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Maria comprou 300 balões, nas cores vermelha, azul e amarela, para decorar o salão de festas onde ocorreria a festa de aniversário de seu filho. Metade dos balões vermelhos comprados, !$ { \Large { 1 \over 5}} !$ dos azuis e !$ { \Large { 2 \over 5}} !$ dos amarelos, totalizando 106 balões, foram usados para decorar as colunas do salão. O restante foi utilizado em outros lugares do salão. Antes de começar a festa, metade dos balões amarelos, !$ { \Large { 2 \over 5}} !$ dos vermelhos e !$ { \Large { 1 \over 5}} !$ dos azuis estouraram, sobrando 186 balões cheios. Uma convidada para festa queria saber quantos balões de cada cor Maria havia comprado. Para tentar responder à convidada, Maria chamou de x a quantidade de balões vermelhos comprados, de y, a de amarelos e de z, a de azuis, montou o seguinte sistema:
!$ { \begin{cases} x + y + z = 300\\5x + 4y + 4z = 1.060\\4x + 5y + 2z =1.140 \end{cases}} !$
Com base no texto e no sistema de equações apresentado acima, julgue o seguinte item.
Infere-se do texto que Maria comprou um número ímpar de balões vermelhos.
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A fauna das ilhas de pequeno porte é, em geral, poucodiversificada. A jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) é uma das poucas espécies de vertebrados de Queimada Grande, uma ilha na costa sul de São Paulo. No continente, a espécie com parentesco mais próximo à jararaca-ilhoa é a jararaca comum (Bothrops jararaca), cujos adultos se alimentam principalmente de roedores, em contraste com a dieta de adultos da jararaca-ilhoa, que é baseada em aves migratórias. O modo como a jararaca-ilhoa lida com aves também é diferente do modo como a jararaca continental lida com roedores. Ao picar um roedor, a jararaca comum o solta de imediato para evitar a mordida do animal, que poderia feri-la gravemente. Em seguida, ela acompanha a trilha de cheiro até encontrar a presa que está imobilizada pelo veneno. A jararaca-ilhoa, por outro lado, retém na boca a ave capturada até o veneno matá-la. Se fosse solta, a ave voaria até que o veneno fizesse efeito, sem, contudo, deixar trilha de cheiro no chão. Em decorrência da especialização alimentar, a jararaca-ilhoa possui veneno cinco vezes mais potente que o da jararaca continental.
Fonte: Ciência Hoje, setembro de 2002 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item, acerca da diversidade biológica e sua evolução.
O texto faz menção a, pelo menos, três classes monofiléticas de vertebrados: répteis, aves e mamíferos.
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Para entender a educação de hoje, nós precisamos olhar para o passado da história. Há 150 anos, pessoas trabalhavam sobre a terra, ao ar livre, com ferramentas produzidas manualmente e em pequenos grupos. Elas não viajavam muito. O trabalho quase não mudava de geração para geração. Filhas faziam o mesmo trabalho de suas mães e de suas avós e suas mães antes delas. Com as mesmas ferramentas. Elas conversavam enquanto trabalhavam. O mesmo valia para os filhos e pais e avôs. Grupos de trabalho incluíam jovens e velhos. A tecnologia para o trabalho mudava lentamente. Quando as ferramentas quebravam, as pessoas podiam consertá-las. Podemos chamar isso de Ambiente de Trabalho 1.0.
Agora, vamos olhar para as escolas daquela época. Os estudantes aprendiam na terra, ao ar livre, em pequenos grupos. Eles não viajavam muito. Usavam simples ferramentas produzidas manualmente. O trabalho em grupo incluía jovens e velhos. Pais e avós frequentavam a mesma escola e aprendiam as mesmas coisas. Nós podemos chamar isso de Educação 1.0.
Quinze anos depois, o trabalho mudou. As pessoas foram trabalhar em fábricas, com ferramentas mecânicas. Elas trabalhavam em grandes grupos, mas sozinhas em suas máquinas. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo, durante todo o dia. Eles não podiam conversar. Usavam papel e lápis e ficavam sentados em suas mesas. Eles não eram felizes e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 2.0. Esse novo trabalho exigia um novo conjunto de habilidades e um novo tipo de cidadão.
E então as escolas mudaram para acompanhar as necessidades da nova economia industrial. Estudantes se formavam em grandes grupos, com a mesma idade. Eles ficavam em lugares fechados e trabalhavam de acordo com o relógio. Usavam ferramentas mecânicas, lápis e papel. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Educação 2.0.
Agora, vamos olhar para o trabalho de hoje, no ambiente 3.0, muito diferente das fábricas. A maioria das pessoas, atualmente, trabalha em pequenos grupos. Elas resolvem problemas juntas. Usam ferramentas digitais. Elas apresentam novas ideias para o outro. Robôs fazem trabalhos mecânicos. Elas trabalham com problemas que ninguém tinha visto antes. Elas devem recorrer à química, matemática, biologia, história e literatura para solucionar problemas. Elas devem reunir informações de várias fontes, a maior parte na rede de relacionamentos, chegando a muitos formatos diferentes. Elas devem ser multitarefas. Elas conversam umas com as outras. E usam ferramentas digitais para comunicação. Trabalham com um amplo círculo de pessoas, de todo o mundo. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 3.0.
A questão de hoje para nós é: “Como deve ser a Educação 3.0 para desenvolvermos crianças e cidadãos que necessitamos formar para hoje e para amanhã?”. Qual é o seu sonho de Educação 3.0?
Jim G. Lengel. Educação 3.0. In: O Estado de S.Paulo. 7/11/2012 (com adaptações).
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Ao dirigir-se ao leitor no último parágrafo do texto, o autor emprega a função referencial da linguagem, cujo objetivo é referir-se ao seu interlocutor, incentivando-o a tomar partido de uma opinião expressa no texto.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
An understanding of language as open, dynamic, energetic, constantly evolving and personal encompasses the rich complexities of communication. This expanded view of language also makes educational experience more engaging for students. Language is not a thing to be studied but a way of seeing, understanding and communicating about the world and each language user uses his or her language(s) differently to do this. People use language for purposeful communication and learning a new language involves learning how touse words, rules and knowledge about language and its use in order to communicate with speakers of the language.
This understanding of language sees a language not simply as a body of knowledge to be learnt but as a social practice in which to participate. Language is something that people do in their daily lives and something they use to express, create and interpret meanings and to establish and maintain social and interpersonal relationships. If language is a social practice of meaning-making and interpretation, then it is not enough for language learners just to know grammar and vocabulary. They also need to know how that language is used to create and represent meanings and how to communicate with others and to engage with the communication of others. This requires the development of awareness of the nature of language and its impact on the world.
A. Scarino; A. J. Liddicoat. Teaching and learning
languages: a guide. Australia: Commonwealth of Australia, 2009, p. 16. Internet: <www.tllg.unisa.edu.au> (adapted).
According to the text, judge the following item.
The word “They” refers to “grammar and vocabulary”.
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Acerca do fundamentalismo agressivo e proselitista de fundo religioso, julgue o item.
As igrejas pentecostais e neopentecostais não têm traço necessariamente fundamentalista, contudo apresentam uma reação sectária e ascética à modernidade.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Camino de noche
Tenía todo el tiempo por delante, tanto tiempo que parecía muy difícil de contar, libre e infinito, sin contención ni vallado que lo contuviera. Tenía tanto tiempo a su merced, que terminó sin darse cuenta, desbordó despacio, como la ola de un lago calmo que se dejó llevar.
Como hay palabras que simplemente enunciadas, producen más efectos que las pensadas, hay acciones que empezadas, terminarán solo con su mera extinción del accionar, como algo que no puede detenerse, solo hay que saber cuánto tiempo se tiene que esperar. Así encontró la mañana a la perdida nostalgia de una noche que fue. Así la noche terminó su ciclo de reinado, para ocultar arbitrariamente las simples y pequeñas cosas que el Sol no puede ni sabe de ellas distinguir, y en esa selectiva acción de ocultar lo innecesario, deja marcada su esencia, su mágico don de saber iluminar.
Así encontró la mañana a esa bohemia noche que parecía durar eternamente, así la noche sin que se llegase a extinguir, se supo ocultar, olvidó algunas estrellas en su retirada, que extraviadas de su entorno, solo destellan en su agonía final. El Sol comienza a fortalecerse ahora, ya está amaneciendo, ha llegado el final.
Buenos días viajantes, no pierdan la ilusión, ya pronto anochecerá.
Internet: <www.losmejorescuentos.com> (con adaptaciones).
Considerando los aspectos lingüísticos del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
En el texto, el elemento “lo” se clasifica como artículo neutro.
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O efeito fotoelétrico consiste, basicamente, na emissão de elétrons induzida pela ação da luz. Na montagem experimental, esquematizada na figura acima, é mostrada placa metálica em que a luz incidente arranca elétrons que vão para o coletor gerando uma corrente que é detectada pelo amperímetro A. O gráfico à direita representa o típico comportamento da corrente versus a voltagem para dois valores de intensidade de luz incidente na fotocélula. Com base nessas informações e considerando que a carga do elétron seja igual a 1,6×10-19 C, a velocidade da luz c, igual a 1×108 m/s e a constante de Planck h, igual a 6,63×10-34 J.s, julgue o item subsecutivo.
Considerando-se !$ \varepsilon_0 = 2,0\,\,V !$ , o máximo comprimento de onda da luz incidente na placa estará na região do ultravioleta.
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Quando se pensa em educação popular, logo se recorre às ideias do educador e escritor Paulo Freire, que, durante toda a sua vida, se dedicou à questão do educar para a vida, por meio de uma educação voltada para a formação do indivíduo crítico, criativo e participante na sociedade.
Na visão de Paulo Freire, a educação como prática da liberdade, ao contrário daquela que é a prática da dominação, implica a negação do homem abstrato, isolado, solto, desligado do mundo, assim como a negação do mundo como uma realidade ausente dos homens. Os caminhos da libertação só estabelecem sujeitos livres, e a prática da liberdade só pode concretizar-se em uma pedagogia em que o oprimido tenha condições de descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica.
Observe-se que o ser humano, nessa modalidade de educação, é um sujeito que não deve somente estar no mundo, mas com o mundo, ou seja, fazer parte dessa imensa esfera giratória, não apenas vivendo, mas construindo sua própria identidade e intervindo no melhoramento de suas condições como cidadão e buscando o direito de construir uma cidadania justa e igualitária.
Paulo Freire acreditava que a melhor maneira de se ensinar é defender com seriedade e apaixonadamente uma posição, estimulando e respeitando, ao mesmo tempo, o direito ao discurso contrário. Nisso reside o dever de lutar pelas próprias ideias e, ao mesmo tempo, o respeito mútuo.
Para o autor, o problema central do homem não era o simples alfabetizar, mas fazer com que o homem assumisse sua dignidade como detentor de uma cultura própria, capaz de fazer história. O homem que detém a crença em si mesmo é capaz de dominar os instrumentos de ação à sua disposição, incluindo a leitura, dos livros e do mundo.
Paulo Freire. A educação como prática da liberdade.
23.ª ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999 [Resenha]. In: Internet: <www.webartigos.com> (com adaptações).
Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
O trecho “o problema central do homem não era o simples alfabetizar, mas fazer com que o homem assumisse sua dignidade como detentor de uma cultura própria” constitui-se de duas orações coordenadas sindéticas e de uma oração subordinada reduzida de infinitivo.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Estrategias para enseñar a leer
Historia de Victoria Coronado, especialista
internacional, quien hace rotar a sus alumnos y alumnas
por distintos “centros de habilidades” de lectura y
escritura, luego se sienta a leer con ellos.
Lo que sintió Victoria Coronado cuando pisó un aula en Costa Rica por primera vez, probablemente es lo mismo que han sentido muchos profesores chilenos. En una misma clase se encontró con cuatro niveles diferentes de lectura en cuanto a fluidez, vocabulario y comprensión lectora.
“Un primer grupo de niños y niñas tenía mucha dificultad con la decodificación de algunas palabras, con el vocabulario y, como consecuencia, su comprensión lectora era muy baja. El segundo grupo presentaba los mismos problemas pero en menor grado. El tercer grupo podríamos decir que tenía un nivel de lectura adecuado para su curso pues podía decodificar el 90% de las palabras, conocía el vocabulario y por lo tanto podían disfrutar de la lectura asignada e incluso comentar acerca de los personajes, identificar el principio, el medio y el final de la lectura, y reconstruir la lectura en forma oral. El cuarto grupo era un porcentaje muy pequeño, pero eran alumnos que leían con gran fluidez, sin problemas de decodificación, con un nivel de vocabulario mayor al promedio, con pensamiento crítico más desarrollado y con deseos de leer más de lo que se les asignaba”, recuerda.
Un diagnóstico que nos deja, como profesores, con una sola interrogante, pero nada fácil de resolver: ¿qué hacemos ahora?
Con el objetivo de satisfacer las necesidades de cada uno de los alumnos en Lenguaje y Lectura, organicé mi salón de clases en cuatro grupos: centro de Lectura con la profesora, centro de Escritura, centro de Gramática y Ortografía y centro de desarrollo de Competencias de Lectura. Yo me sentaba a leer con el grupo de Lectura mientras el resto de los tres grupos trabajaban en otras actividades.
Internet: <www.educarchile.cl> (con adaptaciones).
Con relación a los aspectos semánticos e sintácticos del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
En “cuando pisó un aula”, el verbo pisar tiene el sentido de andar, en el contexto de la lectura.
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Carta de Princípios do Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (FONAPER)
Esta Carta de Princípios contém o contrato moral que todo associado desse fórum estabelece consigo mesmo e com a educação; contrato que se projeta para além de compromissos jurídicos e institucionais:
1. Garantia de que a escola, seja qual for sua natureza, ofereça ensino religioso ao educando, em todos os níveis de escolaridade, respeitando as diversidades de pensamento e opção religiosa e cultural do educando.
2. Definição junto aos sistemas de ensino do conteúdo programático do ensino religioso, integrante e integrado às propostas pedagógicas.
3. Contribuição para que o ensino religioso expresse sua vivência ética pautada pela dignidade humana.
4. Exigência de investimento real na qualificação e capacitação de profissional para o ensino religioso, preservando-se e ampliando-se as conquistas, de todo magistério, bem como garantindo-se condições de trabalho e aperfeiçoamentos necessários.
Internet: <http://www.fonaper.com.br/carta-principios.php> (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
O segundo princípio contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que regulamenta os conteúdos do ensino religioso.
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Caderno Container