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Foram encontradas 120 questões.

1566258 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.

O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.

No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.

É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.

Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.

Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.

Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue de acordo com as ideias do texto.

O maior desafio para a educação brasileira é criar estímulos para a formação de professores.

 

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1566238 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.

O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.

No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.

É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.

Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.

Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.

Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue de acordo com as ideias do texto.

A divulgação de produção científica em periódicos renomados serve como parâmetro para a avaliação da qualidade da educação brasileira.

 

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1566198 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Por qualquer ângulo que se analise a questão da qualidade da educação no Brasil, só vamos encontrar indicadores positivos quando se trata da pós-graduação.

O sucesso atingido na formação de mestres e doutores em número crescente explica a produção crescente de conhecimento acadêmico, que nos coloca, atualmente, entre os 13 países principais na produção de artigos publicados em revistas de elevado prestígio internacional.

No que se refere ao ensino de graduação, temos sérios problemas estruturais, com um declínio preocupante de atividades práticas durante o curso. No entanto, forte programa de iniciação científica supre parte das deficiências e tem levado à formação de graduados de excelente nível em quase todas as áreas do conhecimento.

É no campo do ensino básico que os indicadores apontam para uma situação crítica. Em relação a aspectos qualitativos, os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) mostram que ocupamos a 48.ª posição em leitura e a 52.ª em ciências, entre os 56 países avaliados.

Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) indicam que o desempenho dos alunos, em 2007, em provas de português e de matemática foi inferior ao obtido em 1995. No que se refere a aspectos quantitativos, chama a atenção o fato de que apenas 37% dos alunos que ingressam no ensino fundamental chegam ao final do ensino médio.

Apenas esses dados já são suficientes para deixar claro o que percebemos nas conversas cotidianas ou nas visitas às escolas públicas. Reverter esse quadro constitui o maior desafio para a educação brasileira. Certamente, tal reversão é possível, mas exigirá uma atuação continuada em vários setores, o que inclui infraestrutura física, infraestrutura laboratorial, melhoria salarial dos profissionais envolvidos com educação e, o que me parece mais importante nesse momento, estímulos para que os nossos melhores jovens vejam na atividade docente uma possibilidade de realização profissional, como já o foi no passado.

Wanderley de Souza. Necessário estímulo à formação de professores. In:
Jornal do Brasil, 10/7/2009. Internet: <jornaldaciencia.org.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue de acordo com as ideias do texto.

A qualidade da educação no Brasil tem aumentado em todos os níveis, do básico à pós-graduação.

 

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1566194 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A história da fórmula FCmáx = 220!idade

Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.

A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.

Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.

Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.

Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.

Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).

Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.

Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).

O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.

A fórmula 220!idade não deveria ser usada como base para a determinação de faixas de treinamento cardiorrespiratório, porquanto a clareza de sua origem e sua exatidão carecem de fidedignidade.

 

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1445074 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A história da fórmula FCmáx = 220!idade

Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.

A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.

Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.

Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.

Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.

Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).

Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.

Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).

O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.

Ao ser apontado como autor da fórmula, o estudioso Karvonen não ratificou a informação; do contrário, afirmou jamais ter concluído qualquer estudo relativo a matéria.

 

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1445073 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A história da fórmula FCmáx = 220!idade

Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.

A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.

Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.

Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.

Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.

Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).

Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.

Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).

O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.

O estudo que deu origem à formula apresentada é conhecido em detalhes por estudiosos da área.

 

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1445072 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A história da fórmula FCmáx = 220!idade

Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.

A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.

Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.

Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.

Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.

Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).

Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.

Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).

O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.

Através da fórmula 220!idade, calculam-se porcentuais de frequência cardíaca e são estabelecidos faixas de treinamento cardiorrespiratório.

 

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1445071 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A história da fórmula FCmáx = 220!idade

Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.

A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.

Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.

Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.

Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.

Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).

Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.

Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).

O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.

Conquanto seja conhecido e utilizado em larga escala na fisiologia do exercício, o método de aferição da frequência cardíaca máxima é controverso no que toca à sua autoria.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1445070 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A história da fórmula FCmáx = 220!idade

Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.

A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.

Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.

Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.

Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.

Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).

Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.

Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).

Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.

A variação de dez batimentos cardíacos a mais ou a menos por minuto, ao se analisar a precisão do resultado da aplicação da fórmula 220!idade, está fora dos padrões desejados.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1445069 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A história da fórmula FCmáx = 220!idade

Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.

A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.

Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.

Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.

Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.

Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).

Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.

Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).

Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.

Uma vez que a ineficácia da fórmula 220!idade já foi comprovada, pesquisadores do assunto preferem esquivar-se da responsabilidade de tê-la como objeto de sua autoria.

 

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