Foram encontradas 990 questões.
No que diz respeito às tradições religiosas, julgue o item subsequente.
Antissemitismo é a postura contrária aos povos árabes em suas distintas expressões religiosas.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
When we are young, we learn that tigers and sharks are dangerous animals. We might be scared of them because they are big and powerful. As we get older, however, we learn that sometimes the most dangerous animals are also the smallest ones. In fact, the animal that kills the most people every year is one that you have probably killed many times: the mosquito.
While it may seem that all mosquitoes are biters, this is not actually the case. Male mosquitoes eat plant nectar. On the other hand, female mosquitoes feed on animal blood. They need this blood to live and produce eggs. When a female mosquito bites a human being, it injects a small amount of saliva into his/her blood. This saliva may or may not contain a deadly disease. Therefore, the result of the bite can be as minor as an itchy bump or as serious as death.
Because a mosquito can bite many people in the course of its life, it can carry diseases from one person to another very easily. Two of the most deadly diseases carried by mosquitoes are malaria and yellow fever. More than 700 million people become sick from these diseases every year. At least 2 million of these people will die as a consequence.
Many scientists are working on safer and better forms of killing mosquitoes, but so far, there is no sure way to protect everyone in the world from their deadly bites. Mosquito nets can be placed over beds to protect people against being bitten. These nets help people stay safe at night, but they do not kill any mosquitoes. However, mosquitoes have many natural enemies like bats, birds, dragonflies, and certain kinds of fish, so bringing more of these animals into places where mosquitoes live might help to cut down the amount of mosquitoes in that area. This is a natural solution, but it does not always work very well. Mosquitoes can also be killed with poisons or sprays. Even though these sprays kill mosquitoes, they may also harm other plants or animals.
Internet: <www.englishforeveryone.org> (adapted).
Based on text above, judge the following item.
The word “dragonflies” is used to give an example of an insect.
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Para entender a educação de hoje, nós precisamos olhar para o passado da história. Há 150 anos, pessoas trabalhavam sobre a terra, ao ar livre, com ferramentas produzidas manualmente e em pequenos grupos. Elas não viajavam muito. O trabalho quase não mudava de geração para geração. Filhas faziam o mesmo trabalho de suas mães e de suas avós e suas mães antes delas. Com as mesmas ferramentas. Elas conversavam enquanto trabalhavam. O mesmo valia para os filhos e pais e avôs. Grupos de trabalho incluíam jovens e velhos. A tecnologia para o trabalho mudava lentamente. Quando as ferramentas quebravam, as pessoas podiam consertá-las. Podemos chamar isso de Ambiente de Trabalho 1.0.
Agora, vamos olhar para as escolas daquela época. Os estudantes aprendiam na terra, ao ar livre, em pequenos grupos. Eles não viajavam muito. Usavam simples ferramentas produzidas manualmente. O trabalho em grupo incluía jovens e velhos. Pais e avós frequentavam a mesma escola e aprendiam as mesmas coisas. Nós podemos chamar isso de Educação 1.0.
Quinze anos depois, o trabalho mudou. As pessoas foram trabalhar em fábricas, com ferramentas mecânicas. Elas trabalhavam em grandes grupos, mas sozinhas em suas máquinas. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo, durante todo o dia. Eles não podiam conversar. Usavam papel e lápis e ficavam sentados em suas mesas. Eles não eram felizes e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 2.0. Esse novo trabalho exigia um novo conjunto de habilidades e um novo tipo de cidadão.
E então as escolas mudaram para acompanhar as necessidades da nova economia industrial. Estudantes se formavam em grandes grupos, com a mesma idade. Eles ficavam em lugares fechados e trabalhavam de acordo com o relógio. Usavam ferramentas mecânicas, lápis e papel. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Educação 2.0.
Agora, vamos olhar para o trabalho de hoje, no ambiente 3.0, muito diferente das fábricas. A maioria das pessoas, atualmente, trabalha em pequenos grupos. Elas resolvem problemas juntas. Usam ferramentas digitais. Elas apresentam novas ideias para o outro. Robôs fazem trabalhos mecânicos. Elas trabalham com problemas que ninguém tinha visto antes. Elas devem recorrer à química, matemática, biologia, história e literatura para solucionar problemas. Elas devem reunir informações de várias fontes, a maior parte na rede de relacionamentos, chegando a muitos formatos diferentes. Elas devem ser multitarefas. Elas conversam umas com as outras. E usam ferramentas digitais para comunicação. Trabalham com um amplo círculo de pessoas, de todo o mundo. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 3.0.
A questão de hoje para nós é: “Como deve ser a Educação 3.0 para desenvolvermos crianças e cidadãos que necessitamos formar para hoje e para amanhã?”. Qual é o seu sonho de Educação 3.0?
Jim G. Lengel. Educação 3.0. In: O Estado de S.Paulo. 7/11/2012 (com adaptações).
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Como forma de conferir maior fluidez aos seus argumentos, o autor lança mão de recursos textuais narrativos e descritivos ao tratar da relação ambiente de trabalho versus escola.
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Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) apontam desigualdades entre as regiões brasileiras. Segundo relatório dos técnicos de Planejamento e Pesquisa do IPEA, 90% dos municípios nas categorias baixo e médio-inferior do IDEB estão localizados no Norte e no Nordeste do país. O Sul e o Sudeste possuem, respectivamente, 74% e 85% dos municípios com nota médio- superior e alta. E 47% dos municípios do Centro-Oeste apresentam notas ruins e 53%, notas boas.
Na educação, os técnicos identificaram que fatores como renda, moradia, água, esgoto, coleta de lixo e escolaridade da população do município influenciaram mais para a qualidade da nota do IDEB do que o acesso à infraestrutura pedagógica, como biblioteca escolar e laboratório de informática. E o fator que mais pode aumentar o desempenho do aluno é a escolaridade dos pais, principalmente a da mãe.
Em uma comparação entre o IDEB e o Índice das Condições Sociais (ICS), 94% dos municípios com ICS alto tiraram nota do IDEB entre alto e médio-superior. “Esses dados corroboram o entendimento de que é maior a probabilidade de se obter um resultado elevado no IDEB quando se tem um maior número de fatores sociais considerados adequados”, explica um dos autores do relatório.
Os técnicos afirmam que, na área de educação, não basta aos governos oferecerem boas escolas às crianças que se encontram à margem do acesso aos direitos básicos de cidadania, embora boas instalações e professores qualificados sejam importantes requisitos para o rendimento escolar.
Adriana Nicacio. Um novo olhar sobre a diversidade
territorial. In: Desafios do Desenvolvimento. Revista do IPEA, ano 10, n.º 77, 7/10/2013 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias no texto acima, julgue o item.
Sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, é correto substituir o trecho “no Norte e no Nordeste do país” por: nas regiões Norte e Nordeste do país.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Julgue o item subsequente, com base nos instrumentos legais que dispõem acerca da educação brasileira, considerando que CF corresponde à Constituição Federal de 1988 e LDB, à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
De acordo com a LDB, as atribuições dos docentes incluem a participação na elaboração da proposta pedagógica da escola e a colaboração nas atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade escolar.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Camino de noche
Tenía todo el tiempo por delante, tanto tiempo que parecía muy difícil de contar, libre e infinito, sin contención ni vallado que lo contuviera. Tenía tanto tiempo a su merced, que terminó sin darse cuenta, desbordó despacio, como la ola de un lago calmo que se dejó llevar.
Como hay palabras que simplemente enunciadas, producen más efectos que las pensadas, hay acciones que empezadas, terminarán solo con su mera extinción del accionar, como algo que no puede detenerse, solo hay que saber cuánto tiempo se tiene que esperar. Así encontró la mañana a la perdida nostalgia de una noche que fue. Así la noche terminó su ciclo de reinado, para ocultar arbitrariamente las simples y pequeñas cosas que el Sol no puede ni sabe de ellas distinguir, y en esa selectiva acción de ocultar lo innecesario, deja marcada su esencia, su mágico don de saber iluminar.
Así encontró la mañana a esa bohemia noche que parecía durar eternamente, así la noche sin que se llegase a extinguir, se supo ocultar, olvidó algunas estrellas en su retirada, que extraviadas de su entorno, solo destellan en su agonía final. El Sol comienza a fortalecerse ahora, ya está amaneciendo, ha llegado el final.
Buenos días viajantes, no pierdan la ilusión, ya pronto anochecerá.
Internet: <www.losmejorescuentos.com> (con adaptaciones).
Considerando los aspectos lingüísticos del texto de arriba, juzgue lo ítem siguiente.
La forma plural del término “contención” es contenciones.
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Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
Propuestas de trabajo de Victoria Coronado
1. Se trabaja con el grupo completo. Se presenta la lectura con la que se va a trabajar. Se habla del autor, del ilustrador, el título de la lectura y se les pide a los estudiantes que hagan predicciones acerca de la lectura.
Antes de iniciar la lectura se habla de la habilidad que se trabajará durante la semana. El profesor o la profesora inicia la lectura en voz alta y luego le pide a diferentes alumnos y alumnas que lean un párrafo y se va discutiendo la lectura con todo el grupo.
El profesor hace un modelaje de alguna estrategia de comprensión lectora realizando preguntas como: ¿Cómo creen que se va a resolver el problema?, ¿Quiénes son los personajes principales?, ¿Cuál es el principio, medio y final de la lectura? En este primer día se trabaja la motivación a la lectura con todo el grupo. Después se hacen los ejercicios elaborados previamente por el profesor que deben coincidir con los temas de lengua de la semana.
2. El profesor comenta con los alumnos la lectura leída el día anterior y presenta instrucciones precisas para cada uno de los centros. Los pupitres de los niños deben estar agrupados formando cuatro grupos y los niños rotan cada 40 minutos. Cada grupo trabaja en su centro un día a la vez. Hay centro de escritura, centro de gramática y ortografía, centro de trabajo independiente con habilidades lectoras, lectura con el profesor o la profesora y rincón de lectura, donde los niños leen libremente o realizan juegos didácticos.
Cuando se trabaja en centros, la profesora o el profesor primero tiene a su grupo dividido en grupos de cuatro y asigna un centro a cada grupo, verifica que en cada grupo estén trabajando debidamente, y luego él o ella se sienta con el grupo de lectura a leer de nuevo, repasar estrategias de comprensión lectora como hacer predicciones, resumir de forma periódica, utilizar un organizador gráfico para ver la estructura del texto, inferir y resumir.
3. Antes de iniciar el trabajo en centros, el profesor repasa los objetivos de las actividades a realizar. Luego, los niños rotan en los centros. Cuando se trabaja en grupos pequeños, es importante tomar en cuenta que el manejo del grupo y la disciplina son indispensables para el éxito de este trabajo.
Internet: <www.educarchile.cl> (con adaptaciones).
Considerando las ideas del texto de arriba y sus aspectos gramaticales, juzgue lo ítem.
Los grupos o centros de trabajo son cinco en total y son trabajados todos en una clase.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
The term language learning strategy has been defined by many researchers. Wenden and Rubin (1987:19) define learning strategies as “... any sets of operations, steps, plans, routines used by the learner to facilitate the obtaining, storage, retrieval, and use of information.” Richards and Platt (1992:209) state that learning strategies are “intentional behavior and thoughts used by learners during learning so as to better help them understand, learn, or remember new information.” According to Stern (1992:261), “the concept of learning strategy is dependent on the assumption that learners consciously engage in activities to achieve certain goals and learning strategies can be regarded as broadly conceived intentional directions and learning techniques.” All language learners use language learning strategies either consciously or unconsciously when processing new information and performing tasks in the language classroom. Since language classroom is like a problem-solving environment in which language learners are likely to face new input and difficult tasks given by their instructors, learners’ attempts to find the quickest or easiest way to do what is required, that is, using language learning strategies is inescapable.
Language learning strategies use during the act of processing the new information and performing tasks have been identified, described and classified by many scholars. However, most of these attempts to classify language learning strategies reflect more or less the
same categorizations without any radical changes.
M. Hismanoglu. Language Learning Strategies in Foreign Language Learning and Teaching. In: The Internet TESL Journal. Internet: <http//:iteslj.org> (adapted).
Based on the text, judge the following item.
The word “obtaining” indicates a continuous action in the text.
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Prezado senhor ou senhora, residente a uma quadra da PUC, que provavelmente não sabe que seu cachorrinho está com problemas.
De uns dias para cá, durante a manhã e a tarde, temos ouvido o choro dele. Um choro fraco, que começa como um lamento, na forma de ganidos alongados, depois se torna um apelo, misturado com um ou outro latido isolado, depois evolui para um tom de reivindicação, com mais latidos do que gemidos, depois o tom se mostra indignado, com latidos um pouco mais fortes, como se reclamasse “será que ninguém me ouve?”, e em seguida com raiva, só latidos, como se perdesse a paciência e passasse a xingar, e então não lamenta mais, só xinga. Ao fim de algum tempo, ele para, como cansado; creio que descansa, talvez beba água, e recomeça. É uma pequena voz, sem volume, não terá muito alcance. Como a que tem um bebê humano deixado sozinho.
Devo dizer, senhor, senhora, que isso só acontece durante o dia, pois no fim da tarde o cãozinho se cala. Às vezes se cala na hora do almoço e recomeça um tempo depois. À noitinha silencia de verdade e só recomeça no meio da manhã seguinte.
Permito-me imaginar que o senhor ou a senhora saia para trabalhar, passe em casa na hora do almoço, volte para o trabalho, retorne no fim da tarde e a partir daí o cãozinho se aquiete, tenha companhia. Suponho que então brinque, faça festas, cumpra seu fado canino. Nesses casos, o dono, ou dona, nem fica sabendo que o bebê chorou, bradou aos céus sua indignação. O abandonado esquece, perdoa, como é próprio dos cães.
Acredito, senhor ou senhora, que esse seja o seu primeiro cachorrinho filhote; atribuo à inexperiência esse abandono durante o dia, à ignorância de que a espécie não suporta a solidão. Ele pode estar cumprindo quarentena antes de ser vacinado, prisão domiciliar, mas, perdão, nunca aceitará ficar sozinho.
Desculpe me intrometer na sua vida, senhora, senhor, mas... a sua rotina com o cão vai ser essa? Ou é uma fase, falta de empregada, filhos ausentes?... Pergunto porque, se o senhor ou a senhora não precisa de companhia durante o dia, ele precisa de alguma.
O cão de companhia é assim: um carente que supre a carência do dono. É como um casamento: quando um não comparece, está na hora de discutir a relação. É o que ele está fazendo.
Atenciosamente...
A partir das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
O nível de linguagem empregado pelo autor do texto é adequado às suas intenções comunicativas, haja vista o texto ter sido construído com linguagem que não respeita a norma padrão para atingir um maior número de interlocutores.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
An understanding of language as open, dynamic, energetic, constantly evolving and personal encompasses the rich complexities of communication. This expanded view of language also makes educational experience more engaging for students. Language is not a thing to be studied but a way of seeing, understanding and communicating about the world and each language user uses his or her language(s) differently to do this. People use language for purposeful communication and learning a new language involves learning how touse words, rules and knowledge about language and its use in order to communicate with speakers of the language.
This understanding of language sees a language not simply as a body of knowledge to be learnt but as a social practice in which to participate. Language is something that people do in their daily lives and something they use to express, create and interpret meanings and to establish and maintain social and interpersonal relationships. If language is a social practice of meaning-making and interpretation, then it is not enough for language learners just to know grammar and vocabulary. They also need to know how that language is used to create and represent meanings and how to communicate with others and to engage with the communication of others. This requires the development of awareness of the nature of language and its impact on the world.
A. Scarino; A. J. Liddicoat. Teaching and learning
languages: a guide. Australia: Commonwealth of Australia, 2009, p. 16. Internet: <www.tllg.unisa.edu.au> (adapted).
According to the text, judge the following item.
Vocabulary and grammar are learned naturally through communication.
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