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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF
O cultivo orgânico e natural de espécies vegetais de importância alimentar, econômica e social tem aumentado, nos últimos anos, no Brasil e no mundo, gerando melhoria da qualidade dos alimentos e na preservação do meio ambiente. Acerca da produção de alimentos orgânicos, julgue o item subsequente.
Os agricultores que cultivam de maneira orgânica a batata têm produzido tubérculos de excelente qualidade, mas com menor produtividade do que o cultivo tradicional, em razão da alta demanda de nutrientes nessa lavoura e do intenso ataque de doenças e pragas nos cultivos.
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF
O cultivo orgânico e natural de espécies vegetais de importância alimentar, econômica e social tem aumentado, nos últimos anos, no Brasil e no mundo, gerando melhoria da qualidade dos alimentos e na preservação do meio ambiente. Acerca da produção de alimentos orgânicos, julgue o item subsequente.
O cultivo orgânico de cereais e leguminosas como milho, feijão e soja em larga escala para abastecimento dos grandes centros consumidores, tanto no Brasil quanto no mundo, torna-se impraticável, pois é grande a quantidade de insumos utilizados nessas lavouras, especialmente adubos solúveis em água e defensivos agrícolas.
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF
O cultivo orgânico e natural de espécies vegetais de importância alimentar, econômica e social tem aumentado, nos últimos anos, no Brasil e no mundo, gerando melhoria da qualidade dos alimentos e na preservação do meio ambiente. Acerca da produção de alimentos orgânicos, julgue o item subsequente.
A citricultura brasileira ocupa o primeiro lugar no ranque mundial de produção e exportação de suco concentrado. Atualmente, a laranja orgânica apresenta alta produtividade e excelente qualidade sanitária, em virtude da existência de variedades resistentes às principais pragas.
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF
O cultivo orgânico e natural de espécies vegetais de importância alimentar, econômica e social tem aumentado, nos últimos anos, no Brasil e no mundo, gerando melhoria da qualidade dos alimentos e na preservação do meio ambiente. Acerca da produção de alimentos orgânicos, julgue o item subsequente.
O cultivo orgânico do tomateiro no Brasil já é feito de forma a produzir frutos de melhor qualidade sanitária e com produtividade equivalente à do cultivo tradicional, em razão do domínio de tecnologia necessária a isso e especialmente do uso de variedades resistentes a doenças e pragas.
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Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.
O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.
No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.
É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.
Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.
Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.
Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).
Julgue o item seguinte no que se refere às estruturas linguísticas do texto.
Apesar de apresentar, nos dois primeiros parágrafos, o uso de primeira pessoa do plural, o texto é caracterizado pela impessoalidade.
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Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.
O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.
No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.
É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.
Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.
Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.
Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).
Julgue o item seguinte no que se refere às estruturas linguísticas do texto.
A expressão “tal reversão” constitui elemento coesivo que retoma informação do período precedente.
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Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.
O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.
No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.
É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.
Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.
Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.
Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).
Julgue o item seguinte no que se refere às estruturas linguísticas do texto.
A forma verbal “são” pode ser substituída por é, sem que isso acarrete prejuízo sintático para o texto.
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Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.
O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.
No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.
É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.
Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.
Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.
Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).
Julgue o item seguinte no que se refere às estruturas linguísticas do texto.
O vocábulo “o” pertence à mesma categoria gramatical e exerce a mesma função sintática nos respectivos períodos em que ocorre.
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Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.
O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.
No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.
É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.
Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.
Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.
Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue de acordo com as ideias do texto.
No Brasil, o magistério nunca foi uma profissão de prestígio.
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Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.
O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.
No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.
É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.
Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.
Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.
Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue de acordo com as ideias do texto.
Infere-se do texto que as visitas às escolas públicas revelam a necessidade de melhorias em sua infraestrutura física.
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