôde contê-lo no exercício do cargo de mesário e levava-o às festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá.

Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religião. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.

Aos sessenta anos, já não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a princípio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.

Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas já aparecia alguém que o convidava a ficar com um bom número, comprava o número e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS. Machado de. Contos: uma antologia. volume II. São Paulo: Companhia das Letras. 1998)

não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes.

Em relação ao trecho que o sucede, a oração sublinhada expressa ideia de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3500006 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI

Atenção: Leia o trecho inicial do conto "O escrivão Coimbra", de Machado de Assis, para responder a questão.

Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, - ou depois, - um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.

Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome: mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.

Não deixou logo a irmandade: a esposa pôde contê-lo no exercício do cargo de mesário e levava-o às festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá.

Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religião. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.

Aos sessenta anos, já não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a princípio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.

Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas já aparecia alguém que o convidava a ficar com um bom número, comprava o número e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS. Machado de. Contos: uma antologia. volume II. São Paulo: Companhia das Letras. 1998)

O narrador dirige-se explicitamente a seu leitor no seguinte trecho:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3500005 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEAD PI

Atenção: Leia o trecho inicial do conto "O escrivão Coimbra", de Machado de Assis, para responder a questão.

Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, - ou depois, - um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.

Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome: mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.

Não deixou logo a irmandade: a esposa pôde contê-lo no exercício do cargo de mesário e levava-o às festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá.

Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religião. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.

Aos sessenta anos, já não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a princípio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.

Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas já aparecia alguém que o convidava a ficar com um bom número, comprava o número e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS. Machado de. Contos: uma antologia. volume II. São Paulo: Companhia das Letras. 1998)

Retoma uma expressão mencionada anteriormente no texto a palavra sublinhada em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas