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Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) apontam desigualdades entre as regiões brasileiras. Segundo relatório dos técnicos de Planejamento e Pesquisa do IPEA, 90% dos municípios nas categorias baixo e médio-inferior do IDEB estão localizados no Norte e no Nordeste do país. O Sul e o Sudeste possuem, respectivamente, 74% e 85% dos municípios com nota médio- superior e alta. E 47% dos municípios do Centro-Oeste apresentam notas ruins e 53%, notas boas.
Na educação, os técnicos identificaram que fatores como renda, moradia, água, esgoto, coleta de lixo e escolaridade da população do município influenciaram mais para a qualidade da nota do IDEB do que o acesso à infraestrutura pedagógica, como biblioteca escolar e laboratório de informática. E o fator que mais pode aumentar o desempenho do aluno é a escolaridade dos pais, principalmente a da mãe.
Em uma comparação entre o IDEB e o Índice das Condições Sociais (ICS), 94% dos municípios com ICS alto tiraram nota do IDEB entre alto e médio-superior. “Esses dados corroboram o entendimento de que é maior a probabilidade de se obter um resultado elevado no IDEB quando se tem um maior número de fatores sociais considerados adequados”, explica um dos autores do relatório.
Os técnicos afirmam que, na área de educação, não basta aos governos oferecerem boas escolas às crianças que se encontram à margem do acesso aos direitos básicos de cidadania, embora boas instalações e professores qualificados sejam importantes requisitos para o rendimento escolar.
Adriana Nicacio. Um novo olhar sobre a diversidade
territorial. In: Desafios do Desenvolvimento. Revista do IPEA, ano 10, n.º 77, 7/10/2013 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias no texto acima, julgue o item.
Sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, é correto substituir o trecho “no Norte e no Nordeste do país” por: nas regiões Norte e Nordeste do país.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Julgue o item subsequente, com base nos instrumentos legais que dispõem acerca da educação brasileira, considerando que CF corresponde à Constituição Federal de 1988 e LDB, à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
De acordo com a LDB, as atribuições dos docentes incluem a participação na elaboração da proposta pedagógica da escola e a colaboração nas atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade escolar.
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Prezado senhor ou senhora, residente a uma quadra da PUC, que provavelmente não sabe que seu cachorrinho está com problemas.
De uns dias para cá, durante a manhã e a tarde, temos ouvido o choro dele. Um choro fraco, que começa como um lamento, na forma de ganidos alongados, depois se torna um apelo, misturado com um ou outro latido isolado, depois evolui para um tom de reivindicação, com mais latidos do que gemidos, depois o tom se mostra indignado, com latidos um pouco mais fortes, como se reclamasse “será que ninguém me ouve?”, e em seguida com raiva, só latidos, como se perdesse a paciência e passasse a xingar, e então não lamenta mais, só xinga. Ao fim de algum tempo, ele para, como cansado; creio que descansa, talvez beba água, e recomeça. É uma pequena voz, sem volume, não terá muito alcance. Como a que tem um bebê humano deixado sozinho.
Devo dizer, senhor, senhora, que isso só acontece durante o dia, pois no fim da tarde o cãozinho se cala. Às vezes se cala na hora do almoço e recomeça um tempo depois. À noitinha silencia de verdade e só recomeça no meio da manhã seguinte.
Permito-me imaginar que o senhor ou a senhora saia para trabalhar, passe em casa na hora do almoço, volte para o trabalho, retorne no fim da tarde e a partir daí o cãozinho se aquiete, tenha companhia. Suponho que então brinque, faça festas, cumpra seu fado canino. Nesses casos, o dono, ou dona, nem fica sabendo que o bebê chorou, bradou aos céus sua indignação. O abandonado esquece, perdoa, como é próprio dos cães.
Acredito, senhor ou senhora, que esse seja o seu primeiro cachorrinho filhote; atribuo à inexperiência esse abandono durante o dia, à ignorância de que a espécie não suporta a solidão. Ele pode estar cumprindo quarentena antes de ser vacinado, prisão domiciliar, mas, perdão, nunca aceitará ficar sozinho.
Desculpe me intrometer na sua vida, senhora, senhor, mas... a sua rotina com o cão vai ser essa? Ou é uma fase, falta de empregada, filhos ausentes?... Pergunto porque, se o senhor ou a senhora não precisa de companhia durante o dia, ele precisa de alguma.
O cão de companhia é assim: um carente que supre a carência do dono. É como um casamento: quando um não comparece, está na hora de discutir a relação. É o que ele está fazendo.
Atenciosamente...
A partir das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
O nível de linguagem empregado pelo autor do texto é adequado às suas intenções comunicativas, haja vista o texto ter sido construído com linguagem que não respeita a norma padrão para atingir um maior número de interlocutores.
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.
Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.
Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala
de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.
A supressão da vírgula imediatamente anterior ao enunciado “que tem de dar conta de muita coisa” manteria a correção gramatical do período e os sentidos originais do texto.
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Elegia 1938
Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.
Carlos Drummond de Andrade. Sentimento do Mundo. Cia das Letras, 2013.
A partir da leitura do texto “Elegia 1938”, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto que há uma disposição predominantemente otimista do eu-lírico em relação ao “outro século” que virá.
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Prezado senhor ou senhora, residente a uma quadra da PUC, que provavelmente não sabe que seu cachorrinho está com problemas.
De uns dias para cá, durante a manhã e a tarde, temos ouvido o choro dele. Um choro fraco, que começa como um lamento, na forma de ganidos alongados, depois se torna um apelo, misturado com um ou outro latido isolado, depois evolui para um tom de reivindicação, com mais latidos do que gemidos, depois o tom se mostra indignado, com latidos um pouco mais fortes, como se reclamasse “será que ninguém me ouve?”, e em seguida com raiva, só latidos, como se perdesse a paciência e passasse a xingar, e então não lamenta mais, só xinga. Ao fim de algum tempo, ele para, como cansado; creio que descansa, talvez beba água, e recomeça. É uma pequena voz, sem volume, não terá muito alcance. Como a que tem um bebê humano deixado sozinho.
Devo dizer, senhor, senhora, que isso só acontece durante o dia, pois no fim da tarde o cãozinho se cala. Às vezes se cala na hora do almoço e recomeça um tempo depois. À noitinha silencia de verdade e só recomeça no meio da manhã seguinte.
Permito-me imaginar que o senhor ou a senhora saia para trabalhar, passe em casa na hora do almoço, volte para o trabalho, retorne no fim da tarde e a partir daí o cãozinho se aquiete, tenha companhia. Suponho que então brinque, faça festas, cumpra seu fado canino. Nesses casos, o dono, ou dona, nem fica sabendo que o bebê chorou, bradou aos céus sua indignação. O abandonado esquece, perdoa, como é próprio dos cães.
Acredito, senhor ou senhora, que esse seja o seu primeiro cachorrinho filhote; atribuo à inexperiência esse abandono durante o dia, à ignorância de que a espécie não suporta a solidão. Ele pode estar cumprindo quarentena antes de ser vacinado, prisão domiciliar, mas, perdão, nunca aceitará ficar sozinho.
Desculpe me intrometer na sua vida, senhora, senhor, mas... a sua rotina com o cão vai ser essa? Ou é uma fase, falta de empregada, filhos ausentes?... Pergunto porque, se o senhor ou a senhora não precisa de companhia durante o dia, ele precisa de alguma.
O cão de companhia é assim: um carente que supre a carência do dono. É como um casamento: quando um não comparece, está na hora de discutir a relação. É o que ele está fazendo.
Atenciosamente...
A partir das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
No texto, predomina a função fática, uma vez que o autor utiliza recursos da língua para chamar a atenção do leitor que é provavelmente o dono do cachorrinho.
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.
Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.
Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala
de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.
No primeiro parágrafo, as formas “Com”, “um”, “na”, “em”,“da”, “aos” e “dos” são classificadas como monossílabos átonos.
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.
Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.
Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala
de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.
Dispostos no primeiro parágrafo do texto, os vocábulos “professor”, “portuguesa”, “caminha”, “corredores”, “maquiagem”, “palhaço”, “caprichada” e “ensino” contêm grupos de duas letras que representam um só fonema, constituindo o que se denomina dígrafo, ou digrama.
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Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) apontam desigualdades entre as regiões brasileiras. Segundo relatório dos técnicos de Planejamento e Pesquisa do IPEA, 90% dos municípios nas categorias baixo e médio-inferior do IDEB estão localizados no Norte e no Nordeste do país. O Sul e o Sudeste possuem, respectivamente, 74% e 85% dos municípios com nota médio- superior e alta. E 47% dos municípios do Centro-Oeste apresentam notas ruins e 53%, notas boas.
Na educação, os técnicos identificaram que fatores como renda, moradia, água, esgoto, coleta de lixo e escolaridade da população do município influenciaram mais para a qualidade da nota do IDEB do que o acesso à infraestrutura pedagógica, como biblioteca escolar e laboratório de informática. E o fator que mais pode aumentar o desempenho do aluno é a escolaridade dos pais, principalmente a da mãe.
Em uma comparação entre o IDEB e o Índice das Condições Sociais (ICS), 94% dos municípios com ICS alto tiraram nota do IDEB entre alto e médio-superior. “Esses dados corroboram o entendimento de que é maior a probabilidade de se obter um resultado elevado no IDEB quando se tem um maior número de fatores sociais considerados adequados”, explica um dos autores do relatório.
Os técnicos afirmam que, na área de educação, não basta aos governos oferecerem boas escolas às crianças que se encontram à margem do acesso aos direitos básicos de cidadania, embora boas instalações e professores qualificados sejam importantes requisitos para o rendimento escolar.
Adriana Nicacio. Um novo olhar sobre a diversidade
territorial. In: Desafios do Desenvolvimento. Revista do IPEA, ano 10, n.º 77, 7/10/2013 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias no texto acima, julgue o item.
Sem prejuízo para a correção gramatical, poderá ser flexionada no singular a locução verbal “estão localizados”, na oração “90% dos municípios nas categorias baixo e médio-inferior do IDEB estão localizados no Norte e no Nordeste do país”.
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Prezado senhor ou senhora, residente a uma quadra da PUC, que provavelmente não sabe que seu cachorrinho está com problemas.
De uns dias para cá, durante a manhã e a tarde, temos ouvido o choro dele. Um choro fraco, que começa como um lamento, na forma de ganidos alongados, depois se torna um apelo, misturado com um ou outro latido isolado, depois evolui para um tom de reivindicação, com mais latidos do que gemidos, depois o tom se mostra indignado, com latidos um pouco mais fortes, como se reclamasse “será que ninguém me ouve?”, e em seguida com raiva, só latidos, como se perdesse a paciência e passasse a xingar, e então não lamenta mais, só xinga. Ao fim de algum tempo, ele para, como cansado; creio que descansa, talvez beba água, e recomeça. É uma pequena voz, sem volume, não terá muito alcance. Como a que tem um bebê humano deixado sozinho.
Devo dizer, senhor, senhora, que isso só acontece durante o dia, pois no fim da tarde o cãozinho se cala. Às vezes se cala na hora do almoço e recomeça um tempo depois. À noitinha silencia de verdade e só recomeça no meio da manhã seguinte.
Permito-me imaginar que o senhor ou a senhora saia para trabalhar, passe em casa na hora do almoço, volte para o trabalho, retorne no fim da tarde e a partir daí o cãozinho se aquiete, tenha companhia. Suponho que então brinque, faça festas, cumpra seu fado canino. Nesses casos, o dono, ou dona, nem fica sabendo que o bebê chorou, bradou aos céus sua indignação. O abandonado esquece, perdoa, como é próprio dos cães.
Acredito, senhor ou senhora, que esse seja o seu primeiro cachorrinho filhote; atribuo à inexperiência esse abandono durante o dia, à ignorância de que a espécie não suporta a solidão. Ele pode estar cumprindo quarentena antes de ser vacinado, prisão domiciliar, mas, perdão, nunca aceitará ficar sozinho.
Desculpe me intrometer na sua vida, senhora, senhor, mas... a sua rotina com o cão vai ser essa? Ou é uma fase, falta de empregada, filhos ausentes?... Pergunto porque, se o senhor ou a senhora não precisa de companhia durante o dia, ele precisa de alguma.
O cão de companhia é assim: um carente que supre a carência do dono. É como um casamento: quando um não comparece, está na hora de discutir a relação. É o que ele está fazendo.
Atenciosamente...
A partir das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Infere-se do texto que o autor pretende informar ao dono do animal abandonado durante o dia que está disponível para ficar com o bicho de estimação.
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