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De acordo com o REGULAMENTO DE LICITAÇÕES E DE CONTRATOS DO SISTEMA SEBRAE, a modalidade de licitação denominada PREGÃO é assim definida: modalidade de licitação entre quaisquer interessados para aquisição de bens e serviços, qualquer que seja o valor estimado da contratação realizado em sessão pública, podendo ser presencial, com propostas impressas e lances verbais, ou no ambiente Internet, com propostas e lances eletrônicos, vedada a sua utilização para contratação de obras e serviços de engenharia.
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A licitação destina-se a selecionar a proposta mais vantajosa para o Sistema SEBRAE e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos, inadmitindo-se critérios que frustrem seu caráter competitivo.
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Leia o texto abaixo, extraído do livro “O Olhar Médico” (p. 87), de Moacyr Scliar, antes de responder à questão, que a ele se refere:
A moda das dietas é resultado de outra moda, a moda do consumo de certos produtos que foram atingindo a cultural ocidental em “ondas” sucessivas. O chocolate era desconhecido até o descobrimento da América; quando chegou, portando uma aura de substância afrodisíaca e sofisticada, entrou para ficar, acrescentando vários quilos à vida de muitas pessoas. Da mesma maneira os refrigerantes, os salgadinhos, os hambúrgueres...
Um problema que os nossos índios não tinham. Comiam o que a natureza lhes oferecia e, guiados pelo instinto, obtinham uma dieta balanceada. Com a preocupação com o excesso de peso, a busca da novidade agora se disfarça em busca da dieta saudável. Parte, diz o antropólogo Robin Fox, de um projeto utópico que há séculos anima o Ocidente: o Alimento Perfeito, aquele que nos nutre (e espiritualiza) sem nos engordar, a ética puritana aplicada à cozinha.
O problema não é a dieta, é a vida. A balança simplesmente reflete a maneira como vivemos. E é sobre isso que devemos pensar. Quando o fizermos, não precisaremos mais aderir às dietas da moda. Difícil jornada? Difícil, sim. Mas começa com esse pequeno passo, que é tomar conhecimento das modas e não se deixar enganar por elas.
O acento indicativo de crase, constante do primeiro parágrafo, se justifica por uma exigência do verbo “acrescentar”, que, no contexto empregado, se caracteriza também como transitivo indireto.
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Mala direta é uma ferramenta do Word 2007 usada quando se deseja criar um conjunto de documentos, como uma carta modelo que é enviada a muitos clientes ou uma folha de etiquetas de endereço. Cada carta ou etiqueta tem o mesmo tipo de informações.
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Conforme o REGULAMENTO DE LICITAÇÕES E DE CONTRATOS DO SISTEMA SEBRAE em seu artigo Art. 2°: A licitação destina-se a selecionar a proposta mais vantajosa para o Sistema SEBRAE e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos, inadmitindo-se critérios que frustrem seu caráter competitivo.
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Leia o texto abaixo, extraído do livro “O Olhar Médico” (p. 87), de Moacyr Scliar, antes de responder à questão, que a ele se refere:
A moda das dietas é resultado de outra moda, a moda do consumo de certos produtos que foram atingindo a cultural ocidental em “ondas” sucessivas. O chocolate era desconhecido até o descobrimento da América; quando chegou, portando uma aura de substância afrodisíaca e sofisticada, entrou para ficar, acrescentando vários quilos à vida de muitas pessoas. Da mesma maneira os refrigerantes, os salgadinhos, os hambúrgueres...
Um problema que os nossos índios não tinham. Comiam o que a natureza lhes oferecia e, guiados pelo instinto, obtinham uma dieta balanceada. Com a preocupação com o excesso de peso, a busca da novidade agora se disfarça em busca da dieta saudável. Parte, diz o antropólogo Robin Fox, de um projeto utópico que há séculos anima o Ocidente: o Alimento Perfeito, aquele que nos nutre (e espiritualiza) sem nos engordar, a ética puritana aplicada à cozinha.
O problema não é a dieta, é a vida. A balança simplesmente reflete a maneira como vivemos. E é sobre isso que devemos pensar. Quando o fizermos, não precisaremos mais aderir às dietas da moda. Difícil jornada? Difícil, sim. Mas começa com esse pequeno passo, que é tomar conhecimento das modas e não se deixar enganar por elas.
O texto, de acordo com o enunciado, se caracteriza, em sua tipologia, como persuasivo.
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Leia agora o texto abaixo, início da crônica “Se tivesse estudado...”, de João Ubaldo Ribeiro, constante do livro “A Gente se acostuma a tudo” (p. 215-216), para poder responder à questão, que a ele se reporta.
Para quem precisa de assunto toda semana, é de esperar-se que excesso de assuntos seja uma bênção. Mas cada dia mais chego à conclusão de que não é, é pior do que não ter assunto. Quando não se tem assunto, sempre se pode fantasiar, por exemplo, sobre Herculano, o gavião que se exibia muito aqui pelo terraço e nunca mais apareceu. Quando se tem assunto demais, a indecisão acomete, todos acabam se intrometendo no texto e fica difícil pôr ordem na miscelânea que insiste em sair.
É o caso hoje e de antemão peço a indulgência dos leitores. Mas ponham-se no meu lugar, vejam que não é fácil. Por exemplo, quantos de nós não gostaríamos de bombardear essas malditas elites, que vivem atrapalhando o nosso governo? Foi o que inicialmente pensei que ia abordar. Matutei uns dias sobre as elites e concluí que precisamos combatê-las ou eliminá-las urgentemente. O único problema é que, já em plena campanha, o presidente ainda não explicou que elites são essas. Estou patrioticamente disposto a cair de pau nelas, mas tenho dificuldade em identificá-las.
Vamos ter cuidado com isso e com outras coisas. Denunciar os ricos, as elites financeiras, não fica bem tampouco, a não ser com uma criteriosa escolha de linguagem. Isto porque, como se sabe, esse pessoal das finanças, de bancos a investidores internacionais, tem se dado muito bem neste governo e duvido que concebam governinho melhor.
No último parágrafo, o autor se utiliza, principalmente, da ironia como recurso expressivo.
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Leia agora o texto abaixo, início da crônica “Se tivesse estudado...”, de João Ubaldo Ribeiro, constante do livro “A Gente se acostuma a tudo” (p. 215-216), para poder responder à questão, que a ele se reporta.
Para quem precisa de assunto toda semana, é de esperar-se que excesso de assuntos seja uma bênção. Mas cada dia mais chego à conclusão de que não é, é pior do que não ter assunto. Quando não se tem assunto, sempre se pode fantasiar, por exemplo, sobre Herculano, o gavião que se exibia muito aqui pelo terraço e nunca mais apareceu. Quando se tem assunto demais, a indecisão acomete, todos acabam se intrometendo no texto e fica difícil pôr ordem na miscelânea que insiste em sair.
É o caso hoje e de antemão peço a indulgência dos leitores. Mas ponham-se no meu lugar, vejam que não é fácil. Por exemplo, quantos de nós não gostaríamos de bombardear essas malditas elites, que vivem atrapalhando o nosso governo? Foi o que inicialmente pensei que ia abordar. Matutei uns dias sobre as elites e concluí que precisamos combatê-las ou eliminá-las urgentemente. O único problema é que, já em plena campanha, o presidente ainda não explicou que elites são essas. Estou patrioticamente disposto a cair de pau nelas, mas tenho dificuldade em identificá-las.
Vamos ter cuidado com isso e com outras coisas. Denunciar os ricos, as elites financeiras, não fica bem tampouco, a não ser com uma criteriosa escolha de linguagem. Isto porque, como se sabe, esse pessoal das finanças, de bancos a investidores internacionais, tem se dado muito bem neste governo e duvido que concebam governinho melhor.
O acento indicativo de crase, constante do primeiro parágrafo, se justifica por uma exigência do verbo “chegar”, que, no contexto empregado, é transitivo indireto.
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Leia o texto abaixo, extraído do livro “O Olhar Médico” (p. 87), de Moacyr Scliar, antes de responder à questão, que a ele se refere:
A moda das dietas é resultado de outra moda, a moda do consumo de certos produtos que foram atingindo a cultural ocidental em “ondas” sucessivas. O chocolate era desconhecido até o descobrimento da América; quando chegou, portando uma aura de substância afrodisíaca e sofisticada, entrou para ficar, acrescentando vários quilos à vida de muitas pessoas. Da mesma maneira os refrigerantes, os salgadinhos, os hambúrgueres...
Um problema que os nossos índios não tinham. Comiam o que a natureza lhes oferecia e, guiados pelo instinto, obtinham uma dieta balanceada. Com a preocupação com o excesso de peso, a busca da novidade agora se disfarça em busca da dieta saudável. Parte, diz o antropólogo Robin Fox, de um projeto utópico que há séculos anima o Ocidente: o Alimento Perfeito, aquele que nos nutre (e espiritualiza) sem nos engordar, a ética puritana aplicada à cozinha.
O problema não é a dieta, é a vida. A balança simplesmente reflete a maneira como vivemos. E é sobre isso que devemos pensar. Quando o fizermos, não precisaremos mais aderir às dietas da moda. Difícil jornada? Difícil, sim. Mas começa com esse pequeno passo, que é tomar conhecimento das modas e não se deixar enganar por elas.
O último período do primeiro parágrafo termina com reticências, o que se justifica pelo fato de a oração ter sido interrompida, ficando truncada.
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Leia agora o texto abaixo, início da crônica “Se tivesse estudado...”, de João Ubaldo Ribeiro, constante do livro “A Gente se acostuma a tudo” (p. 215-216), para poder responder à questão, que a ele se reporta.
Para quem precisa de assunto toda semana, é de esperar-se que excesso de assuntos seja uma bênção. Mas cada dia mais chego à conclusão de que não é, é pior do que não ter assunto. Quando não se tem assunto, sempre se pode fantasiar, por exemplo, sobre Herculano, o gavião que se exibia muito aqui pelo terraço e nunca mais apareceu. Quando se tem assunto demais, a indecisão acomete, todos acabam se intrometendo no texto e fica difícil pôr ordem na miscelânea que insiste em sair.
É o caso hoje e de antemão peço a indulgência dos leitores. Mas ponham-se no meu lugar, vejam que não é fácil. Por exemplo, quantos de nós não gostaríamos de bombardear essas malditas elites, que vivem atrapalhando o nosso governo? Foi o que inicialmente pensei que ia abordar. Matutei uns dias sobre as elites e concluí que precisamos combatê-las ou eliminá-las urgentemente. O único problema é que, já em plena campanha, o presidente ainda não explicou que elites são essas. Estou patrioticamente disposto a cair de pau nelas, mas tenho dificuldade em identificá-las.
Vamos ter cuidado com isso e com outras coisas. Denunciar os ricos, as elites financeiras, não fica bem tampouco, a não ser com uma criteriosa escolha de linguagem. Isto porque, como se sabe, esse pessoal das finanças, de bancos a investidores internacionais, tem se dado muito bem neste governo e duvido que concebam governinho melhor.
Uma das ideias expressas implicitamente pelo texto é a de que o excesso de assuntos é prejudicial ao exercício da imprensa.
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