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1220772 Ano: 2013
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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n.º 955/2013/SEE-AL

Em 10 de outubro de 2013.

Assunto: Pedido de impugnação ao Edital de Pregão n.º 200/2013 referente à aquisição de lousas digitais interativas

Senhor Chefe do Núcleo Jurídico,

1. Em resposta ao pedido de impugnação ao Edital de Pregão n.º 200/2013, referente a compra de lousas digitais interativas com projetor acoplado e software, para equipar os auditórios das escolas da rede estadual de ensino, temos o prazer de justificar e informar a Vossa Senhoria que, após levantamento feito junto a diversos fabricantes e revendedores de lousas digitais interativas, as características indicadas no edital são as características que consideramos essenciais no que toca à qualidade técnica e pedagógica do equipamento.

2. Existem inúmeras marcas de lousa interativa no mercado que fornecem a solução integrada, com vários modelos de videoprojeção de curta distância e lousa interativa, razão pela qual vimos pedir uma solução que seja integrada (fornecida pelo mesmo fabricante), como forma de facilitar o processo de instalação, operação, uso e manutenção pós-venda do equipamento. Estamos cientes de que, ao lidarmos com apenas uma marca, esses processos serão mais simples, em todos os níveis, dado que o fornecedor só terá de se remeter a um fabricante.

3. Há variadas marcas presentes no mercado que possuem ferramentas de ensino de diferentes disciplinas otimizadas na lousa interativa. No edital, optamos por solicitar a ferramenta mais completa, pois queremos assegurar que os nossos professores e alunos tenham à disposição o melhor hardware e o melhor software para as aulas didáticas e pedagógicas.

Atenciosamente,


Fulana de Tal
Secretária de Estado da Educação e do Esporte de Alagoas

Considerando o documento oficial hipotético acima, julgue o item subsecutivo com referência à adequação da linguagem e do formato do texto, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).

A linguagem empregada na introdução do corpo do documento hipotético condiz com a que deve ser utilizada na elaboração dessa modalidade de comunicação oficial, fundamentada em correção gramatical, concisão, clareza e objetividade.

 

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1220770 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Elegia 1938

Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.

Carlos Drummond de Andrade. Sentimento do Mundo. Cia das Letras, 2013.

A partir da leitura do texto “Elegia 1938”, julgue o item a seguir.

Os termos “concepção” e “aniquilamento” pertencem a campos semânticos distintos no contexto do poema.

 

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1220762 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Escola limpa, bem conservada e equipada, com espaços adequados, equipe comprometida e comunidade atuante em seu cotidiano é o ideal. Todos esses fatores são parte do que se entende por uma boa escola. O que nem sempre fica claro entre os integrantes da equipe, porém, é o objetivo primordial de buscar um ambiente como esse: oferecer condições às crianças para que, de fato, elas aprendam. A fim de que a gestão escolar seja bem-sucedida, cada medida tomada deve considerar esse preceito, que funciona como um verdadeiro filtro para todas as ações.

A maneira como diretor, professores e funcionários enxergam os alunos é outro ponto que pode determinar o funcionamento do ambiente. É muito comum vermos equipes que parecem lidar com “alunos invisíveis”.

O gestor é o responsável pela criação de um ambiente acolhedor, que viabilize o trabalho educacional, cumprindo o projeto pedagógico da escola. Mas é essencial que ele envolva equipe, pais e alunos em torno desse objetivo. Todos os atores da comunidade escolar ensinam e aprendem. E os espaços e práticas atitudinais também educam.

Internet: <http://revistaescola.abril.com.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, com base no texto acima.

A expressão “esse preceito” retoma a explicação do que constitui o objetivo de se ter “uma boa escola”: “oferecer condições às crianças para que, de fato, elas aprendam”.

 

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1220747 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL

No que diz respeito às tradições religiosas, julgue o item subsequente.

As expressões israelita e israelense são equivalentes, pois ambas referem-se a moradores de uma mesma região geográfica.

 

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1220738 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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O crescimento demográfico atual se destaca como uma das razões para a manutenção dos esquemas de padronização e homogeneidade do espaço geográfico. Tal situação é firmada nos imperativos da indústria, da organização produtiva e do crescimento urbano, em vez de ressaltar os diferentes problemas para cada país, para cada povo, para cada cultura. Além disso, esse tipo de crescimento poderia, entre outros motivos, induzir o crescimento ilimitado da produção e da produtividade. Se a pressão demográfica aparece como uma das razões dessa grande estratégia própria de nosso tempo, é o espaço que se define como instrumento de sua realização. Ele, então, configura uma mediação concreta e prática, como, por exemplo, na modelagem dos grandes conjuntos habitacionais. Certas particularidades, ao se manterem, constituem formas de resistência à desigualdade e de apropriação desse espaço homogeneizante.

Amélia Luisa Damiani. População e geografia. 10.ª ed. São Paulo: Contexto, 2012, p. 93-96 (com adaptações).

A partir das ideias do texto acima, julgue o item a seguir.

O crescimento demográfico pautado em esquemas de padronização e homogeneidade do espaço geográfico, conforme apresentado no texto, está diretamente ligado à desterritorialização das empresas hegemônicas dos países centrais, em benefício dos países emergentes.

 

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1219529 Ano: 2013
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Enunciado 1219529-1

Considerando as figuras I e II, que mostram, respectivamente, importantes obras dos mestres Ataíde e Aleijadinho, julgue o item subsecutivo.

O profeta de Aleijadinho, apresentado na figura II, é uma obra-prima que representa um personagem individual, ainda que esteja exposto em conjunto com outros profetas.

 

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1218984 Ano: 2013
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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D. João VI, no início do século XIX, organizou a vinda da Missão Francesa ao Brasil, acontecimento que revolucionou o panorama das artes no país e instituiu o sistema de ensino superior acadêmico.

Com a Missão criou-se uma escola superior de Belas-Artes na cidade do Rio de Janeiro.

 

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1218946 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Para entender a educação de hoje, nós precisamos olhar para o passado da história. Há 150 anos, pessoas trabalhavam sobre a terra, ao ar livre, com ferramentas produzidas manualmente e em pequenos grupos. Elas não viajavam muito. O trabalho quase não mudava de geração para geração. Filhas faziam o mesmo trabalho de suas mães e de suas avós e suas mães antes delas. Com as mesmas ferramentas. Elas conversavam enquanto trabalhavam. O mesmo valia para os filhos e pais e avôs. Grupos de trabalho incluíam jovens e velhos. A tecnologia para o trabalho mudava lentamente. Quando as ferramentas quebravam, as pessoas podiam consertá-las. Podemos chamar isso de Ambiente de Trabalho 1.0.

Agora, vamos olhar para as escolas daquela época. Os estudantes aprendiam na terra, ao ar livre, em pequenos grupos. Eles não viajavam muito. Usavam simples ferramentas produzidas manualmente. O trabalho em grupo incluía jovens e velhos. Pais e avós frequentavam a mesma escola e aprendiam as mesmas coisas. Nós podemos chamar isso de Educação 1.0.

Quinze anos depois, o trabalho mudou. As pessoas foram trabalhar em fábricas, com ferramentas mecânicas. Elas trabalhavam em grandes grupos, mas sozinhas em suas máquinas. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo, durante todo o dia. Eles não podiam conversar. Usavam papel e lápis e ficavam sentados em suas mesas. Eles não eram felizes e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 2.0. Esse novo trabalho exigia um novo conjunto de habilidades e um novo tipo de cidadão.

E então as escolas mudaram para acompanhar as necessidades da nova economia industrial. Estudantes se formavam em grandes grupos, com a mesma idade. Eles ficavam em lugares fechados e trabalhavam de acordo com o relógio. Usavam ferramentas mecânicas, lápis e papel. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Educação 2.0.

Agora, vamos olhar para o trabalho de hoje, no ambiente 3.0, muito diferente das fábricas. A maioria das pessoas, atualmente, trabalha em pequenos grupos. Elas resolvem problemas juntas. Usam ferramentas digitais. Elas apresentam novas ideias para o outro. Robôs fazem trabalhos mecânicos. Elas trabalham com problemas que ninguém tinha visto antes. Elas devem recorrer à química, matemática, biologia, história e literatura para solucionar problemas. Elas devem reunir informações de várias fontes, a maior parte na rede de relacionamentos, chegando a muitos formatos diferentes. Elas devem ser multitarefas. Elas conversam umas com as outras. E usam ferramentas digitais para comunicação. Trabalham com um amplo círculo de pessoas, de todo o mundo. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 3.0.

A questão de hoje para nós é: “Como deve ser a Educação 3.0 para desenvolvermos crianças e cidadãos que necessitamos formar para hoje e para amanhã?”. Qual é o seu sonho de Educação 3.0?

Jim G. Lengel. Educação 3.0. In: O Estado de S.Paulo. 7/11/2012 (com adaptações).

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

A principal estratégia argumentativa do autor é explicitar as relações, em períodos históricos anteriores ao presente, entre a escola e o ambiente de trabalho.

 

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O movimento Todos pela Educação lançou, no dia 4 de dezembro de 2013, o portal Observatório, do Plano Nacional da Educação (PNE), com o objetivo de acompanharo andamento do plano, aprovado no dia 27 de novembro de 2013, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. O projeto de lei que instituiu o programa (PLC n.º 103/2012) segue para votação em plenário em regime de urgência. Como o texto foi modificado no Senado, deve voltar à Câmara dos Deputados. É preciso ressaltar que o país está há 1.068 dias sem o PNE, uma vez que o anterior venceu em 2010 e o atual ainda está em tramitação.

O Observatório originou-se da constatação de que foram cumpridas apenas 20% das metas previstas no PNE anterior, que regeu o período de 2000 a 2010. A finalidade do Observatório é que ele seja uma ferramenta de gestão, referência para gestores públicos e educadores e instrumento para que a sociedade civil possa cobrar a consecução desse plano.

No PNE, são estabelecidas 20 metas para a educação, que contemplam desde a infantil até a formação continuada de professores, além da ampliação do investimento público no setor, a qual visa chegar a 10% do produto interno bruto (PIB) do país, no final dos dez anos de vigência da lei.

Segundo a avaliação do movimento Todos pela Educação, o PNE a ser aprovado perpassa os pontos principais da educação no país, mas ainda deixa arestas. Na meta 6, por exemplo, são definidas as diretrizes para a educação em tempo integral, a qual se desdobra em ampliação do tempo de permanência na escola, construção de escolas, recursos (infraestrutura e equipamentos, material didático e formação), articulação no território, parcerias com entidades privadas, parcerias ONG-escolas, diversidade local e tempo integral para pessoas com necessidades especiais. Uma das cobranças do Todos pela Educação é que a definição sobre a educação em tempo integral seja mais específica: não é o caso apenas de mais tempo na escola; é tempo na escola com exposição ao aprendizado.

Todos pela Educação lança portal para

monitorar PNE. Internet: <www.noticias.r7.com>, 5/12/2013 (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

De acordo com o texto, o objetivo do portal Observatório é acompanhar o desenvolvimento do PNE, com a finalidade de auxiliar professores e sociedade a cobrar o estabelecido nas vinte metas para a educação.

 

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1218248 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.

Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.

Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala

de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).

No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.

No trecho “Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula”, a locução “Apesar de” introduz uma oração cujo fato nela reconhecido revela uma contradição e é subordinado ao fato enunciado na oração principal.

 

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