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Ansiedade, perda de contato com pessoas próximas, sentir-se mais feliz na vida virtual que na realidade, se preocupar com as curtidas e compartilhamentos de uma foto, e deixar de aproveitar os momentos da vida para postar uma selfie são alguns dos sinais de que você está passando do limite. Uso abusivo do celular pode se tornar um transtorno psicológico, chamado nomofobia, que pode desencadear em depressão, alertam os especialistas. De acordo com a psicóloga do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo) Dora Goes, o abuso do uso de celular pode se tornar um transtorno, conhecido como nomofobia, do inglês “no mobile phobia” (medo de ficar sem o celular). O excesso não está relacionado ao tempo em que a pessoa fica no aparelho, mas aos prejuízos que o uso acarreta na vida.
(Disponível em: https://noticias.r7.com/saude/nomofobia-usoexcessivo-de-celular-pode-levar-a-ansiedade-tremor-e-ate-depressao19072015.)
Além dos fatores pessoais, psicológicos, internos, não só o uso exacerbado do celular, mas das mídias de uma maneira geral, afetam gravemente grande parte da sociedade, com mais especificidade em jovens, adolescentes e até crianças. Vivendo em um mundo paralelo ao real, muitas vezes o que resta é a alienação em relação à própria vida. É no mundo dos jovens urbanos principalmente que são visíveis algumas características ocasionalmente desconcertantes da sociedade contemporânea, tais como:
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Entre o povo Bororo, que vive no estado de Mato Grosso, um homem deve mudar para a residência da esposa ao se casar. No entanto, ele continua pertencendo à sua linhagem, que é sempre matrilinear (ou seja, o pertencimento de cada indivíduo é definido pela linhagem de sua mãe). Em cada casa, portanto, há cerca de três famílias nucleares, de diferentes linhagens e clãs. As metades [da aldeia] eram exógamas, ou seja, os cônjuges tinham de ser escolhidos sempre na metade oposta; além disso, havia relações de casamento preferenciais entre determinados clãs. Pertencer às metades, aos clãs e aos subclãs era uma herança materna. Os homens de todos os clãs, no entanto, passavam boa parte de sua vida na casa dos homens comuns, na qual a tradição era cultivada e também os privilégios dos clãs eram expressados materialmente. Os clãs, entre os quais havia ricos e pobres, eram, na verdade, os proprietários de mitos a partir dos quais eram deduzidos os direitos a determinadas cerimônias, tarefas sociais e nomes próprios, mas também a forma de objetos de uso cotidiano. Através da antropologia, muitos mistérios e conhecimentos sobre variados povos são, de uma certa forma, desmistificados. A etnografia é o método criado pela antropologia para descrever de modo sistemático e detalhado o cotidiano de um grupo social com base no ponto de vista de seus membros. Nesse caso, o etnógrafo:
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O sindicalismo e o cooperativismo brasileiro também surgem de um mesmo movimento, no início da industrialização, quando os trabalhadores qualificados constituíram os “clubes de ofícios”, sindicatos – para defender os interesses da profissão, e as sociedades de consumo cooperativas com vistas a possibilitar o desenvolvimento de trabalho, renda e acesso a produtos mais adequados aos seus associados.
(Revista Estudos Libertários – UFRJ | Vol. 03 nº 07 | 1º semestre de 2021 | ISSN 2675-0619.)
Em relação às ideias e práticas no mundo, e não apenas especificamente no Brasil, o cooperativismo, de certa forma:
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Texto I
Uma dupla de artistas italianos pretende modificar o conceito tradicional de cemitérios. No lugar dos caixões comuns, eles propõem a utilização de uma cápsula biodegradável, coberta por uma árvore. Assim, ao invés de lápides, os enterros dariam origem a uma nova vida. A ideia é assinada pela dupla Anna Citelli e Raoul Bretzel. No site do projeto, a dupla explica que o interesse dos dois é ajudar a resgatar a sociedade que vive atualmente distante da natureza. Para alcançar este objetivo, eles escolheram um tema considerado um tabu: a morte. Segundo eles, independente da religião e cultura a que pertencemos, a morte é um fenômeno biológico; é a mesma coisa para todos.
(Disponível em: https://ciclovivo.com.br/arq-urb/arquitetura/capsulasorganicas-substituem-caixoes-e-transformam-cemiterio-em-floresta/.)
Texto II
A ideia de relativismo cultural é apenas uma desculpa para violar os direitos humanos.
(Shirin Ebadi 1947. Relativismo cultural: definição, exemplos e críticas – Toda Matéria. Disponível em: todamateria.com.br.)
Cada tempo, cada pessoa e cada cultura têm sua forma pessoal de lidar com as questões relativas não só a morte, mas a uma série de aspectos do nosso cotidiano. Umas enxergam como tabu, outras como um processo natural e ponto. De qualquer maneira, o mundo possui centenas de povos, costumes e culturas, e em muitas delas a morte e outros temas e vivências ganham outros significados. Diante de tais premissas e tendo em vista o conceito e as polêmicas em torno do relativismo cultural, assinale a afirmativa correta.
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Coisas que você não deve fazer na Índia:
Usar a mão esquerda para cumprimentar alguém
O que não fazer no Iraque:
Mostrar a sola do sapato para as pessoas
Hábitos brasileiros que você deve esquecer na Bélgica:
Ficar tocando em alguém durante uma conversa
O que não fazer na China:
Desfilar pelas ruas com um belo bronzeado no corpo
Hábito para não ser mantido na França:
Servir bebida alcoólica a si mesma se você for mulher
Coisas que você não deve fazer na Tailândia:
Cumprimentar alguém tocando essa pessoa
Passar a mão na cabeça de uma criança
Hábito a ser evitado na Suécia
Chegar atrasado ou levar um amigo extra a uma festa.
(7 costumes brasileiros para NÃO fazer em outros países | Super. Disponível em: abril.com.br.)
A cultura de um povo não é algo construído de um dia para o outro e muito menos algo que possa ser totalmente abarcado ou definido de forma muito simples e rápida. Na transição para o século XX, o antropólogo Franz Boas desenvolveu a teoria de que civilização não é um conceito que pode ser predefinido e aplicado às diferentes organizações sociais. Para ele, o conceito de civilização é relativo. Nesse contexto, a ideia do culturalismo ou particularismo histórico:
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Everardo Rocha, antropólogo e professor do departamento de Comunicação Social da PUC-Rio e um grande estudioso brasileiro do etnocentrismo, afirma que o “etnocentrismo é uma visão do mundo onde o nosso próprio grupo é tomado como centro de tudo e todos os outros são pensados e sentidos através dos nossos valores, nossos modelos, nossas definições do que é a existência. No plano intelectual, pode ser visto como a dificuldade de pensarmos a diferença; no plano afetivo, como sentimentos de estranheza, medo, hostilidade etc.”. O etnocentrismo pode se apresentar de diferentes formas e maneiras e em vários contextos históricos, mas também está presente na sociedade atual. A visão etnocêntrica:
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Os dilemas da construção da identidade na era da informação
Na sociedade moderna, um dos temas muito utilizados para refletir sobre a relação entre indivíduo e sociedade é o da identidade social. Se decodificamos o mundo mediante a cultura, é pela identidade social que o classificamos, nos damos conta da sua diversidade e nos posicionamos nas questões do dia a dia. As mudanças ocorridas no mundo nas últimas décadas do século XX modificaram a posição de relativa estabilidade no modo como essa identidade era construída, assim como intensificaram o debate acerca do tema nas Ciências Sociais, especialmente na Sociologia. O processo de construção da identidade social na sociedade espelha a maneira como se efetiva a relação entre o indivíduo e a coletividade em determinada estrutura social.
(DIMESNSTEIN, Gilberto, 2008.)
Para o sociólogo francês Robert Castel, por exemplo, a extensão do assalariamento ao longo do século XX possibilitou a construção de uma identidade social de trabalhador assalariado. Nesse contexto, a mediação entre o indivíduo e a sociedade se estabelece:
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Observe a imagem:

(Disponível em: https://olma.org.br/2018/11/22.)
Texto:
A organização internacional Fundação para o Devido Processo (DPLF) lançou uma nova edição do “Manual para Defender os Direitos dos Povos Indígenas e Tradicionais”. O documento foi publicado originalmente em 2009 e, desde então, é sempre atualizado. A versão em Português e Guarani foi desenvolvida em parceria com o Conselho Continental da Nação Guarani (CCNAGUA), o Conselho Missionário Indigenista (CIMI), o Instituto Terra Trabalho e Cidadania (ITTC), o Instituto das Irmãs de Santa Cruz e com o professor Guarani-Kaiowá, Cajetano Vera. O documento apresenta, ainda, charges de autoria de Carlos Henrique Latuff de Sousa.
O documento anteriormente citado ajuda a potencializar a luta de indígenas, organizações indigenistas e movimentos sociais na América Latina e no mundo, na defesa de direitos internacionais assegurados a esses povos. A charge, em destaque, retrata:
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A sensação de insegurança no Brasil não é sem fundamento. Somos, de fato, um dos países mais violentos da América Latina, que, por sua vez, é uma das regiões, senão a mais violenta do globo. Em uma pesquisa da Organização das Nações Unidas, realizada com dados de 1997, o país ficou com o preocupante terceiro lugar entre os países com as maiores taxas de assassinato por habitante. Na quantidade de roubos, somos o quinto colocado. A situação seria ainda pior se fossem comparados os números isolados de algumas cidades e regiões metropolitanas, onde há o dobro de crimes da média nacional. São Paulo, por exemplo, já ultrapassou alguns notórios campeões da desordem, como a capital da Colômbia, Bogotá.
(A origem da criminalidade | Super. Disponível em: abril.com.br.)
Existem muitas teorias para explicar o que gera a criminalidade. Cada uma delas se aplica perfeitamente a pelo menos uma situação criminosa, mas nenhuma consegue explicar o nascedouro de todos os crimes. Para o sociólogo Émile Durkheim, o crime:
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Queima de ônibus espalha medo e transtorno em Belo Horizonte
Com quinto veículo incendiado em uma semana, empresas suspendem operação à noite nas linhas afetadas e estações amanhecem superlotadas. Motoristas relatam rotina de violência.
(18/09/2020 06:00)
A queima de mais um ônibus na Grande BH, na noite de quarta-feira, aumentou o medo entre motoristas e cobradores e deixou as estações Venda Nova e Vilarinho – os dois maiores pontos de integração do sistema de transporte de Belo Horizonte – transbordando de passageiros na manhã de ontem. A aglomeração foi causada pela suspensão da circulação de coletivos durante a madrugada em toda a cidade, devido à queima do quinto veículo em menos de uma semana.
(Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2020/09/18/interna_gerai s,1186545/queima-de-onibus-espalha-medo-e-transtorno-em-belohorizonte.shtml.)
O sociólogo carioca Luiz Antônio Machado da Silva é uma referência no país com seus estudos sobre os diferentes aspectos da sociabilidade urbana brasileira desde 1970. Entre seus vários estudos, procura interpretar, também, manifestações tão diversas quanto os movimentos sociais, insatisfações sociais que conduzam a uma rebelião ou ação mais radical como os quebra-quebras de supermercados nos anos 1980, ou ataques incendiários a ônibus como citados anteriormente. Tanto ele quanto outros estudiosos brasileiros da atualidade, ao analisarem tais circunstâncias:
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