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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
An understanding of language as open, dynamic, energetic, constantly evolving and personal encompasses the rich complexities of communication. This expanded view of language also makes educational experience more engaging for students. Language is not a thing to be studied but a way of seeing, understanding and communicating about the world and each language user uses his or her language(s) differently to do this. People use language for purposeful communication and learning a new language involves learning how touse words, rules and knowledge about language and its use in order to communicate with speakers of the language.
This understanding of language sees a language not simply as a body of knowledge to be learnt but as a social practice in which to participate. Language is something that people do in their daily lives and something they use to express, create and interpret meanings and to establish and maintain social and interpersonal relationships. If language is a social practice of meaning-making and interpretation, then it is not enough for language learners just to know grammar and vocabulary. They also need to know how that language is used to create and represent meanings and how to communicate with others and to engage with the communication of others. This requires the development of awareness of the nature of language and its impact on the world.
A. Scarino; A. J. Liddicoat. Teaching and learning
languages: a guide. Australia: Commonwealth of Australia, 2009, p. 16. Internet: <www.tllg.unisa.edu.au> (adapted).
According to the text, judge the following item.
The verb “makes” suggests that the action of making “educational experience more ingaging for students” has limited duration.
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.
Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.
Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala
de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.
No segundo parágrafo, na oração “que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas”, há três palavras com a antepenúltima sílaba acentuada.
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Para entender a educação de hoje, nós precisamos olhar para o passado da história. Há 150 anos, pessoas trabalhavam sobre a terra, ao ar livre, com ferramentas produzidas manualmente e em pequenos grupos. Elas não viajavam muito. O trabalho quase não mudava de geração para geração. Filhas faziam o mesmo trabalho de suas mães e de suas avós e suas mães antes delas. Com as mesmas ferramentas. Elas conversavam enquanto trabalhavam. O mesmo valia para os filhos e pais e avôs. Grupos de trabalho incluíam jovens e velhos. A tecnologia para o trabalho mudava lentamente. Quando as ferramentas quebravam, as pessoas podiam consertá-las. Podemos chamar isso de Ambiente de Trabalho 1.0.
Agora, vamos olhar para as escolas daquela época. Os estudantes aprendiam na terra, ao ar livre, em pequenos grupos. Eles não viajavam muito. Usavam simples ferramentas produzidas manualmente. O trabalho em grupo incluía jovens e velhos. Pais e avós frequentavam a mesma escola e aprendiam as mesmas coisas. Nós podemos chamar isso de Educação 1.0.
Quinze anos depois, o trabalho mudou. As pessoas foram trabalhar em fábricas, com ferramentas mecânicas. Elas trabalhavam em grandes grupos, mas sozinhas em suas máquinas. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo, durante todo o dia. Eles não podiam conversar. Usavam papel e lápis e ficavam sentados em suas mesas. Eles não eram felizes e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 2.0. Esse novo trabalho exigia um novo conjunto de habilidades e um novo tipo de cidadão.
E então as escolas mudaram para acompanhar as necessidades da nova economia industrial. Estudantes se formavam em grandes grupos, com a mesma idade. Eles ficavam em lugares fechados e trabalhavam de acordo com o relógio. Usavam ferramentas mecânicas, lápis e papel. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Educação 2.0.
Agora, vamos olhar para o trabalho de hoje, no ambiente 3.0, muito diferente das fábricas. A maioria das pessoas, atualmente, trabalha em pequenos grupos. Elas resolvem problemas juntas. Usam ferramentas digitais. Elas apresentam novas ideias para o outro. Robôs fazem trabalhos mecânicos. Elas trabalham com problemas que ninguém tinha visto antes. Elas devem recorrer à química, matemática, biologia, história e literatura para solucionar problemas. Elas devem reunir informações de várias fontes, a maior parte na rede de relacionamentos, chegando a muitos formatos diferentes. Elas devem ser multitarefas. Elas conversam umas com as outras. E usam ferramentas digitais para comunicação. Trabalham com um amplo círculo de pessoas, de todo o mundo. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 3.0.
A questão de hoje para nós é: “Como deve ser a Educação 3.0 para desenvolvermos crianças e cidadãos que necessitamos formar para hoje e para amanhã?”. Qual é o seu sonho de Educação 3.0?
Jim G. Lengel. Educação 3.0. In: O Estado de S.Paulo. 7/11/2012 (com adaptações).
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Na oração “Elas trabalhavam em grandes grupos, mas sozinhas em suas máquinas”, há uma ambiguidade estrutural que pode ser interpretada como contradição.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Propuestas de trabajo de Victoria Coronado
1. Se trabaja con el grupo completo. Se presenta la lectura con la que se va a trabajar. Se habla del autor, del ilustrador, el título de la lectura y se les pide a los estudiantes que hagan predicciones acerca de la lectura.
Antes de iniciar la lectura se habla de la habilidad que se trabajará durante la semana. El profesor o la profesora inicia la lectura en voz alta y luego le pide a diferentes alumnos y alumnas que lean un párrafo y se va discutiendo la lectura con todo el grupo.
El profesor hace un modelaje de alguna estrategia de comprensión lectora realizando preguntas como: ¿Cómo creen que se va a resolver el problema?, ¿Quiénes son los personajes principales?, ¿Cuál es el principio, medio y final de la lectura? En este primer día se trabaja la motivación a la lectura con todo el grupo. Después se hacen los ejercicios elaborados previamente por el profesor que deben coincidir con los temas de lengua de la semana.
2. El profesor comenta con los alumnos la lectura leída el día anterior y presenta instrucciones precisas para cada uno de los centros. Los pupitres de los niños deben estar agrupados formando cuatro grupos y los niños rotan cada 40 minutos. Cada grupo trabaja en su centro un día a la vez. Hay centro de escritura, centro de gramática y ortografía, centro de trabajo independiente con habilidades lectoras, lectura con el profesor o la profesora y rincón de lectura, donde los niños leen libremente o realizan juegos didácticos.
Cuando se trabaja en centros, la profesora o el profesor primero tiene a su grupo dividido en grupos de cuatro y asigna un centro a cada grupo, verifica que en cada grupo estén trabajando debidamente, y luego él o ella se sienta con el grupo de lectura a leer de nuevo, repasar estrategias de comprensión lectora como hacer predicciones, resumir de forma periódica, utilizar un organizador gráfico para ver la estructura del texto, inferir y resumir.
3. Antes de iniciar el trabajo en centros, el profesor repasa los objetivos de las actividades a realizar. Luego, los niños rotan en los centros. Cuando se trabaja en grupos pequeños, es importante tomar en cuenta que el manejo del grupo y la disciplina son indispensables para el éxito de este trabajo.
Internet: <www.educarchile.cl> (con adaptaciones).
Considerando las ideas del texto de arriba y sus aspectos gramaticales, juzgue lo ítem.
La tercera estrategia tiene que ver con preparar a los alumnos a trabajar en pequeños grupos, cada uno entendiendo la propuesta de las actividades a realizar.
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A fauna das ilhas de pequeno porte é, em geral, poucodiversificada. A jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) é uma das poucas espécies de vertebrados de Queimada Grande, uma ilha na costa sul de São Paulo. No continente, a espécie com parentesco mais próximo à jararaca-ilhoa é a jararaca comum (Bothrops jararaca), cujos adultos se alimentam principalmente de roedores, em contraste com a dieta de adultos da jararaca-ilhoa, que é baseada em aves migratórias. O modo como a jararaca-ilhoa lida com aves também é diferente do modo como a jararaca continental lida com roedores. Ao picar um roedor, a jararaca comum o solta de imediato para evitar a mordida do animal, que poderia feri-la gravemente. Em seguida, ela acompanha a trilha de cheiro até encontrar a presa que está imobilizada pelo veneno. A jararaca-ilhoa, por outro lado, retém na boca a ave capturada até o veneno matá-la. Se fosse solta, a ave voaria até que o veneno fizesse efeito, sem, contudo, deixar trilha de cheiro no chão. Em decorrência da especialização alimentar, a jararaca-ilhoa possui veneno cinco vezes mais potente que o da jararaca continental.
Fonte: Ciência Hoje, setembro de 2002 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item, acerca da diversidade biológica e sua evolução.
A modificação de órgãos em função do seu emprego e a transmissão dessas modificações à prole são elementos da explicação lamarckista da evolução.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
The goddess Thetis was a sea nymph, so beautiful that the Olympians desired her, and even Zeus was tempted. However, an oracle told the gods that the son of Thetis would be more magnificent than his father, and so the gods shunned her S because they did not want to suffer a similar fate to Chronos, whose son Zeus conquered.
It was decided that Thetis must marry a mortal, and Cheiron, the centaur, suggested that a student of his – Peleus – should marry her. She fled from him but was eventually captured and married to him. She had many children, and tried to make them immortal by dipping them in the Styx and then thrusting them into a fire. However, this killed all of them except her last-born, whose father saved him from the fire. The
boy, Achilles, had only been dipped into the Styx, which succeeded in protecting him, but since his mother had held him by the heel, that part of him was not protected.
According to legend, Achilles’ escape from the fire was very narrow indeed, with his father pulling him out too late to save him from being burnt on the ankle. However, the centaur Cheiron helped Peleus once again, by replacing the ankle bone of Achilles with one belonging to the giant Damysos, a great runner. This was what gave Achilles his famous speed.
An oracle told Achilles that he was destined either to have a short yet glorious life, or a long and undistinguished one. Achilles chose the more noble course, and when the Trojan War began he joined the Greeks and turned out to be a tremendous fighter.
His most famous adventure, however, centres around an argument with his king, Agamemnon, during which he shunned the battle completely. Without his inspiring presence, the Greeks lost a great many men, and begged him to return. Achilles compromised — he would allow his best friend Patrocles to wear his armour, fooling the Trojans into thinking he was Achilles and losing heart.
But then the plan backfired, and Patrocles was killed. Achilles was so brokenhearted and upset that he rejoined the war, fighting more fiercely than ever and killing the best Trojan fighter, Hector. However, he was hated by Apollo, who was fighting with the Trojans in the great war, and who killed Achilles in battle by shooting an arrow at the only vulnerable part of his body — his heel.
Internet: <http://news.bbc.co.uk> (adapted).
Judge the following item, based on the text above.
It can be inferred from the text that “Styx” is probably the name of a Greek mountain.
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Apesar de o fósforo ser um importante elemento na composição dos fertilizantes, especialistas alertam as pessoas para o fato de que as reservas de rochas de fosfato do mundo estão acabando, e se referem a esse cenário como “pico do fósforo”. Uma crise de fosfato seria, no mínimo, tão séria quanto uma crise do petróleo; porém, enquanto o petróleo pode ser substituído por outras fontes de energia, ainda não se conhece alternativa para o fósforo. Ainda estão em fase inicial as explorações de novas fontes para solucionar o problema da escassez das reservas de fosfato. O fósforo está presente em todas as células do organismo de todos os seres vivos. Animais e plantas dependem desse elemento para viver. Métodos para retirar materiais do esgoto estão sendo testados, visto que o esgoto apresenta grandes quantidades de fósforo. Será que reciclar o esgoto é a solução?
Internet: <www.mineropar.pr.gov.br> (com adaptações).
Considerando o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item a seguir.
O aporte de esgotos e efluentes de terras agrícolas fertilizadas pode causar incremento de fósforo em ambientes aquáticos, o que diminui a produtividade primária desses ecossistemas e favorece a eutrofização.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Lengua extranjera: factores e
incidencias de enseñanza/aprendizaje
Las diferencias entre individuos, sus condiciones de aprendizaje y los contextos en los que aprenden son algunos aspectos sobre los cuales se focalizan los investigadores para deducir y demostrar la complejidad del aprendizaje de una lengua extranjera. En estas líneas, nuestro objetivo consiste en poner de relieve el determinante papel del docente en la enseñanza/aprendizaje formal de la lengua extranjera, y señalar otros factores e incidencias que contribuyen en este proceso. Además, tenemos la impresión de que la toma en consideración de los factores biológicos en la docencia de una lengua extranjera como el español, pueden favorecer mejores resultados en lo que a la formación sociolingüística y cultural de los alumnos se refiere.
Con ello, pensamos que podremos disponer de instrumentos capaces de orientar la actuación docente hacia la mejora. En este sentido, los procesos de aprendizaje de la lengua extranjera constituyen un interés de suma consideración para los que se mueven en el campo de la docencia. Desde esta óptica, Santos Gargallo destaca que:
“A todos los profesores nos interesa profundizar en el conocimiento del proceso de aprendizaje, es decir, en los factores psicoafectivos, sociales, educativos, etc. que inciden en dicho proceso; ya que cuánto más sepamos sobre este proceso, mejor podremos orientar el de enseñanza, en el sentido de que contribuya a agilizar y facilitar el uso de la nueva lengua.”
El aprendizaje del español lengua extranjera es posterior al de otros idiomas. Además, el aula es el único sitio donde se desarrollan las prácticas docentes. Por tanto, la responsabilidad del profesor, encargado de diseñar los objetivos, los contenidos, los métodos y la evaluación adecuados en el proceso de enseñanza-aprendizaje pasa a ser indudable. En el mismo sentido, el docente de lengua extranjera debe tener en cuenta los demás agentes del proceso educativo y el contexto del aprendizaje.
El papel del profesor adquiere más importancia cuando se sabe que la lengua y la cultura son inseparables. Su tarea cubre así aspectos e intereses de diversas índoles: la influencia del entorno y la lengua que enseña. El profesor de lengua extranjera conoce la lengua-cultura extranjera, por lo tanto, su actuación debe tener en cuenta ciertas normas que Zarate indica en las líneas siguientes cuando apunta:
“Adoptando estrechamente sus prácticas de enseñanza al contexto local, el docente confirma la tecnicidad de su profesión, no solo dominando la lengua que enseña, sus referencias y su campo disciplinar, sino también analizando la relación particular entre el entorno cultural de su enseñanza y la lengua y la cultura que enseña.”
De ahí, la enorme responsabilidad del docente de lengua extranjera, y la importancia de su formación de cara al porvenir y a la misión que tiene: gestionar tantas complejidades contextuales a fin de conseguir el desarrollo sociocultural e intelectual de los alumnos que la sociedad le confía.
El aprendizaje de una lengua extranjera debe siempre tener en cuenta varios factores que lo facilitan o lo dificultan según las situaciones. Muchos estudios han sido realizados sobre dichos factores y permiten una mejor comprensión del concepto de aprendizaje de la lengua extranjera por los profesionales de la docencia. En este sentido, cabe resaltar el estudio de M. Bernaus en el que aparecen algunos de estos factores agrupados en tres categorías: factores biológicos y psicológicos: edad y personalidad; factores cognitivos: inteligencia, aptitudes lingüísticas, estilos y estrategias de aprendizaje; y factores afectivos: actitudes y motivación.
Internet: <www.um.es> (con adaptaciones).
De acuerdo con el texto de arriba, juzgue lo siguiente ítem.
La lengua extranjera es muy compleja porque incluye diferencias, condiciones y contextos.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Enseñanza y aprendizaje de español
como lengua extranjera en China
La enseñanza en lengua extranjera en China pasó de gramática/traducción a otros métodos más modernos. A partir de la década de los ochenta del siglo pasado hubo una nueva abertura para el español. En el manual de primer nivel publicado en Pekín en 1985 titulado Español hay dos lecciones que hacen referencia al modo de enseñanza y aprendizaje. En el texto Estudio español, unos estudiantes comentan y responden:
— (…) En las clases todos escuchamos con atención las explicaciones de la profesora. Luego ella nos hace preguntas. Cuando no contestamos bien, nos corrige las faltas. Cuando tenemos otros defectos también nos los señala.
— ¿Cuándo repasan las lecciones?
— Por la mañana, antes de las clases, leemos los textos en voz alta, por la tarde y por la noche escuchamos la grabación, conversamos en español, hacemos otros ejercicios orales o por escrito.
— ¿Qué haces cuando tienes dificultades?
— Busco a mis compañeros. Ellos me ayudan mucho.
Además, la profesora nos da consultas y nos presta mucha ayuda.
— ¿Qué otras actividades de español efectúan?
— Bueno, aprendemos canciones españolas y latinoamericanas, vemos películas y representaciones teatrales, y claro, somos alumnos del primer curso y todavía no podemos hacer muchas cosas.
Internet: <www.tesisenred.net> (con modificaciones).
Según el texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
En el manual de español publicado en los años ochenta hay un único nivel de enseñanza.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Camino de noche
Tenía todo el tiempo por delante, tanto tiempo que parecía muy difícil de contar, libre e infinito, sin contención ni vallado que lo contuviera. Tenía tanto tiempo a su merced, que terminó sin darse cuenta, desbordó despacio, como la ola de un lago calmo que se dejó llevar.
Como hay palabras que simplemente enunciadas, producen más efectos que las pensadas, hay acciones que empezadas, terminarán solo con su mera extinción del accionar, como algo que no puede detenerse, solo hay que saber cuánto tiempo se tiene que esperar. Así encontró la mañana a la perdida nostalgia de una noche que fue. Así la noche terminó su ciclo de reinado, para ocultar arbitrariamente las simples y pequeñas cosas que el Sol no puede ni sabe de ellas distinguir, y en esa selectiva acción de ocultar lo innecesario, deja marcada su esencia, su mágico don de saber iluminar.
Así encontró la mañana a esa bohemia noche que parecía durar eternamente, así la noche sin que se llegase a extinguir, se supo ocultar, olvidó algunas estrellas en su retirada, que extraviadas de su entorno, solo destellan en su agonía final. El Sol comienza a fortalecerse ahora, ya está amaneciendo, ha llegado el final.
Buenos días viajantes, no pierdan la ilusión, ya pronto anochecerá.
Internet: <www.losmejorescuentos.com> (con adaptaciones).
Considerando los aspectos lingüísticos del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
En la línea, los elementos “la” y “un” pertenecen a la misma clase de palabras.
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