Foram encontradas 50 questões.
Durante as aulas de futebol, numa turma do 9º ano do ensino fundamental, o professor se depara com o comentário dos meninos de que as meninas estariam atrapalhando a prática do futebol por falta de habilidade com a bola. Nessa situação, avalie as possíveis atitudes do professor.
I - O professor propõe uma discussão a respeito das características genética e sócio-culturais do que os alunos entendem por habilidade.
II - Discute com os alunos que a prática do futebol em turmas mistas no âmbito escolar está voltada para a convivência, observação, descoberta e aprendizado mútuo.
III - Aceita a argumentação dos meninos e decide separar, nas próximas aulas, a prática em um momento só para meninos e outro momento só para meninas.
IV - Argumenta que um dos objetivos é compreender as diferenças, não discriminar e não reproduzir os estereótipos de gênero que acabam por reduzir as meninas a um papel subalterno em nossa sociedade.
De acordo com os PCN's, é correto apenas:
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"A escola comum se torna inclusiva quando reconhece as diferenças dos alunos diante do processo educativo e busca a participação e o progresso de todos, adotando novas práticas pedagógicas" (ROPOLI et al, 2010).
ROPOLI, E.A. et al. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: A escola comum inclusiva. Brasília: MEC, 2010.
Sobre a educação inclusiva, é correto afirmar apenas:
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Imbuído do ideal da escola inclusiva como apresentado por Ropoli et al (2010), um professor de Educação Física elaborou três projetos conforme descrito abaixo. Estão de acordo com uma proposta de escola inclusiva os projetos:
I - Pesquisa realizada com alunos e comunidade escolar sobre fatores que dificultam a acessibilidade na escola e seu entorno.
II - Introdução do GoalBall como componente curricular, montando para isso turmas compostas exclusivamente por alunos com deficiência visual.
III - Oficina de recursos pedagógicos com a participação da comunidade escolar com o objetivo de permitir a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.
É correto afirmar apenas:
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Leia o texto a seguir:
A CEBOLA
PEGUE UMA cebola e corte ao meio. Então olhe bem para ela com olhos de criança. Se você não sabe o que é o olhar de uma criança, leia o poeta Alberto Caeiro para aprender...
Uma paciente minha, dos tempos em que eu exercia a psicanálise, olhou com olhos de criança para uma cebola cortada ao meio e ficou tão espantada com o que viu que pensou que estava ficando louca. Uma cebola cortada é mesmo um espanto. Pablo Neruda, olhando para uma cebola, escreveu: "Rosa de água com escamas de cristal..."
Agora, figure que uma cebola cortada é um modelo do mundo. Bem no centro, lá onde o primeiro anel é tão pequeno que não chegou a ser anel, ponha uma criança. Imagine que os anéis são os mundos que ela precisa conhecer para viver.
Mas não é possível comer o que está longe. Não é possível pular anéis. Só se pode comer o quarto anel depois que se comeu o primeiro, o segundo e o terceiro anéis.
A cebola cortada me sugeriu a forma como o primeiro currículo deveria ser organizado: como os anéis de uma cebola, na ordem certa. O que estaria contido no primeiro anel? A resposta é fácil: o primeiro anel que abraça a criança é a sua casa.
Não fui ousado ao ponto de sugerir a construção de uma casa de tijolo e cimento. Mas é a imaginação que faz o que não existe existir! Pensei que a casa onde uma criança mora, o primeiro anel da sua cebola, é um universo imenso, cheio de provocações ao conhecimento.
Primeiro, a casa como objeto matemático: ângulos, triângulos, linhas horizontais, verticais e paralelas, proporções e simetrias.
Depois, como objeto da física: a composição de forças no travamento do telhado, o prumo, o nível, as caixas de ferramentas, o martelo, o serrote, a pua, a física dos materiais, a madeira, o vidro, a cerâmica, o plástico, a eletricidade que esquenta e que esfria, a eletricidade que faz girar, que ilumina e produz música. Esse laboratório de química chamado cozinha: o fogo, os alimentos, os temperos.
O mundo das coisas vivas: as baratas, as traças, os tatuzinhos, os piolhos, os pássaros, as aranhas, os cachorros, os gatos, os peixes, os pernilongos, os mosquitos da dengue, os caramujos.
O mundo das doenças e da saúde. Os primeiros-socorros. O lixo, as privadas... Ouse imaginar quantas toneladas de cocô por ano os humanos colocam na nossa Terra...
E, ao tomar o seu branco e puro leitinho, imagine quantas toneladas de bosta de vaca e quantos metros cúbicos de gases fétidos são lançados na atmosfera diariamente pelos bovinos inocentes. O mundo da cultura: as revistas, os livros, a televisão, o jardim, os quadros.
Gostaria de conhecer a casa em que moro, mas não conheço. Aperto uma infinidade de botões que fazem as coisas acontecerem, mas não sei por que elas acontecem, e, quando não acontecem, fico perdido e tenho de chamar um técnico.
Pensei que as crianças gostariam da ideia assim como eu gostei. Aprendendo sobre a casa aprendemos sobre o mundo todo. Pois o mundo todo é a grande casa em que moramos, o último anel da cebola...
Fonte: ALVES, Rubem, Folha de São Paulo Disponível em: Acesso em: 18 maio 2018http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/a-cebola/
Com relação ao texto lido, pode-se inferir que:
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Sabemos que o conceito da escola está atrelado à produção e reprodução da cultura e do trabalho, faltando espaço para discussões sobre o lazer. Porém, se queremos ampliar a visão de mundo dos alunos, a educação física poderia realizar o papel de mediadora entre o lazer e a escola, proporcionando uma educação para o lazer, não apenas em termos de compreensão e de atitudes para com o lazer, mas também fornecendo repertório para que eles possam usufruir o lazer.
DARIDO, S; RANGEL, I. Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Koogan, 2005.
Para desenvolver uma educação para o lazer, devemos ter como objetivo:
I) Demonstrar que o lazer está também na atitude das pessoas, não dependendo somente de fatores como o acesso à equipamentos específicos e recursos financeiros.
II) Enfatizar o lúdico, ao propor as vivências dos conteúdos culturais físicos e esportivos.
III) Orientar os alunos acerca das vivências corporais no meio ambiente.
IV) Elaborar uma intervenção, levando em conta as relações entre a saúde, alimentação e o meio ambiente.
É correto apenas o que se afirma em:
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"Primeiro, a casa como objeto matemático: ângulos, triângulos, linhas horizontais..."
Os dois pontos no trecho acima foram usados para:
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Sobre as danças folclóricas, afirma-se que elas apresentam um incomparável valor, visto que conjugam os mais diversos aspectos da vida afetiva. Além de associarem música, ritmo, ludicidade, resistência física, contribuem também com as relações interpessoais, sendo um importante instrumento de socialização. Nanni, D. Dança-Educação: pré-escola à universidade. Rio de janeiro: Spint, 2001.
Sobre os valores sociais desenvolvidos pela dança podemos afirmar que:
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Leia o texto a seguir:
A CEBOLA
PEGUE UMA cebola e corte ao meio. Então olhe bem para ela com olhos de criança. Se você não sabe o que é o olhar de uma criança, leia o poeta Alberto Caeiro para aprender...
Uma paciente minha, dos tempos em que eu exercia a psicanálise, olhou com olhos de criança para uma cebola cortada ao meio e ficou tão espantada com o que viu que pensou que estava ficando louca. Uma cebola cortada é mesmo um espanto. Pablo Neruda, olhando para uma cebola, escreveu: "Rosa de água com escamas de cristal..."
Agora, figure que uma cebola cortada é um modelo do mundo. Bem no centro, lá onde o primeiro anel é tão pequeno que não chegou a ser anel, ponha uma criança. Imagine que os anéis são os mundos que ela precisa conhecer para viver.
Mas não é possível comer o que está longe. Não é possível pular anéis. Só se pode comer o quarto anel depois que se comeu o primeiro, o segundo e o terceiro anéis.
A cebola cortada me sugeriu a forma como o primeiro currículo deveria ser organizado: como os anéis de uma cebola, na ordem certa. O que estaria contido no primeiro anel? A resposta é fácil: o primeiro anel que abraça a criança é a sua casa.
Não fui ousado ao ponto de sugerir a construção de uma casa de tijolo e cimento. Mas é a imaginação que faz o que não existe existir! Pensei que a casa onde uma criança mora, o primeiro anel da sua cebola, é um universo imenso, cheio de provocações ao conhecimento.
Primeiro, a casa como objeto matemático: ângulos, triângulos, linhas horizontais, verticais e paralelas, proporções e simetrias.
Depois, como objeto da física: a composição de forças no travamento do telhado, o prumo, o nível, as caixas de ferramentas, o martelo, o serrote, a pua, a física dos materiais, a madeira, o vidro, a cerâmica, o plástico, a eletricidade que esquenta e que esfria, a eletricidade que faz girar, que ilumina e produz música. Esse laboratório de química chamado cozinha: o fogo, os alimentos, os temperos.
O mundo das coisas vivas: as baratas, as traças, os tatuzinhos, os piolhos, os pássaros, as aranhas, os cachorros, os gatos, os peixes, os pernilongos, os mosquitos da dengue, os caramujos.
O mundo das doenças e da saúde. Os primeiros-socorros. O lixo, as privadas... Ouse imaginar quantas toneladas de cocô por ano os humanos colocam na nossa Terra...
E, ao tomar o seu branco e puro leitinho, imagine quantas toneladas de bosta de vaca e quantos metros cúbicos de gases fétidos são lançados na atmosfera diariamente pelos bovinos inocentes. O mundo da cultura: as revistas, os livros, a televisão, o jardim, os quadros.
Gostaria de conhecer a casa em que moro, mas não conheço. Aperto uma infinidade de botões que fazem as coisas acontecerem, mas não sei por que elas acontecem, e, quando não acontecem, fico perdido e tenho de chamar um técnico.
Pensei que as crianças gostariam da ideia assim como eu gostei. Aprendendo sobre a casa aprendemos sobre o mundo todo. Pois o mundo todo é a grande casa em que moramos, o último anel da cebola...
Fonte: ALVES, Rubem, Folha de São Paulo Disponível em: Acesso em: 18 maio 2018http://www.institutorubemalves.org.br/rubem-alves/carpe-diem/cronicas/a-cebola/
"Pensei que a casa onde uma criança mora, O PRIMEIRO ANEL DA SUA CEBOLA, é um universo imenso, cheio de provocações ao conhecimento".
O trecho destacado no fragmento acima sugere:
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Muitas das opções - conscientes ou inconscientes - que temos feito para 'jogar', tem suas raízes no mito da natureza competitiva do homem. Entretanto, existem hoje evidências que demostram ser a cooperação o lema básico da natureza.
Brotto, F. Jogos cooperativos: se o importante é competir o fundamental é coperar!. Santos, SP: Ed. Re-Novada, 2000.
Sobre as características dos Jogos cooperativos:
( ) São divertidos para todos.
( ) Poucos se tornam bem sucedidos.
( ) Os perdedores ficam de fora do jogo e se tornam observadores.
( ) Todos participam e ninguém é excluído.
Apenas é correta a opção:
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Assinale a opção que completa adequadamente os espaços pontilhados: Duvidar de minhas teorias é um direito que ...... assiste e ......... não se deve abrir mão.
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