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Dentre as dificuldades encontradas pelos professores de Educação Física para incluir estudantes com deficiência intelectual em suas aulas, destacam-se as dificuldades atribuídas
I. à formação docente.
II. às estratégias de ensino utilizadas.
III. à gestão escolar.
Está correto o que se afirma em
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Leia o excerto abaixo.
A construção de uma escola inclusiva prescinde da discussão e do oferecimento de práticas que tematizem questões afetas à diversidade de corpos, gêneros e sexualidades. Se outrora esses corpos foram deixados nas zonas de sombra, hoje se tornaram visíveis, o que sinaliza não apenas a sua existência, mas o seu empoderamento.
(ANJOS, L. A; GOELLNER, S. V. Esporte e transgeneridade: corpos, gêneros e sexualidades plurais. In: DORNELLES, P. G.; WENETZ, I.; SCHWENGBER, M. S. V. Educação Física e sexualidade: desafios educacionais. Ijuí: Editora UNIJUÍ, 2017, p. 68)
A partir do excerto, considere:
I. A presença de atletas transexuais em eventos esportivos consiste em oportunidade para problematizar a transfobia.
II. O esporte, ao mesmo tempo que produz discursos, práticas e representações que normatizam os corpos, produz elementos para desconstruir essa normalização.
III. A inserção e permanência de pessoas trans no universo esportivo asseveram que os corpos, os gêneros e as sexualidades extrapolam a regulação e a classificação.
Está correto o que se afirma em
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Fabiano Pries Devide, em Estudos de gênero na Educação Física brasileira: entre ameaças e avanços, na direção de uma pedagogia queer (2020), afirma que As práticas sociais dxs alunxs devem escapar ao binarismo, sendo interpretadas como mais uma forma de expressão de um corpo sexuado, que ocupa espaços diversos, que não devem ser rotulados como masculinos ou femininos e não possuem relação direta com sua sexualidade.
Nas aulas de Educação Física, isso acontece quando
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Tratar a educação física escolar como um “espaço” para vivência do lazer é tanto entender o lazer de uma maneira restrita, quanto desconsiderar os esforços que buscaram dar à educação física ao longo de complexas disputas, um lugar de respeito e produção de conhecimentos. Isso não quer dizer que o lazer não deva perpassar os saberes organizados dentro da configuração da educação física escolar, muito pelo contrário, as discussões e possibilidades de reflexão que se fará a partir dos conteúdos desenvolvidos são de fundamental importância para uma melhor compreensão da realidade e posicionamento diante da sociedade.
(SILVA, T. F. Lazer, Escola e Educação Física Escolar. Licere, Belo Horizonte, v.14, n.1, p. 01-17, mar/2011. p. 08-09)
A partir desse raciocínio, embora comuns, são INADEQUADAS as seguintes abordagens do lazer nas aulas de Educação Física:
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A tentativa feita pela criança, de solucionar um determinado problema, utilizando uma estrutura mental já formada, é incorporada a um sistema pronto. Trata-se da atualização de um aspecto do repertório comportamental ou mental numa dada circunstância. Entre os muitos exemplos, citamos a aprendizagem da corrida. Após aprender a andar, a criança poderá aprender a correr, utilizando conhecimentos adquiridos e gravados em sua estrutura neurológica.
(Adaptado de: DE MARCO, A. Educação Física e
desenvolvimento humano. In: Educação Física, cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2006. p. 139)
A situação descreve o processo de
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Leia o excerto abaixo.
As atividades físicas/práticas corporais têm assumido um importante papel nas sociedades. De certa forma, tem sido reconhecido seu significado para a saúde, educação, cultura, lazer e outros aspectos da vida social. De fato, não parece haver dúvidas de que a prática de exercícios, de esportes, danças, lutas, ou quaisquer outras atividades/práticas corporais, tem atravessado nossa vida cotidiana e feito parte de nossas manifestações de cultura corporal. Por outro lado, é possível perceber determinadas contradições que envolvem tais práticas, de forma que os sentidos sociais a elas atrelados podem, ao mesmo tempo, trazer aspectos positivos e negativos.
(PALMA, A. Tensões e possibilidades nas interações entre educação física, saúde e sociedade”. In: WACHS, F; LARA, L.; ATHAYDE, P. Atividade física e saúde. Natal: EDUFRN, 2020. p. 15-27, p. 23)
Exemplifica a contradição mencionada pelo autor:
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Tomando como referência, a trajetória da dança cênica no Ocidente, é possível afirmar que a dança ...I... provém da contestação e rejeição do rigor acadêmico e dos artifícios metodológicos do balé clássico. Fundamentou-se em uma nova relação com a vida real, tendo como inspiração a natureza e a liberdade de expressão, como decorrência da conscientização de que era necessário extrapolar a cópia e a mímica. A dança ...II... aprimorou métodos que permitiram a expressão corporal de sentimentos, ideias e as experiências de vida. Inversamente ao pressuposto clássico, a dança ...III...caracterizou-se por referenciar os gestos nos próprios sujeitos.
Preenche correta e respectivamente as lacunas I, II e III:
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A variedade é uma das principais características da brincadeira. Com e sem materiais, tradicionais e contemporâneas, com brinquedos comerciais ou construídos, cantadas ou não, realizadas em grandes ou pequenos espaços, com muitos ou poucos participantes, seria inviável descrever todas as categorias existentes. Apesar de tantas diferenças, é possível extrair um traço em comum. Na maioria das vezes, as brincadeiras
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Considere abaixo as técnicas empregadas e as modalidades circenses.
| Técnicas | Modalidades |
| 1. Equilíbrio | ( ) Clown |
A correta correlação entre a técnica empregada e a modalidade circense, é:
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As anotações abaixo foram extraídas do “diário” de uma turma do 4o do Ensino Fundamental de uma escola municipal de Vitória (ES). No final de cada aula, um aluno levava o diário para casa com a tarefa de produzir uma narrativa relacionada com as experiências vivenciadas e, posteriormente, passava-o para outro colega.
Eu adorei a aula de sexta-feira porque na aula de terça a professora pediu para nós criarmos uma brincadeira, misturando duas das quatro brincadeiras que nós fizemos. As brincadeiras eram: Malha, Boliche, Peteca e Pula-Corda. A minha se chamava ‘Malha Boliche’ mas a do grupo da Ana Clara eu não ouvi por causa do barulho, mas a maioria da sala gostou mais da minha brincadeira. As regras do 'Malha Boliche' eram: jogar uma bolinha de meia nas latinhas que vão estar a pouco menos de três metros do jogador, se o jogador derrubar a lata, ele ganha cinco pontos e assim por diante, mas se ele não derrubar nenhuma, o jogador perde a vez e cinco pontos (ALUNA D).
Ontem a aula foi muito boa, teve muitas brincadeiras diferentes como: futebol misturado, elefante colorido, menina pega menino e fugi-fugi. A aula foi muito divertida. Eu gostei da sua aula, eu gostei de você (ALUNO P).
Eu gostei do dia de quarta-feira porque nós fizemos regras para a aula de educação física, para a gente parar de fazer bagunça e ter uma aula melhor (ALUNO E).
A ida da Sara [mãe de uma aluna da turma] à escola foi muito legal, aprendemos um jogo diferente, ela é muito boa. Cheguei em casa e ensinei esse jogo para a minha avó, ela adorou e nós jogamos por um bom tempo. Essa foi uma das melhores aulas (ALUNA M).
(SANTOS, W. et al. Avaliação na Educação
Física escolar: construindo possibilidades para a atuação profissional. Educação em Revista, Belo Horizonte, v.30, n.04, p.153-179, Out.-Dez. 2014. p. 174)
Com base na análise dos registros feitos pelas crianças, é correto afirmar que o diário amplia o diálogo
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